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Eventos

Exposição · Da Cor / Das Cores

15.05.2019 17:00 — 06.09.2019 12:40


Cristina Mateus / O teu Corpo é o meu corpo, 1996

Da Cor 

    Das Cores

Inauguração: 15 MAI · 17H

Átrio de Restauro

O ciclo expositivo Da Cor, Das Cores vem pensar o uso da cor na arte, em três momentos: Vermelho, Verde, Azul. Num diálogo entre obras de arte e textos sobre as dimensões físicas, químicas e simbólicas de cada uma destas três cores, o ciclo explora as suas dimensões estéticas e científicas.

Neste primeiro momento, a cor em exposição é o vermelho e conta com o contributo de Cristina Mateus, Oficina Arara, R2, Henrique Pereira, Vítor Teixeira, Paulo de Cantos entre outros.

Um conceito de Arlindo Silva e Nuno Camarneiro.
Uma iniciativa do Centro de Conservação e Restauro (CCR).
Organização: Escola das Artes - UCP


Vistas de Exposição
© Fotos João Ferreira

 


     
 
     
 

 


Arte & Ecologia · Paisagem e Povoamento · Jorge Gaspar

16.05.2019 18:00


Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
António Carvalho da Silva Porto, Paisagem tirada da Charneca de Belas ao pôr-do-sol (C. 1879), Óleo s/ tela
© Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Direção-Geral do Património Cultural / Arquivo de Documentação Fotográfica (DGPC/ADF)
 
16 MAI | Paisagem e Povoamento – Regresso à Charneca
Jorge Gaspar (geógrafo)
 
Aceitando que a paisagem é a apreensão sensível da ocupação do território e que esta resulta do povoamento – permanente/continuado ou esporádico/itinerante, importa começar por saber quais as forças determinantes do povoamento, da movimentação dos povoadores, dos construtores de paisagens.
 
Carlos de Oliveira é o guia excelente para abertura deste tema – Paisagem e Povoamento, subtítulo do seu romance Finisterra
 
Procuro sintetizar/peneirar este texto denso que é o da Finisterra, mas não é possível: o texto foi limpo até aos limites, já não tem nada mais que chão, terra, paisagem, em lentas e contínuas transformações: povoamento e despovoamento. Como muitas pessoas, que chegam, fazem e se vão, para voltarem a retomar o percurso da paisagem e do povoamento. (JG,2019)
 
A Gândara é o território matricial de Carlos de Oliveira, de onde parte e onde regressa, no romance e na poesia. Gândara é um tipo de paisagem geográfica, frequente no espaço do Noroeste Peninsular, e que para Sul toma a designação de charneca. É uma das formações vegetais mais comum a toda a Europa, também das mais resilientes, com raízes que atravessam o Quaternário, fazendo parte do património cultural europeu. 
 
Nesta apresentação pretendo apresentar situações que ilustram essa comunalidade, da Lapónia sueca ao Alentejo, nas artes e nas letras, na gestão e no ordenamento do território. 
 
Jorge Gaspar
6/5/2019
 
 
JORGE GASPAR
Jorge Gaspar (Lisboa, 1942), Geógrafo, Professor Catedrático Emérito, da Universidade de Lisboa, Investigador do Centro de Estudos Geográficos. 2º e 1º Assistente da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, Professor Catedrático Convidado do Instituto Superior Técnico e das Universidades de Umeå e de Paris X. Doutorado pela Universidade Lisboa (1972), pós-graduado (Fil.Lic. 1967) pela Universidade Lund, Suécia, licenciado pela Universidade de Lisboa (1965). Coordenou investigações e projetos aplicados em Geografia, Planeamento e Urbanismo (EU, ESF, VW STIFTUNG, FCG, INIC/JNICT/FCT).Colaborou nalguns grandes estudos e projetos de desenvolvimento regional e urbano do último meio século em Portugal: Sines (Comissão de Planeamento da Região de Lisboa e Gabinete da Área de Sines), Projeto de Administração Regional (MAI 1975-1976), EP OID Península de Setúbal, Estudos preparatórios QCA I e II; coordenador da equipa que elaborou a proposta técnica do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território – PNPOT (2007). Publicou uma vintena de livros e mais de duas centenas e meia de artigos e opúsculos (recentes - 2018: “10 Entradas Geográficas para uma Visão dos Futuros de Lisboa”/”10 Geographical Entries for a Vision of Lisbon’s Futures” in Futuros de Lisboa/Futures of Lisbon , Lisboa, pp. 112-123. 2017: “¿Qué geografías para el siglo XXI?” in Martha Chávez Torres (Ed.) Generación de Conocimiento Geográfico Interdisciplinario y su Aplicación en la Búsqueda de Compromiso, El Colegio de Michoacán, Zamora – Michoacán, pp. 24-39.2016: “Futuro, cidades e território” in Finisterra, LI, 101, pp. 5-24; 2014: E-Coesão (com Sérgio Barroso), Estudos Cultura 2020, nº 9, para Secretário de Estado da Cultura/Gabinete de Estratégia.Sócio fundador da APG, da APDR, da APCP, da APU. Sócio efetivo, Vice Presidente e Presidente da classe de Letras da Academia das Ciências de Lisboa, membro da Academia Europaea e Doutor HC pelas Universidades de León, Genève e Évora. Prémio Universidade de Lisboa, Prémio Internacional Geocrítica. Em 1986 fundou o CEDRU – Centro de Estudos e desenvolvimento regional e urbano Lda, onde continua a colaborar. Medalha de Honra, ouro, do Município de Alvito. Medalha de Mérito Científico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Fundador e Presidente da Direção de Estudos Gerais de Alvito – Associação para o Estudo dos Fenómenos de Globalização e Localização
 
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Todo o programa "Arte & Ecologia" > AQUI
 

Organização
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Este projeto é financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto Ref.ª UID/00622/2020.
 
 

Este projeto foi desenvolvido no âmbito do projeto NORTE-01-0145-FEDER-022133, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

 

 

On Cinema: Spring Seminar

23.05.2019 10:00 — 24.05.2019 18:00


 
 
On Cinema
Spring Seminar
23/24 May
School of Arts, Universidade Católica Portuguesa
 
Keynotes: François Bonenfant, Ros Gray
Artist Talks: Susana de Sousa Dias, Tatiana Macedo
Com a presença dos investigadores: David Pinho Barros, Nuno Lisboa, Marie Mire, Mathilde Ferreira Neves, Pedro Eiras, Ricardo Vieira Lisboa, Sara Magno, Sérgio Dias Branco
 
A entrada é livre.
 
Este seminário será um fórum de discussão das novas práticas de investigação sobre cinema. Nas duas últimas décadas, assistiu-se a uma transformação nas formas de experimentar e produzir cinema, exigindo uma nova forma de investigar e novos vocabulários para pensar ao que está em jogo neste “novo cinema”, assim como novas metodologias para o seu estudo.
Este seminário surge da necessidade de pensar como a cultura fílmica tem evoluído nas últimas décadas, como a sua experiência estética se transformou e como podemos caracterizá-la no presente. Nesta perspetiva, o seminário concentra-se em três áreas:
 
1 · A relação entre Cinema e as Artes
(a) A interseção entre cinema e artes visuais: a presença de cinema em galerias de arte exige uma reflexão crítica sobre os novos formatos de exposição/exibição (e sobre as novas práticas curatoriais associadas) que levam o cinema da sala de cinema para a galeria. Por outro lado, o movimento contrário do white cube para a sala de cinema (os chamados filmes de artista) também merecem reflexão e investigação. Em resumo: como vemos, compreendemos e experienciamos imagens no território que se encontra entre o cinema e artes visuais contemporâneas.
(b) A interseção entre o cinema, a literatura e a palavra escrita. Como ambos se influenciam mutuamente? Qual é a presença de elementos cinemáticos na literatura e vice-versa?
 
2 · Os novos caminhos do cinema contemporâneo: baseados em formas híbridas e transversais a vários géneros, e os novos vocabulários para a investigação em cinema, tais como: corpo e experiência sensorial; não-humano e o papel da natureza no nosso mundo complexo; tempo lento e slow cinema num mundo rápido e tecnológico (filmes duracionais e novo realismo); o pensamento pós-colonial no cinema contemporâneo; realismo; etc.
 
3 · O cinema-ensaio. Num mundo em que a imagem é dominante, observamos novos modelos de utilização da imagem em movimento numa ideia de cinema pedagógico e de investigação. Neste sentido, há o importante papel do ensaio audiovisual digital. É uma forma válida de investigar cinema? Pode ser comparado a formas tradicionais de pesquisa escrita?
 
Organizadores da Conferência: Nuno Crespo, Daniel Ribas, João Pedro Amorim, Pedro Alves (EA-UCP); Rosa Maria Martelo, Elisabete Marques (ICML-UP)
Organização conjunta da conferência: CITAR (EA-UCP) and ILCML (FLUP)
 

Francesco Bonami · Post: the works of art in the age of social reproducibility

31.05.2019 18:00


 
Francesco Bonami 
Post: the works of art in the age of social reproducibility
31 MAI · Auditório de Serralves, Porto
 
Numa iniciativa da leiloeira Phillips e da Escola das Artes em parceria com a Fundação de Serralves, Francesco Bonami estará no Auditório de Serralves para nos falar das “obras de arte na idade da sua reprodução social”, em diálogo com o novo diretor do Museu de Serralves, Philippe Vergne.
 
Em tempos, “post” referia-se a algo que olhava para trás, i.e. o pósmoderno; hoje “post” é a melhor forma de descrever o nosso presente infindável.
 
Os social media mudaram a nossa relação com a arte. De algo para onde dirigíamos o olhar, a obra de arte tornou-se plano de fundo para selfies ou, na melhor das hipóteses, companhia nas nossas selfies.
 
Esta conversa surge no contexto dos Seminários com convidados da pós-graduação em Mercados e Coleções de Arte, organizada pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa em parceria com a leiloeira Phillips e a Fundação de Serralves.
 
Francesco Bonami
Francesco Bonami assumiu o papel de curador pela primeira vez em 1993, quando organizou uma secção da ala para artistas emergentes da Bienal de Veneza, na qual incluiu os então desconhecidos Maurizio Cattelan e Damien Hirst. Desde então, ele dirigiu e foi curador da Bienal de Veneza em 2003, da SITE Santa Fe Biennial em 1997, da Bienal de Whitney de 2010 e organizou exposições importantes na Whitechapel Art Gallery, na Hayward Gallery e na Fundação François Pinault, entre muitas outras.
 
Diretor Honorário da Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Bonami é um conselheiro do CEO da Phillips, Edward Dolman. A sua exposição de esculturas de grande dimensão A Very Short History of  Contemporary Sculpture, marcou a inauguração da Phillips'30 Berkeley.

Católica Alumni Health Squad organizam Paintball

18.05.2019 14:00


Os Alumni da Católica no Porto, no âmbito do Católica Alumni Health Squad (CAHS), estão a promover mais um evento organizado com a colaboração de todas as Associações Alumni da Católica no Porto. Desta vez será uma atividade de Paintball no dia 18 de maio, sábado.

Alumni contra Alumni.
Padrecos contra Padrecos!
Quem vencerá?

Programa:
Manhã:
Assembleias Gerais na Católica Foz, seguidas de almoço.
Tarde: Paintball dos "PADRECOS" em Vila Nova de Gaia - início pelas 14h

A Católica no Porto tem procurado apoiar e acompanhar de perto as atividades dos seus Alumni, assim esta iniciativa é aberta a toda a comunidade interna da Universidade (colaboradores e docentes) e suas famílias.

Mais informações aqui.

Arte & Ecologia | O Real Surreal · Gabriel Abrantes

30.05.2019 18:00


Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
Imagem: Os Humores Artificiais (2017), Gabriel Abrantes
 
30 MAI | O Real Surreal
Gabriel Abrantes (cineasta)
 
O que acontece quando uma jovem indígena do Mato Grosso se cruza com um robô com sentimentos? Ao longo de toda a sua obra, Gabriel Abrantes tem vindo a explorar o cruzamento de personagens e ambientes que parecem pertencer a universos narrativos distintos, provenientes, muitas vezes, da cultura literária, artística, cinematográfica e/ou popular. Em Os Humores Artificiais é a linguagem da ficção científica de Hollywood que se combina com a estética de uma ideia de cinema etnográfico, fazendo emergir um espaço imaginário em que estados diferentes de desenvolvimento humano se encontram. O estado imaginado funciona aqui como força dialética de auscultação de uma realidade particular. A fantasia torna-se forma ora de revelar, ora de mistificar o real.
 
O programa de aulas abertas Arte & Ecologia fecha com Gabriel Abrantes numa sessão com o tema “O Real Surreal”. A projeção de Os Humores Artificiais (2017) serve de mote para, em diálogo com Daniel Ribas, o realizador apresentar o seu universo fílmico e refletir sobre a utilização de uma abordagem “surreal" para representar o real. No dia anterior o Cineclube da Associação de Estudantes da Escola das Artes irá exibir Diamantino (2018), a primeira longa-metragem realizada por Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt.
 
Gabriel Abrantes nasceu em Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, em 1984 e vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa. Tem  apresentado  o  seu  trabalho  regularmente  em  museus,  como  a  Tate  Britain (Londres), Palais de Tokyo (Paris), MIT List Visual Arts Center (Boston), Museu de Serralves (Porto),  ou  Kunst-Werke  (Berlim),  e  participado  em  diversas  exposições  individuais  e colectivas,  de  entre  as  quais  se  destacam:  ICA  (Londres),  Lincoln  Centre  (Nova  Iorque), Caixa Forum (Madrid), CAM -Gulbenkian (Lisboa), entre vários outros. Foi o vencedor da 8ª edição  dos  Prémios  EDP  (2009),  recebeu  o  Leopardo  de  Ouro  do  Festival  de  Cinema  de Locarno em 2010, e o prémio EFA no Festival de Cinema de Berlim em 2014 e em 2016. Foi artista convidado da 32ª Bienal de São Paulo (2016) e da Bienal de Imagem em Movimento -Centre d’art Contemporain de Geneva (Suíça).
 
 
Entrevista com o realizador
 

 

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Organização
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Este projeto é financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto Ref.ª UID/00622/2020.
 
 

Este projeto foi desenvolvido no âmbito do projeto NORTE-01-0145-FEDER-022133, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

 

Arte & Ecologia | Colonialismo e Sensibilidade · Susana de Sousa Dias

23.05.2019 18:00


Arte & Ecologia
Aulas Abertas
Auditório Ilídio Pinho · 18H
 
 
Imagem: Fordlandia Malaise (2019),  Susana de Sousa Dias
 
23 MAI | Colonialismo e Sustentabilidade 
Susana de Sousa Dias (cineasta)
 
A Fordlandia parecia ser o projeto de sonho de Henry Ford, num primeiro movimento de globalização da produção industrial: uma exploração de árvore da borracha, para alimentar a produção de pneus de automóveis Ford nos Estados Unidos. Hoje, Fordlandia assemelha-se a uma cidade fantasma. O fracasso da promessa de progresso e ordem simboliza também as fraquezas do fordismo, incapaz de vingar no meio da floresta amazónica. Fordlandia Malaise conta-nos um certo mal-estar, resultado de um abandono generalizado, de onde se erguem as vozes dos que permaneceram.
 
As relações neocoloniais que se estabelecem entre empresários americanos e indígenas e outros trabalhadores brasileiros e o impacto ecológico deste projeto industrial, evidenciados pelo vibrante prólogo do filme, serão tema da aula aberta com Susana de Sousa Dias. Exibindo excertos do filme apresentado em fevereiro na Berlinale, a realizadora irá partilhar o que a sua pesquisa fílmica revelou sobre “Colonialismo e Sustentabilidade”, em articulação com o programa Arte & Ecologia.
 
Esta sessão está integrada no  On Cinema: Spring Seminar.
 
A obra cinematográfica de Susana de Sousa Dias tem sido exibida internacionalmente em festivais de cinema, exposições de arte e eventos como a Berlinale, Documenta 14 (programa de cinema Keimena), PhotoEspaña, Sarajevo IFF, Torino FF, Visions du Réel, Pacific Film Archive, Harvard Film Archive, Museu de Arte Contemporânea do Ceará, CAM Gulbenkian, MNAC-Chiado, Centre Pompidou, ICA London, La Colonie (Paris), etc. Recebeu diversos prémios, entre eles o the Grand Prix Cinéma du Réel e o prémio FIPRESCI (DokLeipzig), pelo seu filme 48. Foi artista convidada no Robert Flaherty Film Seminar, em Nova Iorque. Foi co-diretora do Festival Internacional de Cinema DocLisboa em 2012 e 2013, criando novas secções como Cinema de Urgência e Passagens (documentário e arte contemporânea). É doutorada em Belas Artes / Vídeo e professora na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Fordlandia Malaise (2019) é o seu trabalho mais recente.
 

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Organização
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Este projeto é financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto Ref.ª UID/00622/2020.
 
 

Este projeto foi desenvolvido no âmbito do projeto NORTE-01-0145-FEDER-022133, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

 
 

In Memoriam Frei Bernardo Domingues

13.05.2019 17:00


 

Ver programa AQUI

Conferência: A Qualidade de Gestão

10.05.2019 13:00


A Católica Porto Business School associa-se à realização da Conferência: A Qualidade de Gestão, organizada pelo Conselho Económico e Social, remetendo o respetivo convite.

A qualidade das práticas de gestão nas organizações tem vindo a ganhar relevo na explicação da baixa produtividade que caracteriza a economia nacional. Menor produtividade representa salários mais baixos, menos consumo e menos margem fiscal para o investimento em políticas sociais como a educação e a saúde.

As práticas de gestão são muito diversas entre empresas. No agregado, Portugal não compara bem com outros países em termos de qualidade da gestão e este fator pode explicar 30% das diferenças de produtividade entre países.

O CES e a Católica Porto Business School assumiram este tema como uma prioridade e convidam-no a vir debatê-lo.

 

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Gente Animosa no Conservatório de Música do Porto

26.05.2019 16:30


O Programa Universitário Mais Saber, da Universidade Católica no Porto, apresenta novo espetáculo: “Gente Animosa, com “Poesia é Namoro de Alma” e “Rosa do Alho” e “Lobo & Cordeiro, Lda”. Com conceção e direção de Henrique Manuel Pereira, é um diálogo de várias linguagens artísticas, designadamente teatro, poesia, cinema e dança. Com relevo para as peças de Carlos Pereira Valle, conta com a participação especial do Estúdio de Dança Margarida Valle e o apoio do Conservatório de Música do Porto.

O evento terá lugar na tarde do próximo dia 26 de maio, pelas 16H30, no Auditório do Conservatório de Música do Porto. Sendo um espetáculo solidário, a receita reverte integralmente a favor do Lar das Irmãzinhas dos Pobres (Pinheiro Manso, Porto).

O Programa Universitário Mais Saber, coordenado por Helena Gil da Costa, dedicado a uma população que sente necessidade de pensar os seus problemas e os problemas do seu tempo, é expressão de um compromisso académico com processos de aprendizagem que também sejam afetivos, criativos, solidários e éticos e, por isso, mais complexos, realistas e desafiantes.

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