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04-07-2023

Católica acolhe Casa da Economia de Francisco para debater soluções sustentáveis

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) e a Economia de Francisco Portugal (EoF Portugal) vão abrir as portas da Casa da Economia de Francisco durante a semana da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). O evento, que também conta com a colaboração da ACEGE Next, visa abordar os desafios económicos e ecológicos prementes através da lente da fraternidade e da solidariedade.

“Esta iniciativa dá seguimento aos encontros promovidos pela Economy of Francesco, um movimento global de jovens que, em resposta ao apelo do Papa Francisco, constroem pontes para ‘re-animar’ a economia de hoje e empenham-se na construção de uma economia de amanhã que cuide da casa comum e de todas as pessoas”, explica Margarida Bragança, da EoF Portugal. O evento decorre no edifício da Católica Lisbon School of Business and Economics durante toda a semana de 31 de julho a 4 de agosto, e centra-se nos principais temas do pontificado do Santo Padre: Ecologia Integral; Fraternidade Universal; e Economia e Bem-Comum.

A Casa da Economia de Francisco abre com o 4.º Congresso Internacional sobre o Cuidado da Criação: O compromisso dos jovens com a ecologia integral – Estilos de vida para uma nova humanidade, promovido pela Fundação Giovanni Paolo II per la Gioventú. Neste congresso, jovens e especialistas vão refletir sobre cinco áreas: a economia, a educação e a vida familiar, os recursos naturais, a política e a tecnologia. O encontro será "habitado" por experiências virtuais, através da utilização de tecnologia imersiva (metaverse), permitindo uma participação mais inclusiva e acessível.

Além disso, a Casa da Economia de Francisco inclui exposições e espetáculos artísticos alinhados com uma visão de desenvolvimento sustentável. Os participantes vão poder envolver-se em debates, palestras e sessões interativas, com o objetivo de gerarem um impacto positivo nas suas comunidades.

De 2 a 4 de agosto, vários oradores de renome, incluindo o economista Padre Gael Giraud, S.J., e o antigo Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos da Argentina, Gustavo Béliz, vão abordar temas como a ecologia integral e a justiça social, e o papel da economia na promoção de uma sociedade mais equitativa.

“Ao reunir diversas vozes e perspetivas, a UCP tem como objetivo desencadear mudanças significativas e inspirar a próxima geração de líderes a enfrentar as questões mais prementes do mundo. A Casa da Economia de Francisco na nossa Universidade promete ser um evento marcante, inspirando ações concretas para um futuro mais justo”, refere o capelão da Sede da UCP, P. Miguel Cabedo e Vasconcelos.

 

Saiba mais sobre as iniciativas da UCP durante a JMJ aqui

04-07-2023

Católica debate sustentabilidade da Inovação Pedagógica no ensino superior

No dia 3 de julho de 2023, o CLIL | Católica Learning Innovation Lab organizou um novo Encontro de Inovação Pedagógica na UCP, para celebrar o final do seu primeiro ciclo de atividades. O evento decorreu na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, ao longo de todo o dia, e contou com a presença de vários membros da comunidade UCP. No Encontro, participaram especialistas das Universidades de StanfordKent e da UCL - University College London

O momento de celebração iniciou na manhã do dia 3, com uma sessão reservada aos docentes da UCP que se inscreveram nas Comunidades de Aprendizagem e Prática (CAP), organizadas pelo CLIL, entre março e junho deste ano.

Ao todo, 23 docentes participaram na sessão, marcada pela partilha de experiências e de aprendizagens e pela celebração dos resultados alcançados no âmbito das CAP. Neste espaço, os participantes integraram uma dinâmica coletiva orientada por Gloriana Trujillo, da Universidade de Stanford, e por Karen Matthewman, da UCL.
Debate sobre como instituir e tornar sustentável a Inovação Pedagógica no ensino superior

Já no Auditório Carvalho Guerra, da parte da tarde, para além de uma breve apresentação sobre as principais atividades dinamizadas pelo CLIL, no último ano letivo, houve espaço para se discutir a institucionalização e a sustentabilidade da Inovação Pedagógica no ensino superior, com convidadas das Universidades de Stanford, Kent e da UCL.

Foram várias as perguntas colocadas pelos cerca de 80 participantes nesta sessão aberta à comunidade UCP. Alguns dos tópicos abordados incidiram sobre o papel das estruturas académicas no suporte da inovação pedagógica, formas de tornar os estudantes parceiros no processo educativo, dúvidas sobre o uso do método expositivo (deve ser eliminado ou integrado com outro tipo de metodologias?), e a utilização da inteligência artificial como recurso pedagógico e como competência de integração no mundo do trabalho.

Acreditamos que este Encontro foi um importante momento de celebração da Inovação Pedagógica na Universidade Católica Portuguesa. Tivemos a oportunidade de refletir em conjunto sobre o caminho até agora percorrido pelo CLIL, e de debater desafios pedagógicos que são comuns a vários contextos”, referem Diana Soares e Paulo Dias, da equipa de coordenação do CLIL e docentes na Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) e na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS), respetivamente.

As atividades realizadas, integrando docentes e investigadores de diferentes áreas científicas e unidades orgânicas, sublinham o potencial da colaboração na UCP para a criação de um ambiente mais rico para as aprendizagens dos estudantes”, acrescentam.

No Encontro estiveram também presentes a Vice-reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Vasconcelos, e os Pró-Reitores Isabel Braga da Cruz e João Duque.

 

Sobre o CLIL

O CLIL foi criado com o objetivo de identificar, experimentar e ensaiar abordagens pedagógicas inovadoras, contando com a colaboração de docentes, investigadores e estudantes da UCP, assim como com o apoio de um conselho de parceiros estratégicos do tecido empresarial e da sociedade civil.

O laboratório é apoiado pelo projeto “Skills 4 Pós COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, financiado pelo Fundo Social Europeu, no âmbito do PO CH – Programa Operacional Capital Humano (POCH- 02-53I2-FSE-000012), do Portugal 2020.

04-07-2023

CAtólica SOlidária: 20 anos de Serviço, Compromisso e Aprendizagem

A CAtólica SOlidária (CASO) celebra 20 anos! 20 anos dedicados ao serviço e ao voluntariado universitário, uma missão que a Universidade Católica Portuguesa no Porto assume enquanto parte da sua génese e identidade.

Fundado em 2002, este núcleo de voluntariado da Católica no Porto reúne estudantes, mas, também, docentes, funcionários e antigos alunos da Universidade, em torno do voluntariado ao serviço das necessidades da comunidade. Serviço, compromisso e aprendizagem são as suas palavras de ordem.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa que faz a gestão da CASO, explica que “o maior privilégio é testemunhar como o voluntariado transforma.”

 

Mas transforma como?

“Acreditamos que o voluntariado é transformador de vidas”, explica Carmo Themudo, porque “o serviço traz muito de desenvolvimento de competências, de saída da zona de conforto e de conhecimento de outras realidades. Aprende-se a empatia, a saber ouvir o outro, a trabalhar em equipa, a adotar uma atitude de permanente serviço para com os outros e com o mundo.”

Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, afirma que, enquanto Universidade Católica, a missão consiste em “proporcionar uma formação integral aos estudantes, assente em valores humanistas e cristãos.” O voluntariado não podia, pois, ficar de fora da equação e, por isso, é um eixo central na formação que a Católica dá aos seus alunos.

Carmo Themudo acrescenta, também, que “muitos dizem que recebem mais do que dão, porque, de facto, o voluntariado é capaz de tirar o melhor de cada um de nós. É o amor que habita cada ser humano e que nestas alturas sai de nós para os outros”.

 

20 anos, muitas horas de voluntariado

Ao longo dos 20 anos de atividade da CASO, totalizaram-se 1500 voluntários e 65 mil horas de voluntariado em diversas instituições: centros sociais, escolas, lares, associações de apoio à deficiência, museus, centros comunitários, entre outros. São números que revelam a dimensão e a importância do trabalho desenvolvido pela CASO e que refletem o envolvimento com a comunidade. São sinais de que “vale a pena continuar” e de que é um projeto, verdadeiramente, centrado nas pessoas.

Bárbara Ferreira, estudante e voluntária da CASO, explica que a CASO “relembra os valores essenciais da vida, como a partilha, a solidariedade e a gratidão” e acrescenta, também, que “é a CASO que nos faz perceber que, apesar de sermos alunos e de sermos chamados a estudar, esse não é o nosso único papel na sociedade”.

No âmbito da celebração dos 20 anos da CASO em 2023, está a ser produzido um estudo de impacto da CASO, desenvolvido pela Faculdade de Educação e Psicologia. Com este estudo, pretende-se que haja evidências relativamente ao impacto e aos efeitos que o voluntariado tem na vida dos estudantes e antigos estudantes da Universidade Católica no Porto, através das perceções que estes têm de como a CASO impactou as suas vidas.

Os estudantes atuais destacam que o voluntariado os impactou ao nível da consciência política, da empatia e da capacitação pessoal: “experiência muito enriquecedora que me ligou a realidades muito diferentes do meu lugar de privilégio”, “ajudou-se a ganhar novas perspetivas e a cultivar empatia por todos” e “uma experiência enriquecedora para o meu crescimento”.

Os alumni formados recentemente afirmam que o impacto da CASO se revela na empregabilidade, na medida em que o voluntariado ajudou a orientar as escolhas profissionais, e, também, na aprendizagem, e os alumni que já estão no mercado de trabalho há algum tempo destacam que o impacto da CASO se revela na ação cívica e na participação. São dados preliminares de um estudo que está ainda em desenvolvimento, mas que trará evidências importantes que permitirão justificar o trabalho da CASO e reforçar a sua missão e compromisso.

 

A missão da CASO é estar sempre em missão

Através de uma equipa de estudantes “responsáveis” criteriosamente selecionados para apoiar o seu respetivo grupo de voluntários, a CASO promove um voluntariado com qualidade que poderá assumir uma periodicidade regular (em 8 áreas SER+ Abrigo, Ambiente, Cultura, Especial, Exemplo, Profissional, Sabedoria e Vida.) e/ou pontual. A cada uma das áreas de voluntariado correspondem diferentes instituições parceiras, no total são mais de 35 as que colaboram com a CASO.

Acreditando no impacto positivo que a partilha de experiências possibilita, os voluntários são convidados a participar em diversas reuniões e encontros, no decorrer do ano letivo. Os voluntários participam, também, em formações gerais e específicas para potenciar a qualidade na realização do seu voluntariado.

A CASO promove, assim, o voluntariado como “marca educativa que transforma para a vida”, fortalecendo as ligações entre a Católica no Porto e a Sociedade envolvente.

Fernando Paulo, vereador do pelouro da Educação e da Coesão Social da Câmara Municipal do Porto (CMP), afirma que a CASO “tem sido um parceiro muito importante da CMP” e que os voluntários têm realizado um “trabalho extraordinário” que é um exemplo grande de “altruísmo, de espírito solidário, de compaixão e de paixão pelas pessoas e pela dignidade humana.”

O Centro Social da Foz do Douro (CSFD) é a instituição parceira mais antiga a colaborar com a CASO. São 20 anos de trabalho em conjunto. Daniela Pereira, diretora técnica do CSFD, afirma que “os voluntários têm um impacto muito positivo no dia-a-dia dos utentes do Centro, mas também de toda a equipa, porque trazem uma lufada de ar fresco, trazem novas ideias, ajudam nas rotinas e implicam-se nisso.”

O trabalho da CASO “tem trazido uma mais-valia para os nossos alunos que crescem, mas, também, para a sociedade e para as instituições. O serviço prestado pelos nossos alunos fá-las repensar nelas próprias e a crescermos todos em conjunto. É por isso que dizemos que não trabalhamos para a comunidade, mas trabalhamos com a comunidade”, afirma Carmo Themudo.

 

Cá dentro, mas lá fora também

As diferentes oportunidades de voluntariado regular que a CASO oferece aos alunos são de âmbito nacional, mas também existem projetos internacionais que se realizam durante o verão. São o GAS’África e o FLY.

Dois projetos de voluntariado internacional que desafiam os estudantes a sair da zona de conforto e a rumar a uma realidade completamente diferente da sua.

 

O GAS’África é um grupo católico de voluntariado missionário, com mais de 30 anos, que promove missões nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa com o objetivo de promover o desenvolvimento integral das comunidades locais, através de ações de formação e outras atividades que respondam às necessidades identificadas pelas comunidades. Este grupo assenta em 4 pilares: serviço, comunidade, simplicidade e oração.

O FLY caracteriza-se por ser intercultural, interdisciplinar, intensivo e interuniversitário. Trata-se de um programa coordenado pelas Universidades Jesuítas de Espanha: Comillas (Madrid), Deusto (Bilbao) e ESADE (Barcelona) ao qual se juntaram as Universidades Loyola (Andaluzia), LUMSA (Roma, Itália), Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e a Católica (Portugal). Cada universidade envolvida apresenta projetos de voluntariado e/ou de aprendizagem-serviço no país de origem, com a possibilidade de receber estudantes de outras universidades parceiras, tendo em simultâneo a possibilidade de enviar alunos para projetos das outras universidades parceiras. Os projetos estão divididos em 3 grandes grupos de trabalho: Pessoas Migrantes, Pessoas em Risco de Exclusão e Cuidado de Pessoas e Comunidade.

Para além das possibilidades de voluntariado nacional (regular ou pontual) e internacional que dispõe à comunidade académica, a CASO está, também, envolvida em diferentes projetos com as faculdades do campus da Católica no Porto, nomeadamente o Serviço Comunitário que através da metodologia Aprendizagem – Serviço (ApS), ensina os alunos de Psicologia a aplicar as aprendizagens da sala de aula ao serviço de instituições da comunidade numa lógica de aprender servindo. Está também a decorrer uma colaboração com a Escola do Porto da Faculdade de Direito para implementar a metodologia ApS num projeto com estudantes de Direito.

 

Para o resto da vida

Raquel Montenegro entrou para a Católica para estudar Direito em 2002, ano que coincidiu com a fundação da CASO. Pertenceu à equipa coordenadora e garante que o voluntariado é uma mais-valia “pessoal e humana”. “Oferece uma experiência de vida emocional, intelectual também, e de dinâmica que se vai manter e mantém para o resto da vida”, acrescenta.

De que forma é que o voluntariado contribui positivamente para a formação pessoal? “O voluntariado faz-nos melhores pessoas, porque ficamos mais alertas para aquilo que nos rodeia. Ainda hoje continuo a fazer voluntariado. Não vivemos sozinhos, vivemos em comunidade e precisamos uns dos outros”, explica.

 

Também Rodrigo Beires foi voluntário da CASO, durante o seu período de estudante na Católica: “A CASO impactou muito o meu percurso académico. No meio académico contactamos com professores, colegas e empresas, mas foi através da CASO que também se abriram portas para um outro mundo, que é tão importante.”

 

Venham mais 20!

“O que desejo para os próximos 20 anos da CASO é que tenha voluntários suficientes para abraçar ainda mais causas, porque o que não faltam são causas aqui bem perto da Universidade”, afirma Rodrigo Beires.

Para o vereador da Educação e da Coesão Social da CMP, “a CASO tem uma história muito gloriosa de trabalho, serviço e missão. São 20 anos de uma experiência muito interessante e de um capital humano rico.” “O futuro vai ser muito promissor para a CASO”, acrescenta.

Para a coordenadora da UDIP, Carmo Themudo, tem sido um privilégio e responsabilidade acompanhar o crescimento da CASO: “este tem sido um trabalho de crescimento conjunto, por onde já passaram muitos rostos. Eu dou a cara, mas represento todos os que por aqui passaram e passam, pessoas concretas, coordenadores, responsáveis, alunos, instituições.”

Que venham mais 20 anos, sempre convictos da importância do voluntariado para a formação de protagonistas capazes de transformar o mundo. Parabéns, CASO!

04-07-2023

Prémio Alfredo da Silva/COTEC distingue projeto da Católica que pretende desenvolver substituto de pele humana inovador

O projeto ReSkin, que visa desenvolver um novo substituto de pele humana possa fazer face à sua escassez nas unidades de queimados por falta de dadores ou ao elevado risco de rejeição devido à resposta imune do paciente, foi distinguido com o Prémio Alfredo da Silva/COTEC “Inovação Tecnológica, Mobilidade e Indústria”. Este projeto será desenvolvido por uma equipa de investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, em parceria com a empresa Cortadoria Nacional, e com o apoio do Hospital São João e a CUF.

O ReSkin tem como objetivo utilizar a pele de coelho para o desenvolvimento de uma matriz descelularizada, ou seja, um biomaterial biológico altamente preservado e funcional, e com menor necessidade de imunossupressores quando implantado”, explica Ana Leite Oliveira, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa (CBQF/ESB/UCP), acrescentando “este é um objetivo ambicioso, que ainda não foi totalmente endereçado pela comunidade científica e que queremos atingir com este projeto.” Para este efeito, ao longo de 24 meses, a equipa de investigadores vai “desenvolver um método minimamente agressivo, que esterilize e remova eficazmente o material imunogénico sem danificar as suas propriedades nem a sua bioatividade.

Pretendemos desenvolver um produto de alto valor acrescentado na área do dispositivo médico e contribuir para a economia circular, uma vez que o ReSkin poderá permitir a valorização das mais de 5 toneladas de pele de coelho produzidas pela empresa de curtumes Cortadoria Nacional,” refere a investigadora. Os testes de viabilidade preliminares permitiram “validar as caraterísticas da pele de coelho como substituto viável de pele humana, tanto em termos anatómicos e morfológicos, como relativamente às propriedades mecânicas, espessura e composição, e de facto existe muita proximidade.

Estando o mercado dos aloenxertos em expansão e face aos produtos existentes, os resultados do ReSkin podem traduzir-se em vantagens significativas ao nível da economia circular e da resposta a um desafio premente com elevado impacto social e económico.

A cerimónia dos Prémios Alfredo da Silva, onde foi atribuída uma Bolsa de Investigação ao projeto ReSkin, da investigadora Ana Leite Oliveira, teve lugar no dia 30 de junho, na Fundação Serralves.

Os Prémios Alfredo da Silva são uma iniciativa da Fundação Amélia de Mello e visam reconhecer e apoiar projetos de investigação científica e tecnológica de excelência, com o objetivo de impulsionar o progresso e o desenvolvimento social e económico. As Bolsas de Investigação são concedidas anualmente a investigadores de destaque em diversas áreas do conhecimento.

03-07-2023

Estudantes da Universidade Católica no Porto recebem o Crisma

A Pastoral Universitária do Porto celebrou no dia 1 de julho, na Sé Catedral do Porto, o Crisma de 21 estudantes, dos quais alguns da Universidade Católica no Porto, numa cerimónia emotiva presidida por D. Vitorino Pereira Soares, Bispo Auxiliar do Porto. Concelebraram o Padre José Pedro Azevedo, responsável da pastoral universitária do Porto (CIMT) e capelão da Universidade Católica no Porto, e o Padre José Paulo, capelão da Universidade Lusíada.

Para a Universidade Católica no Porto, foi um dia muito especial, pois completou-se o terceiro caminho de preparação para o Crisma, reforçando assim a sua identidade e missão católica. Filipa Pimentel, estudante da Católica Porto Business School, afirma que “o Crisma foi o culminar de um processo de autodescoberta, que me abriu novos caminhos nos quais serei, certamente, uma pessoa mais forte humana e espiritualmente com o sentido de cuidar do outro presente.” Ana Sofia Graça, estudante da Escola do Porto da Faculdade Direito, partilha que “o sacramento do crisma foi, para mim, um “abrir portas” para uma fé que já há muito procurava. Sinto-me em paz com o passo que tomei e sei que seguirei o caminho da vida mais segura, mais plena e mais feliz.”

O caminho de preparação das estudantes de diferentes cursos da Universidade Católica no Porto foi organizado pela Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) com a colaboração de Tomás Cantista, docente da Escola do Porto da Faculdade Direito. Semanalmente, em formato presencial, as estudantes foram convidadas a conhecer e a aprofundar as temáticas centrais da fé e da vida cristã: a Igreja, a Fé, a Esperança, o Amor a Deus e ao próximo, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, o Espírito Santo e os Seus dons, a Oração, o Compromisso, a Missa, a Reconciliação, entre outros temas.
  
Ficou a promessa de novos encontros no próximo ano letivo, quer para os já crismados, quer para novos estudantes que queiram iniciar o caminho de preparação.

 

01-07-2023

Estudantes da Universidade Católica no Porto recebem o Crisma

A Pastoral Universitária do Porto celebrou no dia 1 de julho, na Sé Catedral do Porto, o Crisma de 21 estudantes, dos quais alguns da Universidade Católica no Porto, numa cerimónia emotiva presidida por D. Vitorino Pereira Soares, Bispo Auxiliar do Porto. Concelebraram o Padre José Pedro Azevedo, responsável da pastoral universitária do Porto (CIMT) e capelão da Universidade Católica no Porto, e o Padre José Paulo, capelão da Universidade Lusíada.

Para a Universidade Católica no Porto, foi um dia muito especial, pois completou-se o terceiro caminho de preparação para o Crisma, reforçando assim a sua identidade e missão católica. Filipa Pimentel, estudante da Católica Porto Business School, afirma que “o Crisma foi o culminar de um processo de autodescoberta, que me abriu novos caminhos nos quais serei, certamente, uma pessoa mais forte humana e espiritualmente com o sentido de cuidar do outro presente.” Ana Sofia Graça, estudante da Escola do Porto da Faculdade Direito, partilha que “o sacramento do crisma foi, para mim, um “abrir portas” para uma fé que já há muito procurava. Sinto-me em paz com o passo que tomei e sei que seguirei o caminho da vida mais segura, mais plena e mais feliz.”

O caminho de preparação das estudantes de diferentes cursos da Universidade Católica no Porto foi organizado pela Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) com a colaboração de Tomás Cantista, docente da Escola do Porto da Faculdade Direito. Semanalmente, em formato presencial, as estudantes foram convidadas a conhecer e a aprofundar as temáticas centrais da fé e da vida cristã: a Igreja, a Fé, a Esperança, o Amor a Deus e ao próximo, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, o Espírito Santo e os Seus dons, a Oração, o Compromisso, a Missa, a Reconciliação, entre outros temas.
  
Ficou a promessa de novos encontros no próximo ano letivo, quer para os já crismados, quer para novos estudantes que queiram iniciar o caminho de preparação.

01-07-2023

Projeto de investigação permite melhorar o perfil nutricional e funcional de produtos de pastelaria e de panificação

Os resultados do projeto de investigação “NutriSafeLab: Desenvolvimento de soluções inovadoras, promotoras de saúde para a panificação e pastelaria”, desenvolvido pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica, em parceria com o Grupo Celeste, foram apresentados a 29 de junho. Este projeto permitiu desenvolver uma nova linha de produtos de pastelaria, com redução de gordura, otimização do perfil nutricional e onde conservantes, aromas e corantes foram substituídos por alternativas naturais.

 

 

Segundo a atual evidência científica que demonstra uma associação entre a ingestão de gordura saturada, sal e açúcar, com a prevalência de doenças crónicas não transmissíveis, são várias as recomendações e estratégias que têm sido pedidas por autoridades de saúde internacionais, no sentido de regular a quantidade destes ingredientes nos produtos de panificação e pastelaria. Neste sentido, há uma procura crescente de formulações com redução de aditivos e substituição de aditivos sintéticos por naturais (conceito “Clean Label”), havendo assim o espaço e a necessidade para criar novas formulações de elevado valor nutricional, que possam criar produtos mais saudáveis, com enquadramento nas principais estratégias do Plano Nacional Para uma Alimentação Saudável, indo também ao encontro das expectativas dos consumidores. Para responder a estes desafios, o Grupo Celeste, bem posicionado a nível nacional no sector de panificação, integrou em consórcio o Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, com uma longa e consolidada experiência de investigação nestes desafios da alimentação, nomeadamente, segurança, sustentabilidade e saúde.

O nosso desafio enquanto investigadores era melhorar o perfil nutricional e funcional dos produtos de pastelaria e de panificação, com redução de gordura e onde conservantes, aromas e corantes sintéticos fossem substituídos por alternativas naturais,” esclarece Manuela Pintado, investigadora principal do projeto e diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. “Estes conceitos foram aplicados e demonstrados em dois casos de estudo de elevado consumo e impacto na empresa e no consumidor, nomeadamente, na massa de brioche e na massa folhada,” acrescenta. Ana Martins, diretora industrial do Grupo Celeste, refere “em linha com os resultados deste projeto estamos a lançar produtos saudáveis ‘Healthyfat’ e ‘Nutrihealthy’ e uma linha de produtos ‘Clean Label’”.

Numa tarde onde o grande tema foram os resultados do NutriSafeLab, estiveram em debate questões associadas aos desafios de uma alimentação saudável e às tendências do consumidor na área da panificação e de pastelaria. Houve também espaço para uma mesa redonda com a presença de Ana Machado Silva (gestora de projetos da SONAE MC), Ana Martins (diretora industrial do Grupo Celeste) e Manuela Pintado (investigadora principal do projeto e diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa).

NutriSafeLab é um projeto financiado pelo COMPETE 2020, no âmbito do Sistema de Incentivos à I&DT empresarial na vertente de co-promoção, que teve a duração de 30 meses.

30-06-2023

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