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Consórcio INOV-NORTE reúne na Universidade Católica no Porto

A Assembleia que compõe o Consórcio INOV-NORTE - Centro de Excelência de Inovação Pedagógica na Região Norte, do qual a Universidade Católica Portuguesa (UCP) faz parte, reuniu no dia 23 de julho na UCP Porto, para assinalar a 2ª reunião plenária presencial deste Consórcio.

Nesta reunião presencial, participaram mais de 30 elementos que compõem o Consórcio, pertencentes a seis Instituições de Ensino Superior da Região Norte: a Universidade do Porto (que lidera o projeto), a Universidade Católica Portuguesa, o Politécnico do Porto, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Politécnico de Bragança e a Escola Superior de Enfermagem do Porto

A Pró-Reitora da Universidade Católica do Porto, Isabel Braga da Cruz, e a Vice-Reitora, Isabel Vasconcelos, abriram a sessão, dando as boas-vindas aos participantes, e realçando a importância do projeto INOV-NORTE, num contexto em que a inovação pedagógica tem vindo a assumir uma relevância cada vez mais significativa no ensino superior.

Diana Soares, coordenadora e fundadora do Católica Learning Innovation Lab (CLIL), o Laboratório de Inovação Pedagógica da UCP, que integra o Consórcio, e Maitê Gil, Especialista em Educação e Desenvolvimento Profissional Docente deste Laboratório, foram as representantes da UCP na reunião, onde se abordou o andamento do plano de trabalhos relacionado com a execução do projeto.

Este encontro surge na sequência da reunião de lançamento do projeto, que aconteceu no passado mês de maio, na Reitoria da Universidade do Porto. A próxima reunião plenária presencial, realizar-se-á daqui a três meses, no dia 29 de outubro, no Instituto Politécnico de Bragança.

Recorde-se que o INOV-NORTE visa impulsionar mudanças pedagógicas para um ensino de excelência, de acordo com tendências contemporâneas de referência a nível nacional e internacional.

O projeto é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), ao abrigo do Programa «Impulso Mais Digital» (Investimento RE-C06-i07), submedida Inovação e Modernização Pedagógica no Ensino Superior – Criação de centros de excelência de inovação pedagógica.

 

 

26-07-2024

Inovar em sala de aula: estudantes de Psicologia criam podcasts sobre teletrabalho e novas tecnologias

Os estudantes do 3º ano da licenciatura em Psicologia da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) utilizaram o formato podcastpara apresentarem os trabalhos finais da unidade curricular (UC) optativa “Desafios Contemporâneos do Trabalho e das Relações Laborais”. A iniciativa, existente nesta UC desde 2021, tem contribuído para promover várias competências nos estudantes.

A utilização do podcast como formato de apresentação de trabalhos surgiu da necessidade de inovar nas metodologias de ensino e de avaliação. “O formato tradicional de apresentação muitas vezes não permite que os alunos expressem a sua criatividade e capacidade de comunicação de forma plena”, assegura Filipa Sobral, responsável desta UC.

“Por essa razão, em conjunto com os estudantes, decidimos utilizar esta plataforma para explorar novas formas de comunicação e de envolvimento com os conteúdos abordados nesta unidade curricular”, adianta.

 

Estudantes mais envolvidos e motivados para a aprendizagem

A reação dos estudantes à proposta foi bastante positiva, tendo muitos demonstrado entusiasmo e curiosidade por trabalhar num formato diferente. Além do mais, a criação do podcast, que envolveu a preparação de um guião de entrevista a convidados, e a estruturação da apresentação da entrevista em áudio, permitiu que os alunos desenvolvessem não só competências tecnológicas e criativas, mas também competências como a capacidade de síntese, de comunicação oral e de trabalho em equipa.

Filipa Sobral considera que os trabalhos apresentados, muito focados no teletrabalho e nas novas tecnologias, corresponderam plenamente aos objetivos de aprendizagem definidos: “os podcasts permitiram uma análise crítica e aprofundada dos desafios contemporâneos do trabalho e das relações laborais, conforme esperado. Os alunos não só compreenderam os conceitos teóricos, como também foram capazes de aplicá-los em contextos práticos relevantes”.

A experiência nasceu no ano letivo 2021/2022 e será repetida no próximo ano. A docente não tem dúvidas: “os feedbacks positivos dos estudantes e a qualidade dos trabalhos apresentados indicam que o formato podcast é uma estratégia eficaz.”

 

Seis podcasts sobre temas atuais no mundo do trabalho

Neste ano letivo (2023/2024), nasceram na UC “Desafios Contemporâneos do Trabalho e das Relações Laborais” 6 podcasts que abordaram temas como o mundo do trabalho contingente e dos freelancers, a reconversão de carreiras, as vantagens e desvantagens do teletrabalho e do trabalho presencial, a flexibilidade laboral, e o impacto da pandemia no mundo do trabalho.

Os podcasts dos estudantes são listados abaixo:

 

26-07-2024

Católica Porto Business School e Vienna University of Economics and Business organizam 3ª Summer School sobre Negócios Sustentáveis

A Porto Sustainable Business Summer School é uma Summer School realizada em parceria entre a Católica Porto Business School e a WU - Wirtschafts Universität Wien (Vienna University of Economics and Business). A iniciativa entre as duas escolas, detentoras da tripla acreditação (EQUIS, AMBA e AACSB), pretende reunir todos os anos estudantes e docentes de ambas as instituições para fomentar o debate e a reflexão em torno de um programa inovador e desafiador sobre Negócios Sustentáveis.

Para a diretora adjunta para a Internacionalização na Católica Porto Business School, Alexandra Leitão, a ideia é expor os estudantes a outras realidades. “Com estas experiências internacionais, queremos proporcionar aos alunos diferentes perspetivas e formas de pensar, promover uma mentalidade global que vai ser muito importante na nossa economia globalizada”, sublinhou.

A terceira edição decorreu durante o mês de julho na Católica Porto Business School. Ao longo das três semanas, os 40 participantes puderam trabalhar temas como Economia Circular, Liderança ou Investimento de Impacto e Obrigações de Impacto Social, sempre com um foco na interligação entre a Sustentabilidade e várias temáticas que assumem um caráter crítico na atualidade, contando com palestras dadas por responsáveis de empresas como a Sogrape e a KPMG.

Associado ao trabalho em sala, a summer school teve no seu programa uma visita à BIORBIS Portugal, uma empresa do ramo da biotecnologia que tem desenvolvido projetos de investigação inovadores ligados à agricultura e alimentação, e uma MasterClass sobre “Disruptive Innovation Strategies & Exponential Organisations”, com Diego Soroa, chief transformational officer da Capital Certainty, e docente da IE Business School, como orador principal.

A Católica Porto Business School vai voltar a acolher, em julho de 2025, a próxima edição da Porto Sustainable Business Summer School, continuando, dessa forma, a parceria com a WU - Wirtschafts Universität Wien (Vienna University of Economics and Business), bem como o trabalho desenvolvido na área de Programas Internacionais, onde constam mais quatro summer schools ligadas ao Marketing e às Novas Tecnologias.

 

25-07-2024

Francisco Dias: “A melhor forma que tenho de materializar o que sinto é fazer um filme.”

Francisco Dias tem 25 anos e é natural do Porto. É licenciado em Som e Imagem e mestre em Cinema pela Escola das Artes. “Na Católica temos liberdade”, confessa. O seu premiado filme “I don’t like 5pm”, feito a partir de fotografias suas, tem uma importância grande no seu percurso. Depois deste, destaque para o “Litoral”, onde retrata uma realidade singular. Viveu na Noruega e em Paris e afirma que é importante “sair da zona de conforto”. Porquê o cinema? “Para mim, toda a arte acaba por girar à volta do cinema.”

 

De onde surge o interesse pelas Artes?

A minha mãe tirou o curso de Pintura e o meu pai de Arquitetura, por isso a cultura sempre esteve presente na minha vida. Levavam-me a museus, ao cinema…  Acho que fui cultivando este lado artístico ainda que de forma inconsciente.

 

Começou cedo a fazer curtas-metragens…

Com 12 anos. As férias de verão eram quase infinitas, tínhamos de nos entreter de alguma forma. Divertíamo-nos muito. Algures nessa idade também comecei a ver muito cinema. O gosto pela fotografia surge quando eu estava no ensino secundário. A fotografia também me levou ao cinema. Fui percebendo que para mim era muito intuitivo expressar-me através de imagens.

 

“O que pretendo é criar uma experiência para onde o espectador se sinta verdadeiramente transportado.”



“I don’t like 5pm” foi o seu projeto de fim de licenciatura.

O meu projeto final do curso foi muito importante para mim. “I don’t like 5pm” estreou no Curtas Vila do Conde e na competição Take One! acabou por ganhar o prémio principal. Este prémio deu-me muita força. O “I don’t like 5pm” é difícil de categorizar, está entre o experimental, o documentário e a ficção. É feito através de fotografias que tinha tirado no ano anterior, sem nunca ter o objetivo de fazer um filme com elas. Acaba por ser um processo muito orgânico em que o filme quase se constrói a si próprio. O filme é um percurso de descoberta do primeiro amor, que espelha as minhas próprias experiências. É o que tento fazer nos meus filmes – em vez de falar do que não me diz nada, tento falar daquilo que me é próximo. Não tanto através de palavras, porque eu sou mais uma pessoa que pensa através de imagens e de sons. Por isso, o filme acaba por ser praticamente sem diálogo.

 

Quando cria um filme o que é que mais quer que o espetador sinta?

O que pretendo é criar uma experiência para onde o espectador se sinta verdadeiramente transportado.

 

“Litoral” é o nome do seu filme de final de mestrado.

Venceu o Prémio PrimeirOlhar Cineclubes dos XXIV Encontros de Cinema de Viana e ficou em terceiro lugar no Sophia Estudante 2024, na categoria de Curta-Metragem de Mestrado e Doutoramento. É um filme que fala sobre uma problemática que toca a muita gente. Muitas pessoas que vivem na costa veem cada vez mais as praias a ficarem mais pequenas e o mar a ficar cada vez mais próximo. Há pessoas que se veem obrigadas a sair das suas casas. É uma realidade forte e singular. Neste filme já uso personagens. É uma ficção mais clássica. Para este filme trabalhei com uma equipa muito generosa, que se dedicou muito a este projeto.

 

Depois de licenciado em Som e Imagem, porquê continuar a sua formação no mestrado em Cinema?

Quis especializar-me. A licenciatura em Som e Imagem é muito abrangente e eu procurei alguma especialização. Quanto ao cinema, não tive dúvidas. Desde que entrei para a licenciatura que soube que era este o meu caminho. Procurei mais bases teóricas e procurei conhecer mais sobre a arte e a contemporaneidade. Também sentia que queria ter mais uma oportunidade para fazer um filme num contexto académico, onde podia experimentar à vontade, errar, demorar o tempo que fosse necessário. O que me interessava era mesmo aprender e fazer o melhor projeto possível.

 

“O mais importante é que a Escola das Artes nos desafia a encontrarmos a nossa singularidade enquanto artistas.”

 

Porquê a Católica?

Porque a Católica tem uma dimensão muito contemporânea, que me interessa muito. A Escola das Artes também tem uma dimensão histórica e cultural muito forte. Para além disto, na Católica temos liberdade.

 

O que é que destaca do ensino da Escola das Artes?

Destaco a diversidade de matérias. Como me licenciei em Som e Imagem tive a oportunidade de conhecer muitas outras áreas e isso enriqueceu muito o meu percurso. Ficamos a dominar uma linguagem comum. Mas o mais importante é que a Escola das Artes nos desafia a encontrarmos a nossa singularidade enquanto artistas. Na Católica, não somos incentivados a copiar ou a reproduzir o que os outros já fizeram. A Católica desafia-nos a encontrarmos o nosso olhar próprio. É isso que vai fazer de nós artistas únicos.

 

Cada um deve contar as suas próprias histórias?

Sim, temos de tentar contar as nossas histórias, aquilo que nos é próximo.

 

A sua inspiração são as suas histórias?

Sim, há qualquer coisa dentro de mim que é impossível de conter e é assim que nasce a vontade de contar as histórias. A melhor forma que tenho de materializar o que sinto é fazer um filme. O que me inspira é a minha própria vida, as minhas experiências e as de quem me rodeia. A relação dos nossos corpos com a arquitetura e com a paisagem também me inspira muito.

 

Depois do mestrado ruma a Paris…

Fui para Paris fazer um estágio na Luxbox, uma empresa de vendas internacionais, com presença nos principais festivais do mundo. Fui à procura de mergulhar na indústria do cinema. Quis perceber o que é que acontecia depois de um filme ser feito. Como é que é vendido? Como é que passa em vários países? Porque é que passa nuns e noutros não? Fui à procura de respostas para estas perguntas.

 

Gostou de viver fora de Portugal?

Sim, e também já tinha tido a experiência de Erasmus na Noruega. Quando saímos da nossa zona de conforto, acabamos por aprender muito mais.

 

Porque é que o cinema é especial?

Gosto muito de pintura, escultura, música e fotografia. A fotografia foi, aliás, a minha porta de entrada para o cinema. De repente, o cinema permite-me criar uma fotografia que tem movimento, som, música. O cinema é uma arte muito completa. Cada vez mais ao ir a museus, galerias, exposições e concertos, começo logo a juntar tudo na minha cabeça e a pensar em imagens em movimento. Para mim, toda a arte acaba por girar à volta do cinema.

 

Referências nacionais do cinema?

Cláudia Varejão e Marco Martins. São muito importantes porque orientaram o meu projeto final de licenciatura e o meu projeto final de mestrado, respetivamente. Para além disso, destaco o Sandro Aguilar, sobre quem tive a oportunidade de falar na minha tese. E também o Pedro Costa. Estou agora a fazer um ensaio audiovisual sobre o seu primeiro filme, “O Sangue”, com o professor Carlos Natálio. Estas quatro pessoas, pela relação que têm com o meu corpo de trabalho, são das minhas principais referências nacionais.

 

Vê muito cinema?

O mais possível. E sempre que posso tento ver em sala. Ver em sala é uma experiência única. Como estou do outro lado, sei que um realizador quando faz um filme está a fazê-lo para que seja visto em sala e por isso só vendo em sala é que se tem uma experiência completa. Os realizadores e as equipas pensam em fazer um filme para uma sala, ou seja, para que tenha a melhor imagem possível, o som com a maior qualidade possível e para ser uma experiência partilhada.

 

O cinema é uma experiência de ligação entre as pessoas?

Sim, é tão bom que a experiência seja partilhada. Vivemos num mundo cada vez mais individual e acho que isso se nota muito no facto de haver muitas pessoas que preferem ver filmes sozinhas em casa. É muito bonito quando as pessoas vão ao cinema e podem conversar e trocar impressões sobre um filme.

 

Um filme marcante?

“O Espelho”, de Tarkovsky. É um filme muito pessoal, se calhar é o mais pessoal da sua filmografia. E, de repente, ele teve de convencer todas as pessoas com quem trabalhava a fazer algo tão pessoal. Qual era a relação que elas iriam conseguir criar com o filme? Que relação é que o espectador iria conseguir criar com o filme? Ele resolveu todas estas questões muito bem e conseguiu criar uma obra que lhe é próxima e familiar e ao mesmo tempo é relevante para os espectadores. Consegue criar um filme que acaba por ir muito para além da vida dele e isso é extraordinário.

 

Mais uma vez as histórias… Tarkovsky trabalhou a partir das suas histórias…

Não foi à procura de histórias de outros, mas das suas. Tarkovsky procurava sempre a singularidade. É isto que eu valorizo num filme.

 

25-07-2024

International Negotiation and Mediation Summer Program junta cerca de 15 nacionalidades no Porto

A Escola do Porto da Faculdade de Direito, em parceria com o Instituto de Certificação e Formação de Mediadores Lusófonos (ICFML), acolheu a 3ª edição do International Negotiation and Mediation - Summer Program, que decorreu de 15 a 20 de julho, tanto no campus Porto como em formato online. O evento reuniu participantes de diversas partes do mundo, proporcionando uma experiência cultural e educacional enriquecedora.

Projetado para capacitar os participantes com conhecimentos e habilidades essenciais em Mediação e Negociação, o curso destacou-se pelo seu caráter internacional e pela qualidade da aprendizagem proporcionada por professores de todos os continentes, especialistas e referências internacionais nas suas áreas de atuação.

O programa teve a participação presencial de vários professores. A abertura foi conduzida pelo advogado e professor suíço Jeremy Lack. No segundo dia, tivemos a participação de Catherine Davidson, da Austrália, e de Franco Gevaerd, Gustavo Milaré e Marina Gouveia, do Brasil. O programa continuou com a participação presencial Ellen Waldman, dos Estados Unidos, e encerrou com uma palestra do professor Hal Abramson, da Touro Law University, também dos Estados Unidos.

Contou também com a participação de Dorcas Quek Andersen e Eunice Chua, de Singapura, de Jonathan Rodrigues, da India, Daniel Rainey, dos Estados Unidos, Jinzhe Tan, do Canada e Mariana Freitas de Souza, Marília Teles, Sandra Bayer, Juliana Loss, Mônica de Salles Lima, Gabriel Ribeiro e Marcelo Perlman, do Brasil. De Portugal participaram académicos como Cátia Marques Cebola e Carlos Vieira, e advogados como Miguel Pereira da Silva, Bárbara Sousa Bastos, António Júdice e Renata Valenti, entre outros.

Durante uma semana intensa, os participantes tiveram acesso a uma variedade de sessões interativas que permitiram aprofundar as tendências e práticas atuais da Mediação e Negociação, através de temas como “Multi-door Dispute Resolution”, “Online Dispute Resolution” e a “IA & Mediation”. Os workshops “Insolvency Mediation”, “Negotiation” e “Mediation Advocacy”, permitiram aos estudantes aplicar conceitos teóricos em situações práticas.

O curso de verão também incluiu eventos sociais, como a visita ao Palácio da Bolsa, com uma conferência na Câmara de Comércio do Porto e o jantar gastrodiplomático de Azeredo Lopes, coordenador do International Studies Pogramme da Faculdade de Direito, que demonstrou através da francesinha a importância da gastronomia no contexto da diplomacia global.

“Programas como estes são cruciais para a criação de uma rede global de profissionais qualificados e comprometidos com a resolução pacífica de conflitos", afirmou Ana Maria Maia Gonçalves, coordenadora do Programa, fundadora do ICFML e Mediadora Certificada pelo IMI, ADRg e ICFML.

A terceira edição deste programa consolida e reforça o compromisso da Escola do Porto da Faculdade de Direito e do ICFML em promover a excelência na formação de profissionais nas áreas de Mediação e Negociação.

 

 

23-07-2024

Seminário Final da 14ª Edição da Pós-Graduação em Gestão da Qualidade em Saúde

No dia 18 de julho de 2024 decorreu na Universidade Católica Portuguesa (UCP), no Porto, o Seminário Final da 14ª edição da Pós-Graduação em Gestão da Qualidade em Saúde, subordinado ao tema “Sistema de Gestão da Qualidade na Saúde: visão integrativa da certificação e da legalidade”.

O evento contou com a presença de estudantes, profissionais de diversas áreas da saúde e representantes de entidade certificadora e parceira, APCER, destacando a importância da qualidade e da legalidade no setor.

A sessão de abertura contou com a presença de Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da UCP, e João Neves Amado, Prof. Auxiliar na Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem (FCSE) e coordenador da Pós Graduação. Destacaram a relevância deste programa na formação de profissionais capacitando-os não só academicamente, mas também na componente profissional relativamente aos desafios profissionais da gestão da qualidade em saúde.

A temática do seminário deu origem à mesa-redonda que contou com a participação de Sofia Nunes, da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem (FCSE), e Lurdes Pereira, auditora na Associação Portuguesa de Certificação (APCER). Durante o debate, moderado por Mariana Carrilho (APCER) e Carolina Monteiro (FCSE), foram abordados aspetos cruciais para a implementação de sistemas de gestão da qualidade eficazes, destacando a importância da interligação entre processos de certificação e o cumprimento de requisitos legais no setor da saúde.

Como tem sido habitual no seminário do final deste curso, foram entregues de certificados de conclusão aos estudantes da 14ª Edição da Pós-Graduação em Gestão da Qualidade em Saúde, tendo a coordenação, João Amado e Mariana Carrilho, enfatizado a importância deste feito de cada um dos participantes, valorizando o empenho e dedicação ao longo do curso.

Foi ainda formalizada a abertura da 15ª Edição desta mesma Pós-Graduação (ano letivo 2024/2025).

Este seminário não é apenas um momento de reconhecimento dos esforços dos estudantes ao longo do curso, mas também um reforço do compromisso com a excelência na educação e promoção da qualidade em saúde no presente ano, com enfoque nos aspetos da certificação e da conformidade legal como pilares fundamentais para garantir a qualidade dos serviços prestados pelas instituições de saúde, bem como o aumento da confiança dos utentes.

 

23-07-2024

Curtas 2024: Alumnus da EA vence grande prémio da Competição Internacional e é candidato ao European Film Awards

Mário Macedo, alumnus da Escola das Artes, vence o Grande Prémio DCN Beers, no valor de dois mil euros, e é o novo Candidato ao European Film Awards, ambos inseridos na Competição Internacional da 32ª edição do Festival Internacional de Cinema Curtas Vila do Conde

Segundo o júri da competição, That's how I love you é uma curta-metragem que não deixou dúvidas. O filme, realizado entre Portugal e Croácia, é uma co-produção com a Olhar de Ulisses que é uma produtora fundada pelos realizadores André Guiomar e Luís Costa, alumni da EA.

Para mais informação sobre o filme, visitar a página da produtora.

 

23-07-2024

Universidade Católica integra novo Centro de Excelência de Inovação Pedagógica na Região Norte


O INOV-NORTE – Centro de Excelência de Inovação Pedagógica na Região Norte vai procurar estimular experiências de inovação e modernização pedagógica em seis instituições de ensino superior da região, incluindo na Universidade Católica Portuguesa (UCP). A reunião de lançamento do projeto decorreu, no passado mês de maio, na Reitoria da Universidade do Porto.

Impulsionar mudanças pedagógicas para um ensino de excelência, de acordo com tendências contemporâneas de referência a nível nacional e internacional. É com esse propósito que acaba de nascer o INOV-NORTE – Centro de Excelência de Inovação Pedagógica na Região Norte, resultante da iniciativa de um novo consórcio com a participação de várias Instituições de Ensino Superior da região: a Universidade do Porto (que lidera o projeto), a Universidade Católica Portuguesa, o Politécnico do Porto, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, o Instituto Politécnico de Bragança e a Escola Superior de Enfermagem do Porto.

Sob o mote “Des(Construir) a Academia, Co-construir o Conhecimento”, este novo consórcio assume como missão estimular as experiências de inovação e modernização pedagógica no contexto da educação e formação e promover a descentralização destas iniciativas no ensino superior, potenciando sinergias entre os subsistemas universitário e politécnico, o centro urbano litoral e as regiões do interior.

Na prática, as seis instituições participantes — que mobilizam uma comunidade académica com mais de 91 mil estudantes — comprometem-se a implementar, durante os próximos dois anos, “uma estratégia participada e representativa de cooperação interinstitucional, englobando a observação e partilha de práticas pedagógicas e a criação de escala em ações orientadas para a inovação curricular e a transformação pedagógica”.

Este ambicioso projeto contempla ainda o investimento na modernização de equipamentos e infraestruturas para instalação de laboratórios de apoio ao ensino e aprendizagem, a pilotagem de projetos disruptivos facilitadores da inovação curricular e transformação pedagógica e a dinamização de novas ações de capacitação e desenvolvimento pedagógico no ensino superior.

Todas estas atividades deverão “promover a circulação de docentes, estudantes e pessoal técnico das instituições parceiras” e, desta forma, “contribuir para a consolidação de uma rede colaborativa para a transformação e melhoria dos processos de ensino e aprendizagem”, reforçando o papel da colaboração interdisciplinar, da personalização da aprendizagem e da exploração de tecnologias emergentes.

Estamos muito entusiasmados com a integração do Laboratório de Inovação Pedagógica da Universidade Católica no Consórcio INOV-NORTE. Em parceria com outras universidades e politécnicos, procuraremos impulsionar mudanças pedagógicas alinhadas com as principais tendências nacionais e internacionais. Estamos confiantes de que o Consórcio será um sucesso e que contribuirá para a consolidação da Região Norte como um pólo de excelência nas áreas do ensino e aprendizagem”, refere Diana Soares, fundadora e coordenadora do Católica Learning Innovation Lab (CLIL), o Laboratório de Inovação Pedagógica da Universidade Católica Portuguesa, que integra o Consórcio.

A execução dos programas propostos no âmbito do INOV-NORTE deverá atingir diretamente cerca de 4.550 estudantes e, pelo menos, 1.000 docentes das seis instituições parceiras. Além disso, espera-se alcançar um impacto de ampla escala com a incorporação de experiências de ensino e aprendizagem inovadoras em todas as comunidades académicas envolvidas.

Programa financiado pelo PRR

O INOV-NORTE partiu do repto lançado pelo novo Impulso Mais Digital, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da República Portuguesa.

Desenhado por responsáveis de Inovação Educativa das seis instituições parceiras e submetido à avaliação por um júri constituído por peritos nacionais e internacionais, o projeto foi aprovado com majoração de mérito, atingindo o montante máximo de financiamento elegível (3,75 milhões de euros), a executar até junho de 2026.

Este financiamento do PRR contribuirá ainda para a integração deste Centro de Excelência no futuro Conselho de Inovação Pedagógica de Ensino Superior, enquanto entidade permanente de promoção da inovação pedagógica e da formação pedagógica para docentes de ensino superior, com o apoio da Direção-Geral de Ensino Superior.

Para esta participação, o Consórcio INOV-NORTE receberá um valor adicional de 92.857,14 euros, perfazendo um total contratualizado de 3.842.857,14 euros.

 

22-07-2024

Estudante da Católica conquista medalha de bronze no Taekwondo nos Jogos Europeus Universitários

Carolina Costa, estudante da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa (UCP) conquistou, este domingo, a medalha de bronze na modalidade de Taekondo, nos Jogos Europeus Universitários.

Os Jogos Europeus Universitários decorrem na Hungria. Em Miskolc, a estudante de Enfermagem garantiu a medalha de bronze na meia-final da competição, no dia 21 de julho.

Carolina Costa partilhou que “é sempre um prazer e um privilégio representar a Universidade Católica Portuguesa nestes certames. É com muito agrado que participo para que o nome da UCP seja engrandecido pela Europa. Queria agradecer novamente à Católica por me ajudar a cumprir os meus sonhos”.

A estudante também deixou uma mensagem para a comunidade académica: “Uma mensagem que posso deixar à comunidade académica é, sem dúvida, para não desistem dos vossos sonhos e objetivos.”

Este feito não é o primeiro destaque na carreira de desporto da estudante. Já em fevereiro deste ano, a aluna sagrou-se campeã universitária na modalidade de Taekwondo, nos Campeonatos Nacionais Universitários de Taekwondo. Em 2023, Carolina Costa conquistou o título de vice-campeã no Campeonato Europeu Universitário, que decorreu em Zagreb, na Croácia.

Muitos parabéns, Carolina!

 

22-07-2024

Estudantes da Escola Superior de Biotecnologia distinguem-se no Programa de Mentoria Comendador Arménio Miranda

Terminou mais uma edição do Programa de Mentoria Comendador Arménio Miranda, com a sessão de apresentação de projetos de inovação em produtos alimentares desenvolvidos por estudantes do Mestrado em Engenharia Alimentar da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.

Este Programa tem como objetivo motivar e desafiar os estudantes dos Mestrados e Pós-graduações da Escola Superior de Biotecnologia a identificar e aplicar as mais recentes tendências alimentares, alinhadas com as exigências de saúde e bem-estar, num contexto ambiental cada vez mais crítico. Os participantes foram desafiados a desenvolver um novo produto ou protótipo na área agroalimentar, tendo em conta prioridades como a reconversão e regeneração do ambiente, a inovação e consolidação das novas tendências alimentares no contexto da economia circular, e a aproximação da agroindústria à universidade.

Um dos grupos em destaque foi constituído por Inês Morgado, Beatriz Coelho e Ana Inês Santos, com o projeto "CremaFlor". O CremaFlor consiste numa gama de três produtos que se enquadram na categoria de puré de legumes. O produto principal é um creme de couve-flor, com variações que combinam a couve-flor com brócolos e abóbora. Com apenas quatro a cinco ingredientes - legumes, água de cozimento da couve-flor, gotas de limão e sal - o CremaFlor pode ser utilizado de diversas formas. Desde substituir produtos como natas e bechamel, muito utilizados em receitas tradicionais, por uma alternativa mais saudável e nutritiva, até servir como acompanhamento, substituindo o puré de batata ou complementando outros hidratos. É uma ótima forma de ajudar adultos e crianças a introduzir legumes nas suas refeições. Este produto é rico em fibras e vitaminas, com baixo teor calórico, e apresenta nutriscore A.

Outro projeto de destaque foi o "Trinca Espinhas", desenvolvido por Daniela Maia, Gabriel Campos, Gabriela Pires e Raquel Lage. Idealizada por duas nutricionistas, uma bióloga aquática e um bioengenheiro, a Trinca Espinhas é uma cracker inovadora feita à base de farinha de espinha de peixe, com um toque distinto de alecrim. Este snack foi desenvolvido com o objetivo de promover a sustentabilidade no setor agroalimentar, utilizando subprodutos da pesca, contribuindo para a redução do desperdício e valorização dos recursos marinhos. Além de saborosa, a Trinca Espinhas é uma fonte de proteína, cálcio e fósforo, oferecendo uma opção nutritiva para consumidores que procuram alternativas alimentares sustentáveis e conscientes.

Um agradecimento especial ao senhor Comendador Arménio Miranda pela sua presença e valiosa contribuição, bem como a todo o júri. Muitos parabéns a todos os grupos de trabalho envolvidos pelo empenho e criatividade demonstrados. Estas distinções evidenciam o talento, a inovação e o espírito empreendedor dos nossos estudantes, reforçando o compromisso da Escola Superior de Biotecnologia em promover a excelência académica e a sustentabilidade.

19-07-2024

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