
O estudo da Universidade Católica no Porto "Diagnóstico das ONG em Portugal 2015-2024", encomendado pela Fundação Calouste Gulbenkian, mostrou uma quebra do número de voluntários no período em análise.
O “Diagnóstico das ONG em Portugal 2015-2024” propõe recomendações estratégicas para o fortalecimento e sustentabilidade do setor e aponta para a necessidade cada vez mais evidente da “adoção de práticas de transparência por forma a atrair mais investimento e fortalecer a confiança das entidades financiadoras”.
Para Américo Mendes, coordenador da ATES – Área Transversal de Economia Social, unidade da Universidade Católica Portuguesa no âmbito da qual este estudo foi realizado, “é muito necessário reconhecer a importância e a natureza económica do que é produzido pelas ONG”.
Raquel Campos Franco, cocoordenadora do estudo e docente da Católica Porto Business School, assinala que “a comparação com outros países europeus – nomeadamente a Grécia, a Noruega, o Reino Unido e a Roménia – tornou evidente como são diferentes os padrões de desenvolvimento do terceiro setor na Europa e como Portugal se distingue”.
