
Apesar da aparente abundância alimentar, um projeto liderado por Portugal pretende promover a diversidade no consumo e no cultivo.
Ao contrário do que as prateleiras dos supermercados podem fazer crer, “estamos perante uma situação de grande monotonia alimentar a agrícola, e vivemos numa falsa sensação de oferta diversificada”, sustenta Marta Vasconcelos, coordenadora do projeto europeu Radiant, que culmina com a Feira dos Alimentos Raros, prevista para o próximo dia 22, na Alfândega do Porto.
“Apesar de nos nossos supermercados termos à disposição um razoável número de diferentes tipos de alimentos, em particular de origem vegetal, o que acontece é que, em termos globais, estamos todos a produzir e a consumir as mesmas variedades dos mesmos tipos de alimentos”, assinala a investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto
