
A Universidade Católica Portuguesa (UCP), em Lisboa, vai receber cerca de sete mil pessoas na manhã do dia 3 agosto. Na sua maioria estudantes, mas também personalidades, nacionais e internacionais, do mundo académico, artístico, da sociedade civil e da igreja católica. Para muitos, será mais um marco na história da universidade, que integra a Igreja desde 13 de outubro de 1966, quando foi criada, e que ao longo dos tempos se veio a expandir com centros regionais em Braga e Porto e noutros países.
Para alguns será mais um encontro com um Papa, desta vez Francisco, porque João Paulo II já lá esteve, mas o capelão da UCP, padre Miguel Vasconcelos, acredita que será para todos "algo transformador".
"O facto de a UCP ter a oportunidade de abrir as suas portas ao Papa Francisco, no contexto da JMJ, é e será sempre algo transformador, não digo que é algo sem precedentes, porque já cá tivemos o Papa João Paulo II, mas será certamente algo muito relevante para a vida dos nossos estudantes e para a universidade. Disto, não tenho dúvidas", afirma ao DN.
