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Pesquisas Internas

  • Artigo de opinião por José Matias Alves, docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica no Porto.

    Precisamos da humildade de reconhecer a centralidade das escolas e dos professores. Precisamos de tecer o mínimo denominador comum que permita a pacificação.

    Tecer a confiança com as escolas e os professores (notas para um programa).

    A confiança é a pedra angular do sistema educativo e de cada escola. Porque sem confiança não há procura social, não há expetativa positiva, não há relação, não há envolvimento, não há compromisso, não há comunhão de horizontes, não há trabalho colaborativo, não há projeto comum.

  • Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa, foi uma das convidadas do programa "É Ou não é?" da RTP 1, no dia 11 de julho de 2023.

  • Artigo de opinião por Marisa Tavares, docente da Católica Porto Business School.

    Na divulgação do ranking das escolas deste ano, apesar do fait-diver mediático sobre quem sobe e quem desce no ranking, não há nada de novo. Nas primeiras 50 escolas apenas 5 são escolas públicas. Esta aparente desvantagem da escola pública no ranking é amplamente discutida. Discute-se o diferente contexto que as diferentes escolas enfrentam, implicando que estejamos a comparar incomparáveis. Discutem-se os indicadores que são usados nesta avaliação do mérito das escolas e a forma como esses indicadores estão fortemente correlacionados com o estatuto económico e social dos alunos. Discute-se o papel que a educação devia ter na promoção da igualdade de oportunidades e não na perpetuação de desigualdades. Nesta reflexão eu gostaria de abordar uma outra perspetiva, que também não é visível nestes rankings, e que se prende com o papel da escola na promoção da saúde mental e emocional das crianças e jovens.

  • Artigo de opinião de Arménio Rego, docente da Católica Porto Business School.

    A diversidade, há muito ingressada na agenda política, tem vindo a assumir papel significativo nas narrativas da gestão das organizações. Sublinho narrativas, porque as práticas nem sempre alinham com o discurso. Frequentemente, o objetivo é mais reputacional do que substantivo. Algumas organizações entram na onda, mas as práticas não são condizentes com a narrativa. Outras cavalgam, para fins publicitários, a causa da moda – despendendo tantos ou mais recursos a propagandear o apoio à causa do que a suportar a causa propriamente dita. Há, felizmente, extraordinários exemplos, e é em sua defesa que, paradoxalmente, teço cinco comentários críticos ao tema.

    1. Algumas dimensões da diversidade são mais populares do que outras. Em muitos setores, a diversidade de género, a de orientação sexual e a racial são alvo de maior atenção do que a diversidade etária, de origem socioeconómica, ou de formação académica. Todavia, num mundo que respeita verdadeiramente a diferença, os pobres não são excluídos, os velhos (e os novos) não são discriminados, e as organizações não são preconceituosas perante candidatos provindos das humanidades ou das artes

  • Artigo de opinião de Arménio Rego, docente da Católica Porto Business School. Para quem exerce funções de liderança, o tempo é um recurso importante e escasso. Tão escasso que algumas lideranças não têm "vida própria". Tão importante que as organizações instituem mecanismos de uso eficiente desse tempo.

  • Artigo de opinião de Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia.

    “Hoje é Dia Mundial das Competências dos Jovens, uma efeméride criada em 2014 pelas Nações Unidas (ONU) para evidenciar a necessidade de capacitar os jovens e maximizar as suas perspetivas do ingresso na vida ativa. Este repto toma formas muito diferentes consoante a geografia — as condições na União Europeia estão talvez nos antípodas do que se encontra no Sul Global e portanto muitas das necessidades e expectativas irão necessariamente divergir. Haverá algum núcleo transversal de princípios e medidas comuns para informar o trabalho nessas múltiplas realidades para o qual as universidades possam contribuir?(…)”

  • Artigo de opinião por Inês Espinhaço Gomes, Docente da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.

    As tumultuosas derrotas e vitórias de Caster Semenya ficam na história do atletismo e dos direitos humanos das pessoas intersexo. Docente da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.

  • Magda Ferro, coordenadora do International Office da Universidade Católica no Porto, foi entrevistada para a Radiotelevisão de Macau sobre questões de internacionalização, no âmbito da visita a Macau a convite da Associação de Universidades Ásia-Pacifico.

    Assista à entrevista no minuto 10’30’’.

  • Pedro Rodrigues Ribeiro, investigador do Human Neurobehavioral Laboratory da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, Porto. Nem sempre se pode pedir ao consumidor que faça escolhas na prateleira do supermercado ou na loja de pronto a vestir com base apenas na consciência do impacto ambiental daquele produto.

    No centro do muito discutido desenvolvimento sustentável está uma figura que raramente protagoniza esses debates: o consumidor. Ao exercer a sua atividade de consumo e o seu direito de escolha, ele consegue ter grande influência no rumo das economias. Mas, nem sempre se pode pedir ao consumidor que faça escolhas na prateleira do supermercado ou na loja de pronto a vestir com base apenas na consciência do impacto ambiental daquele produto. Especialmente em alturas de maior dificuldade económica, essa opção torna-se, com frequência, inviável.

    Consumismo ético na base do desenvolvimento sustentável

    No entanto, o ato da compra está longe de esgotar o arsenal de comportamentos de consumo ético, que incluem, por exemplo, reparar, reutilizar ou praticar o upcyclin (transformar artigos que já não são úteis para criar valor) antes de pensar em reciclar ou, ainda pior, descartá-los em vez de tentar estender o seu ciclo de vida.

  • Artigo de opinião por Arménio Rego, docente da Católica Porto Business School.

    As pessoas sentem-se mais energizadas quando o ambiente de trabalho é vivaz e amistoso . Ou quando realizam trabalho que contribui para um bem maior – resolver problemas importantes dos clientes, ajudar cidadãos, desenvolver a comunidade em que a empresa opera, ou salvar vidas. Trabalhar com um propósito nobre é tão motivador que algumas pessoas reconfiguram cognitivamente a sua função. Por exemplo, alguns funcionários de limpeza dos hospitais encaram o seu trabalho como forma de ajudar os familiares dos pacientes. Ou o polícia de um bairro problemático interioriza que, com o seu trabalho, pode salvar adolescentes de uma vida de crime e contribuir para o seu crescimento com adultos responsáveis.

    Algumas empresas procuram estimular o empenhamento dos empregados através da ativação desta motivação com propósito. Algumas fazem-no de modo genuíno. Outras procuram obter das pessoas mais empenhamento no trabalho – com o intuito de obter “mais leite de vacas contentes”. Há ainda outras empresas que, embora com boas intenções, se socorrem destas práticas para estimular a motivação sem aumentar custos salariais. Todavia, quando se sentem manipuladas, as pessoas remetem-se a uma posição defensiva e podem retaliar. Este sentimento explica porque muitos trabalhadores essenciais levantaram cartazes, durante a pandemia, com a expressão “não comemos aplausos”.

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