No âmbito do programa de acolhimento aos alunos do primeiro ano das várias licenciaturas da Escola Superior de Biotecnologia, em colaboração com a Católica Solidária (CASO), realizou-se uma iniciativa intergeracional que juntou alunos, avós e seniores de instituições do Porto para uma tarde dedicada à ciência, à partilha de conhecimento e à diversão.
Este ano, o programa de voluntariado social, uma componente anual do acolhimento na ESB, teve um formato especial. Os alunos foram convidados a trazer os seus avós para participar numa sessão de atividades científicas simples, dinamizadas por professores da ESB e investigadores do CBQF, e destinadas a promover o conhecimento entre os mais velhos. Além dos avós dos alunos, participaram cerca de 60 seniores de várias instituições do Porto, nomeadamente: ASAS de Ramalde, Centro Social da Foz do Douro, Casa de Lordelo - AOSSVP, e CMP (Instituição da Junta de Ramalde).
A atividade “Como organiza o seu frigorífico?” destacou-se como o ponto alto do evento. A sessão abordou temas de grande relevância como a segurança alimentar, o combate ao desperdício alimentar, a saúde e a sustentabilidade. A participação foi animada e interativa, com os seniores a levantarem questões pertinentes e a partilharem as suas próprias experiências. “Foi muito interessante mesmo, aprendi muito e já estou a pensar em mudanças para casa,” comentou Luísa Martins, uma das participantes da ASAS de Ramalde. Já Roberta Carvalho destacou: “Foi interessante aprender todas estas coisas das bactérias de uma forma divertida e muito educativa.”
Os alunos da Escola Superior de Biotecnologia assumiram o papel de voluntários, acolhendo e acompanhando os seniores ao longo da atividade. Para muitos, esta experiência foi mais do que apenas um momento de voluntariado. “A atividade foi muito produtiva, surgiram temas que inicialmente nem estávamos à espera, mas que foram muito interessantes e, apesar da idade ou qualquer dificuldade que alguém possa ter tido, foi bastante interativo,” afirmou Rómulo Pinto, aluno do 1.º ano de Ciências e Sociedade.Victory Ndu, aluno de Microbiologia do 1º ano, acrescentou: “Conseguimos demonstrar que de facto a ciência não tem idade, foi interessante perceber como um tema como bactérias consegue trazer toda a gente para uma discussão muito interativa.”
A tarde terminou de forma animada com a atuação da Tuna Feminina da Universidade Católica no Porto, que trouxe ainda mais alegria ao evento. O convívio seguiu com um lanche partilhado no átrio da ESB, onde também esteve presente a diretora da Escola Superior de Biotecnologia, Paula Castro, para felicitar os alunos pela sua participação e empenho. "A partilha enriquece todas as idades: neste evento, os jovens universitários encontram formas de estar testadas pelo tempo e temperadas pelas vivências de muitos anos. Quanto aos jovens há mais tempo, por seu lado, familiarizam-se com leituras objetivas do conhecimento por vezes inesperadas e sempre ponto de partida para reflexão e comentário posterior. Daqui resulta uma experiência que alarga horizontes e acrescenta altruísmo aos envolvidos, a qual estamos decididos a replicar no futuro," afirmou Paula Castro.
Esta atividade de acolhimento reforçou a importância da intergeracionalidade e do papel da ciência como ponto de união entre diferentes gerações, promovendo o conhecimento e o bem-estar entre todos os envolvidos.
Cerca de 530 estudantes internacionais de 52 nacionalidades diferentes escolheram a Universidade Católica Portuguesa no Porto para estudar durante este primeiro semestre do ano letivo 24/25. O aumento de estudantes internacionais na Universidade Católica é uma tendência que se verifica desde 2022.
Os novos estudantes que escolheram a Católica quer para realizar um período de mobilidade internacional, quer para realizarem o seu grau de estudos completo foram recebidos com uma programação repleta de atividades. De 4 a 6 de setembro, os estudantes internacionais ficaram a conhecer o campus e a cidade, para além dos seus novos colegas e da informação prática sobre o que os espera no Porto. Foi uma semana na qual fizeram novos amigos e puderam desfrutar da cidade do Porto antes do início das aulas.
“A semana de acolhimento para alunos internacionais é um evento fundamental para facilitar a integração e adaptação destes estudantes ao novo ambiente académico e cultural, promovendo um sentimento de pertença. Além disso, esta iniciativa proporciona oportunidades de networking e trocas culturais, enriquecendo a experiência académica e pessoal de todos os participantes”, afirma Magda Ferro, coordenadora do International Office.
Promovida pelo International Office, as atividades desta semana contaram com a colaboração de outros alunos da Católica, buddies e, também, da associação de estudantes Il@C (International Life at Católica). Estes alunos ajudaram a tornar este acolhimento uma experiência memorável e o primeiro passo na inclusão dos estudantes internacionais no campus e na cidade.
Onze estudantes da Universidade Católica Portuguesa partiram em missão de voluntariado, no âmbito do FLY, o programa de voluntariado e aprendizagem-serviço, do qual a UCP é parceira. Uma experiência que todos recordam como inesquecível e transformadora. Dos quatro campi da Universidade Católica Portuguesa e com a coordenação da Católica Solidária (CASO) no Porto, foram 11 os estudantes que partiram para diferentes missões de voluntariado em Espanha, Itália, Marrocos e Brasil. Para além da participação de estudantes da UCP em missões internacionais, cerca de 40 voluntários estrangeiros também foram integrados em missões nacionais.
Os estudantes da Universidade Católica - Catarina Rebelo de Almeida (Porto), Francisca Bento (Viseu), Daniela Barbosa (Braga) e Francisco Cabral (Lisboa) - viveram experiências, verdadeiramente, transformadoras. “O voluntariado internacional é uma experiência extremamente enriquecedora, pois, além de proporcionar o desenvolvimento de competências associadas a um qualquer voluntariado, também possibilita aos alunos a experiência de imersão em diversas culturas, tradições e estilos de vida, expandindo os seus horizontes e fomentando a reflexão e o entendimento recíproco entre indivíduos de diferentes culturas e backgrounds”, explica Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) da Universidade Católica no Porto.
O grande impacto das pequenas ações
Catarina Rebelo de Almeida, estudante da Escola do Porto da Faculdade Direito da Universidade Católica, esteve em Vazantes, uma pequena comunidade no interior do Brasil. “Foi das experiências mais marcantes da minha vida e estou muito agradecida a todas as pessoas que a tornaram possível. Mas, principalmente, ao povo de Vazantes, que me ensinou o verdadeiro significado de humildade e simplicidade, a verdadeira alegria pelas coisas pequenas e a força que tem um simples sorriso”, partilha.
Catarina Rebelo de Almeida participou na organização de oficinas para crianças e jovens, dos 6 aos 18 anos: aulas de espanhol, jogos de dança, pintura, desenho, artesanato e muitas outras atividades. “Como o voluntariado nos ocupava apenas as manhãs, passávamos as tardes de formas distintas. Muitos dias recebíamos aulas de Capoeira e de Maracatu (uma manifestação cultural pernambucana que apresenta origens africanas e contém elementos musicais e de dança), o que nos permitiu mergulhar na cultura brasileira e aprender muitas habilidades novas. Nas tardes livres íamos assistir aos jogos de futebol, aos ensaios da banda, conversávamos com o povo, planeávamos atividades para o dia seguinte, ou, simplesmente, brincávamos na rua com as crianças”, partilha.
Um momento marcante? “Foi quando um padre nos contou que, antes, perguntavam às crianças o que é que gostariam de fazer quando fossem crescidas e estas respondiam que queriam ser pescadoras e agricultoras. Agora, depois de ter começado este voluntariado, quando lhes fazem exatamente a mesma pergunta, dizem que o seu maior sonho é serem universitárias. Esta partilha marcou-me imenso e fez-me refletir sobre os grandes impactos que podem ter pequenas ações.”
Compreender melhor o mundo
Francisca Bento, estudante de Medicina Dentária em Viseu, foi voluntária na Cáritas Diocesana de Madrid. Esteve em Cercedilla – “onde todos os dias eram uma verdadeira diversão, já que os passava como sendo monitora de dezenas de crianças, onde fazíamos inúmeras atividades, caminhadas e jogos, e onde percebi que, com o simples, podemos fazer muito” – e em Hiruela, “uma aldeia muito pequena, com poucos habitantes, na qual o nosso principal objetivo era fazer companhia e ajudar nas mais diversas tarefas”.
Maior ensinamento? “Aprendi a compreender melhor o mundo e a ter, ainda mais, a certeza de que pequenas ações podem fazer a diferença, no que toca à construção de um mundo melhor e mais solidário. Sinto-me muito grata por todos os momentos que vivi, por todas as lições que aprendi e por todas as pessoas que conheci. Tenho a certeza de que a levarei comigo para sempre.”
Uma experiência de um grande crescimento pessoal
Daniela Barbosa, estudante de Psicologia, da Universidade Católica em Braga, esteve em Sevilha, pela Cruz Roja Espanhola, a trabalhar com crianças em diversas atividades – “Foi fascinante a alegria das crianças. As atividades recreativas, como jogos e desportos que organizamos, foram igualmente divertidas e importantes. Organizamos torneios de futebol, jogos de basquetebol, onde todos participaram com grande entusiasmo. Essas atividades ajudaram a promover um espírito de equipa e amizade entre as crianças, além de incentivar um estilo de vida mais saudável.”
Um momento gratificante? “Quando em conversa com um menino, percebemos que o projeto já não existia há alguns anos por falta de voluntários. Isto deu-nos ainda mais força para podermos aproveitar ao máximo o tempo com eles.”
“Foi, sem dúvida, uma experiência de um grande crescimento pessoal, muito trabalho, muita partilha, mas, sobretudo, uma experiência com muito amor. Com certeza, esta será a primeira de muitas outras experiências de voluntariado na minha vida”, partilha a estudante.
Voluntariado é sobre humanidade
Francisco Cabral, estudante da Faculdade de Ciências Humanas, em Lisboa, esteve em Melilla (Marrocos) a trabalhar com jovens migrantes: “as nossas atividades no terreno consistiam sobretudo, durante o período da manhã, na preparação das tarefas diárias e em reuniões de equipa. Pela tarde, dedicávamo-nos a dar aulas de espanhol, facilitando a integração dos migrantes recém-chegados. À noite, envolvíamo-nos na confeção e distribuição de refeições, uma tarefa que unia voluntários e migrantes em torno de uma causa comum.”
Sobre a formação que cada voluntário recebe antes de ir em missão, Francisco Cabral acredita que “essa preparação inicial foi fundamental para atenuar as incertezas e para enfrentar os desafios com mais confiança.” “Lembro-me do relato de um jovem de 15 anos que nadou durante oito horas para chegar a Melilla, perdendo o seu melhor amigo no processo, ou de um jovem de 24 anos que atravessou cinco baías, cada uma com sete metros de arame farpado e enormes valas entre elas, sob forte vigilância, enfrentando a violência da polícia em ambos os lados. Ouvir estas histórias pessoalmente é muito diferente de vê-las na televisão – dar-lhes rostos e nomes torna tudo mais real e doloroso. Este é o ponto que acredito ser fundamental lembrar: estas histórias não são estatísticas, são vidas humanas. Este voluntariado é sobre humanidade”, partilha o estudante.
Um momento surpreendente? “Quando o meu voo de regresso a casa foi adiado por dois dias… O que poderia ter sido uma situação desagradável transformou-se numa das melhores memórias que carrego comigo. Os voluntários locais acolheram-me de forma fraterna e calorosa, e, para além disso, a associação tinha começado a renovar o seu espaço com pinturas. Decidi juntar-me aos migrantes que estavam envolvidos nesse projeto. Foi um momento de celebração e de profundo simbolismo.”
O envolvimento dos 4 campi da Católica
O envolvimento dos 4 campi da Católica no projeto representa uma grande satisfação pela dimensão una da Universidade. Carmo Themudo, coordenadora da UDIP, refere que o envolvimento das quatro geografias da UCP “reflete o esforço colaborativo e coordenado de quatro localidades distintas de ajudarem a cumprir a missão da Universidade com a educação integral dos estudantes e o serviço à Comunidade”.
O programa FLY, que reforça o compromisso das universidades participantes com o desenvolvimento sustentável, pretende – sobretudo - sensibilizar as comunidades universitárias para os problemas de migração e dos refugiados e das pessoas em risco de exclusão social e realçar projetos de cuidados às pessoas e à comunidade. Coordenado pelas Universidades espanholas de Comillas (Madrid), Universidade de Deusto (Bilbao) e ESADE (Barcelona), o FLY 2024junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades Loyola (Andaluzia, Espanha), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e IQS (Barcelona, Espanha).
Elisa Veiga e Mariana Negrão marcaram presença na ISPCAN 2024, onde organizaram um simpósio sobre cuidados sensíveis ao trauma na infância, e destacaram a importância de uma abordagem centrada no trauma para proteger crianças vulneráveis.
A dupla de investigadoras portuguesas organizou um simpósio dedicado ao tema "Cuidados Sensíveis ao Trauma: um referencial para avaliação dos contextos, contribuindo para a promoção dos direitos das crianças e resiliência das comunidades". As apresentações destacaram a importância de uma abordagem centrada na sensibilidade ao trauma em diversos contextos onde as crianças vivem, como escolas e instituições de acolhimento.
“Com a nossa participação no evento, procurámos salientar a importância da incorporação de cuidados sensíveis ao trauma em múltiplos domínios que intersetam a vida das crianças em situação de vulnerabilidade, nomeadamente no sistema educativo, sistema de proteção, sistema de saúde e sistema de justiça”, afirmam as investigadoras.
Um dos pontos altos do simpósio foi a apresentação do Questionário de Avaliação dos Cuidados Sensíveis ao Trauma, desenvolvido pela equipa. Este instrumento inovador permite avaliar a capacidade das organizações em oferecer cuidados adequados a crianças que vivenciaram adversidade e trauma, promovendo a reflexão e orientando o processo de mudança organizacional.
Investigação com impacto social
Mariana Negrão e Elisa Veiga também apresentaram resultados de trabalhos de investigação realizados em Portugal, que exploram a avaliação e implementação de cuidados sensíveis ao trauma em casas de acolhimento residencial e em escolas. Esses estudos demonstram a importância de capacitar e apoiar profissionais e comunidades para que possam oferecer um suporte mais eficaz às crianças que vivenciaram situações de trauma.
A participação das investigadoras no ISPCAN 2024 contribui para fortalecer a posição de Portugal e do CEDH na investigação de cuidados sensíveis ao trauma.
A Sustentabilidade esteve em debate na Universidade Católica Portuguesa no Porto, no âmbito da inauguração do novo Auditório Corticeira Amorim. Um espaço moderno, totalmente equipado, que recebeu uma primeira palestra que contou com a presença de Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, e de António Rios Amorim, presidente do Conselho de Administração da Corticeira Amorim.
Isabel Capeloa Gil abordou a Ecologia Integral na Universidade Católica Portuguesa como forma de procurar uma resposta ética e baseada na evidência aos desafios globais, sejam eles na cultura e sustentabilidade ambiental; na justiça intergeracional; na economia verde e no combate à pobreza sistémica; no crescimento económico e sustentabilidade, entre outros.
“Como transformar a universidade para que o conhecimento não seja só um silo disciplinar?”, questionou a reitora da UCP, afirmando que “o desafio da Ecologia Integral é revolucionar o método científico”. Das várias iniciativas destacadas, a reitora da UCP nomeou o Insure Hub, enquanto iniciativa que está a criar um ecossistema entre a academia e o setor empresarial que promove uma visão holística para negócios mais sustentáveis e, consequentemente, para uma sociedade melhor. Destacou, também, o novo doutoramento em Ecologia Integral da UCP – único em Portugal e no mundo – que interliga diferentes áreas do conhecimento, permitindo uma visão ampla e “o entendimento da nossa contemporaneidade”. A “função de uma universidade não é só formar profissionais, mas sim pessoas e cidadãos civicamente responsáveis.” explica Isabel Capeloa Gil.
O tema “Sustentabilidade e Inovação” foi abordado pelo presidente do Conselho de Administração da Corticeira Amorim, António Rios Amorim, que afirmou que na Corticeira “a sustentabilidade é horizontal em todas as áreas de negócio”. Durante a sua intervenção, falou da empresa enquanto motor de investigação & desenvolvimento num produto 100 por cento natural, como é a cortiça. Um material que hoje em dia está presente em indústrias como a aeroespacial, automóvel, construção e arquitetura, desporto, energia, design e vinhos, espumantes e espirituosas, entre muitas outras.
Um novo auditório que respira Sustentabilidade
A inauguração do novo auditório Corticeira Amorim no campus do Porto da UCP resulta de uma parceria estratégica entre Universidade Católica Portuguesa e a Corticeira Amorim.
Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, afirma que o nome do novo auditório “carrega consigo o prestígio e a liderança do setor da cortiça reconhecida mundialmente” e representa “uma parceria que muito nos orgulha”. “Este auditório é testemunho de uma relação sólida que se projeta para o futuro”, acrescenta. “A ligação à Corticeira reforça o nosso compromisso de alinhar a academia à prática empresarial” e o novo auditório, entre outras iniciativas que ligam as duas entidades, é “reflexo da convergência de valores que ambas as entidades partilham, nomeadamente o compromisso com um mundo sustentável.”
O evento, que decorreu a 9 de setembro, contou, também, com uma mesa redonda subordinada ao tema “Sustentabilidade, Inovação e Negócio”. Moderada por Célia Manaia, membro da comissão executiva do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, contou com a participação de Isabel Barros, administradora da Sonae MC, de João Pinto, diretor da Católica Porto Business School (CPBS), e de Manuela Pintado, diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF).
Questionado sobre as barreiras que existem à inovação sustentável, João Pinto, destaca três principais desafios: “o desafio das lideranças, o desafio do financiamento e o desafio da literacia em sustentabilidade.” O diretor da CPBS destaca também a inovação como “fundamental para o desenvolvimento sustentável”.
Manuela Pintado partilha que “a sustentabilidade faz sentido quando a olhamos como uma cadeia integrada. É fundamental essa integração.” Para a diretora do CBQF, “a inovação deve ser ética e inclusiva, para não se criarem mais desigualdades.”
Isabel Barros afirmou que “quando a sustentabilidade está no core do negócio, não há outra forma de a fazer bem sem a Inovação como alavanca”. “É o que nos permite transformar o negócio e encontrar soluções”, acrescenta. A administradora da Sonae MC destacou, também, que “no retalho, a preocupação em esclarecer o consumidor é grande e que há muito mais a fazer pela literacia em sustentabilidade dos consumidores”.
Um debate que espelha o compromisso da Universidade Católica Portuguesa com a Sustentabilidade e Inovação. Um compromisso que também se reflete nas parcerias firmadas, como é o caso da parceria com a Corticeira Amorim, em linha com a estratégia de sustentabilidade da universidade e também com uma política de proximidade e de fortalecimento da relação entre academia e empresas. “O Auditório Corticeira Amorim, assim denominado ao abrigo da parceria, foi totalmente remodelado em linha com a mais recente tecnologia que beneficia os alunos na sua experiência, tendo subjacente os valores da sustentabilidade que esta parceria também traduz”, referiu Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa.
O evento contou com cerca de 100 participantes convidados, entre eles muitas empresas parceiras da Universidade Católica Portuguesa.
Setembro é um mês repleto de encontros e reencontros na Escola das Artes da Católica, no Porto.
A primeira semana do mês ficou marcada pela chegada dos novos estudantes de licenciatura, que foram recebidos pela comunidade da Escola das Artes com grande entusiasmo e um programa de atividades de acolhimento que preencheu a agenda da semana.
Ao longo quatro dias, numa mistura de nervosismo e entusiasmo, os estudantes que iniciaram o seu percurso na EA percorreram os espaços, serviços e outros recursos que terão à sua disposição nos próximos anos, enquanto partilhavam experiências e faziam novas ligações com os futuros colegas.
Workshops, ice breaking games, apresentações das Tunas e uma visita a Serralves - estes são apenas alguns dos exemplos de atividades em que os novos alunos puderam participar.
Entre atividades pedagógicas, culturais e de convívio, no dia 5 de setembro decorreram também três sessões individuais de acolhimento e uma sessão geral, nas quais os estudantes conhecem os vários dos órgãos da Escola, entre os quais a Direção, os Coordenadores dos cursos, o Conselho Pedagógico, o Student Care e a Associação de Estudantes, assim como os órgãos da Universidade.
A Escola das Artes considera fundamental receber e integrar os novos estudantes, garantindo que, desde o primeiro dia, possam desfrutar de um ambiente acolhedor, inspirador e inclusivo.
A Escola das Artes deseja a todos e a todas um excelente ano académico!
No dia 5 de setembro, a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) abriu as suas portas aos novos estudantes da Licenciatura em Psicologia. Num ambiente de grande entusiasmo e expectativa, os novos alunos foram recebidos pela Diretora da Faculdade, Raquel Matos, por Diana Soares, membro do Conselho de Direção da FEP para a ‘Qualidade do Ensino’, e ainda por representantes da Associação de Estudantes.
A cerimónia de acolhimento, realizada na Universidade Católica, no Porto, marcou o início de uma nova etapa na vida destes jovens. Raquel Matos deu as boas-vindas aos novos alunos e apontou algumas das características que considera fundamentais nesta nova jornada: “flexibilidade, disponibilidade, responsabilidade e espírito crítico. E também desafios. Se os estudantes não nos desafiarem a fazer mais e melhor, nós não evoluímos”.
A diretora da FEP-UCP mencionou que este ano vai ser marcado pelas comemorações dos 20 anos da licenciatura, que serão coordenadas por António Fonseca, docente na FEP-UCP e responsável pela criação da licenciatura em 2004.
“Quero dar-vos as boas-vindas como vosso professor e como promotor/coordenador deste programa da comemoração dos 20 anos. Ao longo deste ano letivo, vamos assinalar esta data, sobretudo pensando naquilo que é e que poderá vir a ser a vossa geração de psicólogos em Portugal e no mundo”, afirmou.
Após esta intervenção, Diana Soares sublinhou a importância da intervenção dos estudantes na vida da faculdade: "A vossa colaboração é fundamental para o nosso sucesso. A forma como organizamos o ensino e os nossos projetos de investigação e de intervenção na comunidade tem como ponto de partida e de chegada a participação ativa dos nossos alunos. A vossa colaboração é fundamental para desenvolvermos experiências e atividades de aprendizagem que sejam impactantes e que vos/nos envolvam plenamente".
Na sessão, alunas do 2º ano e do 3º ano da licenciatura partilharam as suas experiências sobre a entrada no ensino superior, dando a conhecer os principais receios e desafios que encontraram.
Como habitualmente, a Associação de Estudantes da FEP-UCP fez-se representar neste importante momento, reforçando o papel da Associação como elo entre os estudantes e a Universidade: “Temos uma porta sempre aberta para prestar apoio. A Associação organiza iniciativas que ajudam a suavizar o processo de integração, como o programa de mentoria, que reduz o desconforto inicial, e diversos workshops que apresentam as diferentes áreas da psicologia. Além disso, promovemos jantares de convívio, que reforçam o espírito de comunidade e incentivam a criação de laços entre os estudantes".
O início de um novo capítulo
O evento de acolhimento foi mais do que uma cerimónia de boas-vindas. Foi um momento para os novos estudantes conhecerem a faculdade, os seus docentes e os seus colegas, e para se sentirem parte de uma comunidade acolhedora e inspiradora.
De 9 a 25 de setembro, os novos alunos terão ainda a oportunidade de participar em diferentes momentos de convívio e atividades de quebra-gelo com vários interlocutores da faculdade. O objetivo é promover o acolhimento e a integração de todos os alunos que iniciam agora uma jornada universitária desafiante e de olhos postos no futuro. Bom ano académico!
Dizem que este novo ano académico promete… Quem o diz são os novos estudantes de licenciatura que acabam de chegar ao campus da Universidade Católica no Porto. Muito entusiasmo e alegria. Muitos sonhos para concretizar e um futuro para construir.
Para o arranque do novo ano letivo 24/25, Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade, desafiou os novos estudantes para “a determinação, resiliência e compromisso em superar os próprios limites.” Durante a sessão de acolhimento aos novos estudantes de licenciatura, a pró-reitora partilhou, também, que “o diploma é o objetivo final, mas o verdadeiro tesouro está no percurso, na jornada em si, nas experiências vividas e nas relações construídas.”
Foi no Auditório Ilídio Pinho que todos os novos estudantes de licenciatura se reuniram para a habitual sessão de acolhimento, juntamente com muitos amigos e família. Um momento simbólico que marca o início da jornada universitária.
Durante o discurso proferido na sessão de acolhimento, Isabel Braga da Cruz lembrou que no ano passado a Católica no Porto registou 5.000 alunos inscritos só em cursos conferentes de grau. Se se considerarem outras formações e Pós-Graduações, o número de estudantes que no ano passado circulou pelo campus do Porto foi superior a 7.500. – “Temos uma dimensão com expressão, o que nos permite ter um campus dinâmico, de proximidade e fortemente acolhedor. Graças ao crescente prestígio internacional da Universidade, o número de alunos internacionais tem vindo a crescer, 15% dos nossos estudantes são internacionais e provenientes de 52 nacionalidades.”
“Abracem esta nova fase da vossa vida.”
Miguel Freitas, alumnus da Escola Superior de Biotecnologia e vice-presidente dos Scientific Affairs da Danone em Nova Iorque, partilhou com os novos estudantes de licenciatura a importância que a Universidade Católica teve no seu percurso profissional e pessoal: “Estou convencido que estudar na Católica foi, provavelmente, uma das melhores decisões da minha vida. Aqui aprendi a atenção ao detalhe, o trabalho em equipa e a resiliência.”
O alumnus da ESB encorajou os novos estudantes: “Abracem esta nova fase da vossa vida, o potencial de cada um é único.”
A interdisciplinaridade que marca
Isabel Braga da Cruz destacou, também, o caráter interdisciplinar do ensino da Católica. São exemplos disso “a dupla licenciatura em Direito e Gestão, oferecida há 9 anos pela Escola de Direito e pela Católica Porto Business School, e a nova licenciatura em Ciências e Sociedade, que envolve 6 faculdades da Universidade Católica e que é lançada este ano, pela Escola Superior de Biotecnologia, no ano em celebra os seus 40 anos!”
Também Miguel Freitas destacou a formação inovadora da Católica. “Era já na altura, em meados dos anos 90, uma Universidade com uma formação muito inovadora e distinta. A Católica abriu as portas para o meu futuro”, partilha.
O campus do Porto tem sido palco de muitos convívios, atividades e desafios. O acolhimento promovido pelas várias faculdades marca o arranque de um novo ano letivo. Como dizem por aí … 24/25 promete! Bom ano académico a todos os novos estudantes da Católica!
Esta terça-feira, dia 3 de setembro, abrimos as portas da Católica Porto Business School aos novos estudantes das licenciaturas de Gestão, Economia e da Dupla Licenciatura em Direito e Gestão para dar início à Empower Week 2024/25.
A abertura do novo ano letivo foi marcada pela receção aos caloiros com três dias de atividades focadas na integração, adaptação e progressão dos alunos. A atividade contou com a participação de cerca de 200 novos estudantes. No primeiro dia, os alunos foram recebidos e integrados em equipas, orientadas por estudantes de anos mais avançados, permitindo-lhes conhecer desde logo os colegas que os acompanharão nos próximos três anos e estabelecer contacto com alunos mais velhos que os poderão apoiar ao longo do percurso.
A primeira atividade, promovida pelo Career and Development Office, foi uma dinâmica de troca de informações que incentivou os alunos a conhecerem-se melhor. Seguiu-se um almoço nos jardins da Católica Porto Business School, marcado pela presença das associações de estudantes da faculdade - Católica Students’ Consulting, Católica Investment Club, a Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa no Porto, a Tuna da Universidade Católica Portuguesa no Porto, Católica Consulting Torwards Change, Mentoria CPBS, Associação de Estudantes da Católica Porto Business School (AECPBS) e o Grupo de Integração Académica.
Esta atividade, para além de fortalecer as relações iniciadas nas atividades anteriores, proporciona também uma oportunidade para que os alunos conheçam e se envolvam com os vários grupos académicos.
À tarde, os novos estudantes, guiados pelos colegas de anos seguintes, participaram num campus tour onde lhes foram apresentados os diferentes departamentos, espaços de estudo, áreas de lazer, salas de aula e outros locais, facilitando a sua integração. De seguida, tiveram uma sessão em sala com o tema "On the job", onde alguns alumni partilharam as suas experiências na Católica Porto Business School e no mercado de trabalho. O dia culminou com uma Sunset Party, proporcionando momentos de diversão e convívio, com a abertura de João Pinto, Diretor da Católica Porto Business School, Helena Correia, Diretora Adjunta para as Licenciaturas, e Bruno Duarte, Presidente da Associação de Estudantes da Católica Porto Business School.
No segundo dia, os alunos participaram numa atividade de peddy paper que se estendeu pela manhã e início da tarde, onde, em equipa, completaram vários desafios para somar pontos e vencer a competição. A tarde continuou com jogos de grupo nos jardins da escola, num ambiente descontraído e divertido, que favoreceu o desenvolvimento de novas relações.
No último dia, 5 de setembro, a tarde começou com uma atividade organizada pela Associação de Estudantes da CPBS, seguida pelas sessões de acolhimento aos novos estudantes da Dupla Licenciatura em Direito e Gestão, às 18h, e aos novos estudantes de Economia, Gestão e da Dupla Licenciatura, às 18h30. Neste sessão, João Pinto, Diretor da Católica Porto Business School, e Helena Correia, Diretora Adjunta para as Licenciaturas, realçaram as mais valias da escola e o compromisso permanente com a excelência no ensino e a aposta numa permanente visão inovadora, global e humanista, no conhecimento de elevada qualidade científica, na capacitação e desenvolvimento das caracteristicas de interação pessoal, na dinamização de experiências internacionais e na proximidade às organizações.
João Pinto reforcou ainda que “Os valores, a missão e a visão da Católica Porto Business School estão vertidos numa estratégia que tem três pilares fundamentais: por um lado, a inovação com impacto, a ideia de que queremos inovar e impactar positivamente a sociedade. O segundo eixo estratégico é o da mentalidade global, temos cada vez mais uma aposta de atrair alunos internacionais e dar-vos oportunidade de irem para fora do país terem experiências em parceiros, não só académicos, mas também empresas internacionais para vos dar essa bagagem e experiência internacional. E o terceiro eixo é a ligação à prática e às organizações”.
A sessão contou ainda com a presença de Constança Barbosa, da CASO - Católica Solidária. E os testemunhos das alunas Maria Joana Vieira, do 3º ano de Gestão, e Inês Rodrigues, do 5º ano da Dupla Licenciatura em Direito e Gestão, e de Pedro Leão Santos, alumnus da licenciatura e do mestrado em Gestão.
O dia encerrou com a sessão oficial de boas-vindas aos novos alunos das licenciaturas da Universidade Católica no Porto, com a presença de Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da universidade. O momento contou ainda com a entrega de prémios de bolsas de méritos aos novos alunos.
Com o início do novo ano letivo, é essencial que os novos estudantes da Universidade Católica no Porto peçam o Cartão de Estudante UCP/CGD. Este documento é fundamental para o acesso a serviços e vantagens dentro da Universidade Católica Portuguesa e também fora do campus
Como solicitar o Cartão?
Os estudantes podem solicitar o seu cartão nos stands da Caixa Geral de Depósitos que estarão no Átrio do Edifício Central nos dias 14, 15 e 16 de outubro (2ª-4ª), entre as 11h00 e as 18h00. A validade do cartão é de três anos e será renovado automaticamente enquanto for aluno da Católica.
Se solicitar o cartão com vertente bancária recebê-lo-á no momento.
Caso não seja essa a opção, o cartão deverá ser levantado na Papelaria cerca de 3 semanas após a requisição.
Quais as vantagens do Cartão?
O Cartão de Estudante UCP/CGD (com ou sem vertente bancária) é um documento de identificação como estudante da Católica e garante a identificação na Biblioteca, caso venha a estudar fora de horas no campus, o acesso ao parque de estacionamento (mediante aquisição de acesso, na Papelaria) e a utilização das impressoras da Universidade. Este cartão também permite o acesso a vários benefícios em cinemas, museus e outros. A vertente bancária do cartão UCP/CGD tem anuidade gratuita e muitas outras vantagens a permite acesso a descontos em parceiros.