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“Rir é o melhor remédio?” - Quando as Marcas Nos Fazem Sorrir (e Refletir)

Business School
“Rir é o melhor remédio?” - Quando as Marcas Nos Fazem Sorrir (e Refletir)
Quarta-feira, 9 de Julho de 2025 in Dinheiro Vivo Online

Artigo de Opinião por Susana Costa e Silva, docente da Católica Porto Business School.

Nos últimos dias, um debate sobre os limites do humor ocupou as manchetes em Portugal, reacendendo uma discussão necessária: até onde pode ir a piada, e como é que as marcas podem (e devem) usar o humor para criar ligações positivas com o seu público?

O humor é uma das ferramentas mais poderosas de comunicação. Quando bem utilizado, quebra barreiras, humaniza as marcas e cria memórias afetivas. No entanto, quando mal interpretado ou levado longe demais, pode gerar divisões. O caso recente envolvendo a conhecida humorista Joana Marques e os não menos conhecidos “Anjos” mostrou como a linha entre o engraçado e o ofensivo pode ser ténue, ou como aquilo que é divertido para uns pode magoar outros. Acima de tudo, relembrou-nos que o humor deve unir, criar associações positivas e alavancar o potencial de criação de valor. E fez-nos pensar que limites inflexíveis de sensibilidade e de melindre podem, ao contrário do que se pretendia, resultar num enfoque nas associações negativas. E, nestes casos, nem se cai em graça, nem se é engraçado, e todos saem a perder.

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