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Novidades

Carlos Costa Gomes eleito presidente da Direção Nacional do Centro de Estudos de Bioética

O professor e investigador do Instituto de Bioética, Carlos Costa Gomes, foi eleito presidente da Direção Nacional do Centro de Estudos de Bioética (CEB). A eleição decorreu durante o 3.º Colóquio sobre a Família – “De onde vem e para onde vai – Do seu destino, evolução e perenidade”, que decorreu em Coimbra.
Doutorado em bioética, docente e investigador do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa e membro do CEB, o novo presidente encara esta eleição com “um sentimento de grande alegria e satisfação, temperado por enorme responsabilidade inerente à função”. Destaca a herança e o legado dos seus antecessores, o que considera ser “o maior património bioético do CEB”, e ainda, a evidência da linha de pensamento do Centro: “personalista e humanista fundamentada na ética cristã Católica”. Pretende, no seu mandato, contribuir para que o Centro de Estudos de Bioética seja a primeira e mais influente instituição de bioética em Portugal. 
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“Abraçamos esta missão com confiança no sentido e no espaço que lhe é próprio por direito e por um compromisso que lhe é devido.” - Carlos Costa Gomes
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O Centro de Estudos em Bioética foi fundado em dezembro de 1998, sendo a mais antiga instituição do país a dedicar-se ao estudo e à reflexão das questões bioéticas, suscitadas pelo avanço da biotecnologia aplicada à vida humana. 
A Direção Nacional do Centro de Estudos de Bioética passa a ser constituída, para os próximos quatro anos, pelo presidente Carlos Costa Gomes, acompanhado por Filipe Almeida (secretário-geral) e Cíntia Águas (jurista e secretária-executiva do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida), e também pela médica Sofia Reimão e pelo professor António Jácomo, também do Instituto de Bioética.
Junho 2019
 
26-06-2019

Yohei Yamakado é o artista selecionado para a Residência Gulbenkian na Escola das Artes 2019

 
Stills de Amor Omnia (2019)
 
No âmbito do programa Residência Gulbenkian na Escola das Artes 2019, Yohei Yamakado foi selecionado entre 250 candidatos de elevada qualidade artística para fazer uma residência artística na EA entre setembro e dezembro de 2019. 
 
A seleção foi da responsabilidade do júri, constituído por Cristina Grande, do Museu de Serralves, Guilherme Blanc, assessor cultural da Câmara Municipal do Porto, Nuno Crespo, da Escola das Artes, e pelo serviço de Bolsas da Fundação Gulbenkian.
 
Nascido em Kobe, Japão, em 1987, Yohei Yamakado vive em França onde trabalha com obras sonoras e visuais e candidatou-se com um projeto de cinema. Desde 2017 frequenta o Le Fresnoy – Studio National des arts contemporains, onde realizou os filmes La lyre à jamais illustra le taudis (2018) e Amor Omnia (2019). Fundador da editora RÉCIT em 2012, Yamakado é também músico e os seus filmes exploram a importante relação som e imagem. 
 
Já apresentou o seu trabalho em espaços como LʼOnde (2018), Nuit Blanche Kyoto (2015, 2016, 2017), Towada Art Center (2016), Institut Goethe-Paris (2014) ou IRCAM (2014).
 
 
Stills de La lyre à jamais illustra le taudis (2018) 
25-06-2019

Docente da Católica Porto Business School Distinguido como Honorary Fellow da European Operations Management Association

Rui Soucasaux Sousa é assim o 1.º português a obter esta distinção da European Operations Management Association.

A European Operations Management Association (EurOMA) atribuiu a distinção de Honorary Fellow a Rui Soucasaux Sousa. A EurOMA é principal associação científica de base Europeia na área da Gestão de Operações. O prémio reconhece a contribuição de Rui Sousa para a Investigação e o Ensino da Gestão de Operações, assim como o Serviço prestado à associação e à comunidade científica em Gestão de Operações na Europa. A distinção foi atribuída no dia 17 de Junho de 2019 pelo Presidente da EurOMA, Giovanni Perrone, durante a 26th Annual EurOMA Conference, em Helsínquia, Finlândia. Durante a sua história e até à data, este prémio foi atribuído a 17 reputados académicos, tendo Rui Sousa sido o primeiro Português a ser distinguido. Rui Sousa é Professor Catedrático na Católica Porto Business School e Diretor do Service Management Lab.

Rui Sousa foi membro da direção da EurOMA durante seis anos, tendo coordenado as atividades de Educação e Conferências da associação. Em 2010 foi Chair da conferência anual da EurOMA e em 2015 organizou a EurOMA Summer School, ambos na Católica Porto Business School.

Rui Sousa está regularmente envolvido na formação de doutorandos, nomeadamente como docente no EurOMA Doctoral Seminar e no EDEN Seminar in Research Methodology in Operations Management (European Institute of Advanced Studies in Management).

25-06-2019

Iteração da exposição de Nuno da Luz na Galeria Vera Cortês

 
Vista da exposição Poetry as an echological survival
Fotografia de Carlos Lobo © Escola das Artes – UCP
 
A exposição Poetry as an echological survival de Nuno da Luz, apresentada em estreia na Escola das Artes em março, tem a sua segunda iteração na Galeria Vera Cortês, em Lisboa. A inauguração decorreu no dia 21 de junho às 21h33.
 
Nuno da Luz foi artista residente da Escola das Artes durante o final de 2018, no âmbito do programa InResidence, promovido pela Câmara Municipal do Porto. O projeto pensava a envolvente da Escola, a Foz do Douro, numa instalação imersiva de som e luz. O artista trabalhou a partir de dados estimados de maré e agitação marítima gentilmente cedidos pelo Instituto Hidrográfico Marinha Portuguesa. Os dados modelaram a variação da iluminação da sala, assim como a sonoficação de objetos. Por outro lado, Nuno da Luz fez também captações de campo.
 
Replicando a metodologia aplicada no Porto, a adaptação da exposição de Lisboa assumiu o entorno da galeria. as marés estimadas para o Porto de Lisboa iluminam o espaço; a agitação marítima sentida ao largo da Nazaré é amplificada através de gongos de vento, activados por altifalantes de contacto; e a cartografia do ruído do corredor de aproximação ao Aeroporto de Lisboa – com um trânsito actual de dois minutos entre descolagens e aterragens – ressoa pelas paredes da galeria, situada no bairro de Alvalade a poucos metros do Aeroporto.
 
Gravações efectuadas no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (antigo hospital Júlio de Matos), Parque da Bela Vista e Quinta das Conchas, zonas directamente sobrevoadas ou limítrofes ao corredor aéreo do Aeroporto de Lisboa, afectadas por níveis de pressão acústica de mais de 70dB, a cada 120 segundos.
 
A exposição está aberta até 29 de junho,  e pode ser visitada de terça a sexta entre as 14 e as 19 h, e no sábado das 10 às 13 h, e das 14 às 19 h.
25-06-2019

Dois filmes EA no 27º Curtas de Vila do Conde

Stills dos filmes

Duas produções da Escola das Artes foram selecionadas para o 27º Curtas de Vila do Conde, na secção Take One!. Numa seleção de 16 obras produzidas por alunos portugueses em escolas nacionais e estrangeiras, Há Alguém na Terra, de Francisca Magalhães, Joana Tato Borges & Maria Canela, e Auspício, de Vasco Trabulo Bäuerle, serão exibidos, respetivamente, nos dias 8 e 9 de julho, às 16h00.

Há Alguém na Terra é ambientado na ilha das Flores nos Açores e acompanha a vida de um homem durante um dia, com uma câmara atenta ao ecossistema particular da ilha. Auspício retrata um grupo de caçadores, suspenso no espaço e no tempo, enclausurado num ritual de presa e predador.

Os dois filmes são projetos finais de curso, o primeiro de mestrado em Som e Imagem (especialização em Cinema) e o segundo de licenciatura em Som e Imagem. Em 2019/2020, a Escola das Artes passará a oferecer um Mestrado em Cinema (aguarda a acreditação final da A3ES).
19-06-2019

Raquel Matos apresenta a comunicação na conferência anual da “Law and Society Association”, em Washington

Raquel Matos, investigadora do CEDH e professora da FEP-UCP, apresenta a comunicação "Paradoxes of Social Rehabilitation: Impact of Gender, Nationality and Citizenship in the Carceral Pathways of Foreign National Women in Portugal and Spain" na conferência anual da “Law and Society Association”, em Washington (EUA), no dia 31 de maio de 2019. Este trabalho é apresentado em coautoria com a investigadora Ana Ballesteros Pena, das Universidades da Corunha e de Toronto. 
 

 

18-06-2019

Católica no Porto e Município de Santa Maria da Feira lançam Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Economia Social

A Universidade Católica do Portuguesa, Centro Regional do Porto, estabeleceu recentemente um protocolo com o Município de Santa Maria da Feira, em parceria com a Indaqua, Indústria e Gestão de Águas, S.A, visando a colaboração em termos de formação e qualificação dos profissionais e dirigentes das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho.

Em causa está uma Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Economia Social, que integra quatro módulos (Sustentabilidade das Organizações; Gestão Estratégica de Pessoas; Contabilidade, Fiscalidade e Enquadramento Jurídico; Auditoria e Trabalho de Projeto) e 19 unidades curriculares, num total de 270 horas de formação.

A Pós Graduação é promovida pela ATES (Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica portuguesa) que investe em formações focadas na pessoa e nas necessidades das organizações de economia social, com o objetivo de fortalecer competências.

A Cerimónia teve lugar na VI Edição do evento Mosaico Social, contando com os representantes da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, da Católica no Porto e da Indaqua que assinaram o protocolo com vista numa forte capacitação das instituições de solidariedade social do concelho proporcionando assim, a frequência da Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Economia Social, a dirigentes, técnicos e outros colaboradores das IPSS’s.

 


Artigos relacionados: Católica no Porto e Município de Esposende lançam Pós-Graduação em Gestão de Organizações de Economia Social

17-06-2019

Como dignificar o trabalho na era digital

Carlos Costa Gomes, docente e investigador do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa, participou no XVII Congresso Nacional – Como Dignificar o Trabalho na Era Digital - da LOC/MTC, realizado em Fátima, 9 de Junho.

O docente começou por questionar se devemos aceitar ou preferir a tecnologia (IA) face à humanidade? Na resposta a esta questão afirmou que o que nos torna humanos não é o matemático, nem mesmo o químico ou o biológico. Mas o que nos envolve. Isto é, o que passa despercebido, o indizível, autoconsciência, o efémero, e o não objetivável. Esta é a essência humana que temos que preservar, mesmo que desajeitada, complicada, lenta, arriscada ou insuficiente quando comparada com máquinas e com a IA. Podemos até tentar corrigir e reparar mas será imprudente automatizar, programar e atualizar, na medida em erradicamos, por esta via, o que faz de nós seres humanos.

O problema e o desafio principal para dignificar o trabalho humano e o homem, não é tanto a aniquilação da humanidade pela tecnologia, mas antes evitar que o ser humano começar a preferir as boas simulações fornecidas pelas máquinas em detrimento da própria realidade, com por exemplo: conversar com os nossos assistentes digitais? Comer comida impressa em 3D? Viajar por mundos virtuais? Serviços personalizados nas nossas casas inteligentes por drones? Servidos por robôs? Sistemas que a partir da realidade aumentada e virtual amplifiquem os sentidos humanos?

Seremos ainda ser humanos se começarmos a preferir (RA RV) o mundo desta forma, à semelhança das redes sociais? Será que poderemos vir a ser demitidos se recusarmos trabalhar no mundo de realidade virtual?

A filosofia argumenta que nunca podemos efetivamente captar, reter ou reproduzir o que realmente interessa. Se isto é verdade, como poderemos esperar captar algum tipo de humanidade simulada a partir de uma máquina inteligente? O negócio de substituir experiências intrinsecamente humanas por algoritmos e IA que prometem capacidades divinas, irá ser enorme, mas será isso uma mais-valia para o ser humano. Devemos entregar de mão beijada o nosso futuro àqueles que o querem transformar num sistema operativo?

Se quisermos dominar o confronto entre a robotização e a Humanidade teremos de usar as regras básicas: ser exigentes mas compreensíveis para não impedir o progresso. Por isso é preciso Ver acontecer, é necessário Julgar e é indispensável Agir e melhorar a nossa compreensão da exponencialidade da tecnologia e o que representa para o futuro da humanidade. Temos que aprender a imaginar as mudanças e depois a viver com as mudanças.

Como dignificar o trabalho na era digital? A resposta passa por nos tornar melhores gestores da humanidade. Qualquer um de nós - um trabalhador, um líder empresarial ou qualquer político na sua condição representante público -, tem de aceitar esta tarefa e agir com responsabilidade em moldar o futuro da humanidade. A tecnologia sem ética condena a sociedade; temos que agir para impedir que as tecnologias passem de bestiais a bestas, de forma a alcançar o justo meio de Aristóteles; temos que agir de forma a exigir dos que inventam e investem nas novas tecnologias ofereçam formas mais eficazes para reduzir ou limitar consequências indesejadas; temos que agir para que a tecnologia e a humanidade devam fazer parte dos planos de estudos da mesma sala de aula; para dignificar o trabalho temos que preservar uma clara distinção entre o que é real e o que é cópia ou simulação.

Qual o papel das organizações neste novo tempo? Devem avaliar e julgar se esta tecnologia vai diminuir a humanidade; avaliar e julgar se esta tecnologia irá promover a felicidade humana; avaliar o julgar os efeitos colaterais involuntários e potencialmente desastrosos; verificar e avaliar se esta tecnologia assumirá muito poder em si mesma; se esta tecnologia vai servir o homem ou vai servir-se a si mesma; avaliar a necessidade de moldar novos contratos sociais que abordem os efeitos nocivos para humanidade.

Junho 2019

17-06-2019

António Fonseca participa no Seminário Internacional de Saúde Mental e Direitos Humanos, no Brasil

António Fonseca, docente da FEP e investigador do CEDH, apresenta a conferência “Promoção da Saúde Mental em pessoas idosas através da participação Social”, neste Seminário Internacional, que se realiza nos dias 2 e 3 de agosto de 2019, em S. Luís do Maranhão, no Brasil.
 
Dirigido a profissionais e estudantes da área da saúde, educação, assistência social, justiça, utentes e familiares de contextos de intervenção em saúde mental, este seminário tem como objetivo fortalecer o cuidado em saúde mental alicerçado nos princípios da reforma psiquiátrica, visando a integração de instituições, profissionais, usuários, familiares e comunidade em geral. Apresentar e difundir práticas de cuidado em saúde mental que favoreçam o exercício de cidadania.
 
17-06-2019

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