A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa foi palco da 12.ª edição das Jornadas de Biotecnologia, um evento organizado pelos alunos da instituição, com o apoio da direção e da Associação de Estudantes.
Na sessão de abertura, Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, sublinhou o papel central do evento. “Estas Jornadas afirmam-se como um ponto de encontro privilegiado entre estudantes, investigadores e profissionais da área da biotecnologia, ao longo de um dia que já vai fazendo história na vida da Escola Superior de Biotecnologia”.
A pró-reitora destacou ainda que as Jornadas “desempenham um papel particularmente relevante na aproximação dos estudantes ao mercado de trabalho e à investigação, permitindo o contacto direto com empresas e investigadores, a reflexão sobre saídas profissionais, o acesso a oportunidades de estágios ou projetos e a compreensão das aplicações reais do conhecimento científico”.
“Eventos como este reforçam a nossa missão de formar profissionais qualificados, críticos e comprometidos com a inovação e com o impacto da ciência na sociedade”, concluiu.
Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia, lembrou que “as Jornadas são um espaço de partilha, inspiração e networking”, deixando ainda “uma palavra muito especial para os estudantes e a sua vontade de se desafiarem”.
“Ver que isto acontece nesta instituição é muito estimulante e prova que o associativismo continua bem vivo”, frisou.
Programa rico e diversificado
O dia decorreu com um programa intenso, com o painel “O Trio Vitorioso: O Prato, o Treino e a Mente”, com Angélica André, Inês Miguel, Maria Roriz e Pedro Cruz, a abrir as discussões.
Seguiram-se workshops práticos, como “Envelhecer 60 anos! Uma experiência imersiva”, orientado por Armando Almeida, e “Por detrás da indústria cosmética”, conduzido por Ana Barros.
O speed networking com a SONAE e a AMPLIAQUA permitiu aos participantes estabelecer contactos diretos com o tecido empresarial.
A tarde contou com o debate “Edição Genética: Onde Traçar a Linha?”, com Marta Vasconcelos, Silvana Lobo, Sílvia Coimbra e Luísa Azevedo, seguido do workshop “Comecei a trabalhar, e agora?”, orientado por Daniela Cunha.
Já de olho em 2027
O sucesso que as Jornadas de Biotecnologia têm vindo a registar ano após ano, faz com que já se olhe para a próxima edição.
Na sessão de encerramento, Rodrigo Ribeiro, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Biotecnologia, lembrou que a associação “está sempre disponível para ajudar”, até porque “há sempre algo a melhorar e em diferentes níveis”. “Nas próximas jornadas vamos estar ainda melhores e a associação de estudantes estará sempre presente”, conclui.
Iris Domingues, presidente da comissão organizadora, destacou os “excelentes momentos de conhecimento e networking que estas jornadas proporcionaram”, manifestando o seu agradecimento ao apoio dado pela direção da escola e, sobretudo, pelo trabalho de todos os alunos envolvidos.
O dia terminou com as apresentações de pitch dos estudantes e um Porto de Honra e sunset, momento de convívio e networking informal e que contou com a atuação das tunas da Universidade Católica Portuguesa.
