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Novidades

CITAR Training · Programa de Maio 2020

CITAR Training é um novo espaço da programação em direto da Escola das Artes, dedicado à transmissão de webinars interativos de formação em ferramentas e técnicas de apoio à investigação. 
 
PROGRAMA MAIO 2020
 
Webinar 1 · Gestão bibliográfica com Mendeley
Com Daniel Ribas
6 MAI ·11h
O Mendeley é o software mais utilizado para fazer gestão bibliográfica e para leitura de pdfs. Nesta sessão, pretende-se mostrar como funciona o software e a sua integração com o Word; e exemplificar o processo de trabalho de inserção bibliográfica e de citação.
 
Webinar 2 · Business Model Canvas
Com Luís Teixeira
13 MAI ·11h
Este webinar consistirá numa iniação ao Business Model Canvas (BMC). Explicaremos como usar o modelo enquanto ferramenta para desenvolver uma ideia para um conceito de negócio. O BMC é um plano de negócios numa só página, composto por nove blocos e suas interações, que permite testar e validar as partes principais do negócio num formato gerenciável.
 
Webinar 3 · Introdução ao LateX
Com André Perrotta
20 MAI ·11h  
LaTeX is a document production system of high-quality and performance. Contrary to common text editors, LaTeX separates the text’s intellectual content to its appearance and design. This results in a better workflow when writing and editing technical and scientific documents. In this short session we’ll introduce the concepts of LaTeX document production using TexMaker.
 
Webinar 4 · Como publicar. Algumas questões
Com Maria Coutinho
27 MAI ·11h
Por que razão é hoje mais valorizada a publicação de artigos em lugar de livros? O que é uma revista indexada e qual a sua relevância atual no universo académico? Como, então, selecionar o local de publicação? São algumas das interrogações que exploraremos para traçar um panorama sobre a construção de indicadores de produtividade e respetiva valorização científica. Falaremos ainda de que modo o processo de publicação influi na apreciação quantitativa do investigador a partir de mecanismos bibliométricos.
04-05-2020

À Conversa Com… Educação em diálogo em tempo de COVID

Tendo como objetivo central desbravar caminhos sobre os modos de organizar e avaliar o ensino a distância a área da Educação da Faculdade de Educação e Psicologia, organizou, via Instagram Católica Porto Educação, a  série À Conversa Com… especialistas e autores [diretores de escolas e agrupamentos]. Durante o mês de abril entrevistou António Andrade, Joaquim Azevedo, José Lagarto, Maria do Céu Roldão, professores da Universidade Católica Portuguesa, mas também Fernando Paulo, vereador da Câmara Municipal do Porto, Aurora Vieira, vereadora da Câmara Municipal de Gondomar, Celeste Simão, vereadora da Câmara Municipal de Abrantes, Cláudia Matos, professora do 1º ciclo do ensino básico no colégio da Trofa, José Maria Azevedo, técnico superior da CCDRN.

Esta 1ª série de conversas prossegue durante o mês de maio de 2020, com outros intervenientes, contribuindo para sabermos mais sobre os tempos que passam.

    

 Abril 2020

04-05-2020

Católica participa no “TOMORROW: Global Perspectives for IHE” organizado pela FAUBAI - Brazilian Association for International Education

A coordenadora do International Office da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, Magda Ferro foi convidada como oradora no evento on-line: "TOMORROW: Global Perspectives for IHE" organizado pela FAUBAI - Brazilian Association for International Education. Realizado na semana de 27 a 29 de abril, esta iniciativa permitiu comemorar as datas da Conferência FAUBAI 2020 e contou com a participação de grandes peritos em educação internacional.

Com o objetivo de partilhar reflexões sobre os desafios da internacionalização do ensino superior nestes tempos de mudança e complexidade, a iniciativa TOMORROW reúne breves declarações de especialistas de todo o mundo sobre os contextos atuais e futuros. A intervenção Magda Ferro está disponível aqui.

30-04-2020

Voluntariado em tempos de pandemia? Claro que sim!

Foi esta a resposta dos voluntários da CASO – CAtólica SOlidária à proposta de continuarem o voluntariado à distância. Através de uma chamada telefónica ou de vídeo chamada, são já cerca de 25, os alunos que continuam a sua presença assídua neste momento mais desafiante. Atualmente, a CASO tem atuado em duas grandes frentes: apoio a alunos de todos os ciclos nesta adaptação à tele-escola e nas disciplinas que têm maiores dificuldades; acompanhamento de idosos em situação de isolamento social. 

Ficam aqui alguns testemunhos:

"Os idosos são um grupo de risco, não só no que toca ao vírus, mas também no que toca à solidão, desta forma continuei a fazer voluntariado à distância para que não se sentissem sozinhos nestes tempos de incerteza.Todas as semanas ligo aos meus idosos para saber como estão e incentivo-os a lerem o jornal, a verem um filme que irá dar na televisão, a escrevem um poema ou a contarem uma história sobre algo que lhes é querido.Para mim, estas chamadas são mais do que uma simples conversa, pois esta simples conversa muitas vezes é a única conversa que os meus idosos têm naquele dia."
Inês Nogueira, Escola Superior de Biotecnologia

"Nestes tempos, em que os ventos são de mudança, há coisas que não poderiam mudar: o compromisso que assumi no início do presente ano letivo. Não me refiro unicamente ao compromisso assumido perante a CASO mas também, e sobretudo, perante o aluno que acompanho. De facto, agora faz mais sentido do que nunca continuar a ajudar, com o meu conhecimento e carinho, este aluno. As sessões iniciar-se-ão na próxima semana, via Skype. Como tal, já planeei com a Encarregada de Educação estas sessões, com a duração de 30 minutos, cada, que se traduzirão, por exemplo, em conversas sobre os anseios e dificuldades sentidas pelo aluno, bem como em reflexões acerca de notícias do Mundo, que partilharei com ele via email. Afinal de contas, penso que o importante, em qualquer fase das nossas vidas, é partilharmos momentos juntos."
Margarida Matos, Escola do Porto da Faculdade de Direito

"Em primeiro lugar, quis continuar o voluntariado com a menina que acompanhava na Paróquia da Ajuda pois vivemos uma situação invulgar que nos proíbe de sair à rua, de estar com amigos, do contacto com o outro. Se a mim, que tenho 21 anos, me faz confusão esta realidade, a uma criança de 9 deve faz ainda mais. E foi exatamente isso que me fez querer continuar a ter contacto com ela: para que mesmo virtualmente ela conseguisse falar com alguém, tirar as dúvidas dela, ‘sair’ um pouco da realidade confinada que agora vive.
Por norma estaria 1h com ela na paróquia, mas virtualmente tenho estado 2h/3h porque sinto mesmo que o facto de estar a falar comigo e de fazer os trabalhos comigo a ajuda imenso. O meu trabalho com ela passa, então, por fazer os trabalhos que os professores mandam e falar. Falar sobretudo. Estar em confinamento não pode impedir que estas relações pessoais desapareçam principalmente com crianças que não percebem ao certo o que se passa."
Marta Aragão, Escola do Porto da Faculdade de Direito

Abril 2020

Artigos relacionados:
Alunos da Católica no Porto fazem voluntariado à distância

30-04-2020

Liderança das Organizações de Economia Social em Tempos de Covid-19

Vários investigadores da Área Transversal para a Economia Social (ATES), da Católica no Porto, prepararam um artigo sobre “Liderança em Tempos de Covid-19”, que pretende ser um breve contributo para os líderes das Organizações de Economia Social (OES).

O artigo resulta das várias sessões online de partilha e reflexão que a ATES tem promovido para as OES nesta época desafiante, cujos objetivos têm sido dar ânimo a quem está na "linha da frente" e proporcionar espaços de aprendizagem mútua. Neste artigo, os autores descrevem o papel dos líderes das OES, enquanto líderes ao serviço da humanidade, e fazem a destrinça entre o líder floresta e o líder árvore. 

Leia o artigo na íntegra aqui

Abril 2020

29-04-2020

Continuamos Próximos - Entrevista a Helena Gonçalves

Por mera intuição, admito que num tempo de pandemia o número de (in)decisões, quer pessoais quer profissionais, seja muito superior. Importa, por isso, estarmos mais cientes do processo de tomada de decisão que desenvolvemos, mesmo que por vezes inconscientemente.

1. Como resumiria o processo de tomada de decisão ética, seja ao nível pessoal como no mundo dos negócios?
Do processo de tomada de decisão ética poderá emergir o que de melhor há em nós ao longo dos seus três passos – seja em contexto pessoal ou profissional: perceber a dimensão ética da situação (consciência ética); ter a capacidade de avaliar e decidir sobre a situação (tomada de decisão ética) e ter a motivação e coragem para agir de acordo com a vontade (ação ética).
O primeiro passo - consciência ética - é absolutamente decisivo para a futura ação ética e consiste na capacidade de detetar os aspetos éticos de uma decisão que é preciso tomar. Ou seja, para cada situação é necessário analisar, a priori, as implicações, os implicados, os direitos e deveres dos envolvidos, entre outros. Estar consciente de que uma determinada decisão encerra uma dimensão ética é o primeiro passo para ser o meu melhor “eu”.
Depois é preciso avaliar, isto é, qualificar eticamente a situação e as alternativas de decisão, tendo em conta as caraterísticas individuais, da organização e do(s) grupo(s) envolvidos. Esta capacidade de produzir uma resposta razoável e defensável a uma questão ética consiste na tomada de decisão ética.
Mas ainda não se está perante a ação, não é ainda o momento ético. Para tal falta a vontade, o desejo de agir eticamente ao enfrentar uma decisão e a capacidade de superar a racionalização para não ser ético "apenas desta vez”. A ação ética envolve tomar as medidas necessárias para transformar a intenção de fazer a “coisa certa” em realidade. Só na ação existe o momento ético: esta ação concreta, que se pratica em consciência ética, com o conhecimento adquirido até este preciso momento, em circunstâncias que não se vão repetir.

2. Existem desafios acrescidos ao processo quando aplicado à relação em equipa?
A ação ética inclui a vontade, a eficácia e a coragem moral. A vontade moral aparece quando sentimos responsabilidade sobre a natureza ética das nossas próprias ações e das pessoas à nossa volta. Para criar esta vontade, devemos lutar contra as forças que causam a cegueira e a miopia moral. Por sua vez, a eficácia moral é a convicção na nossa capacidade de agir eticamente e de induzir os outros a fazê-lo em face da adversidade. Muitas vezes, temos um desejo abstrato de fazer a “coisa certa”, mas não nos sentimos capazes de resistir a todas as forças que podem dificultar a ação. E é nessa altura devemos lembrar-nos do poder individual: uma única pessoa pode fazer toda a diferença.
Os nossos superiores e colegas, ou as pessoas que a nós reportam, podem estar apenas a percecionar a situação de uma maneira errada e, perante boas razões para mudar, fá-lo-ão. E essa capacidade de persuadir pode criar um sentimento de eficácia moral: por vezes os outros poderiam não ter a coragem de liderar, mas teriam a coragem de seguir.
Por fim, a coragem moral é necessária para traduzir as decisões éticas em ações éticas. É um compromisso com os princípios ético/morais, uma consciência do perigo envolvido em apoiar determinados princípios, e uma resistência voluntária a esse perigo.

3. De que forma podem os contextos de crise influenciar a tomada de decisão ética?
Em tempo de “normalidade” diria que a fase da consciência ética é a fase crucial, porque em regra, não paramos para pensar e agimos por um sem número de racionalizações que nos faz ficar em paz com eventuais ações não éticas do quotidiano (“todos fazem assim”, “o chefe mandou”, “é muito urgente”, “é só desta vez”).
Mas, num tempo de pandemia, em que o número de (in)decisões aumenta radicalmente e em que poderão ter um potencial de grande impacto no futuro de muitos, talvez seja importante refletir sobre cada uma das nossas (in)decisões, pessoais ou profissionais, à luz de três ancestrais e consensuais filtros:
- Primeiro: E se toda a gente fizesse o mesmo? Esta questão decorre do imperativo categórico de Kant e dá-nos o potencial impacto da ação caso todos agissem como nós, ou seja, retira a ação da banalidade e dá-lhe relevância;
- Segundo: Estaria confortável se a ação aparecesse no jornal? Sabemos que o caráter de cada pessoa se revela quando ninguém a está a ver, mas sabemos também da importância da perceção da avaliação ética do outro na situação contrária, da importância da transparência;
- Terceiro: Não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem a si. É a regra de ouro, tantas vezes expressa na sua forma negativa por filósofos, e também denominada de ética dos mínimos e que pode - e deve - ser formulada pela positiva - Faça aos outros o que gostaria que lhe fizessem a si. Reconheçamos que o que é ético depende do contexto, mas reconheçamos também que não é o contexto que determina o que é ético.

4. Alguma mensagem que queira partilhar com os nossos líderes?
Num tempo em que aumenta a consciência ética (coletiva), em que somos instados a aplicar ancestrais máximas à avaliação das nossas (in)decisões éticas acredito que (todos) tomaremos as medidas necessárias para transformar a intenção de fazer a “coisa certa” em realidade. Para bem da Humanidade!

28-04-2020

Universidade Católica lança Fundo Solidariedade COVID

A Universidade Católica Portuguesa criou o Fundo Solidariedade COVID para reforçar o apoio a estudantes da instituição afetados pela crise económica resultante da COVID-19.  

Antecipando os efeitos sobre as famílias da retração da atividade económica e com o objetivo  de prevenir o abandono da instituição por estudantes em dificuldades financeiras, a Católica reforçou o seu serviço de apoio social. O Fundo Solidariedade COVID terá uma dotação inicial de 150.000,00 Euros, e a ele terão acesso os estudantes em situação de fragilidade a frequentar ciclos de estudos na instituição.

A Reitora, Isabel Capeloa Gil, destaca que ‘perante uma situação sem precedentes, a missão da universidade, além de contribuir com conhecimento e soluções científicas para o combate à pandemia, é a de assegurar a formação de qualidade aos seus estudantes, para que o país possa ter um futuro pós-COVID. As soluções técnicas que fornecemos para o ensino remoto, 24 horas após a suspensão das aulas presenciais, são apenas um lado da equação. Igualmente importante é assegurar o equilíbrio da comunidade de estudantes e dar, na medida das nossas possibilidades, o apoio financeiro necessário para que possam atingir os seus objetivos académicos. Em 2019, o apoio da Católica a estudantes abarcou 2250 alunos.

Os estudantes deverão fazer requerimento.

No Porto, o Serviço de Estudantes e Empregabilidade estudará individualmente cada caso.

Abril 2020

27-04-2020

Alta Inspiração regressou para falar sobre como manter a calma em tempos de incerteza

A 22 de abril realizou-se mais uma edição do Alta Inspiração. Adaptado à realidade atual e com um novo formato, a UDIP esteve à conversa com uma antiga aluna do Instituto de Ciências da Saúde, Mariana Seabra Guimarães que é enfermeira no Hospital Pedro Hispano e está, desde o primeiro dia, a trabalhar na "linha da frente" do combate ao COVID-19. Como manter a calma em tempos de incerteza foi o mote desta conversa que mostrou a vertente humana e cuidadora dos profissionais de saúde. 

Foram muitos os que participaram e deixaram palavras de agradecimento pelo trabalho dos profissionais de saúde. Mariana fez um pedido: "Não deixem de fazer a vossa parte e continuem a ser solidários e responsáveis como têm sido". 

Na primeira semana de maio irá realizar-se uma nova edição do Alta Inspiração, por isso, fiquem atentos.

Abril 2020

23-04-2020

Universidade Católica participa em reunião virtual do Observatório de Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior

A 17 de abril, a Universidade Católica Portuguesa marcou presença numa reunião virtual promovida pelo Observatório de Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior (ORSIES), que contou também com a participação do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).

Estiveram presentes 25 Instituições de Ensino Superior (IES), num total de 69 participantes, para conversar sobre os impactos da pandemia e as ações de responsabilidade social que as IES têm desenvolvido. Além da apresentação, por parte do ORSIES, da proposta de elaboração de um relatório das ações levadas a cabo durante a pandemia, denominado Ensino Superior e Responsabilidade Social em Tempos de Covid-19,  cada instituição foi convidada a partilhar as ações de responsabilidade social que têm estado a implementar, quer para a comunidade académica interna, quer para a comunidade envolvente. As iniciativas apresentadas foram muitas, para públicos muito diversos e em várias áreas de intervenção. Ficou bem evidente que estamos num tempo onde sobressai a solidariedade e a humanidade.

A intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior foi sobretudo para apresentar o ponto de situação do ensino superior face à pandemia e responder às inquietações das IES, sobretudo ao nível dos apoios e apoios de emergência aos estudantes e docentes e ainda aos desafios que trará o futuro, após o retorno cauteloso à "normalidade" das instituições. A UCP esteve representada por Rita Paiva e Pona, Helena Gonçalves e Carmo Themudo.

Abril 2020

23-04-2020

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