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"Equilibrar a vida profissional e pessoal sendo mulher na Investigação: uma negociação constante"

Educação e Psicologia
"Equilibrar a vida profissional e pessoal sendo mulher na Investigação: uma negociação constante"
Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2025 in Visão

Artigo de Opinião por Rita Tavares de Sousa, investigadora no Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH/FEP/UCP) | CLIL - Católica Learning Innovation Lab na Universidade Católica Portuguesa.

Quanto mais alto se sobe na carreira, menos mulheres encontramos – um problema frequentemente denominado de “leaky pipeline”.

Pense num cientista… foi uma figura masculina que lhe veio à cabeça, certo?

Embora muitas coisas tenham mudado ao longo dos anos, a perceção pública de um cientista continua muito associada ao masculino. No entanto, no decorrer da História, as mulheres sempre contribuíram de forma significativa para a Ciência, fazendo avanços notáveis, quebrando barreiras e realizando descobertas inovadoras em diversas áreas. Ainda assim, as dificuldades mantêm-se: as investigadoras continuam a enfrentar desafios que tornam o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal extremamente exigente. Desde a persistente desigualdade de género até às expectativas sociais relacionadas com os cuidados e a conciliação entre trabalho e vida pessoal, as mulheres na Ciência navegam um cenário que, muitas vezes, exige mais do que retribui.

De acordo com o relatório She Figures de 2021, a União Europeia esteve perto de alcançar a paridade de género entre os doutorados, com as mulheres a representarem 48,1% dos graduados ao nível do doutoramento. Apesar desse progresso, em 2018, as mulheres representavam apenas cerca de um terço (32,8%) do total da população de investigadores na Europa. Quanto mais alto se sobe na carreira, menos mulheres encontramos – um problema frequentemente denominado de “leaky pipeline”.

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