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Docentes da FEP e investigadores do CEDH publicam artigo em coautoria no Journal of Child and Family Studies

Vânia Sousa Lima e Pedro Dias, docentes da Faculdade de Educação e Psicologia (UCP-Porto) e investigadores do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) publicam artigo no Journal of Child and Family Studies, em co-autoria com Anna Vilaregut (Universitat Ramón Llull) e Antonino Callea (LUMSA). O artigo - Assessment of Basic Family Relationships: Portuguese Validation of the “Cuestionario de Evaluación de las Relaciones Familiares Básicas” (CERFB) - apresenta o processo de adaptação para contexto português de um instrumento de avaliação do funcionamento familiar, útil para a avaliação clínica e processos de intervenção psicológica com famílias.
DOI: https://doi.org/10.1007/s10826-021-02215-8


 

10-01-2022

Isabel Braga da Cruz: “Há que perpetuar e fazer crescer a Católica no Porto.”

O Porto é a sua casa, mas assume que a experiência de viver e trabalhar na Suíça a marcou profundamente. Contactou com diferentes realidades e novas formas de fazer e de investigar. Engenheira de formação e com um percurso empresarial, assume a presidência da Católica no Porto em 2017, cargo que exerce como “uma missão acima de tudo”. Alumni de Biotecnologia, a Católica é a sua Alma Mater. Nesta entrevista fala-nos da sua infância, das suas influências, da curiosidade por questionar tudo o que a rodeia e do seu grande desafio atual.

O que é que a move?
O que realmente me move são projetos que deixem uma marca, com valor e com propósito. É minha ambição colaborar e contribuir para projetos estimulantes que tenham metas e objetivos concretos e, essencialmente, que envolvam equipas com capacidade de fazer acontecer e com as quais eu possa aprender. Eu aprendo com toda a gente. Tenho aprendido sempre ao longo da minha vida e é isto que me faz abraçar esta missão, a certeza de que a Católica tem imensas possibilidades e de que aqui podemos fazer diferente, mais e melhor. Esta é a minha ambição e estou inteiramente focada nela.

 

Em 2017 assumiu o desafio de ser Presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto. Como encara esse desafio?
Acima de tudo é uma missão. Quando eu recebi o convite para este lugar senti uma responsabilidade muito grande em manter um legado, o nome Católica e um percurso para o qual já tantos contribuíram. Enquanto Presidente e agora, também, Pró-reitora, tenho a obrigação de o manter e o fazer crescer de forma sustentável. É uma missão sempre comprometida, na medida em que estou a lidar com pessoas, com um projeto de grande dimensão, com uma integração na região e com uma história. Há que perpetuar e fazer crescer a Católica no Porto.

 

Preside a um campus com 7 unidades académicas e 7 centros de investigação de áreas muito distintas. De que forma é que a junção num só campus de várias áreas do conhecimento é uma vantagem?
A grande decisão de fazer coligir todas as Unidades Académicas aqui do Porto num só campus foi muito com o propósito de termos aqui uma oportunidade única e que constitui um aspeto diferenciador da Católica face a outras universidades. No mesmo campus temos várias áreas do conhecimento e é nas interfaces que conseguimos explorar e encontrar oportunidades e potenciar esta diversidade. Aqui, na Católica no Porto, um estudante de biotecnologia pode ir de manhã a um concerto das Artes e à tarde a uma tertúlia em Teologia.  Há uma série de oportunidades e sinergias que a proximidade permite potenciar e isto é um estímulo enorme e é uma grande mais-valia que deve continuar a ser explorada.

 

Ser, também, uma alumni da Católica contribui para o seu papel enquanto Presidente da Católica no Porto?
O facto de ter estudado aqui faz com que eu sinta o nome Católica de outra forma. É a nossa alma mater, não é? Se fizer uma retrospetiva, vejo uma experiência, enquanto aluna, de todo o ecossistema da Católica. Tenho a experiência da cultura da casa, há um conhecimento dos professores e de toda a componente humana que aqui é tão querida e verdadeiramente sentida.

 

“Nós temos uma vantagem muito grande: não somos excessivamente grandes, mas, também, não somos pequenos.”

 

Temos de falar da proximidade, algo que tão bem caracteriza a Católica. Como é que se continua a conseguir proporcionar uma proximidade grande entre os estudantes e os professores?
Isso é o pulsar da Católica. Nós temos uma vantagem muito grande: não somos excessivamente grandes, mas, também, não somos pequenos. A Católica no Porto tem a dimensão ideal que lhe permite explorar essa proximidade e essa interação muito pessoal. Este formato tem trazido um grande retorno, os alunos valorizam essa proximidade e proporciona-se uma relação continuada que acaba por trazer frutos. Para além disto, a Católica no Porto também não se esquece que vive integrada numa cidade e numa comunidade. Esta proximidade que tão bem nos caracteriza não se limita a atuar dentro do campus. A nossa proximidade também tem reflexo lá fora. Há uma relação bilateral entre a Católica e a cidade e a região. São exemplo disso a relação que promovemos com diversas entidades da sociedade civil e com a Igreja, com as quais colaboramos. É nesta interação com o exterior que conseguimos passar os nossos valores e concretizar a nossa missão de relação, de proximidade e de responsabilidade social.

 

Nasceu em Coimbra, no seio de uma família numerosa, mas viveu praticamente toda a sua vida no Porto. É aqui que se sente em casa?
Sem dúvida, é no Porto que me sinto em casa. É verdade que nasci em Coimbra, mas só nasci lá porque os meus avós eram de lá. Nunca vivi em Coimbra, só vivi no Porto e em Lausanne, na Suíça.
Foi no Porto que cresci, que estudei até concluir a minha licenciatura na Católica. É nesta região que tenho desenvolvido grande parte da minha atividade profissional e onde vivo atualmente com a minha família. O Porto é uma cidade especial, aberta ao mundo e que sabe acolher muito bem.

 

Quais são as suas principais memórias de infância?
Eu sou a segunda de cinco irmãos. Venho uma família bastante numerosa, tanto do lado do meu pai, como do da minha mãe. Estou habituada a casas com muita gente e com muito barulho.
Tenho recordações de infância muito boas e muito bonitas, em particular dos verões passados em casa dos meus avós, os Natais muito preenchidos e, acima de tudo, sempre com muito calor humano. O que também marcou a minha infância foi o facto de, apesar de ter crescido no Porto, ter tido a oportunidade de passar muitos fins de semana em ambiente rural com os meus pais e meus irmãos. No fundo, acabei por conseguir ter a sorte desta dualidade de experiências que muito me marcou e ensinou.  Para além disso, para quem vem de famílias numerosas sabe bem que são sempre ambientes muito agitados e muito pouco apáticos, onde há sempre que lutar por um espaço e por uma voz. Eu sempre fui bastante curiosa e sempre gostei muito desta interação com a natureza. Por influência do meu pai, por ser engenheiro, aprendi a questionar tudo o que via à minha volta. Acho que este olhar atento que me foi transmitido, ainda que muito naturalmente, acabou por me oferecer um estímulo constante que me ensinou a olhar para a vida de uma forma diferente, questionando-a e procurando compreendê-la.

 

Durante a sua infância quem é que a desafiava a sair da zona de conforto?
O meu pai e a minha mãe. Ensinaram-me que o caminho é em frente. Desafiavam-me a ultrapassar barreiras e inseguranças. Ensinaram-me a seguir em frente e a não perder o foco com minudências.

 

Há alguma figura internacional ou nacional que seja uma referência para si tanto ao nível profissional como pessoal?
Eu sempre tive a sorte de trabalhar com pessoas que me estimulavam. Uma pessoa que impactou verdadeiramente a minha vida profissional, e também pessoal, foi o meu orientador de doutoramento que tive na Suíça, na Nestlé. Era uma figura muito particular: canadiano de origem escocesa, budista, sempre vestido de vermelho, marinheiro, porque vivia num barco, e físico de formação. Foi uma pessoa que teve muito impacto na minha vida porque, para além da forte componente humana, não tinha limites de pensamento. Também trago sempre referências pessoais e familiares que me inspiram e neste caso refiro o meu pai, enquanto exemplo de rigor, princípios, de trabalho e de qualidade.

 

Fale-nos um pouco sobre o Doutoramento em Biotecnologia pela Escola Superior de Biotecnologia em colaboração com a Nestlé, Nestlé Research Centre, em Lausanne, na Suíça. Estava nos seus planos?
De facto, o doutoramento não estava nos meus planos. A Católica, no âmbito do meu estágio de fim de curso, proporcionou-me um ambiente internacional numa multinacional, na Nestlé. Foi uma oportunidade excelente e que moldou a minha vida. O facto dessa primeira experiência ter sido bem-sucedida, levou a outras oportunidades. Seguiu-se um primeiro contrato de trabalho e mais tarde a proposta de financiamento para o meu programa de doutoramento, suportado pela empresa. Foi este contexto que me permitiu pensar na possibilidade de fazer um doutoramento em contexto empresarial, num ambiente internacional, que permitia desenvolver ciência com potencial de aplicação pratica, foi isso que me atraiu verdadeiramente. Foi a investigação com um propósito.

 

“O grande desafio da sociedade de hoje é o da humanização. Olhar para o outro e cuidar do outro.”

 

De que forma é que acha que está na Educação a solução para a minimização das desigualdades sociais?
A educação e a cultura são as vias para combatermos qualquer tipo de preconceito. Não tenho dúvidas de que quanto mais instruídos e mais educados formos, melhor podemos contribuir para minimizar as desigualdades da sociedade. Este é o caminho, sempre alicerçado no conhecimento e na educação. Quanto mais acesso ao conhecimento e quanto mais refletirmos sobre o tema e o discutirmos, mais facilmente seremos capazes de atuar no sentido da igualdade das oportunidades.

 

Em tempos de pandemia, como é que sente a geração mais jovem?
Estamos a passar uma experiência totalmente nova que tem consequências em todas as gerações. Uma das que tenho sentido nos mais jovens é algum desânimo. É importante que se contrarie esta apatia incentivando e promovendo nos mais jovens, e não só claro, a importância do pensamento crítico e, também, a importância de se saber valorizar cada momento. Arriscar, sair da zona de conforto e empenhar energia ao serviço do mundo e do outro. O sabermos colocar tudo em cada pequena coisa, seja num jantar de família, seja numa aula ou num simples momento, é parte essencial do caminho que dá resposta ao desafio da humanização.

 

06-01-2022

Projeto da Escola das Artes quer incluir e educar através da literacia fílmica

Educar e incluir, através da promoção de uma linguagem artística em torno do Cinema, é o objetivo do projeto INSERT do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto. Será desenvolvido ao longo de 18 meses entre 2022 e 2023 e envolverá também investigadores do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia, contando ainda com a Direção-Geral da Educação como parceira.

Coordenado por Pedro Alves, docente da Escola das Artes e investigador do CITAR, o projeto pretende desenhar, implementar, testar e disseminar uma metodologia teórico-prática de literacia fílmica e produção cinematográfica capaz de combater e ultrapassar as barreiras geográficas, culturais ou económicas que tantas regiões ainda hoje enfrentam.

Através do INSERT será desenvolvido um conjunto de recursos que orientarão professores e alunos no contacto e na experimentação em torno da sétima arte, devidamente contextualizados, apresentados e acompanhados pela equipa de investigação. A metodologia será testada em cinco escolas do Norte do país para depois poder ser disseminada numa escala mais global, quer nacional quer internacional.

 

Diminuir as desigualdades sociais através da promoção da literacia fílmica

Pedro Alves explica que a importância desta iniciativa para a comunidade educativa reside na possibilidade de se “diminuírem as desigualdades no acesso a diferentes oportunidades e estratégias de ensino ou aprendizagem”. Através do INSERT, um “projeto perfeitamente integrado e fundamentado em atuais estratégias nacionais e internacionais de literacia e pedagogia fílmicas”, procurar-se-á “fazer chegar a mais escolas, docentes e estudantes a oportunidade de contactar com o cinema”.

O projeto vem responder à necessidade contemporânea de flexibilidade e inclusão nas escolas, promovendo uma linguagem artística e uma estratégia de aprendizagem e ação que aproximará todos os intervenientes da comunidade escolar.

 

 

Uma ferramenta para todos

O que é que se pode esperar do projeto INSERT? Pedro Alves afirma que dentro de 18 meses se espera “ter testado e aprimorado devidamente uma metodologia de aprendizagem e experimentação cinematográficas que faça sentido disseminar num sentido amplo e aberto”.

Em 2023, prevê-se que o INSERT possa “ser uma ferramenta online de acesso aberto, cientificamente sólida e pedagogicamente rica, passível de ser utilizada em diferentes contextos, por diferentes intervenientes, com diferentes objetivos e abordagens”. 

Desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto, o projeto de investigação INSERT é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

06-01-2022

Formação pioneira em Ética Empresarial

Gerir o desempenho ético numa organização e promover relações éticas entre as pessoas requer não só conhecimentos sobre ferramentas, políticas e procedimentos, mas também um processo de reflexão sobre as especificidades da ética empresarial e o desenvolvimento de competências que permitam lidar com a sua complexidade. É a pensar nestas necessidades que a Católica Porto Business School lança o curso executivo “Ética Empresarial: da Estratégia à Avaliação”.

Helena Gonçalves e Ana Roque, diretoras do curso e coordenadoras do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, salientam que “este programa, que concilia conhecimento teórico e prático, tem como objetivo apoiar os atuais e futuros gestores das áreas da ética e da compliance para que se sintam mais seguros e possam ser verdadeiros promotores de um clima e de uma cultura ética nas organizações.”

Esta é uma formação única porque está centrada na Pessoa que gere a ética e não apenas nos habituais ’saber-saber’ e no ‘saber-fazer’”, explica Helena Gonçalves, acrescentando “contém também uma forte componente do ’saber-ser’ e do ’saber-relacionar-se’”. Ana Roque explica que “o ’saber-relacionar-se’ é a quarta dimensão do conhecimento, defendido pelas Nações Unidas como fundamental para a sustentabilidade e que é de alguma forma o que permite desenvolver a cultura interna.”

Os principais objetivos passam pela identificação das questões-chave da ética empresarial; do conhecimento da diversidade de mecanismos e ferramentas para a promoção da ética nas organizações; o desenvolvimento de competências que são necessárias à gestão do desempenho ético e ainda, o aprender a construir uma cultura ética dentro da empresa, apresentados numa abordagem holística, num percurso não só de conhecimento, mas também de descoberta pessoal.

A formação executiva em Ética Empresarial terá a participação de cinco docentes convidados para temas específicos como “branding da ética”, a importância da narrativa, a mediação conflitos, enfrentar dilemas e gerir denúncias e ainda testemunhos empresariais com representantes da AGEAS, BIAL, EDP, GRACE, LIPOR e SuperBock Group. Para apresentar esta nova formação executiva, a Católica Porto Business School vai organizar uma aula aberta online a 18 de janeiro.

06-01-2022

Research Grant - Project GReAT

04-01-2022

As plantas absorvem bactérias através das suas raízes

Uma possível forma de transmissão de bactérias resistentes a antibióticos aos humanos

Nazareno Scaccia, Ivone Vaz-Moreira, and Célia M. Manaia

Universidade Católica Portuguesa, CBQF (Centro de Biotecnologia e Química Fina), Escola Superior de Biotecnologia, Rua de Diogo Botelho 1327, 4169-005 Porto, Portugal.

As bactérias resistentes a antibióticos são uma ameaça à saúde humana, à escala global. Sentida sobretudo em ambiente clínico, a resistência a antibióticos pode ocorrer em animais e também ser um contaminante ambiental, podendo transitar entre os humanos e o meio com que interagem. Esta visão integrada, designada de Uma Só Saúde, assume que a saúde humana não pode ser dissociada da animal e ambiental. Por exemplo, a contaminação de solos e águas com substâncias químicas e microrganismos patogénicos pode representar um risco para a saúde humana, sobretudo se forem usados para o cultivo e rega de plantas usadas na nossa alimentação. Como as bactérias resistentes a antibióticos são contaminantes ambientais que podem ocorrer em solos e em águas de rega, neste estudo de revisão bibliográfica procurámos compreender se haveria o risco de estas serem absorvidas por plantas, aumentando assim o risco de transmissão para os humanos.

A nossa pesquisa centrou-se na avaliação da diversidade de bactérias endofíticas (que vivem no interior das plantas) em plantas que habitualmente são consumidas sem serem cozinhadas, como por exemplo alface, cenoura, rabanete, tomate ou pepino. Da ampla diversidade que pode constituir o microbioma endofítico de uma planta, constam bactérias que pertencem a grupos onde se integram agentes patogénicos oportunistas e/ou resistentes a antibióticos, por exemplo dos géneros Enterobacter, Acinetobacter, Pseudomonas ou Staphylococcus, entre outros. Embora nestes grupos possamos encontrar bactérias de origem ambiental que não representam um risco para a saúde humana, se as suas congéneres resistentes a antibióticos existirem nos solos ou águas poderão igualmente ser captadas pelas plantas e mais tarde ser transmitidas aos humanos.

O que este trabalho mostra é que a qualidade dos solos e das águas são determinantes para produzir alimentos seguros. Ou seja, se o cultivo e rega envolverem solos e água não poluídos, as plantas captarão bactérias benéficas. Se pelo contrário, os solos e as águas estiverem contaminados com bactérias resistentes a antibióticos, estas podem tornar-se endofíticas nas plantas e vir a ser consumidas pelos humanos. Esta conclusão reforça a visão de que a saúde humana é indissociável da saúde ambiental.

O artigo na integra pode ser consultado em:
Scaccia N, Vaz-Moreira I, Manaia CM. The risk of transmitting antibiotic resistance through endophytic bacteria. Trends Plant Sci. 2021 Dec;26(12):1213-1226. DOI: https://doi.org/10.1016/j.tplants.2021.09.001. Epub 2021 Sep 27. PMID: 34593300.

 

30-12-2021

Mensagem de Natal da Reitora da Universidade Católica Portuguesa

A Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, deseja a toda a comunidade um Feliz Natal!

22-12-2021

Recrutamento de Técnico de Empreendedorismo - Projeto EBRI

21-12-2021

“CAtólica SOlidária – CASO” reforça equipa de voluntários do Viveiro do Projeto FUTURO - 100.000 árvores

Três alunos da Universidade Católica Portuguesa no Porto que integram o programa de voluntariado “CAtólica SOlidária – CASO”, na área “SER+: Ambiente”, juntaram-se em novembro e dezembro de 2021 à equipa do Viveiro do Projeto FUTURO - 100.000 árvores para auxiliar nas tarefas de produção e para cuidar das futuras árvores nativas.

As quinze horas que já dedicaram ao FUTURO foram essenciais para os trabalhos de final de ano, como a monitorização e organização do canteiro exterior e transplantes de urze-branca (Erica lusitanica) que aprenderam a realizar. Durante as sessões tiveram oportunidade de conhecer algumas das espécies existentes.

A equipa complementou o trabalho com transplantes de bétula (Betula pubescens) e envasamentos de pilriteiro (Crataegus monogyna), de modo a garantir que todas estas plantas tenham mais condições para se desenvolverem bem nas estações seguintes. No decorrer do mês de dezembro, a estufa está também a ser preparada para receber as sementeiras desta época.

As primeiras impressões dos voluntários são positivas e contamos com o contributo deles para a nova temporada de trabalho. Muito obrigad@ a tod@s!

 
FOTOS |©2021CRE.Porto.malmeida ©2021CRE.Porto.amourao

As ações foram desenvolvidas no âmbito do FUTURO – projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. O Viveiro de Árvores e Arbustos Autóctones do FUTURO é uma parceria entre o CRE.Porto, a Câmara Municipal do Porto e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. O Viveiro está licenciado pelo ICNF como fornecedor de materiais florestais de reprodução.

21-12-2021

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