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Católica Porto Business School juntou antigos alunos no “Alumni Sunset – Back to University”

A Católica Porto Business School (CPBS) organizou mais um “Alumni Sunset – Back to University”, num final de tarde de celebração. Foi este o mote do reencontro dos antigos alunos da Católica Porto Business School, que decorreu a 23 de setembro.

O encontro realizou-se num lugar emblemático das instalações da Escola: o topo do Edifício Américo Amorim. E aqui, entre música, boa disposição, diversão e uma vista privilegiada do campus e da Foz, os antigos alunos foram-se reencontrando, conversando e partilhando memórias. 

O diretor da CPBS, Rui Soucasaux Sousa, realçou a importância da comunidade de antigos alunos para a Escola, constituindo uma rede de contactos e de saberes e funcionando sempre como o reflexo da qualidade do ensino e do desenvolvimento de competências da Católica Porto Business School.

Houve ainda tempo para a habitual homenagem aos antigos alunos que celebravam os 30, 25, 20 e 10 anos de término de licenciatura ou mestrado. E, no final deste momento, foi marcado pela atuação da TFUCP - Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa – Porto (TFUCP), que reforçou o ambiente de saudável nostalgia e ligação à Escola.

A ligação da CPBS aos seus alumni foi sempre próxima e muita ativa. E mantém-se durante todo o ano. Saiu ainda mais reforçada através da plataforma lançada em 2022: qualquer antigo aluno pode registar-se em cpbsalumni.com, usufruindo de um espaço de ligação ao seu passado académico, mas também de networking e partilha de oportunidades. 

28-09-2023

Joana Queiroz Ribeiro: “Se não existe um propósito bem definido como é que podemos pedir que as pessoas se envolvam?”

Joana Queiroz Ribeiro é licenciada em Engenharia Alimentar pela Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica. Atualmente, é head of People and Organization na Fidelidade, função que assume com grande “paixão”. Começou o seu percurso profissional na área da engenharia na indústria cervejeira e depois foi desafiada a liderar a área de comunicação e institucional e, mais tarde ainda, a liderar a equipa de recursos humanos. Um percurso profissional repleto de desafios que sempre encarou com muito entusiasmo e vontade de “criar a mudança”. Com uma infância marcada por uma dinâmica agitada e exigente, confessa que não tem medo da mudança e que a “coragem” e o “atrevimento” são marcas fortes da sua personalidade.

 

O que é que a move?

As pessoas, claro, mas acima de tudo o que me faz acordar todos os dias é, claramente, a marca que posso deixar onde quer que seja. Sou uma pessoa apaixonada, movo-me por paixões. Sou, também, uma pessoa de família e, por isso, o centro da minha vida é a minha filha, o meu marido, os meus pais, irmãos, sobrinhada e amigos. Teria muita dificuldade em levantar-me com a mesma energia se não fossem eles.

 

Quais são as suas principais memórias de infância?

As minhas memórias de infância levam-me para vários sítios do país. O meu pai fez uma carreira de Direito e tinha a obrigação de mudar de comarca com muita regularidade, no máximo dos máximos de três em três anos estávamos a mudar de terra, de casa, de escola e de amigos. As minhas memórias são, por isso, dessas pessoas e dessas experiências que fui acrescentando à minha vida. Recordo-me bem do que era chegar a meio de um ano letivo e mudarmos… e de como isso era, verdadeiramente, exigente. O regresso a casa dos meus avós, de um lado, a minha avó paterna no Douro, e do outro, os meus avós maternos no Minho, e de tudo o que lá se passava, o que podíamos fazer e da liberdade e o mundo que ganhávamos quando lá estávamos também é uma memória muito viva e presente.

 

Uma infância animada, portanto. De que forma é que isso marcou a sua personalidade?

Eu acho que uma das coisas que esta vida me deu foi a capacidade de adaptação à mudança. Durante todo o meu crescimento fui obrigada a aprender a despedir-me das pessoas e a encontrar novos amigos. A mudança não é complicada para mim e não me tem assustado.

 

Quando é que começa a pensar de forma mais séria no seu percurso profissional?

Sempre quis ser médica (risos) e só não fui para Medicina, porque não tinha notas. Mas se me perguntar porque é que eu queria ser médica nem lhe sei bem dizer, provavelmente estava relacionado com o facto do meu avô paterno, que não cheguei a conhecer, ser um médico mais ou menos filantropo. O que é curioso é que eu sou a pessoa que se vê sangue desmaia (risos). Como não entrei em Medicina, tinha de arranjar um percurso alternativo. Num dia nas férias de Agosto desse verão em que tinha que me candidatar, o pai de uma grande amiga minha (daqueles tios emprestados) mostra-me uma grande notícia do Expresso que falava do curso de Engenharia Alimentar, da Escola Superior de Biotecnologia, que ia abrir na Universidade Católica. Disse-me “Joana, aqui está uma oportunidade para ti,  um curso que tu devias fazer”.

 

“Tenho um orgulho imenso em ser antiga aluna desta Universidade.”

 

Era a primeira vez que o curso ia ser lançado …

Precisamente. Não havia qualquer histórico, mas havia a promessa de ser um curso diferente, inovador, e era apadrinhado, entre outros, pelo Prof. Carvalho Guerra, numa escola também ela com uma gestão que prometia ser de vanguarda e, claro, com o selo da Universidade Católica. No fundo, não houve nenhuma vocação específica do meu lado, foi mais atrevimento e coragem e decidir arriscar.

 

O que é que achou do curso?

Foi muito interessante. O facto de sermos os primeiros fazia com que, apesar de sermos as “cobaias”, fossemos, também, muito ouvidos para todas as questões. Sentíamo-nos a contribuir para a construção de uma “coisa” nova. O corpo docente era de excelência, era composto pelos melhores professores que havia na altura nas diferentes escolas do país. O que mais me marcou foi a componente prática e de experimentação, a ligação às empresas e também a multidisciplinaridade. Aprendíamos as disciplinas técnicas ligadas à Engenharia Alimentar com os melhores professores portugueses e de diferentes escolas internacionais, e matérias como Marketing, Inovação, Estatística, Economia, Internacionalização também com os melhores das escolas de gestão e economia deste país. Esta variedade dava-nos uma visão alargada e muito interessante não só do sector agroalimentar, mas do mundo empresarial e institucional em geral.

 

O que é que acha que distingue a Universidade Católica?

A matriz de valores marca profundamente os alunos. Ao longo da minha experiência enquanto aluna, mas, também, enquanto profissional que ao longo do seu percurso foi tendo contacto com alunos da Católica, posso constatar que os valores marcam profundamente os alunos. Sendo ou não sendo católicos, a verdade é que lhes ficam princípios de que nunca se vão esquecer e que permanecem para a vida toda. Aliado a isto, a exigência da Católica para com os seus alunos também é um fator que deixa uma marca grande nas pessoas que por lá passam. A Universidade Católica é uma universidade da qual todos os seus alunos se orgulham. Quando me perguntaram se eu queria pertencer à Associação de Antigos Alunos, nem hesitei, porque há um orgulho imenso em ser antiga aluna desta Universidade.

 

No último ano do curso, foi para Lovaina, na Bélgica.

Sim, numa altura em que não havia Erasmus, nem abundavam as oportunidades de intercâmbio. Ainda assim, a Escola Superior de Biotecnologia fazia questão de proporcionar esta oportunidade aos seus alunos. Fui para Lovaina fazer um curso de ciências cervejeiras, porque, através do contacto que fomos tendo com diversas empresas ao longo do curso, me tinha apaixonado pelo processo do fabrico da cerveja.

 

“Precisei de coragem e algum atrevimento.”

 

Acabou por ir trabalhar para a Unicer, atual Super Bock Group.

Entrei para uma posição técnica que me deu muito conhecimento acerca da indústria cervejeira. Tinha tudo a ver com documentação, procedimentos e políticas. Depois desta experiência, entrei mais na área da engenharia pura e dura e acompanhei o arranque de uma linha de enchimento. O que me mostrou a realidade da operação. Mais tarde fui desafiada a ir gerir um projeto de melhoria contínua.

 

É aqui que começa a surgir a importância da Gestão?

Sim, aqui começou a grande mudança no meu caminho de crescimento. Foi nesta altura que começaram a surgir os meus sonhos. Um projeto não se pode reduzir à parte técnica. O projeto tem de implicar a transformação da organização, tem de implicar a alteração de mentalidades. Foi a partir daqui que comecei a sonhar com poder impactar na mudança. Era isto que me entusiasmava. Tive a sorte de estar numa empresa que me permitiu encontrar o meu lugar. Para mim, foi uma verdadeira escola de gestão que me permitiu crescer, fazer caminho e aprender muito. Fui desafiada a gerir a equipa de comunicação interna e institucional e depois juntei a área de recursos humanos à minha responsabilidade. Os dois foram grandes desafios, mas ter ido liderar a equipa de gestão de pessoas teve um peso diferente. É um desafio exigente, porque é preciso ter-se disponibilidade para conhecer bem as pessoas, para as ouvir, para querer compreender as suas preocupações e ambições. Ter assumido este novo papel foi um desafio que exigiu muito de mim.

 

“O mais importante é que uma organização tenha o seu propósito muito bem definido.”

 

O que é que a fez aceitar o desafio?

Precisei de coragem e algum atrevimento.  Na verdade, a área da gestão e de projeto sempre me entusiasmou muito mais do que qualquer outra. Para além disso, aqui tinha um propósito muito claro que me movia e me permitia contribuir para a mudança organizacional. Um elemento que foi essencial para mim foi rodear-me das melhores pessoas para trabalharem comigo. Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que as pessoas que trabalham comigo têm que ser melhores que eu naquilo que fazem. Quem me ensinou isto foi quem na Unicer me convidou para ser diretora de recursos humanos. Ainda hoje levo este ensinamento à risca. Para quem gere equipas é isto que nos dá segurança e confiança. Acabei por ficar cerca de 25 anos na Unicer porque ao longo desses anos sempre me senti desafiada. O meu próprio percurso dentro da empresa foi muitíssimo variado e em todos os desafios que surgiram arriscava cada vez mais e trabalhava para que fossem projetos que envolvessem, verdadeiramente, as pessoas da empresa e que fossem, assim, projetos de cultura organizacional.

 

Depois de 25 anos na Unicer, está há 8 anos na Fidelidade, enquanto head of People and Organization.

Saí da Unicer e achei que a minha experiência podia ser útil em projetos de reorganização e transformação cultural dentro das empresas. Estive cerca de um ano a dedicar-me a projetos deste tipo, até que surge o convite para ir para a Fidelidade, uma empresa que tem como propósito de existência cuidar e olhar pelas pessoas, no fundo garantir que as pessoas e os nossos clientes estão protegidos. Nós vamos trabalhar todos os dias “para que a vida não pare”. É também este propósito que seguimos quando olhamos para as pessoas da Fidelidade e esta é uma vantagem enorme para quem, como eu, veio para uma função de gestão de pessoas. As pessoas são o nosso foco. Queremos tornar única e humanizar cada vez mais a experiência daqueles que se juntam a nós. Que líderes queremos ser? Como é que olhamos para o desenvolvimento das nossas pessoas? Como é que nos posicionamos no mercado? Como é que fazemos para que as pessoas queiram vir trabalhar connosco? Temos uma marca muito forte que nos ajuda a criar valor e a conquistar Pessoas que estão dispostas a fazer bem o Bem. O resultado do trabalho que a nossa equipa faz leva ao envolvimento de toda a organização, garantindo que estamos alinhados quanto àquilo que queremos ser, quanto à marca que queremos deixar, quanto às histórias que queremos que o Mundo conte de nós.

 

Qual é o segredo para se conseguir mobilizar uma empresa?

O mais importante é que uma organização tenha o seu propósito muito bem definido. Tem de ser um propósito muito claro e muito alinhado com o negócio. Se não existe um propósito bem delineado como é que podemos pedir que as pessoas se envolvam?

 

Como é que se cuida das pessoas dentro de uma organização?

Precisamos de garantir que temos as pessoas certas, porque senão nunca vamos conseguir cuidar delas. Temos de garantir que temos as pessoas que partilham os mesmos valores que nós, que têm a resiliência necessária para correr atrás dos desafios, que têm vontade de aprender e que são boas pessoas, isto é, capazes de fazer bem o Bem. Quando me refiro a “cuidar”, refiro-me a ser capaz de olhar por elas, ouvi-las, mas acima de tudo conhecê-las bem, os seus percursos, os seus sonhos, as suas preocupações. É com base nisto que vamos ser capazes de desenhar caminhos que vão guiar as pessoas para os seus lugares de realização e de felicidade.

 

 

28-09-2023

O poder das cidades e dos cidadãos: Presidente da Câmara do Porto dá Conferência na Universidade Católica

Nós, os cidadãos: este foi o repto da conferência proferida pelo presidente da Câmara Municipal do Porto (CMP), Rui Moreira, na Universidade Católica Portuguesa no Porto. 

Durante a sessão de abertura dos ISP Dialogues, intitulada "We, the citizens: imagining urban communities in the 21st century”, Rui Moreira, numa partilha próxima com estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Católica que preencheram o Auditório Ilídio Pinho, abordou o seu percurso, desde 2013, enquanto presidente da CMP, destacando os vários sonhos, desafios e ambições que têm guiado e moldado a Cidade do Porto ao longo dos anos.

Rui Moreira destacou o “poder das cidades” e foi desafiando a plateia com várias questões: Como é que podemos melhorar as nossas cidades? Como é que as podemos moldar? Qual a importância e o papel das pessoas na construção das cidades?

Esta foi a primeira conferência do semestre de outono dos ISP Dialogues, o ciclo de conferências que conta com oradores convidados, organizadas no âmbito do International Studies Program, Mestrado em Direito Europeu e Internacional totalmente em Inglês, da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica.

 

As cidades são “a nossa sala de estar comum”

Para Rui Moreira, as cidades são “encruzilhadas” e têm sofrido inúmeras alterações ao longo dos anos. Porém, “nada substitui as cidades” e “as cidades são a nossa sala de estar comum”.

O orador explica que “é no espaço público que as pessoas se misturam e, por isso, estamos convictos da ambição e da importância de melhorar o espaço público”. “É necessário reivindicar o espaço público de volta para os cidadãos, da forma mais democrática possível”, acrescenta.

Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, no início do evento, introduziu a conferência, destacando a sua importância, enquanto meio para “estimular os estudantes e o seu pensamento crítico. “É crucial cruzar a teoria com a prática e não há nada melhor do que ouvir um líder que está, ativamente, a contribuir para a construção do futuro de cidades históricas e vibrantes como o Porto”, afirmou.

 

Participar em redes nacionais e internacionais

A importância do encontro e da participação em diferentes fóruns e redes nacionais e internacionais para a capacitação das cidades também foi destacada ao longo da conferência.

O presidente da Câmara Municipal do Porto afirmou “nós começámos a envolver-nos com outras cidades, trocando pontos de vista sobre temas como as migrações, a cultura e outros, com o objetivo de influenciar o poder político e a governação, mas, também, as organizações internacionais como a União Europeia, a Comissão Europeia e as Nações Unidas.”

 

Qual é o poder do cidadão?

Rui Moreira lançou o desafio aos estudantes, levando-os a refletir acerca do “poder do cidadão, do poder do setor privado” e, também, acerca do “papel do setor político e público”, que, para o orador, atualmente, “já não são o mesmo”, porque “os cidadãos e as comunidades estão a mudar drasticamente.”

O presidente da CMP referiu que, hoje em dia, as pessoas são “mais exigentes” e estão a “reivindicar coisas sobre as quais nem tinham conhecimento há 10 anos”, dando o exemplo do ambiente e da sustentabilidade. Sobre este último, destacou que não se pode pensar em sustentabilidade unicamente a partir do ponto de vista climático, reforçando, assim, a importância de trabalhar rumo a uma sustentabilidade social.

Ao terminar a sua intervenção, Rui Moreira afirmou ser central que as cidades “compreendam o que querem para que depois sejam capazes de influenciar os governos”.

Azeredo Lopes, coordenador do International Studies Program, no final da intervenção de Rui Moreira, fez um breve comentário, dando destaque à importância de uma abordagem aos direitos humanos e a sua preponderância na dinâmica das cidades. Para o docente, “o poder é um instrumento democrático, ou seja, é um instrumento fantástico que reforça a democracia e protege os cidadãos.”

Os estudantes do International Studies Program tiveram, também, a oportunidade de colocar questões ao orador, trazendo, desta forma, mais temas para a discussão. Os desafios da emigração, da mobilidade e da inclusão social foram alguns dos temas abordados. 

Com uma variedade de convidados de diferentes origens pessoais e profissionais, os ISP Dialogues fomentam e encorajam o pensamento crítico, contextos interdisciplinares e uma visão abrangente e humanista tanto do Direito Internacional como do Direito Europeu e das Relações Internacionais.

A conferência inaugural deste ciclo de conferências contou com uma sala cheia de estudantes, mas, também, repleta de ideias, perspetivas e sempre muita curiosidade. Espera-se um ciclo de outono dos ISP Dialogues muito frutífero e proveitoso para toda a comunidade académica da Universidade Católica no Porto. Em breve serão anunciadas as próximas sessões que prometem diversidade nos protagonistas, nos temas e nas abordagens.

28-09-2023

Vacancy of Laboratory Technician - Project RADIANT

27-09-2023

Vacancy of Junior Doctoral Researcher - Dip4Agri

27-09-2023

Vacancy for Lab Technician - Project Aqua Smart

26-09-2023

Waves in You: o projeto de surf therapy para crianças migrantes e refugiadas

O Waves in You é um projeto de surf therapy destinado a crianças migrantes e refugiadas que tem como objetivo promover o bem-estar psicológico e a inclusão social destas crianças.

Mariana Barbosa, coordenadora de saúde mental no projeto e docente da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP-UCP), explica que “são reconhecidos cientificamente os benefícios da prática do surf, bem como o impacto da modalidade no apoio à inclusão social e à melhoria da qualidade de vida”. A depressão, a ansiedade e o stress pós-traumático são alguns dos problemas para os quais o surf pode constituir uma ferramenta terapêutica eficaz na intervenção.

Desenvolvido pela Fish Surf School, em parceria com a Universidade Católica e o Instituto Universitário de Ciências da Saúde, o projeto combina estratégias de educação não formal e estratégias de ensino formal da prática de surf. As sessões são dinamizadas por uma equipa que integra um instrutor de surf e uma psicóloga, aliando o apoio técnico ao apoio emocional.

Mariana Barbosa partilha que “felizmente foi fácil encontrar patrocinadores para os nossos surfistas Waves in You, através do apoio da Coverflex, da Clínica Dentária Dra. Sónia Pombo, e um donativo particular de Marta Ferraz Barbosa, que garante a continuidade da prática de surf das crianças do primeiro grupo”. O objetivo é fazer “escalar o projeto”: “temos o objetivo de poder oferecer esta oportunidade a mais crianças e, a curto prazo, arranjar entidades que se queiram associar.”

O programa piloto do projeto arrancou junto de cinco crianças beneficiárias da MEERU Aproxima, uma associação de apoio a comunidades migrantes e refugiadas. Participaram no programa piloto voluntários da MEERU, tendo tido um papel crucial quer no apoio logístico, quer enquanto interlocutores privilegiados junto das famílias e crianças, pela proximidade afetiva e relacional que têm com as mesmas. A avaliação de impacto do projeto está a ser conduzida pelo Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH), da FEP-UCP, e pelo Instituto Universitário de Ciências da Saúde.

26-09-2023

Universidade Católica no Porto renova protocolo com a Porsche

A Universidade Católica Portuguesa no Porto renovou o seu protocolo de parceria com a Porsche, através do qual se institui a colaboração entre as duas entidades, de 2023 a 2026. A parceria tem como objetivo incentivar a articulação Universidade – Empresa, dando a estudantes de diferentes níveis de ensino a oportunidade de participação em projetos com a indústria e permitindo o desenvolvimento de projetos de interesse de ambas as entidades.

A renovação do protocolo, que decorreu a 25 de setembro, foi assinada por Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa no Porto, e Hugo Ribeiro da Silva, diretor executivo do Centro Porsche Porto e do Centro Porsche Braga.

Isabel Braga da Cruz afirma que a estreita relação entre a Católica e o tecido empresarial é “uma das missões da Universidade”. É com “grande satisfação que renovamos a parceria com a Porsche”, porque “consolida o compromisso entre as duas entidades para a criação de projetos e soluções de valor”, conclui.

“Trata-se da continuidade de uma relação de confiança que se consolida na partilha de valores e na esperança nas novas gerações”, afirma Hugo Ribeiro da Silva.

A Porsche integra o grupo de parceiros do INSURE.hub, uma iniciativa da Católica no Porto que tem como objetivo criar um ecossistema internacional de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, e integra, também, o Clube de Empresas do MBA Executivo da Católica Porto Business School , que formaliza e operacionaliza uma plataforma de interação entre as empresas e a universidade, tendo em vista agilizar, de modo eficiente e eficaz, a transferência de conhecimento e de tecnologia.

 

26-09-2023

Escola Superior de Biotecnologia dá as boas-vindas aos novos estudantes de licenciatura 23/24

A Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica no Porto, dá as boas-vindas aos novos estudantes de licenciatura 2023/24! O novo ano académico arrancou com muita energia e vontade de pôr mãos à obra. Durante o período de acolhimento, os novos estudantes tiveram a oportunidade de se desafiarem com diferentes experiências nas áreas das três licenciaturas – Bioengenharia, Microbiologia e Ciências da Nutrição - e de conhecerem mais sobre a faculdade e o campus do Porto da Católica.

“É com muita alegria que vos damos as boas-vindas à Escola Superior de Biotecnologia, onde nos renovamos constantemente vos acompanhar a vós e aos vossos sonhos”, referiu Paula Castro, diretora da ESB, durante a sessão de boas-vindas, que decorreu no dia 7 de setembro. “Estamos 100% comprometidos com o nível de ensino que uma universidade pode ter”, acrescentou.

A sessão contou, também, com a participação e testemunhos dos docentes e coordenadores de licenciatura, Pedro Rodrigues, Freni Tavaria e Marta Correia, do presidente e vice-presidente da Associação de Estudantes, respetivamente André Mimoso e André Mayer, Ricardo Lacerda, presidente da Associação de Antigos Alunos, André Roseiro, Estudante do Ano 2023, e representantes da CAtólica SOlidária (CASO), da Tuna Masculina e da Tuna Feminina da Universidade Católica no Porto.

No final desta sessão, os estudantes e familiares foram convidados a reunir-se no Auditório Ilídio Pinho para participar num momento de encontro entre todos os estudantes das diferentes licenciaturas da Universidade Católica no Porto, onde também foram entregues bolsas e prémios de mérito. Esta sessão de acolhimento contou com a intervenção de Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, que felicitou todos os novos estudantes pelo ingresso no ensino superior e pela escolha da Universidade Católica Portuguesa: “Estão a começar os melhores anos das vossas vidas. Queremos que a missão da Universidade Católica vos inspire.”

26-09-2023

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