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Pesquisas Internas

  • Artigo de opinião de Elisabete Pinto, docente da Escola Superior de Biotecnologia.

    Será que em Portugal estamos a proporcionar uma alimentação adequada às nossas crianças? Alguns indicadores disponíveis não nos deixam muito confortáveis.

    Anualmente, a 1 de junho celebra-se o Dia da Criança. Neste dia somos desafiados a relembrar que todas as crianças, independentemente da etnia, cor, religião, origem social, país de origem... Todas têm direito a afeto, amor e compreensão, alimentação adequada, cuidados médicos, educação gratuita, proteção contra todas as formas de exploração e a crescer num clima de paz e fraternidade.

    Será que em Portugal estamos a proporcionar uma alimentação adequada às nossas crianças? Alguns indicadores disponíveis não nos deixam muito confortáveis. Em 2022, 31,9% das crianças com 6 a 8 anos tinham excesso de peso ou obesidade, correspondendo a mais 2% do que tinha sido observado em 2019. Felizmente, o mesmo estudo mostrou um aumento de 8% e de 12% na proporção de crianças que comiam diariamente fruta e produtos hortícolas, respetivamente.

  • Artigo de opinião de Sofia Almeida Pereira, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina.

    A lista de desafios ambientais que o planeta enfrenta é vasto e multifacetado colocando em perigo o bem-estar das gerações presentes e futuras. Esta quarta-feira assinala-se o Dia Mundial do Ambiente.

    O Dia Mundial do Ambiente celebra-se anualmente a 5 de junho e deve funcionar como um lembrete à responsabilidade coletiva de preservar e proteger a saúde do nosso planeta. É um momento para refletirmos sobre o impacto das atividades humanas nos recursos naturais do planeta e para promovermos iniciativas em prol de práticas amigas do meio ambiente.

    Nas últimas décadas, a escala de degradação dos ecossistemas tem aumentado a taxas alarmantes a nível global. Entre as principais causas da deterioração encontram-se a rápida industrialização, as práticas agrícolas não sustentáveis e a urbanização descontrolada. Estes fatores têm contribuído de forma significativa para a diminuição da qualidade do ar, o aumento da poluição dos cursos de água e a degradação dos solos. A sua manifestação resulta na perda de habitats e extinção de espécies, reduzindo drasticamente a biodiversidade dos ecossistemas.

  • Entrevista a Luís Marques, diretor do MBA Executivo da Católica Porto Business School.

    Diretor do MBA Executivo da Católica Porto Business School, Luís Marques, avisa que qualidade dos gestores nacionais ainda tem muito a melhorar, especialmente quanto aos recursos humanos.

    Luís Marques confessa-se um otimista. Numa altura em que tanto se fala na saída de jovens qualificados do país, o professor universitário e diretor do MBA executivo da Católica Porto Business School prevê que esse talento regressará a Portugal no prazo de dez anos para criar projetos, que irão gerar muito valor à economia nacional.

    Em entrevista ao ECO, Luís Marques reconhece, ainda assim, que os gestores nacionais têm ainda muito caminho a fazer, especialmente na área da gestão dos recursos humanos, deixando o aviso de que, sem salário, o líder até pode ser o melhor do mundo, mas a retenção de talento não acontece.

    Quanto à formação, o professor reconhece que em Portugal não existe um efeito acelerador do salário ligado ao MBA semelhante ao verificado nos Estados Unidos. Em média, quando se sai destes programas, o salário melhora em 20%, avança o diretor do MBA que está a comemorar agora 20 anos.

  • Artigo de Opinião de Manuela Pintado, Docente da Escola Superior de Biotecnologia.

    A valorização dos recursos marinhos através da biotecnologia é crucial para promover a sustentabilidade e dar resposta à crescente procura global por moléculas de elevado valor, a partir de recursos marinhos não valorizados ou subprodutos provenientes do mar. Esta mudança de paradigma, na forma como encaramos os recursos oceânicos, é impulsionada pela procura por soluções inovadoras que não só utilizem de forma mais eficiente os recursos disponíveis, mas também minimizem o impacto ambiental associado à exploração dos oceanos.

    A bioprospeção marinha consiste na procura sistemática e orientada de material biológico nos oceanos para identificar novos e potenciais produtos bioativos, microrganismos ou genes com aplicação biotecnológica. Esta atividade de investigação e desenvolvimento, em rápida expansão, é motivada não só pelo potencial comercial dessas descobertas, mas também pela crescente necessidade de encontrar alternativas sustentáveis para satisfazer as exigências da sociedade moderna.

  • A tendência do último ano de degradação da conjuntura da indústria portuguesa de calçado estará a inverter-se, segundo o inquérito setorial do primeiro trimestre, cujas respostas melhoraram face ao período anterior e as previsões são positivas.

    “As respostas ao Inquérito Trimestral de Conjuntura da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS) relativas ao primeiro trimestre de 2024 dão indícios de inversão da tendência de degradação da conjuntura da indústria portuguesa de calçado observada no último ano”, informou hoje a associação setorial.

    “De uma maneira geral, as respostas foram melhores do que no trimestre anterior e as previsões para o próximo trimestre apontam já para uma evolução positiva da situação”, acrescenta.

    De acordo com Boletim Trimestral de Conjuntura da APICCAPS, elaborado pela Universidade Católica do Porto, “no primeiro trimestre do ano, a produção e as encomendas tiveram ainda uma evolução desfavorável, mas menos acentuada do que nos trimestres anteriores”.

  • Para Paula Teixeira, "os alimentos nunca foram tão seguros como hoje", e aponta práticas como a lavagem de carne de frango ou arrefecimento da sopa em temperatura ambiente como eventuais perigos.

    Lavar muito a carne de frango para tirar as hormonas ou deixar a sopa arrefecer a temperatura ambiente para não azedar são mitos que podem causar doenças, alertou esta quinta-feira uma investigadora da Universidade Católica Portuguesa do Porto.

    Em entrevista à agência Lusa a propósito do Dia Mundial da Segurança Alimentar, que se assinala sexta-feira, Paula Teixeira, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, falou da importância de lavar, separar, cozinhar e refrigerar adequadamente os alimentos para evitar contaminações alimentares na cozinha.

    “Os alimentos nunca foram tão seguros como hoje, nunca houve um controlo como há hoje, mas há sempre espaço para melhorar, há novos desafios e muitos mitos para desmistificar”, afirmou a também docente da Escola Superior de Biotecnologia.

  • Entrevista a Vânia Sousa Lima, docente da Faculdade de Educação e Psicologia.

    Fomos procurar histórias de sanjoanenses que perderam filhos e que, ao fim de décadas, assumem que a ferida continua por sarar.

    O assunto da morte de um filho é incómodo, tanto para quem entrevista, como para quem está à nossa frente. Há pausas forçadas nas respostas. Lágrimas. Faltam as palavras e até as perguntas. É um reviver de histórias que, apesar do tempo, parece não se encontrar respostas nos livros ou mesmo junto de especialistas. São pais e mães que perderam os filhos de diferentes formas. Nem todos aceitaram falar do assunto. Outros pedem reserva de identidade e nenhum permitiu ser fotografado. Justificam que o tempo passa, mas a dor “mantém-se e nunca sarou. Uma ferida aberta e muito sofredora”. Fábio Xavier morreu vítima de afogamento, a 13 de março de 1996, quando frequentava uma aula de natação nas Piscinas Municipais de S. João da Madeira. Vinte e sete anos após a morte da criança, Alice Ferreira, agora com 56 anos, jamais imaginou que, há mais de duas décadas, viria a perder o seu primeiro filho (com 4 anos), numa aula de natação, e que aquele beijo da manhã seria o último. “É uma dor e uma ausência que não se explica, que nunca terá nome. Não há palavras para se descrever um sentimento tão dolorosa e cruel que nos mata a cada dia”.

  • Magda Ferro, International education manager no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.

    Com a campanha eleitoral para as eleições para o Parlamento Europeu, em Portugal os debates entre os cabeças de lista a estas eleições, têm-se centrado essencialmente nos temas relacionados com as regras orçamentais, do risco de extremismos no Parlamento Europeu, do apoio militar à Ucrânia, imigração e política fiscal europeia.

    Estes temas que refletem as atuais preocupações e prioridades dos cidadãos em Portugal, não esgotam o âmbito de atuação da política europeia, nem esgotam as decisões a tomar em termos de orçamento europeu.

  • Artigo de Opinião por Armando Almeida, Coordenador do Curso de Licenciatura em Enfermagem da Escola de Enfermagem.

    Essa é a nossa finalidade... Formar Enfermeiros competentes seja para trabalhar em Marte, em Portugal ou noutra qualquer parte do mundo...

    A escola é verdadeiramente o mundo dos sonhos! Quando andava no ensino secundário um professor fez-me sonhar… Evoluir do miúdo que achava que queria vir a ser arquiteto para alguém que se iria perder no mundo da ciência, fosse num laboratório ou numa selva qualquer de um país longínquo… O destino parecia traçado e quando fui fazer as escolhas para entrar na Universidade escolhi apenas a minha primeira e única opção! Era um ser confiante e decidido! Nas restantes opções (obrigatórias para que me aceitassem a candidatura) pedi aos meus colegas que me ditassem os códigos com que tinham preenchido as suas folhas…

    Semanas depois, confiante, fui consultar os resultados expostos nas vitrines da Faculdade de Economia do Porto e… Segunda opção! ENTREI EM ENFERMAGEM!!! E eu que nunca senti afeto pela área da saúde…

    Os primeiros tempos foram difíceis… Falavam em cuidar de pessoas; em teorias que revolucionaram a prática dos enfermeiros; treinava com bonecos em salas de simulação, mas nada daquilo me seduzia… até que um dia tudo mudou.

  • No passado mês de abril, a Universidade Católica Portuguesa deu a conhecer o mais recente curso da Escola Superior de Biotecnologia - Licenciatura em Ciências e Sociedade. O JUP falou com a diretora, Paula Castro, para saber mais sobre esta nova oferta formativa.
    Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional do Porto dispõe de uma vasta oferta formativa, tendo o seu campus oito faculdades, uma das quais a Escola Superior de Biotecnologia (ESB). A ESB oferece quatro licenciaturascinco mestradosdois doutoramentosdez pós-graduações e ainda formação avançada, além de um centro de investigação.

    A quarta e mais recente licenciatura da ESB, intitulada de Ciências e Sociedade, foi apresentada em abril do presente ano, por via das redes sociais da instituição.  Para conhecer mais sobre esta nova licenciatura, estivemos à conversa com a diretora da ESBPaula Castro.

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