Faculdade de Educação e Psicologia | Campus Foz
Sala EC013
A utilização dos psicofármacos é revestida de diversas questões. Frequentemente é alvo de repulsa, mas outras vezes depósito de expectativas irrealistas acerca dos seus resultados. Essa utilização deverá ser sempre uma parte de um plano terapêutico mais abrangente e tem indicações precisas. Em crianças e jovens menores de 18 anos, o uso de psicofármacos tem alguns aspectos particulares e habitualmente o tratamento é sintomático na maioria das doenças psiquiátricas. Além dos diferentes grupos farmacológicos, suas indicações, contra-indicações e efeitos laterais mais frequentes, é muito importante ter noção de aspectos práticos relacionados com a adesão ou má adesão a um tratamento farmacológico. Estas são algumas questões em debate nesta sessão.
Com João Guerra
