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Novidades

Depois do sucesso da 1.ª edição, o projeto Peer2Peer volta a juntar estudantes e jovens com deficiência

Depois do sucesso da primeira edição, a Universidade Católica Portuguesa no Porto volta a acolher o Peer2Peer, um programa inovador que promove a inclusão de pessoas com deficiência. A 2.ª edição arranca já este mês, com inscrições a decorrer, reforçando o compromisso da Católica com a diversidade, a igualdade de oportunidades e a preparação para o mercado de trabalho.

O projeto, que demonstrou ter um impacto transformador nos participantes, volta agora a juntar estudantes universitários e jovens com deficiência em pares, num percurso de 11 semanas que aposta no autoconhecimento e no desenvolvimento de competências para o mercado de trabalho.

É a Universidade Católica Portuguesa no Porto que acolhe este projeto no Norte - através do financiamento do programa Parcerias para a Inovação Social - em parceria com o Inclusive Community Forum da Nova SBE. Nos próximos três anos, o objetivo é implementar o Peer2Peer nos cinco distritos da região Norte, tornando-o um projeto autónomo, de estudantes para estudantes.

 

Por uma sociedade mais inclusiva

Na 1.ª edição, que decorreu entre fevereiro e maio deste ano, as inscrições esgotaram logo na abertura. Foram formados dois grupos com 10 pares cada. Ao longo das 11 semanas, 21 estudantes e 22 jovens com deficiência ou neurodiversidade exploraram temas como o autoconhecimento, o desenvolvimento de competências para o mercado de trabalho e a simulação de entrevistas com profissionais de recursos humanos.

Os resultados foram claros: notou-se uma maior sensibilização para os temas da diversidade e inclusão, os participantes saíram mais preparados para a entrada no mercado de trabalho, criaram-se laços de amizade e entreajuda entre os participantes, e estabeleceram-se vínculos que ainda hoje permanecem ativos.

O Peer2Peer demonstra ter impacto real, permitindo aos estudantes construir relações que ultrapassam barreiras e, enquanto líderes do futuro, contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

O programa conta com a colaboração do Gabinete de Estudantes e Empregabilidade da UCP no Porto, do Career and Development Office da Católica Porto Business School, de empresas de recrutamento e seleção, bem como do testemunho de profissionais com deficiência já integrados no mercado de trabalho e de empresas empregadoras.

A 2.ª edição arranca já em setembro. Qualquer estudante universitário motivado para fazer a diferença e aprender com uma nova realidade pode participar nesta experiência, que já transformou centenas de vidas em Lisboa e no Porto.

As inscrições estão a decorrer até 16 de setembro. Está, também, agendada uma sessão de apresentação para o dia 12 de setembro.  

10-09-2025

Novo projeto da Universidade Católica impulsiona transferência de conhecimento nas áreas da Saúde, Agroalimentar e Tecnologias

DeepTech Transfer – Transferência e valorização de DeepTech em Agroalimentar, Saúde e Tecnologias de Informação é o novo projeto da Universidade Católica Portuguesa (UCP), cofinanciado pelo programa PORTUGAL2030, que envolve investigadores e docentes dos campi do Porto, de Braga e de Viseu.

Coordenado pelo Research and Innovation Office (RIO) da Universidade Católica Portuguesa, tem como objetivo acelerar a transferência de conhecimento científico e tecnológico nas áreas da Biotecnologia Agroalimentar, Saúde e Tecnologias de Informação, com impacto direto nas regiões Norte e Centro.

O DeepTech Transfer irá reforçar a articulação entre academia e empresas, promovendo a valorização económica de resultados de I&D e o desenvolvimento de soluções de alto valor acrescentado, através de ações de promoção, apoio à prototipagem, scale-up, e criação de ferramentas de validação tecnológica, de patenteabilidade e de negócio.

Para João Cortez, diretor do RIO, "o DeepTech Transfer é um passo estratégico na missão da Universidade Católica de transformar conhecimento em impacto, uma vez que este projeto permite não só criar condições mais sólidas para a valorização de resultados científicos, como também promover uma cultura de inovação e empreendedorismo orientada para os desafios reais das regiões Norte e Centro."

O projeto mobiliza vários centros de investigação da Universidade Católica, nomeadamente o Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), o Centro de Estudos em Gestão e Economia (CEGE), o Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS) e o Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos (CEFH), tirando partido da forte presença da Universidade no tecido académico e empresarial regional.

Entre as atividades estruturantes destacam-se a promoção de conhecimento: ações para aproximar investigadores e empresas, facilitando o alinhamento entre inovação e necessidades do mercado; o apoio à transferência de tecnologia: desenvolvimento de metodologias para melhorar os processos de valorização económica de resultados de investigação; a prototipagem e Scale-Up: apoio à conceção e aceleração de soluções inovadoras com potencial de entrada no mercado; a criação de toolbox para validação de modelos de negócio e tecnologia: ferramentas para acelerar o percurso de inovação até à aplicação prática; e um concurso de transferência de conhecimento: iniciativa que apoiará projetos de base tecnológica e social, tanto internos à UCP como oriundos de outras entidades das regiões Norte e Centro.

Com foco nos domínios estratégicos definidos pela Estratégia Nacional de Especialização Inteligente (ENEI) e pelas RIS3 das regiões Norte e Centro, o DeepTech Transfer contribuirá para responder a desafios económicos e societais nas áreas da saúde, biotecnologia, alimentação, transição verde e digital.

O projeto alinha-se ainda com os princípios da economia circular, sustentabilidade, digitalização e Indústria 4.0, promovendo a capacitação de novas gerações de profissionais com competências robustas e espírito empreendedor.

A reunião de kick-off do projeto, que teve início em setembro de 2025 e estende durante dois anos, decorreu a 9 de setembro, no campus do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

 

 

10-09-2025

Investigadora do CBQF participa no programa europeu Empowering Women in Agrifood (EWA) 2025 com projeto inovador AgriDerma

Teve início em Lisboa o programa de inovação e empreendedorismo Empowering Women in Agrifood (EWA) 2025, promovido pelo EIT – European Institute of Technology, com a realização da sessão de Matchmaking. Este programa, com duração de seis meses, integra formação especializada, mentoring e apoio ao desenvolvimento de negócio, tendo como missão capacitar mulheres empreendedoras para transformar o setor agroalimentar.

A investigadora Viviana Ribeiro, do grupo Biomaterials and Biomedical Technology do CBQF – Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, foi selecionada como uma das 10 finalistas portuguesas do programa, com o projeto AgriDerma.

O AgriDerma consiste na criação de uma matriz dérmica a partir de subprodutos da indústria agroalimentar, oferecendo uma alternativa sustentável e ética para testes laboratoriais e investigação biomédica. Esta inovação procura reduzir a necessidade de utilização de materiais de origem animal, estabelecendo uma ponte entre o setor agroalimentar e a biotecnologia.

Este reconhecimento reflete a relevância do trabalho desenvolvido no CBQF na promoção de soluções sustentáveis e inovadoras para o setor agroalimentar.

O programa EWA, uma iniciativa do EIT Food, é implementado em Portugal pela BGI – Building Global Innovators, e visa apoiar mulheres empreendedoras através de mentoring, formação e acesso a oportunidades de financiamento.

Saiba mais sobre o programa EWA 2025 aqui.

 

 

10-09-2025

Ainda a celebrar a energia de Madrid: Faculdade de Educação e Psicologia regressa de mais um Blended Intensive Programme

A Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) ainda está a celebrar as experiências de Madrid. Antes das férias de verão, um grupo de dezoito estudantes da FEP-UCP, dos três ciclos de estudos, participou em mais um Blended Intensive Programme (BIP), uma iniciativa europeia de curta duração que desafia os estudantes a mergulharem em experiências académicas e interculturais intensas e desafiantes.

Nesta edição, que decorreu na Universidad CEU San Pablo, em Madrid, em colaboração com a Facultatea de Psihologie si Stiinte ale Educatiei da Universitatea Babeș-Bolyai, na Roménia, e com a FEP-UCP, o tema escolhido não podia ser mais atual: Digital Addiction in Minors: A Deep Overview. Durante cinco dias, estudantes e docentes de várias nacionalidades refletiram sobre os impactos da adição digital em menores, cruzando contributos da psicologia, das neurociências, da educação e da medicina.

Em representação do Human Neurobehavioral Laboratory (The HNL), Patrícia Oliveira-Silva, Vice-Diretora para o Posicionamento Global da FEP-UCP, participou no painel “Tech, Teens, Trouble? An International and Neuropsychological Perspective”, onde falou sobre os impactos neuropsicológicos da adição digital.

 

Três aprendizagens que ficam para a vida

Da experiência vivida em Madrid, os estudantes da FEP-UCP trouxeram aprendizagens que ultrapassam a sala de aula. Para muitos, esta foi a primeira oportunidade de compreender a adição digital numa perspetiva verdadeiramente interdisciplinar, onde várias áreas do conhecimento se encontraram para debater em conjunto um dos grandes desafios contemporâneos.

Também destacaram o desenvolvimento de competências interculturais, fruto da colaboração com colegas de diferentes países e percursos académicos, aprendendo na prática o valor da diversidade.

A dimensão aplicada foi igualmente realçada: workshops, debates e exercícios colaborativos colocaram os estudantes perante cenários concretos, levando-os a refletir sobre os efeitos reais do uso excessivo da tecnologia na vida de crianças e adolescentes.

 

O encerramento como momento marcante

Um dos momentos mais especiais deste BIP foi o encerramento, na Aula Magna. Ali, cada estudante apresentou o seu trabalho perante docentes e colegas de várias nacionalidades. Para muitos foi a primeira experiência a falar em público em inglês, um desafio que rapidamente se transformou em conquista pessoal e em prova do próprio potencial.

“Esse momento mostrou de forma clara o verdadeiro valor destas experiências internacionais. Não se trata apenas de acumular conhecimento, mas de formar indivíduos mais empáticos, mais seguros e mais confiantes, capazes de ir mais além quando se colocam no mundo”, sublinha Patrícia Oliveira-Silva.

 

Internacionalização que se vive no terreno

A participação em cursos intensivos internacionais como os BIPs está no coração da estratégia de internacionalização da FEP-UCP. Não nos interessa apenas enviar estudantes para fora. Queremos que vivam experiências que os desafiem, que ampliem as competências académicas e interculturais e que se sintam parte de uma comunidade que ultrapassa fronteiras. Só assim a internacionalização se torna real e deixa de ser um conceito abstrato”, acrescenta a Vice-Diretora para o Posicionamento Global da faculdade.

O formato concentrado dos BIPs é, em si mesmo, um desafio. Durante uma semana, não há tempo para dispersão: tudo acontece num ritmo acelerado, o que exige entrega total. É precisamente essa intensidade que faz com que os estudantes regressem mais confiantes, mais preparados e mais conscientes do seu papel enquanto cidadãos globais.

 

Uma rede que faz a diferença

Projetos desta natureza só se tornam possíveis através da partilha. Em Madrid, a hospitalidade dos Professores Esther Rincón e Amable Muñoz, da CEU San Pablo, fez sentir a comitiva da FEP-UCP em casa desde o primeiro momento. Da Roménia chegou não apenas um grupo de estudantes, mas também o entusiasmo e a abertura de Daniel Andronache, parceiro de longa data, que fortaleceu a ligação entre as instituições.

“Foi esta rede de cumplicidade e energia partilhada que deu vida ao BIP e o transformou numa experiência inesquecível para todos os nossos estudantes”, conclui Patrícia Oliveira-Silva.

Ainda este ano, a FEP-UCP voltará a integrar novas edições internacionais do BIP, cujas datas serão anunciadas em breve. Até lá, permanece viva a energia do encontro em Madrid e a certeza de que a internacionalização é feita de experiências que marcam trajetórias pessoais e académicas para a vida.

09-09-2025

“Estão a abraçar uma nova profissão: a de estudante universitário”: sessão de boas vindas 25/26 da Faculdade de Direito - Escola do Porto

O Auditório Carvalho Guerra acolheu ontem a Sessão de Boas-Vindas aos novos estudantes da Licenciatura em Direito. O momento contou com a presença de Marta Portocarrero, Diretora-Adjunta da Escola do Porto da Faculdade de Direito, de Ana Teresa Ribeiro, Coordenadora da Licenciatura, e de Mateus Pessanha da Costa, alumno do 1.º ciclo de estudos.

Na abertura da sessão, Marta Portocarrero deu as boas-vindas aos novos estudantes: “Estão a iniciar uma nova etapa que traz toda uma nova vivência académica”. A docente sublinhou ainda que “o que retiram do curso depende de cada um” e que “o que estiverem dispostos a investir agora terá provavelmente influência sobre o que irão fazer no futuro”. “A Universidade vai obrigar-vos a questionar.” “É isso que faz a diferença; é nisso que têm de apostar: continuar a pensar”. “A procura do conhecimento não vai ficar por aqui”, concluiu.

Por sua vez, Ana Teresa Ribeiro reconheceu a exigência do curso, lembrando que “ao longo dos quatro anos esse esforço trará frutos”. Destacou também “a existência dos vários programas que poderão auxiliar num curso que é trabalhoso” e a importância de adquirir uma nova forma de estudo e de optar pela avaliação contínua.

Coube a Mateus Pessanha da Costa trazer o testemunho da experiência vivida enquanto estudante. “A partir de agora a responsabilidade recai sobre todos vocês; aqui, quem gere a vossa vida, já não são os vossos pais. Já não têm estas almofadas”. Aconselhou os novos alunos a ambientar-se rapidamente, a tentarem conhecer o esqueleto da Faculdade e a falar com os alunos mais velhos do curso. “Perguntem, perguntem, perguntem; nunca deixem uma coisa por saber. ”. Incentivou ainda à participação nos grupos académicos, que considerou “das melhores coisas que a Universidade tem para oferecer; tentem experimentar tudo”. E deixou uma nota de motivação: “O vosso mérito vai ser sempre recompensado da forma que vocês não estavam à espera”.

08-09-2025

Professor e investigador da Escola das Artes co-programa novo ciclo da Seleção Nacional no Batalha Centro de Cinema

No próximo dia 10 de setembro, pelas 19h15, no Batalha Centro de Cinema, tem início mais um capítulo da “Seleção Nacional”, secção dedicado ao cinema português que tem vindo a ser co-programada (juntamente com Joana Gusmão e Luísa Sequeira) pelo professor e investigador da EA, Carlos Natálio. Este capítulo, intitulado “A Pedra ainda Espera Dar Flor”, arranca com a exibição do filme “A Cara que Mereces” de Miguel Gomes e irá até Fevereiro de 2026, apresentando obras que procuram pensar a forma como o cinema português tem vindo a filmar os diversos desafios do crescimento, traçando um percurso que ausculta os olhares e dilemas da infância, adolescência e início da idade adulta.

Pode consultar a programação completa neste link.

08-09-2025

Católica Porto Business School integra ranking Financial Times “Masters in Management 2025”

O Mestrado em Gestão da Católica Porto Business School integra o prestigiado ranking mundial do Financial Times Masters in Management 2025. A distinção reforça a afirmação internacional da escola, que passa a contar com dois mestrados em rankings FT, depois do Mestrado em Finanças, já presente no ranking Financial Times Masters in Finance 2025. 

Entre os 100 programas listados a nível mundial, o mestrado da Católica Porto Business School foi um dos três estreantes deste ano: “A entrada no ranking do Financial Times é um reconhecimento do rigor académico e da forte ligação às empresas que caracterizam a Católica Porto Business School. É também um sinal de confiança no impacto que os nossos diplomados estão a ter nas suas carreiras, em Portugal e no mundo”, afirma João Pinto, Diretor da Católica Porto Business School. 

Entre os vários indicadores analisados, o Mestrado em Gestão da Católica Porto Business School destaca-se no “Career Progress”, ocupando o 8º lugar mundial, e no “Salary percentage increase”, onde alcançou o 5º lugar com uma valorização salarial média de 75% após a conclusão do programa – o melhor resultado entre as escolas portuguesas. Além disso, o mestrado obteve resultados expressivos em “Value for Money”, sublinhando a relação entre a qualidade da formação, os custos associados e o retorno obtido pelos diplomados. 

“Este resultado traduz a qualidade do trabalho desenvolvido por toda a comunidade académica e o empenho dos nossos estudantes e alumni. É também um sinal claro da relevância internacional da nossa formação em Gestão, que se afirma hoje ao lado das melhores escolas do mundo”, sublinha Susana Costa e Silva, Diretora do Mestrado em Gestão da Católica Porto Business School. 

Paulo Alves, Vice-diretor da escola, acrescenta: “Este reconhecimento internacional acontece num ano particularmente especial: a Católica Porto Business School passa a ter dois mestrados listados em rankings FT, reforçando a nossa aposta em oferecer programas de excelência académica e relevância prática”. 

Para além da Católica Porto Business School, também a Católica Lisbon School of Business and Economics integra este ranking, estando assim a Universidade Católica Portuguesa representada com os mestrados em gestão das suas duas business schools.  

Portugal consolida a sua posição no panorama europeu do ensino de Gestão, sendo o 6º país mais representado no Top 100, apenas atrás de países de maior dimensão como França, Alemanha, Índia, Espanha e Reino Unido.  

Com este resultado, a Católica Porto Business School reforça a sua ambição de continuar a formar líderes globais e a contribuir para a projeção internacional do ensino superior português.  

08-09-2025

Universidade Católica no Porto acolhe os novos estudantes de Licenciatura e celebra o arranque do ano académico 25/26

Está dado o pontapé de saída para o ano académico 2025/2026 e, como já é habitual, a Universidade Católica Portuguesa no Porto recebeu os seus novos estudantes com grande entusiasmo e energia. Afinal, cada novo ano académico abre um mundo de possibilidades e de sonhos para concretizar. Como destacou Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da UCP, “Aproveitem tudo o que a Universidade tem para vos oferecer!”

A pró-reitora desafiou os novos estudantes a imaginarem o começo da sua vida académica “como o começo do cultivo de um jardim do conhecimento.” “Cada um traz consigo um terreno único, fértil de potencial, pronto para ser semeado com ideias, questionamentos, descobertas e paixões. A Universidade oferece-vos agora o ambiente certo: o solo enriquecido pela partilha, o sol da inspiração, a água da curiosidade e o tempo necessário para que tudo possa crescer…”, explicou.

Foi no Auditório Ilídio Pinho que todos os novos estudantes de licenciatura se reuniram para a habitual sessão de acolhimento, juntamente com muitos amigos e família.

Durante o discurso proferido na sessão de acolhimento, Isabel Braga da Cruz lembrou que “temos cerca de 5.000 alunos a frequentar em cursos conferentes de grau, e se considerarmos as Formações Executivas e Pós-Graduações, são cerca de 7.500 os estudantes que circulam pelo campus do Porto. Temos uma dimensão com expressão, o que nos permite ter um campus dinâmico, de proximidade e fortemente acolhedor. Graças ao crescente prestígio internacional da Universidade, o número de alunos internacionais tem vindo a crescer, 12% dos novos estudantes são internacionais de 40 nacionalidades distintas.”

 

“Vivam a Universidade em pleno!”

Marta Henriques Pereira, alumna da Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa e com uma carreira internacional de mais de 20 anos em diplomacia, governação, desenvolvimento, paz e segurança, partilhou o seu testemunho com os novos estudantes de licenciatura. “Foi na Católica que percebi que tenho de confiar em mim. Arrojo é uma palavra que descreve aquilo que esta Universidade me ensinou. Este arrojo e esta confiança que ganhei vão muito para além dos conhecimentos técnicos”. A alumna terminou a sua intervenção com um apelo para todos os novos estudantes: “Vivam a Universidade em pleno!”.

Este evento de acolhimento, que decorreu 4 de setembro e que marca o arranque do ano académico 25/26, juntou estudantes de todas as licenciaturas da Universidade Católica no Porto – Economia, Gestão, Direito, Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão, Psicologia, Enfermagem, Ciências Religiosas, Teologia, Ciências da Nutrição, Microbiologia, Bioengenharia, Som e Imagem, Cinema e Conservação e Restauro – e teve como principal objetivo promover o encontro e a integração dos estudantes. Durante a sessão, também, foram atribuídos bolsas e prémios de mérito das faculdades e de diversas instituições parceiras, bem como entregues os diplomas “Voluntário SER +” aos estudantes que se destacaram no seu compromisso com a CAtólica SOlidária (CASO).

A sessão contou com a presença das direções das 7 faculdades da Universidade Católica no Porto, bem como dos representantes das Associações de Estudantes, da Federação Académica do Porto e das Associações Alumni, aos quais se juntaram, também, docentes, colaboradores e parceiros.

No Porto, o campus enche-se de vida com encontros e muitas atividades. As faculdades recebem os novos estudantes de braços abertos, proporcionando muitos programas e experiências de integração, onde cada estudante tem a oportunidade de conhecer colegas, professores e toda a comunidade académica. Porque as boas memórias criam-se logo desde o primeiro dia. Bom ano académico!

05-09-2025

Inês Santoalha Carneiro: “O segredo para um bom empreendedor está na persistência.”

Inês Santoalha Carneiro é licenciada em Gestão pela Católica Porto Business School e co-fundadora da Mariaida Home. Sobre o seu percurso académico na Católica, afirma que foi um tempo de “conhecimento, descobertas e um trabalho intenso”. Dicas para se começar a empreender? “O mais importante é ser-se persistente, saber ouvir, saber adaptar-se e não ter medo de errar”. Projetos para o futuro? “Apostar em projetos ligados à inovação e sustentabilidade.”

 

É licenciada em Gestão pela Católica Porto Business School. O que é que mais a marcou durante o seu percurso académico?

Guardo muito boas memórias do meu percurso na Católica. Foi uma fase de crescimento, de muitas descobertas e trabalho intenso, mas também de amizades que perduram até hoje. Lembro-me bem do ambiente exigente, mas sempre com um grande apoio por parte dos professores, que nos desafiavam a pensar de forma diferente e a sair da nossa zona de conforto. Ainda hoje digo que a Católica não foi só exigente a nível académico, puxou-me também a nível pessoal.

 

Quais as principais competências adquiridas que têm sido fundamentais para o seu percurso profissional?

Além da base sólida em termos técnicos, diria que o que mais ficou foi a capacidade de pensar de forma crítica, de trabalhar em equipa e com diferentes personalidades (que é essencial no mundo do trabalho) e de comunicar com impacto, eu nunca fui uma pessoa de gostar muito de falar em público e ajudaram-me muito nesse sentido. Também aprendi a lidar com pressão e a manter o foco, o que é essencial no dia a dia de trabalho. A Católica ensinou-me a ter ambição, mas com responsabilidade.

 

É co-fundadora da Mariaida Home, um negócio da área do têxtil e da decoração. Porquê criar o seu próprio negócio e seguir o caminho do empreendedorismo?

Ter algo meu foi sempre um objetivo que tive, mesmo que de forma ainda um pouco vaga no início. Com o tempo, esse desejo e essa vontade foram crescendo, sobretudo quando entrei no mundo do trabalho e comecei a perceber melhor o que realmente queria. Foi aí que essa vontade se intensificou e se tornou o caminho natural a seguir para mim. A Mariaida Home começou quase como uma brincadeira entre mim, a minha irmã, que também tirou o curso de Gestão na Católica, e uma prima. Foi algo que foi crescendo naturalmente e, quando demos por ela, já estávamos a ter resultados muito bons e percebemos que havia ali um potencial real. Foi nessa altura que decidimos dedicar-nos a este projeto a tempo inteiro, focando-nos a 100% para fazer crescer a marca e a empresa, pois para além da marca Mariaida Home, produzimos para outros clientes de Private Label. Queríamos criar algo especial para o dia a dia das pessoas, que fosse além dos produtos comuns para casa. Decidimos focar-nos numa marca de produtos de qualidade para um público médio-alto, que valoriza design, funcionalidade e durabilidade. O nome é uma homenagem à nossa avó Aida, que simboliza para nós o padrão elevado que queremos manter em tudo o que fazemos.

 

“Guardo muito boas memórias do meu percurso na Católica.”

 

Quais os desafios que enfrentou ao lançar um projeto próprio?

No começo, não havia praticamente espaço para a vida social, trabalhava desde cedo até altas horas para dar conta de tudo, eramos apenas só nós e fazíamos tudo, desde tirar faturas, registar e embalar encomendas, ir a fornecedores, desenhar novas coleções, arranjar novos clientes, etc. Foi um período intenso, cheio de esforço e aprendizagem constante, mas, hoje, felizmente, já temos uma equipa com mais de 10 pessoas, já estamos estruturados e cada um desempenha a sua função. No início tivemos que ser multi-task literalmente. Os obstáculos eram imensos, um dos maiores foi conseguir fornecedores que aceitassem produzir pequenas quantidades, já que éramos uma marca nova e pequena, sem nome no mercado. Felizmente, hoje a situação mudou completamente, as quantidades já são grandes e são os próprios fornecedores que procuram trabalhar connosco. Para ultrapassar esses desafios, tive de ser muito persistente, manter a organização e contar sempre com o apoio das minhas sócias. Aos poucos, fomos conquistando o nosso espaço e ganhando confiança no mercado.

 

De que forma é que a formação em Gestão lhe deu uma base sólida para empreender com confiança?

A formação em Gestão deu-me uma base muito importante para perceber como funcionam os diferentes aspetos de um negócio, desde as finanças à gestão de equipas e estratégia. Isso ajudou-me a tomar decisões mais informadas e a enfrentar os desafios do empreendedorismo com mais segurança. Foi uma base sólida que me acompanhou desde o início e que continua a ser essencial no dia a dia.

 

Qual é o segredo para ser um bom empreendedor?

Para mim, o segredo para um bom empreendedor está na persistência e no trabalho duro. Não desistir é fundamental, mas, acima de tudo, é um caminho para quem é forte e resiliente. Empreender exige essa força para continuar, mesmo quando as coisas se complicam. Além disso, é essencial ter organização para gerir bem o tempo e os recursos, estar sempre aberto a aprender e a adaptar-se, e contar com uma boa rede de apoio pois ninguém consegue fazer tudo sozinho.

 

O que distingue a marca no mercado?

A resposta do público tem sido muito positiva e isso reflete-se diretamente no crescimento da marca. A empresa está a crescer exponencialmente e consequentemente a marca Mariaida Home também. Estamos a intensificar a nossa presença em mercados com maior poder de compra, como Espanha, Reino Unido, Itália, França, EUA e México. Desde que começámos, em 2023, a nossa faturação anual cresceu mais de 290% até 2024. Com o ritmo atual, prevemos fechar 2025 com cerca de 1,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de mais de 380% face ao nosso primeiro ano. O que distingue a Mariaida é a combinação entre qualidade, design cuidado e atenção aos detalhes. Apostamos em produtos de qualidade pensados para um público exigente, que valoriza funcionalidade, estética e bom gosto. O nosso tipo de cliente gosta de uma atenção e cuidado especial e nós conseguimos manter uma relação próxima com os nossos clientes, o que também nos diferencia no mercado.

 

“Empreender dá trabalho, mas também pode ser muito gratificante.”

 

Planos para o futuro?

Neste momento, o nosso foco está em continuar a crescer de forma sustentada, consolidar a presença da Mariaida Home nos mercados internacionais através da presença em feiras para angariar mais clientes e reforçar a nossa posição no segmento médio-alto. Estamos a trabalhar na expansão da nossa gama de produtos, com especial atenção à linha de mobiliário e, também, a explorar novas colaborações que façam sentido com o nosso posicionamento. No futuro, gostava de apostar em projetos ligados à sustentabilidade e inovação, como o desenvolvimento de coleções com materiais mais amigos do ambiente. Também vejo potencial em criar experiências que envolvam diretamente o cliente, como workshops ou eventos relacionados com design e lifestyle.

 

Que conselhos deixaria a um estudante de Gestão da Católica que sonha criar o seu próprio negócio?

Inicialmente diria para aproveitar tudo o que se aprende na Católica e aplicá-lo de forma prática. Se tem essa vontade, diria para começar o quanto antes, mesmo que seja em pequena escala ou como projeto paralelo. Não há um momento perfeito e, muitas vezes, aprende-se mais a fazer do que a planear. O mais importante é ser-se persistente, saber ouvir, saber adaptar-se e não ter medo de errar. E se correr mal, não faz mal, a experiência é conhecimento. Empreender dá trabalho, mas também pode ser muito gratificante.

 

04-09-2025

Universidade Católica Portuguesa no Porto e Porto Tech Hub assinam parceria estratégica

A Universidade Católica Portuguesa no Porto e o Porto Tech Hub assinaram um protocolo de colaboração que visa estreitar as relações entre as duas entidades e potenciar o desenvolvimento conjunto de iniciativas estratégicas.

O acordo prevê ações em diversas áreas, nomeadamente estágios, apoio a estudantes, programas de formação, oportunidades de emprego, bolsas e prémios, bem como projetos de investigação, cooperação através de centros de transferência de conhecimento e outras iniciativas que contribuam para o fortalecimento do ecossistema académico e tecnológico da cidade.

Para Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, “esta parceria é uma oportunidade para reforçar a ponte entre o ensino superior e o tecido empresarial e tecnológico da cidade. Ao trabalharmos em conjunto, criamos mais e melhores oportunidades para os nossos estudantes e damos um contributo relevante para o desenvolvimento de um Porto cada vez mais inovador, sustentável e aberto ao mundo.”

João Pinto, membro da Comissão Executiva do Centro Regional do Porto da Universidade Católica, afirma que “a parceria com a Porto Tech Hub representa um compromisso conjunto com a inovação, o talento e o futuro da nossa cidade. Ao unir o conhecimento académico à dinâmica tecnológica, estamos a criar pontes sólidas para um ecossistema mais competitivo, colaborativo e sustentável.”

“Este protocolo reflete o espírito de cooperação que sempre defendemos”, refere Luís Silva, presidente do Porto Tech Hub. Acrescenta, também, que “juntos, academia e empresas, conseguimos acelerar a transformação digital, atrair talento e colocar o Porto no mapa como um centro tecnológico de referência internacional.”

A assinatura do protocolo teve lugar no campus do Porto da Universidade Católica Portuguesa e representa um passo significativo no aprofundamento das relações entre a academia e as entidades que dinamizam a cidade.

  

04-09-2025

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