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Pesquisas Internas


  • O Centro de Enfermagem da Católica (CEC) no Porto, perante o contexto atual de pandemia por COVID19, concebeu o projeto de intervenção Health Calls Back (HCB), já em implementação.

    O HCB, em funcionamento desde dia 10 de Abril de 2020, visa apoiar de forma integrada e colaborativa o trabalho das equipas de saúde, nomeadamente através da articulação com as Unidades de Saúde Pública na identificação e na vigilância da situação de saúde, através de linhas telefónicas dedicadas para o efeito.

    Nesta fase do projeto, uma equipa de 4 docentes (João Neves-Amado, Margarida Vieira, Isabel Quelhas e Rosa Silva) está já a acompanhar 20 utentes em situação de maior vulnerabilidade, identificados e referenciados pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) - Porto Oriental, podendo o número de utentes aumentar de acordo com as necessidades detetadas pelo ACES.

    O projeto está recetivo a novas parcerias com outras entidades referenciadoras e conta com o apoio da NOS Corporate na disponibilização das linhas telefónicas em uso (linhas VOIP).

    Abril 2020

     

  • Conheça as campanhas da HP para a Católica:

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    Esta campanha é da inteira responsabilidade da HP/Worten, não cabendo á Universidade intervir no processo de compra, entrega ou assistência pós-venda.

    Abril 2020

  • Tem início já amanhã, dia 21 de Abril, uma nova etapa do programa aberto de atividades online da Escola das Artes. A programação, agora organizada numa unidade conceptual com blocos temáticos semanais, decorre esta semana sob o tema On Media Arts.

    A programação arranca assim terça feira às 17H com o espaço CITAR Lectures, momento semanal onde o Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes vai partilhar com a comunidade o seu trabalho, disponibilizando uma conferência gravada especificamente para este contexto. Nesta primeira emissão, Cristina Sá e Maria Coutinho ensaiarão uma problematização dos novos media em tempo de isolamento social.

    Já na quarta-feira, às 22h, o Cineclube EA apresenta Marasmo, de Gonçalo Loureiro, filme vencedor em 2015 de uma menção honrosa no LEFFEST- Lisbon & Estoril Film Festival e de um 2º lugar no prémio Sophia Estudante para melhor Filme de Ficção.

    Quanto ao programa Escola das Artes em Directo, prossegue na sua 10ª emissão, na quinta-feira às 17h, com uma conversa entre Daniel Ribas e Nuno Crespo sobre O Cinema dentro do Museu,  tendo como referência as representações que o espaço museológico teve na história de cinema, em filmes como Vertigo, Arca Russa ou Francofonia: Louvre sob Ocupação.

    Por fim, na sexta-feira às 17h, o programa semanal encerra com espaço CITAR Research, onde o professor e investigador Diogo Tudela vai sugerir uma obra à sua escolha.

     

    PROGRAMA

    CITAR LECTURES · 21 ABR · 17H
    Para uma problematização dos novos media em tempo de isolamento social · Com Cristina Sá e Maria Coutinho

    CINECLUBE EA · 22 ABR · 22H
    Marasmo · Gonçalo Loureiro

    ESCOLA DAS ARTES EM DIRETO · 23 ABR · 17H
    O Cinema dentro do Museu · Com Daniel Ribas e Nuno Crespo

    CITAR RESEARCH · 24 ABR · 17H
    Com Diogo Tudela

     

     

     

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  • "Ler ..é SEMPRE o melhor remédio!!"

    23/04/2020

    Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

  • A 17 de abril, a Universidade Católica Portuguesa marcou presença numa reunião virtual promovida pelo Observatório de Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior (ORSIES), que contou também com a participação do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).

    Estiveram presentes 25 Instituições de Ensino Superior (IES), num total de 69 participantes, para conversar sobre os impactos da pandemia e as ações de responsabilidade social que as IES têm desenvolvido. Além da apresentação, por parte do ORSIES, da proposta de elaboração de um relatório das ações levadas a cabo durante a pandemia, denominado Ensino Superior e Responsabilidade Social em Tempos de Covid-19,  cada instituição foi convidada a partilhar as ações de responsabilidade social que têm estado a implementar, quer para a comunidade académica interna, quer para a comunidade envolvente. As iniciativas apresentadas foram muitas, para públicos muito diversos e em várias áreas de intervenção. Ficou bem evidente que estamos num tempo onde sobressai a solidariedade e a humanidade.

    A intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior foi sobretudo para apresentar o ponto de situação do ensino superior face à pandemia e responder às inquietações das IES, sobretudo ao nível dos apoios e apoios de emergência aos estudantes e docentes e ainda aos desafios que trará o futuro, após o retorno cauteloso à "normalidade" das instituições. A UCP esteve representada por Rita Paiva e Pona, Helena Gonçalves e Carmo Themudo.

    Abril 2020

  • A 22 de abril realizou-se mais uma edição do Alta Inspiração. Adaptado à realidade atual e com um novo formato, a UDIP esteve à conversa com uma antiga aluna do Instituto de Ciências da Saúde, Mariana Seabra Guimarães que é enfermeira no Hospital Pedro Hispano e está, desde o primeiro dia, a trabalhar na "linha da frente" do combate ao COVID-19. Como manter a calma em tempos de incerteza foi o mote desta conversa que mostrou a vertente humana e cuidadora dos profissionais de saúde. 

    Foram muitos os que participaram e deixaram palavras de agradecimento pelo trabalho dos profissionais de saúde. Mariana fez um pedido: "Não deixem de fazer a vossa parte e continuem a ser solidários e responsáveis como têm sido". 

    Na primeira semana de maio irá realizar-se uma nova edição do Alta Inspiração, por isso, fiquem atentos.

    Abril 2020

  • A Universidade Católica Portuguesa criou o Fundo Solidariedade COVID para reforçar o apoio a estudantes da instituição afetados pela crise económica resultante da COVID-19.  

    Antecipando os efeitos sobre as famílias da retração da atividade económica e com o objetivo  de prevenir o abandono da instituição por estudantes em dificuldades financeiras, a Católica reforçou o seu serviço de apoio social. O Fundo Solidariedade COVID terá uma dotação inicial de 150.000,00 Euros, e a ele terão acesso os estudantes em situação de fragilidade a frequentar ciclos de estudos na instituição.

    A Reitora, Isabel Capeloa Gil, destaca que ‘perante uma situação sem precedentes, a missão da universidade, além de contribuir com conhecimento e soluções científicas para o combate à pandemia, é a de assegurar a formação de qualidade aos seus estudantes, para que o país possa ter um futuro pós-COVID. As soluções técnicas que fornecemos para o ensino remoto, 24 horas após a suspensão das aulas presenciais, são apenas um lado da equação. Igualmente importante é assegurar o equilíbrio da comunidade de estudantes e dar, na medida das nossas possibilidades, o apoio financeiro necessário para que possam atingir os seus objetivos académicos. Em 2019, o apoio da Católica a estudantes abarcou 2250 alunos.

    Os estudantes deverão fazer requerimento.

    No Porto, o Serviço de Estudantes e Empregabilidade estudará individualmente cada caso.

    Abril 2020

  • Por mera intuição, admito que num tempo de pandemia o número de (in)decisões, quer pessoais quer profissionais, seja muito superior. Importa, por isso, estarmos mais cientes do processo de tomada de decisão que desenvolvemos, mesmo que por vezes inconscientemente.

    1. Como resumiria o processo de tomada de decisão ética, seja ao nível pessoal como no mundo dos negócios?
    Do processo de tomada de decisão ética poderá emergir o que de melhor há em nós ao longo dos seus três passos – seja em contexto pessoal ou profissional: perceber a dimensão ética da situação (consciência ética); ter a capacidade de avaliar e decidir sobre a situação (tomada de decisão ética) e ter a motivação e coragem para agir de acordo com a vontade (ação ética).
    O primeiro passo - consciência ética - é absolutamente decisivo para a futura ação ética e consiste na capacidade de detetar os aspetos éticos de uma decisão que é preciso tomar. Ou seja, para cada situação é necessário analisar, a priori, as implicações, os implicados, os direitos e deveres dos envolvidos, entre outros. Estar consciente de que uma determinada decisão encerra uma dimensão ética é o primeiro passo para ser o meu melhor “eu”.
    Depois é preciso avaliar, isto é, qualificar eticamente a situação e as alternativas de decisão, tendo em conta as caraterísticas individuais, da organização e do(s) grupo(s) envolvidos. Esta capacidade de produzir uma resposta razoável e defensável a uma questão ética consiste na tomada de decisão ética.
    Mas ainda não se está perante a ação, não é ainda o momento ético. Para tal falta a vontade, o desejo de agir eticamente ao enfrentar uma decisão e a capacidade de superar a racionalização para não ser ético "apenas desta vez”. A ação ética envolve tomar as medidas necessárias para transformar a intenção de fazer a “coisa certa” em realidade. Só na ação existe o momento ético: esta ação concreta, que se pratica em consciência ética, com o conhecimento adquirido até este preciso momento, em circunstâncias que não se vão repetir.

    2. Existem desafios acrescidos ao processo quando aplicado à relação em equipa?
    A ação ética inclui a vontade, a eficácia e a coragem moral. A vontade moral aparece quando sentimos responsabilidade sobre a natureza ética das nossas próprias ações e das pessoas à nossa volta. Para criar esta vontade, devemos lutar contra as forças que causam a cegueira e a miopia moral. Por sua vez, a eficácia moral é a convicção na nossa capacidade de agir eticamente e de induzir os outros a fazê-lo em face da adversidade. Muitas vezes, temos um desejo abstrato de fazer a “coisa certa”, mas não nos sentimos capazes de resistir a todas as forças que podem dificultar a ação. E é nessa altura devemos lembrar-nos do poder individual: uma única pessoa pode fazer toda a diferença.
    Os nossos superiores e colegas, ou as pessoas que a nós reportam, podem estar apenas a percecionar a situação de uma maneira errada e, perante boas razões para mudar, fá-lo-ão. E essa capacidade de persuadir pode criar um sentimento de eficácia moral: por vezes os outros poderiam não ter a coragem de liderar, mas teriam a coragem de seguir.
    Por fim, a coragem moral é necessária para traduzir as decisões éticas em ações éticas. É um compromisso com os princípios ético/morais, uma consciência do perigo envolvido em apoiar determinados princípios, e uma resistência voluntária a esse perigo.

    3. De que forma podem os contextos de crise influenciar a tomada de decisão ética?
    Em tempo de “normalidade” diria que a fase da consciência ética é a fase crucial, porque em regra, não paramos para pensar e agimos por um sem número de racionalizações que nos faz ficar em paz com eventuais ações não éticas do quotidiano (“todos fazem assim”, “o chefe mandou”, “é muito urgente”, “é só desta vez”).
    Mas, num tempo de pandemia, em que o número de (in)decisões aumenta radicalmente e em que poderão ter um potencial de grande impacto no futuro de muitos, talvez seja importante refletir sobre cada uma das nossas (in)decisões, pessoais ou profissionais, à luz de três ancestrais e consensuais filtros:
    - Primeiro: E se toda a gente fizesse o mesmo? Esta questão decorre do imperativo categórico de Kant e dá-nos o potencial impacto da ação caso todos agissem como nós, ou seja, retira a ação da banalidade e dá-lhe relevância;
    - Segundo: Estaria confortável se a ação aparecesse no jornal? Sabemos que o caráter de cada pessoa se revela quando ninguém a está a ver, mas sabemos também da importância da perceção da avaliação ética do outro na situação contrária, da importância da transparência;
    - Terceiro: Não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem a si. É a regra de ouro, tantas vezes expressa na sua forma negativa por filósofos, e também denominada de ética dos mínimos e que pode - e deve - ser formulada pela positiva - Faça aos outros o que gostaria que lhe fizessem a si. Reconheçamos que o que é ético depende do contexto, mas reconheçamos também que não é o contexto que determina o que é ético.

    4. Alguma mensagem que queira partilhar com os nossos líderes?
    Num tempo em que aumenta a consciência ética (coletiva), em que somos instados a aplicar ancestrais máximas à avaliação das nossas (in)decisões éticas acredito que (todos) tomaremos as medidas necessárias para transformar a intenção de fazer a “coisa certa” em realidade. Para bem da Humanidade!

  • Vários investigadores da Área Transversal para a Economia Social (ATES), da Católica no Porto, prepararam um artigo sobre “Liderança em Tempos de Covid-19”, que pretende ser um breve contributo para os líderes das Organizações de Economia Social (OES).

    O artigo resulta das várias sessões online de partilha e reflexão que a ATES tem promovido para as OES nesta época desafiante, cujos objetivos têm sido dar ânimo a quem está na "linha da frente" e proporcionar espaços de aprendizagem mútua. Neste artigo, os autores descrevem o papel dos líderes das OES, enquanto líderes ao serviço da humanidade, e fazem a destrinça entre o líder floresta e o líder árvore. 

    Leia o artigo na íntegra aqui

    Abril 2020

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