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Eventos

Provas de agregação do Professor Doutor Paulo Jorge Pereira Alves

17.04.2026 11:00


As provas de agregação do Professor Doutor Paulo Jorge Pereira Alves realizam-se no dia 17 de abril, no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa. A sessão decorre em dois momentos, às 11h00 e às 15h00, no Auditório Carvalho Guerra.

11h00 - Apreciação do currículo científico pelos Doutores Jorge Manuel da Silva Junqueira Polónia, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, e Alexandre Lemos de Castro Caldas, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa.

A análise do relatório relativo ao programa, conteúdo e métodos de ensino teórico e prático da disciplina de «Métodos de Investigação II - Doutoramento Enfermagem» ficará a cargo dos Doutores Maria Emília Carreira Saraiva Monteiro, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, e Miguel Castelo-Branco Craveiro Sousa, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior. A apreciação do currículo e do relatório e respetiva discussão terão a duração máxima de duas horas.

15h00 - Lição de síntese apresentada pelo candidato e sua apreciação crítica pelos Doutores António Carlos Megre Eugénio Sarmento, Professor Catedrático Convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, e Paulo Sérgio de Matos Figueira da Costa, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. A lição de síntese terá a duração de sessenta minutos, podendo a sua discussão demorar, no máximo, o mesmo tempo.

A participação é aberta à comunidade académica, pelo que todos os interessados estão convidados a assistir.

Dádiva de Sangue

16.03.2026 09:00


A Universidade Católica volta a acolher o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) para a habitual colheita de sangue. A iniciativa terá lugar na segunda-feira, 16 de março, entre as 9h e as 19h, nas salas EC010 e EC011 do Campus do Porto.

A campanha é promovida pelo IPST do Porto, com a colaboração da UDIP e das Associações de Estudantes da Católica no Porto. Este ano conta também com o apoio da Farmácia Mercado da Foz.

“Para quem doa são uns minutos; para quem recebe é uma vida inteira.” Participe!

Esta iniciativa integra a mega dádiva de sangue organizada pela Federação Académica do Porto (FAP).

16 março | 9:00h-12:30h e 14:00h-19:00h | Salas EC010 e EC011
 

Cineclube EA | Elis & Tom: Só Tinha de Ser com Você de Jom Tob Azulay e Roberto de Oliveira

31.03.2026 18:30


31 Mar · 18:30 · Auditório Ilídio Pinho 
Elis & Tom: Só Tinha de Ser com Você · Jom Tob Azulay e Roberto de Oliveira

Brasil, 2022, 100’

Sessão integrada no Ciclo Beco das Garrafas, programado pelo aluno Manuel Barbosa.

O Beco das Garrafas tem como tema principal a música enquanto convívio, linguagem, união e ritual; todos os filmes têm esse aspeto em comum. Neste caso, decidi abordar esse tema como uma forma de homenagem tanto ao meu lado brasileiro como à minha família paterna, dado que, em todos os jantares de família, temos esses momentos musicais, é algo que nos une, e, com o ciclo, também pretendo transmitir esse sentimento.

Sinopse:
Em fevereiro de 1974, Elis Regina e Tom Jobim encontram-se na cidade de Los Angeles para gravar o álbum "Elis & Tom". Acompanham-se os bastidores da gravação do disco que se tornará uma obra emblemática da música brasileira. 

Diana Policarpo · Toxic Blooms

26.03.2026 18:30


Vista da exposição de Diana Policarpo, Ciguatera, Ocean Space, Veneza, 2022. Créditos fotográficos: Matteo De Fina

Conferência

Toxic Blooms
Diana Policarpo

26 mar 2026 ● 18.30 ● Auditório Ilídio Pinho

Art + Tech x Cosmos =
Concertos, conferências, exposições e performances 2026

Toxic Blooms é uma conversa centrada no projeto Ciguatera, uma investigação artística que parte da intoxicação causada por microalgas marinhas para explorar relações entre ecologia, corpo e imaginação oceânica. Inspirado por trabalho de campo desenvolvido nas Ilhas Selvagens, no Norte do Atlântico, o projeto aborda a ciguatera como um fenómeno que ultrapassa a toxicologia, revelando redes invisíveis que ligam organismos microscópicos, alterações climáticas e histórias marítimas. Neste contexto, a ciguatera emerge também como uma forma de pensar processos de contaminação epistemológica, onde ciência, mito e memória colonial se entrelaçam e produzem estados de percepção instáveis. Através de filme, som e escultura, a instalação Ciguatera propõe um ambiente imersivo que convida o público a imaginar o oceano como um espaço vivo, instável e produtor de narrativas.

Durante esta conversa, a artista convida o público a mergulhar nesta investigação e a refletir sobre como florescimentos algais tóxicos podem ser entendidos simultaneamente como acontecimentos ecológicos e como dispositivos poéticos que transformam percepções e desafiam fronteiras entre humano e mais-que-humano. Toxic Blooms abre assim um espaço de reflexão sobre contaminação, interdependência e imaginação oceânica, explorando como fenómenos microscópicos podem desencadear experiências corporais e narrativas que reconfiguram a forma como escutamos, habitamos e imaginamos o mar.
 

Art + Tech x Cosmos =
O programa reúne artistas, tecnólogos criativos, curadores, escritores e pensadores com contribuições que abrangem várias constelações temáticas: desde o espiritual e o mítico, infraestruturas sociotecnológicas e lógicas (des)coloniais, até futuros especulativos. Através destas contribuições, o programa explora o potencial para remodelar a forma como pensamos sobre a criatividade humana e não humana, como experimentamos a convergência da arte e da tecnologia e como as suas possibilidades imaginativas podem inspirar novas práticas culturais e mundos. Com curadoria de Joasia Krysa, Nuno Crespo, Daniel Ribas e José Alberto Gomes 

CONVIDADOS

 

DIANA POLICARPO

Diana Policarpo (Lisboa, 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres.
É artista visual e compositora cuja prática se move entre suportes artísticos como som, escultura, filme, desenho e instalação. Atualmente desemvolve o seu trabalho entre as artes visuais, a música electroacústica e a performance multimédia. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e as relações interespécies. Policarpo estabelece frequentemente ligações entre arte e ciência, tanto nas suas instalações como através do envolvimento direto com paisagens e sistemas ecológicos ou de extração.
Os seus projetos exploram a estrutura rítmica do som como um material táctil, entrelaçado com a construção social da ideologia esotérica.

Exposições individuais e screenings recentes incluem Thyssen-Bornemisza National Museum, Madrid (ES), CAM-Gulbenkian, Lisboa (PT), CWB-Paris (FR), Rialto 6, Lisboa (PT), Manifesta 15, Barcelona (ES), McaM Xangai (CH), Biennale Gherdëina, Val Gardena (IT), Kunsthall Aarhus (DK), Helsinki Biennial (FI), Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (IT), Ocean Space, Veneza (IT), RADIUS CCA, Delft (NL), CRAC Occitanie, Sète (FR), Kunsthall Trondheim (NO), MAAT, Lisboa (PT), Kunstverein Leipzig (DE), Kunsthalle Baden-Baden (DE), Whitechapel Gallery, ICA and LUX - Moving Image em Londres (UK).
Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019 e Prémio illy Present Future 2021.

dianapolicarpo.com

 

Saravah de Pierre Barouh

24.03.2026 18:30


24 Mar · 18:30 · Auditório Ilídio Pinho
Saravah · Pierre Barouh

Brasil, 1969, 90’

Sessão integrada no Ciclo Beco das Garrafas, programado pelo aluno Manuel Barbosa.

O Beco das Garrafas tem como tema principal a música enquanto convívio, linguagem, união e ritual; todos os filmes têm esse aspeto em comum. Neste caso, decidi abordar esse tema como uma forma de homenagem tanto ao meu lado brasileiro como à minha família paterna, dado que, em todos os jantares de família, temos esses momentos musicais, é algo que nos une, e, com o ciclo, também pretendo transmitir esse sentimento.

Sinopse
Em fevereiro de 1969, o ator e compositor francês Pierre Barouh desembarca no Rio de Janeiro para explorar o género musical que o fascinava cada vez mais: o samba. Para registar a música, Barouh foi atrás de alguns dos maiores músicos do Brasil (Pixinguinha, João da Baiana, Maria Bethânia, Paulinho da Viola e Baden Powell), tentando capturar a essência do samba, tesouro brasileiro.

Legacy Russell · BLACK MEME

19.03.2026 18:30


Conferência

BLACK MEME
Legacy Russell

19 mar 2026 ● 18H30 ● Auditório Ilídio Pinho

Art + Tech x Cosmos =
Concertos, conferências, exposições e performances 2026


 

Em BLACK MEME, Legacy Russell, autora premiada do inovador GLITCH FEMINISM, explora o «meme» tal como se reflete na cultura visual negra desde 1900 até ao presente, explorando tanto arquivos como meios de comunicação contemporâneos.

Russell argumenta que, sem as contribuições de pessoas negras, a cultura digital não existiria na sua forma atual. Estas reflexões incluem a circulação de postais de linchamentos; a razão pela qual uma mãe permitiu que a revista JET publicasse uma foto do seu filho morto, Emmett Till; e como a transmissão televisiva dos manifestantes em Selma mudou o debate sobre os direitos civis. Questões sobre a representação da negritude nos media vêm à tona quando Russell considera como as imagens gravadas por cidadãos da polícia de Los Angeles espancando Rodney King se tornaram o primeiro vídeo viral. Por que motivo as audiências de Anita Hill lançaram luz sobre a criação do ícone negro pelos media. A propriedade das imagens e da morte dos negros é considerada na história da luta de Tamara Lanier para recuperar os daguerreótipos de seus ancestrais escravizados de Harvard. Enquanto isso, a transmissão ao vivo no Facebook do assassinato de Philando Castile pela polícia, após ter sido parado por causa de um farol traseiro partido, nos obriga a testemunhar o legado persistente do meme negro.

Por meio de imagens, memória e tecnologia, BLACK MEME mostra-nos como as imagens da negritude foram sempre fundamentais para a nossa compreensão do mundo moderno.

Art + Tech x Cosmos =
O programa reúne artistas, tecnólogos criativos, curadores, escritores e pensadores com contribuições que abrangem várias constelações temáticas: desde o espiritual e o mítico, infraestruturas sociotecnológicas e lógicas (des)coloniais, até futuros especulativos. Através destas contribuições, o programa explora o potencial para remodelar a forma como pensamos sobre a criatividade humana e não humana, como experimentamos a convergência da arte e da tecnologia e como as suas possibilidades imaginativas podem inspirar novas práticas culturais e mundos. Com curadoria de Joasia Krysa, Nuno Crespo, Daniel Ribas e José Alberto Gomes 

CONVIDADOS

LEGACY RUSSELL

Legacy Russell é curadora e autora. Nascida e criada na cidade de Nova Iorque, é diretora executiva e curadora-chefe da instituição de artes experimentais The Kitchen. Anteriormente, foi curadora associada de exposições no The Studio Museum, no Harlem. Russell possui um mestrado com distinção em História da Arte pela Goldsmiths, Universidade de Londres, com foco em Cultura Visual. O seu trabalho académico, curatorial e criativo concentra-se nas áreas do género, performance, identidade digital, idolatria da Internet e rituais dos novos meios de comunicação. Os trabalhos escritos, entrevistas e ensaios de Russell foram publicados internacionalmente.

Exposições recentes incluem Code Switch: Distributing Blackness, Reprogramming Internet Art no The Kitchen, em colaboração com o Schomburg Center e o MOCAD (2024-2025); Harmony Holiday: BLACK BACKSTAGE no The Kitchen (2024); Matthew Lutz-Kinoy: Filling Station no The Kitchen (2023). Recebeu o Prémio Thoma Foundation 2019 de Escrita de Arte em Arte Digital, foi bolseira da Residência Rauschenberg 2020, recebeu o Prémio Creative Capital 2021, bolseira do Pompeii Commitment Digital 2022-2023, bolseira do Center for Curatorial Leadership 2023, bolseira do Lunder Institute for American Art 2024-2025 e vencedora do prémio Obama Leader 2025-2026. O seu primeiro livro é o aclamado pela crítica Glitch Feminism: A Manifesto (Verso Books, 2020). O seu segundo livro, BLACK MEME (Verso Books, 2024), foi nomeado para o Prémio National Book Critics Circle de 2024. O primeiro livro de poemas de Russell é GAY POMPEII (GenderFail, 2025).  

www.legacyrussell.com

 

EPoCH 2026 · Futuro(s) do património / património(s) do futuro: no limiar da mudança

18.03.2026 10:00 — 20.03.2026 20:00


EPoCH 2026
Heritage future(s) / future heritage(s): on the threshold of change
18 - 20 março, 2026

+ info

 

 

A EPoCH é uma conferência científica anual, organizada pela área-foco de Património e Conservação e restauro do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Universidade Católica Portuguesa, concebida para ser um fórum de discussão de direções futuras na investigação em património e conservação e restauro, acolhendo conversas colaborativas impulsionadas por perspetivas emergentes e pela exploração de um conjunto diversificado de práticas, teorias e abordagens.

Em 2026, a EPoCH é organizada em conexão com o Transform4Europe (T4EU) e faz parte do quadro mais amplo da Conferência sobre Património Sustentável da T4EU e da Semana Europeia do Património Comum da T4EU. Esta conexão reforça o compromisso da conferência em promover o diálogo entre universidades e disciplinas europeias, alinhando a investigação sobre património e as práticas de conservação-restauro com a missão comum da aliança de sustentabilidade, inovação e envolvimento social.

A conferência de 2026 tem como tema central: futuro(s) do património / património(s) do futuro: no limiar da mudança. Estas são as ideias chave que se propõem para a EPoCH2026, tendo como base as áreas da Conservação e restauro e do Património.

A edição de 2026 da EPoCH tem como ponto de partida os conceitos relacionados e abertos de futuro(s) do património e património(s) do futuro. Estas noções desafiam-nos a refletir criticamente sobre as paisagens evolutivas da conservação e restauro e dos estudos do património, e a imaginar novas configurações de prática, ética e responsabilidade, no limiar da mudança.

A formulação futuro(s) do património sugere uma visão prospetiva: em que medida é que as práticas patrimoniais do presente moldam, ou condicionam, os futuros possíveis? Este aspeto convida à reflexão sobre os valores, os quadros éticos e os conceitos operativos que sustentam a conservação e o restauro, atualmente. O que estamos a preservar – e para quem? Até que ponto o nosso desejo de salvaguardar o passado corre o risco de inscrever uma visão singular do futuro, excluindo outras temporalidades, epistemologias ou comunidades? À medida que a crise climática, as tecnologias digitais e a alteração das paisagens sociopolíticas aceleram a mudança, como podem as práticas de conservação adaptar-se sem se tornarem cúmplices da própria dinâmica de apagamento a que pretendem resistir?

Por outro lado, a formulação património(s) do futuro desafia-nos a imaginar o que virá a ser considerado digno de preservação. Que materiais, memórias e meios de comunicação herdarão as gerações futuras – e como os reinterpretarão ou reutilizarão? Abre-se aqui um espaço crucial para problematizar o próprio cânone do património, questionando as hierarquias e os silêncios implícitos que historicamente definiram o que é considerado “preservável”. E como pode a conservação e restauro evoluir para acomodar patrimónios ainda em formação, fluidos ou em risco de serem negligenciados? Os patrimónios do futuro podem ver muito acentuadas as suas dimensões imateriais, efémeras, comunitárias ou virtuais - exigindo modos de conservação que ultrapassam os tradicionais modelos de cuidado material.

O subtítulo - no limiar da mudança - sublinha o sentido de urgência, liminaridade e possibilidade que define este momento histórico. Insta-nos a considerar a conservação e restauro não como um ato reativo ou meramente preservativo, mas como uma prática ativa e inovadora profundamente ligada à transformação cultural, política, ecológica e tecnológica. Neste limiar, tanto os profissionais como os académicos são chamados a reimaginar os seus papéis: não apenas como administradores do passado, mas como coautores de narrativas evolutivas do património, sintonizadas com temporalidades plurais e formas de vida emergentes. Ao fazê-lo, encoraja um confronto coletivo com a mudança, não apenas disruptivo, mas como uma condição de possibilidade.

Visita e conversa de encerramento EPoCH 2026 - Museu das Convergências
20 de março, sexta-feira, 11h30-13h00
Inscrição necessária

Colaboração: Museu das Convergências (C.M. Porto), Direção das Convergências, Ágora - Cultura e Desporto do Porto, E.M.

O Museu das Convergências é um novo equipamento cultural na cidade do Porto, nas instalações do antigo Matadouro. 

É um museu de arte, vocacionado para o estudo e exposição de bens culturais e artísticos relacionados com os processos de transculturalidade da arte e as histórias de arte conectadas, como resultado das mobilidades humanas e da transferência de conhecimento entre culturas.

A primeira exposição temporária "Fluxo - Objetos. Pessoas. Lugares", decorrerá fora do espaço do museu, na antiga Alfândega do Porto.

A visita terminará com uma conversa entre Rui Oliveira Lopes, diretor do museu, e Roberta Altin, do Departamento de Humanidades da Universidade de Trieste, moderada por Laura Castro.

 

Samba da Criação do Mundo de Vera de Figueiredo

17.03.2026 18:30


17 Mar · 18:30 · Auditório Ilídio Pinho
Samba da Criação do Mundo · Vera de Figueiredo

Brasil, 1978, 93’

Sessão integrada no Ciclo Beco das Garrafas, programado pelo aluno Manuel Barbosa.

O Beco das Garrafas tem como tema principal a música enquanto convívio, linguagem, união e ritual; todos os filmes têm esse aspeto em comum. Neste caso, decidi abordar esse tema como uma forma de homenagem tanto ao meu lado brasileiro como à minha família paterna, dado que, em todos os jantares de família, temos esses momentos musicais, é algo que nos une, e, com o ciclo, também pretendo transmitir esse sentimento.

Sinopse
Inspirado no enredo da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis para o Carnaval de 1978: o princípio da criação do mundo a partir das tradições do povo nagô, onde Olorum, senhor do infinito, com a sua respiração transforma o ar em água, lama e e pedra, mistura avermelhada que gera Exu, o primogénito, criando, com ajuda de outras entidades, o mundo, a vida e o amor.

 

Sessão especial de homenagem a João Canijo

10.03.2026 18:30


10 Mar · 18:30 · Auditório Ilídio Pinho
Três Menos Eu, de João Canijo
Portugal, França, 1988, 90’

João Canijo foi um dos mais importantes realizadores do cinema português contemporâneo, reconhecido pelo seu olhar intenso e profundamente humano sobre as relações familiares, os conflitos sociais e a condição feminina. Ao longo da sua carreira, construiu uma obra marcada pelo realismo, pela força emocional e por um trabalho rigoroso com atores.

No dia 10 de março, realizamos uma sessão em sua homenagem, um momento de celebração da sua vida e do seu legado artístico, recordando a sua contribuição singular para o cinema com o filme "Três Menos Eu".

Sinopse:
Empregada numa discoteca e vivendo com a pequena irmã, Rita recebe a visita em férias de Anne, uma prima cujos pais estão há muito radicados em França. Entre as duas jovens, de dezoito anos, estabelece-se - a partir de hostil rivalidade - uma complexa relação de afecto e cumplicidade amorosa: através de António - um adolescente que Rita cede à companheira, para enfim lho arrebatar…

 

Dias da Psicologia 2026

11.03.2026 09:00 — 12.03.2026 22:30


Nos dias 11 e 12 de março de 2026, realiza-se mais uma edição dos Dias da Psicologia. A edição deste ano é organizada pela Associação de Estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP), sob o tema “Passado, Presente e Futuro da Psicologia”.

Os Dias da Psicologia são um momento de reflexão e de partilha no âmbito da Psicologia, e irão decorrer na Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

Destinatários
Estudantes e alumni FEP-UCP, investigadores, docentes e profissionais na área da Psicologia.  

A Comissão Organizadora 2026
Associação de Estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

 

Mais informação

 

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