
Artigo de Opinião por João Moreira de Campos, Docente na Católica Porto Business School.
A comparação com os congéneres europeus é desfavorável a Portugal, no que concerne à eficácia das prestações sociais enquanto instrumento de combate à pobreza.
Na mensagem que dirigiu ao país a propósito do início do novo ano, o Presidente da República voltou a alertar para a premência da redução da pobreza, à semelhança do que havia ocorrido em ocasiões anteriores. Católico confesso, Marcelo Rebelo de Sousa deu eco às palavras do Papa Francisco que, em meados do mês de novembro, apelou aos cristãos para que não ignorassem quem enfrenta o flagelo da pobreza. Flagelo este cujo retrato nacional seria publicado alguns dias depois, aquando da divulgação dos resultados anuais do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento.
