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Pesquisas Internas

  • Estão abertas as candidaturas para um representante no Conselho de Estudantes do Transform4Europe (T4EU). O candidato selecionado representará os estudantes da Universidade Católica Portuguesa neste órgão do T4EU, que é responsável pela promoção dos interesses, necessidades e opiniões dos estudantes da Aliança.

    O Conselho de Estudantes é composto por estudantes de todas as universidades membros da T4EU e tem como objetivo discutir questões relevantes e desenvolver medidas para melhorar as experiências académicas e sociais de todos os estudantes europeus.

    Até 30 de maio, são aceites candidaturas de estudantes que frequentem qualquer curso de doutoramento das faculdades de Braga, Porto ou Viseu, da Universidade Católica Portuguesa.

    O candidato aceite exercerá a função durante um período mínimo de 2 anos (com inscrição académica ativa).

    Cada instituição T4EU tem na sua constituição 2 membros activos e 1 vice-membro. O novo membro será inicialmente considerado um vice-membro e depois, quando um membro sair, será considerado um membro do Conselho de Estudantes. O novo membro tem como objetivo apoiar todas as necessidades do Conselho de Estudantes, com participação ativa nas reuniões e pacotes de trabalho relacionados com o projeto T4EU. Desde que seja um vice-membro, pode conhecer o CC. Internamente, para a UCP, todos os membros são considerados iguais e trabalham sempre em equipa.

    Para se candidatar, o estudante deve enviar um e-mail para t4eu@ucp.pt com o assunto “T4EU_SC_ (nome e apelido)”. O e-mail deve incluir o curriculum vitae (CV): nome completo; licenciatura; ano de licenciatura; campus da Universidade Católica Portuguesa; e actividades desenvolvidas durante a licenciatura. Para além do CV, os candidatos devem enviar uma breve declaração pessoal sobre o valor que podem trazer à T4EU.

  • Os estudantes do Mestrado em Psicologia e Desenvolvimento de Recursos Humanos (MPDRH) da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) realizaram uma visita à Amorim Cork Solutions, empresa de referência no setor da cortiça.

    A iniciativa decorreu no âmbito da unidade curricular de “Tutoria” e teve como objetivo aproximar os estudantes da realidade empresarial, promovendo a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

    “Foi uma oportunidade para conhecer de perto um contexto organizacional real, refletindo sobre como se articulam, na prática, as dinâmicas dos recursos humanos com os processos produtivos”, explica Adélia Monarca, docente responsável pela unidade curricular.

    Durante a visita, que decorreu no dia 16 de abril de 2025, os estudantes foram recebidos por uma colaboradora da Amorim Cork Solutions, que apresentou a missão, valores, cultura organizacional e compromisso ambiental da empresa. Seguiu-se uma visita guiada às instalações fabris, permitindo observar, em tempo real, as várias fases de transformação da cortiça e o funcionamento de um ambiente industrial de alta exigência.

    Para a docente da Faculdade de Educação e Psicologia, “estas experiências permitem construir imagens mais reais das condições de trabalho, como por exemplo, a perceção da importância das questões do ruído e dos odores no dia a dia das equipas”.

     

    Um olhar crítico sobre a realidade empresarial

    A visita teve ainda um impacto muito positivo entre os estudantes. Maria Carreira destaca que a experiência “reforçou a ligação entre os conteúdos teóricos do mestrado e a sua aplicação prática num contexto empresarial concreto, permitindo uma reflexão crítica sobre o papel dos recursos humanos na performance organizacional”.

    Também Inês Pires valorizou o contacto com a realidade fabril: “Compreendemos como a organização do trabalho num contexto industrial pode influenciar diretamente a produtividade, a motivação, a segurança e o bem-estar dos trabalhadores”. A estudante destacou ainda a empatia que foi gerada pela presença de uma antiga aluna da FEP-UCP na empresa.

    Para Mariana Almeida, a visita ao contexto permitiu “uma aproximação à realidade empresarial e reforçou a importância da integração entre processos produtivos e práticas de recursos humanos”.

     

    Competências desenvolvidas e temas em destaque

    Entre os aspetos que mais despertaram o interesse dos estudantes, destacam-se as questões relacionadas com segurança e saúde no trabalho, o contacto com tecnologias de ponta e o funcionamento da fábrica em tempo realelementos fundamentais para compreender os desafios atuais da gestão de pessoas.

    Esta visita integra-se numa parceria sólida entre a FEP-UCP e o Grupo Amorim, no âmbito dos estágios curriculares do Mestrado em Psicologia e Desenvolvimento de Recursos Humanos, e reflete o compromisso da Faculdade em proporcionar uma formação académica rigorosa, próxima da realidade das organizações.

    Segundo Adélia Monarca, iniciativas semelhantes estão já a ser planeadas para o futuro: “É muito importante proporcionar estas experiências, para dar sentido e significado ao que se transmite em sala de aula e através dos ecrãs.”

  • O que é a inovação e quais os desafios e oportunidades de ligar a investigação científica a soluções inovadoras?  Foi o tema central das celebrações dos 40 anos da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica Portuguesa e da 5.ª edição do Transform4Europe (T4EU) Science Café.

    "A palavra inovação tem sido um pouco abusada nos últimos anos”, usada em demasiada, começou por referir Ricardo Simões, Diretor de Inovação da CCDR-Norte, moderador do T4EU Science Café. Impera por isso recordar a definição como “a exploração bem sucedida de novas ideias”, não apenas em termos de lucro, mas de transferência de valor para a sociedade, como frisou Guido Bortoluzzi, Professor Catedrático de Gestão da Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Trieste.

    “É fundamental aproximar a ciência das pessoas e dos desafios reais das empresas. Iniciativas como esta reforçam o papel transformador das universidades enquanto motores de inovação”, afirmou Céline Abecassis-Moedas, Pró-Reitora para a Inovação e Empreendedorismo da Católica.

    Dando exemplos práticos de cooperação entre a academia e o mundo empresarial, a Pró-Reitora da Católica referiu o caso da Glooma, uma start-up fundada em 2021 por Francisco Nogueira, estudante da ESB, e Frederico Stock, alumnus da Católica Lisbon School of Business and Economics.

    Juntos desenharam um dispositivo para ajudar a diagnosticar o cancro da mama, e hoje contam já com vários prémios e até uma parceria com a CUF.

    Já Guido Bortoluzzi contou como a Universidade de Trieste trabalhou de perto com uma empresa náutica, ajudando-os a criar o “primeiro cruzeiro totalmente baseado em hidrogénio”.

    Neste dia dedicado à inovação, o T4EU Science Café trouxe à discussão os desafios e oportunidades de ligar a investigação científica a soluções inovadoras como a economia circular.

    A sessão refletiu sobre como universidades e centros de investigação podem atuar como motores de inovação, acelerando a transferência de conhecimento para o setor empresarial e promovendo soluções sustentáveis, tecnológicas e economicamente viáveis.

    Simultaneamente foram gravados dois episódios especiais do podcast da T4EU Reach Out, conduzidos por Beatriz Bernardes, doutoranda em Biotecnologia e representante do Student Council T4EU.

    Sob os tópicos “Circular Economy – General Concept and Theme Introduction” e "Innovation Perspective on Circular Economy”, e com Manuela Pintado, Diretora do CBQF, e Guido Bortoluzzi, Universidade de Trieste, como convidados, os episódios têm lançamento previsto ainda este mês.

    Com ênfase em eco-design, simbiose industrial, bioeconomia e pensamento de ciclo de vida, os podcasts convidam os ouvintes a refletir sobre o papel da ciência e da tecnologia na construção de um futuro mais sustentável.

    Recorde agora:

     

  • A Universidade Católica Portuguesa no Porto promoveu um evento internacional de formação de Staff sob o mote de Responsible Internationalization: Finding the Balance Between Social Responsibility and National Security”.

    A Staff Training Week serviu como uma plataforma dinâmica para discutir um dos temas mais relevantes no ensino superior atualmente: como as universidades podem avançar na cooperação global considerando ao mesmo tempo as exigências regulatórias e éticas decorrentes da redefinição do conceito de internacionalização responsável.

    Num mundo em que as instituições são cada vez mais chamadas a serem globalmente interligadas e responsáveis nacionalmente, os mais de 20 participantes de diferentes Universidades europeias exploraram os desafios e oportunidades de promover a inclusão, a liberdade académica e a colaboração na investigação, garantindo, ao mesmo tempo, o cumprimento das regulamentações de segurança nacionais e internacionais.

    “A Staff Training Week foi uma experiência extremamente valiosa a nível de aprendizagem, mas também de reforço das relações institucionais e de compromisso com a internacionalização responsável. A internacionalização responsável não é uma escolha entre abertura global e segurança nacional, mas é a arte de construir pontes que transformam sociedades, preservando ao mesmo tempo os seus alicerces”, refere Magda Ferro, head do International Office da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

    Neste âmbito, o evento, que decorreu de 12 a 15 de maio, incluiu diversas sessões interativas, nomeadamente: “Changes in the global landscape: Geopolitics and Geoeconomics”, uma análise aprofundada de como as mudanças políticas globais estão a influenciar o Ensino Superior e as parcerias internacionais, por André Azevedo Alves, professor catedrático do Instituto de Estudos Políticos; “Internationalization in HEI's – Continuing and New Trends”, um debate sobre as tendências, desafios e possíveis soluções num mundo em mudança permanente, por Magda Ferro, head do International Office da Universidade Católica Portuguesa no Porto; “The impact of international students in the local community: A real experience”, discussões dinâmicas e estudos de caso sobre como os estudantes internacionais enriquecem as comunidades que os acolhem e promovem o intercâmbio cultural, por Rui Barros, alumnus da Católica Porto Business School; “Challenges for Global Education: How Disinformation and Language Control Shape People’s Perceptions of the World”, um olhar crítico sobre como a desinformação e o controlo da linguagem moldam a perceção das pessoas sobre o mundo e afetam a colaboração internacional, por Nelson Ribeiro, vice-reitor para a Transformação, Colaboração e assuntos Internacionais da Universidade Católica Portuguesa.

  • Mafalda Folhadela tem 22 anos, é do Porto e é estudante da licenciatura em Ciências e Sociedade da Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica Portuguesa, uma licenciatura pioneira em Portugal, inspirada em programas de algumas das melhores Universidades internacionais que se caracteriza pelo seu currículo multidisciplinar: “O curso é único em Portugal e permite-nos fazer o nosso próprio caminho”. Integra a Associação de Estudantes da Faculdade e também uma juventude partidária. Entusiasma-a “a intervenção política” e o poder dar “um contributo para uma sociedade melhor”.

     

    Porquê a licenciatura em Ciências e Sociedade da Universidade Católica?

    Descobri a licenciatura em Ciências e Sociedade quando frequentava a licenciatura em Bioquímica e estava muito desanimada. Não estava a fazer sentido para mim e procurava outro caminho. Quando fui explorar outras opções, cruzei-me com Ciências e Sociedade. Quando vi o plano do curso, chamou-me a atenção a interdisciplinaridade e o facto de incluir áreas como o Direito e a Gestão, que eram algumas das opções que eu ponderava, mas sem abdicar da dimensão científica. O curso é único em Portugal e permite-nos fazer o nosso próprio caminho, porque temos muitas cadeiras opcionais ao longo dos três anos. Vejo Ciências e Sociedade como uma oportunidade para conhecer e aprofundar várias áreas. Mesmo acabando por me especializar em alguma área em específico, vou poder contar sempre com este olhar multidisciplinar e transversal.

     

    Qual é a grande mais-valia da multidisciplinaridade?

    O facto de estudar diferentes áreas obriga-me a entrar na lógica de pensamento de cada uma delas. Tenho de adotar diferentes formas de raciocínio e de ver o mundo e acho que isso é extraordinário. Desenvolve muito a nossa capacidade de adaptação e de compreensão da complexidade dos desafios que nos rodeiam. A grande vantagem da licenciatura em Ciências e Sociedade é dar-nos ferramentas para olhar para os problemas a partir de várias áreas. Isso entusiasma-me: saber que serei capaz de encontrar soluções mais completas para os desafios atuais, porque tenho uma formação que não se limita a uma só área. Nenhuma área, por si só, consegue dar resposta aos grandes desafios do mundo. A colaboração e o cruzamento do conhecimento são cada vez mais precisos.

     

    Quais as expectativas para o seu futuro profissional?

    Apesar de ainda me encontrar no final do primeiro ano do curso e de ainda estar a maturar ideias, tenho a expectativa de conseguir conciliar as várias visões que vou adquirindo ao longo do curso. Acredito que, hoje em dia, o mercado de trabalho valoriza cada vez mais pessoas com uma formação interdisciplinar e isso é, de facto, uma mais-valia para as empresas. As empresas precisam, cada vez mais, de perfis multidisciplinares. Imagino-me a trabalhar num ambiente empresarial, talvez na área alimentar. Não tanto numa vertente técnica, mas mais numa vertente ligada às relações humanas, à gestão de pessoas, por exemplo. O facto de também ter conhecimento técnico é um complemento importante, mas o que me motiva mais é essa componente humana.

     

    Como tem sido a experiência de estudar na Escola Superior de Biotecnologia?

    Destaco, em primeiro lugar, o ambiente, que é muito familiar e próximo. Em segundo lugar, a relação com os professores, que são muito disponíveis e próximos dos alunos. Sinto que temos um apoio constante. Temos ainda um tutor que nos acompanha ao longo do curso, o que faz muita diferença.

     

    Em que consiste o acompanhamento por parte do tutor?

    O curso tem muitas disciplinas opcionais, o que nos permite, desde cedo, moldar o nosso percurso. Além disso, temos três projetos: um no segundo semestre do segundo ano, outro no primeiro semestre do terceiro e um projeto maior no segundo semestre do terceiro ano. O papel do tutor é guiar-nos nesse processo: ajudar na escolha das cadeiras opcionais, na definição dos temas dos projetos e, no fundo, abrir-nos portas e incentivar-nos a explorar mais profundamente as várias áreas.

     

    O que gosta de fazer nos tempos livres?

    Fui convidada logo no início do ano para integrar a Associação de Estudantes da Faculdade, por isso, estou envolvida nesse trabalho. Além disso, tenho ligação à política e faço parte de uma juventude partidária.

     

    Porquê a intervenção política?

    A política é algo que ocupa grande parte do meu tempo livre e que me dá muito gosto. A política é uma forma de intervenção cívica. É uma maneira de darmos o nosso contributo para uma sociedade melhor, de defendermos aquilo em que acreditamos e de tentarmos transformar positivamente o mundo. A minha mãe teve alguma influência em mim neste campo. Inspirou-me na forma como olha para a política, como um serviço aos outros.

     

    O que é que a move?

    Quero ser útil e fazer a diferença. Não sozinha, mas em conjunto com os outros. Vivemos em sociedade e isso também me move: estamos aqui para nos ajudarmos uns aos outros.

     

    Espaço favorito no campus?

    No segundo piso do Edifício Central há duas mesas no corredor. Gosto de estudar ali porque tem muita luz natural, há um grande janelão. E tem uma bela vista para o Edifício de Biotecnologia.

     

  • Sandra Borges, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), foi distinguida com o prémio Molecules Best Paper Award, pela sua publicação intitulada "Fish By-Products: A Source of Enzymes to Generate Circular Bioactive Hydrolysates", publicada na revista Molecules da MDPI .

    O estudo premiado explora uma abordagem inovadora e sustentável para a valorização de subprodutos de pescado, através da produção de hidrolisados proteicos utilizando extratos enzimáticos obtidos a partir de vísceras de peixe. Este método permitiu alcançar graus de hidrólise comparáveis aos obtidos com enzimas comerciais, contribuindo simultaneamente para os objetivos da bioeconomia circular, ao reduzir o desperdício e maximizar a eficiência no uso dos recursos.

    Este trabalho demonstra o potencial dos subprodutos de peixe como fonte dupla de enzimas e hidrolisados de elevado valor acrescentado, promovendo o desenvolvimento de alimentos funcionais e oferecendo uma alternativa sustentável à produção tradicional de farinha de peixe.

    Este reconhecimento por parte da equipa editorial da revista Molecules sublinha a relevância e excelência científica da investigação desenvolvida no CBQF, reforçando o compromisso do CBQF com a sustentabilidade, a inovação e a criação de valor através de soluções bio-baseadas.

     

  • Vasco Madureira Rocha, antigo aluno da Escola das Artes, estreia o seu mais recente filme, Alice, no próximo dia 23 de maio, sexta-feira, no Batalha Centro de Cinema.
    A sessão integra o ciclo Sessões Filmaporto, que regularmente apresenta filmes rodados no Porto e selecionados através de uma open call permanente.

    Alice conta a história de uma jovem que se vê presa entre a apatia do quotidiano, um relacionamento tóxico e o desaparecimento misterioso do pai — um retrato intimista e inquietante de uma juventude em suspensão.

    A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia da sessão (máximo de dois bilhetes por pessoa).

     

  • A Católica Porto Business School marca de novo presença na QSP Summit 2025, que decorre de 1 a 3 de julho, na Exponor, Porto. A 18ª edição do evento traz para o centro do debate o tema “The New Strategic Drivers”, com uma reflexão sobre os fatores que podem redefinir o futuro das organizações e impulsionar estratégias inovadoras para um crescimento sustentável. 

    Para o diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, esta participação representa mais do que uma presença institucional: “Vivemos uma era em que a capacidade de alinhar estratégia, inovação e sustentabilidade se tornou um imperativo para as organizações. Através da nossa oferta formativa e da partilha de conhecimento na QSP Summit, queremos apoiar líderes e empresas a integrarem estes novos vetores estratégicos de forma consistente e com impacto real.” 

    No segundo dia do evento, João Pinto vai participar no Trends Forum, onde se discutem as competências-chave para liderar num mundo imprevisível, as estratégias para criar vantagens competitivas sustentáveis, o papel dos dados e da tecnologia com propósito, e a importância de alinhar cultura, talento e valores com a estratégia empresarial. Também vai ser abordado o contributo das instituições de ensino e dos media como referências estratégicas para a transformação organizacional. 

    A participação da Católica Porto Business School insere-se nesta dinâmica de antecipar tendências e preparar líderes para um contexto empresarial em profunda transformação. “A liderança de futuro exige uma abordagem holística, onde a tecnologia, a transformação digital e a inteligência artificial são cada vez mais centrais. Na Formação Executiva da Católica Porto Business School, temos vindo a reforçar estes temas nos nossos programas, sempre com um foco prático e orientado para resultados, porque acreditamos que é esta combinação de visão estratégica e domínio tecnológico que fará a diferença nas organizações”, sublinha o seu diretor executivo, Carlos Vieira. 

    Entre as iniciativas promovidas pela Católica Porto Business School no evento destaca-se o desafio “CEO self as a future leader”, uma proposta interativa que convida os participantes a refletirem sobre o seu papel enquanto agentes de transformação. O vencedor terá a oportunidade de frequentar, de forma gratuita e até ao final do ano, um programa de Formação Executiva, enquanto todos os participantes podem beneficiar de condições especiais em toda a oferta formativa da Escola. 

    Acreditada pela EQUIS, AMBA e AACSB, a Católica Porto Business School integra o restrito grupo de 1% das melhores escolas de negócios a nível mundial. A sua participação na QSP Summit 2025 reforça a missão de preparar líderes capazes de responder aos desafios globais com soluções inovadoras e sustentáveis. 

     

  • Transformar conhecimento em soluções com impacto real. Este é o objetivo do ELEVATE, um projeto europeu liderado pela Universidade Católica Portuguesa, que promove o empreendedorismo e a inovação nas áreas da (bio)tecnologia alimentar, (bio)medicina, inteligência artificial e indústrias criativas e culturais. Financiado pelo EIT HEI Initiative da União Europeia, o projeto junta instituições de ensino superior e parceiros empresariais de três países: Portugal, Itália e Dinamarca.

    Com uma abordagem interdisciplinar e ancorado no quadro europeu de formação para empreendedores EntreComp, o ELEVATE inclui aceleração de projetos, mentoria especializada e um conjunto de atividades que promovem a colaboração entre empresas, municípios e centros de investigação. Está prevista a realização de três edições de um curso desenhado especialmente para potenciar a criatividade e o empreendedorismo em contexto interdisciplinar, abrangendo também a realização de duas Summer Schools e de um conjunto de mais de 25 atividades de formação, dirigidas a estudantes e colaboradores de instituições de ensino superior, mas também acessível ao ecossistema alargado de inovação.

    O ELEVATE vai procurar impulsionar mudanças institucionais nas universidades parceiras, promovendo estruturas internas mais ágeis e focadas na transferência de tecnologia e no fortalecimento de parcerias estratégicas,” refere João Cortez, diretor do Research and Innovation Office da Universidade Católica Portuguesa. A equipa do projeto pretende ajudar a transformar ideias inovadoras em soluções com impacto real, potenciando a criação de startups, novas oportunidades de emprego e fortalecendo a ligação entre academia, indústria e sociedade.

     

    Multiplicidade de entidades envolvidas

    O consórcio do projeto ELEVATE é coordenado pela Universidade Católica Portuguesa (Portugal - membro da rede SACRU e da aliança Transform4Europe) e composto pela Università degli Studi di Trieste (Itália – membro da aliança Transform4Europe); Università Cattolica del Sacro Cuore (Itália - membro da rede SACRU); Aarhus University (Dinamarca); Food4Sustainability CoLAB (Portugal); TecmaFoods (Portugal – empresa do setor alimentar); MateraHub (Itália - centro de inovação cultural e criativa).

    Na Universidade Católica Portuguesa são cinco os centros de investigação envolvidos a nível nacional: Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF/ESB); Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR/EA); Centro de Estudos em Gestão e Economia (CEGE/CPBS), Unidade de Investigação Empresarial e Económica da CATÓLICA-LISBON (CUBE/CLSBE) e o Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS/FM), coordenados pelo RIO – Research and Innovation Office.

     

    Projeto europeu procura ser catalisador de inovação

    O ELEVATE quer ser um catalisador de inovação em setores-chave como o agroalimentar, a saúde, as TIC e as indústrias culturais, criando pontes entre o conhecimento gerado na academia e os desafios concretos da sociedade,” sublinha João Cortez.Esta é uma oportunidade única para criar um ecossistema interdisciplinar que combinará perspetivas e mentes criativas de áreas distintas incluindo alimentar, saúde e indústrias criativas, potenciadas pelo uso de inteligência artificial,” conclui.

    Com impacto previsto em três ecossistemas de inovação europeus — em Portugal, Itália e Dinamarca — o ELEVATE posiciona-se como uma alavanca estratégica para o reforço da competitividade e sustentabilidade no espaço europeu.

     

  • No dia 24 de maio, assinalando os 10 anos da Encíclica Laudato si’ e no âmbito do Ano Jubilar Peregrinos de Esperança', a Universidade Católica lança o concurso de fotografia "Esperança em Ação".

    «Todos esperam. No coração de cada pessoa, encerra-se a esperança como desejo e expetativa do bem, apesar de não saber o que trará consigo o amanhã». - Papa Francisco, Spes non confundit, 1

    Consegue tirar uma fotografia que capte a essência da esperança em ação?

    A sua fotografia pode contribuir para tornar vivo o melhor da experiência humana na sua relação com um mundo que se deseja fraterno e solidário, registando atos de bondade, ativismo popular, envolvimento comunitário e outros símbolos de esperança ou liderança inspiradora.

    «Basta um homem bom para haver esperança!» - Papa Francisco, Laudato si’, 71.

    A partir de 24 de maio, e até ao próximo dia 15 de setembro, convida-se toda a comunidade académica e amigos da Católica a participar neste concurso através deste link.

    Participe e partilhe o seu olhar sobre a esperança em ação.

     

    REGULAMENTO

     

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