
Para o director da Católica Porto Business School, João Pinto, é importante que a acção climática não fique “isolada das políticas económicas reais”.
A Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP29), que decorre em Bacu, no Azerbaijão, até ao final desta semana, parece ter apenas um assunto: financiamento. Como é que vamos pagar a transição de que os países precisam para conseguir manter as emissões sob controlo e adaptar os territórios a um clima cada vez mais imprevisível?
Para nos situar no labirinto do financiamento da COP29, ouvimos João Pinto, director da Católica Porto Business School (CPBS). Professor de Finanças, é também consultor do Banco Europeu de Investimento e do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento nas áreas de inovação financeira, avaliação de projectos de investimento e finanças sustentáveis.
