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"A empresa como empreendimento coletivo"

Business School
"A empresa como empreendimento coletivo"
Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2022 in Jornal Económico Online

Arménio Rego, docente da Católica Porto Business School.

Ao mesmo tempo que se considera natural e desejável que os executivos sejam financeiramente recompensados, dos empregados em geral espera-se que sejam motivados pelo “salário emocional”. Nenhuma razão moral o justifica.

Os incentivos que remuneram os executivos resultam de uma lógica simples: devem ser premiados por contribuírem para o desempenho das suas empresas. A legitimidade desse princípio é inquestionável. Mas o desempenho de uma pessoa, por mais meritória que seja, é facilitado pelo contexto em que opera e pelas pessoas que com ela trabalham.

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