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Pesquisas Internas

  • A Católica Porto Business School marca de novo presença na QSP Summit 2025, que decorre de 1 a 3 de julho, na Exponor, Porto. A 18ª edição do evento traz para o centro do debate o tema “The New Strategic Drivers”, com uma reflexão sobre os fatores que podem redefinir o futuro das organizações e impulsionar estratégias inovadoras para um crescimento sustentável. 

    Para o diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, esta participação representa mais do que uma presença institucional: “Vivemos uma era em que a capacidade de alinhar estratégia, inovação e sustentabilidade se tornou um imperativo para as organizações. Através da nossa oferta formativa e da partilha de conhecimento na QSP Summit, queremos apoiar líderes e empresas a integrarem estes novos vetores estratégicos de forma consistente e com impacto real.” 

    No segundo dia do evento, João Pinto vai participar no Trends Forum, onde se discutem as competências-chave para liderar num mundo imprevisível, as estratégias para criar vantagens competitivas sustentáveis, o papel dos dados e da tecnologia com propósito, e a importância de alinhar cultura, talento e valores com a estratégia empresarial. Também vai ser abordado o contributo das instituições de ensino e dos media como referências estratégicas para a transformação organizacional. 

    A participação da Católica Porto Business School insere-se nesta dinâmica de antecipar tendências e preparar líderes para um contexto empresarial em profunda transformação. “A liderança de futuro exige uma abordagem holística, onde a tecnologia, a transformação digital e a inteligência artificial são cada vez mais centrais. Na Formação Executiva da Católica Porto Business School, temos vindo a reforçar estes temas nos nossos programas, sempre com um foco prático e orientado para resultados, porque acreditamos que é esta combinação de visão estratégica e domínio tecnológico que fará a diferença nas organizações”, sublinha o seu diretor executivo, Carlos Vieira. 

    Entre as iniciativas promovidas pela Católica Porto Business School no evento destaca-se o desafio “CEO self as a future leader”, uma proposta interativa que convida os participantes a refletirem sobre o seu papel enquanto agentes de transformação. O vencedor terá a oportunidade de frequentar, de forma gratuita e até ao final do ano, um programa de Formação Executiva, enquanto todos os participantes podem beneficiar de condições especiais em toda a oferta formativa da Escola. 

    Acreditada pela EQUIS, AMBA e AACSB, a Católica Porto Business School integra o restrito grupo de 1% das melhores escolas de negócios a nível mundial. A sua participação na QSP Summit 2025 reforça a missão de preparar líderes capazes de responder aos desafios globais com soluções inovadoras e sustentáveis. 

     

  • Transformar conhecimento em soluções com impacto real. Este é o objetivo do ELEVATE, um projeto europeu liderado pela Universidade Católica Portuguesa, que promove o empreendedorismo e a inovação nas áreas da (bio)tecnologia alimentar, (bio)medicina, inteligência artificial e indústrias criativas e culturais. Financiado pelo EIT HEI Initiative da União Europeia, o projeto junta instituições de ensino superior e parceiros empresariais de três países: Portugal, Itália e Dinamarca.

    Com uma abordagem interdisciplinar e ancorado no quadro europeu de formação para empreendedores EntreComp, o ELEVATE inclui aceleração de projetos, mentoria especializada e um conjunto de atividades que promovem a colaboração entre empresas, municípios e centros de investigação. Está prevista a realização de três edições de um curso desenhado especialmente para potenciar a criatividade e o empreendedorismo em contexto interdisciplinar, abrangendo também a realização de duas Summer Schools e de um conjunto de mais de 25 atividades de formação, dirigidas a estudantes e colaboradores de instituições de ensino superior, mas também acessível ao ecossistema alargado de inovação.

    “O ELEVATE vai procurar impulsionar mudanças institucionais nas universidades parceiras, promovendo estruturas internas mais ágeis e focadas na transferência de tecnologia e no fortalecimento de parcerias estratégicas,” refere João Cortez, diretor do Research and Innovation Office da Universidade Católica Portuguesa. A equipa do projeto pretende ajudar a transformar ideias inovadoras em soluções com impacto real, potenciando a criação de startups, novas oportunidades de emprego e fortalecendo a ligação entre academia, indústria e sociedade.

     

    Multiplicidade de entidades envolvidas

    O consórcio do projeto ELEVATE é coordenado pela Universidade Católica Portuguesa (Portugal - membro da rede SACRU e da aliança Transform4Europe) e composto pela Università degli Studi di Trieste (Itália – membro da aliança Transform4Europe); Università Cattolica del Sacro Cuore (Itália - membro da rede SACRU); Aarhus University (Dinamarca); Food4Sustainability CoLAB (Portugal); TecmaFoods (Portugal – empresa do setor alimentar); MateraHub (Itália - centro de inovação cultural e criativa).

    Na Universidade Católica Portuguesa são cinco os centros de investigação envolvidos a nível nacional: Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF/ESB); Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR/EA); Centro de Estudos em Gestão e Economia (CEGE/CPBS), Unidade de Investigação Empresarial e Económica da CATÓLICA-LISBON (CUBE/CLSBE) e o Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS/FM), coordenados pelo RIO – Research and Innovation Office.

     

    Projeto europeu procura ser catalisador de inovação

    “O ELEVATE quer ser um catalisador de inovação em setores-chave como o agroalimentar, a saúde, as TIC e as indústrias culturais, criando pontes entre o conhecimento gerado na academia e os desafios concretos da sociedade,” sublinha João Cortez. “Esta é uma oportunidade única para criar um ecossistema interdisciplinar que combinará perspetivas e mentes criativas de áreas distintas incluindo alimentar, saúde e indústrias criativas, potenciadas pelo uso de inteligência artificial,” conclui.

    Com impacto previsto em três ecossistemas de inovação europeus — em Portugal, Itália e Dinamarca — o ELEVATE posiciona-se como uma alavanca estratégica para o reforço da competitividade e sustentabilidade no espaço europeu.

     

  • No dia 24 de maio, assinalando os 10 anos da Encíclica Laudato si’ e no âmbito do Ano Jubilar Peregrinos de Esperança', a Universidade Católica lança o concurso de fotografia "Esperança em Ação".

    «Todos esperam. No coração de cada pessoa, encerra-se a esperança como desejo e expetativa do bem, apesar de não saber o que trará consigo o amanhã». - Papa Francisco, Spes non confundit, 1

    Consegue tirar uma fotografia que capte a essência da esperança em ação?

    A sua fotografia pode contribuir para tornar vivo o melhor da experiência humana na sua relação com um mundo que se deseja fraterno e solidário, registando atos de bondade, ativismo popular, envolvimento comunitário e outros símbolos de esperança ou liderança inspiradora.

    «Basta um homem bom para haver esperança!» - Papa Francisco, Laudato si’, 71.

    A partir de 24 de maio, e até ao próximo dia 15 de setembro, convida-se toda a comunidade académica e amigos da Católica a participar neste concurso através deste link.

    Participe e partilhe o seu olhar sobre a esperança em ação.

     

    REGULAMENTO

     

  • Juliana Campos é enfermeira e é pós-graduada em Enfermagem do Trabalho pela Escola de Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa. É de Paredes, tem 40 anos e é, atualmente, coordenadora de Enfermagem do Trabalho na IKEA Industry, cuja principal missão se prende com a prevenção e com a educação para a saúde. O que é que a move? “É o cuidar que me chama.”

     

    É enfermeira, na IKEA Industry. Quer percurso profissional a trouxe até aqui?

    Trabalhei durante vários anos no Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental. Em 2021, regresso ao norte do país, por motivos pessoais. É nessa altura que surge a oportunidade de ir para a IKEA Industry trabalhar na área da Enfermagem do Trabalho. Era uma área completamente nova para mim e, na altura, representou um grande desafio. Deixei de tratar de doentes para passar a cuidar de colaboradores. Deixei de me focar na vertente curativa para me concentrar na vertente preventiva.

     

    Qual é o foco da Enfermagem do Trabalho?

    O principal objetivo da Enfermagem do Trabalho é a prevenção. Claro que lidamos, também, com acidentes de trabalho e, por isso, também agimos na vertente curativa, mas o foco não está aí. O foco está na prevenção, na sensibilização. Na IKEA Industry temos cerca de 2000 colaboradores e é junto desta comunidade que trabalhamos na educação e promoção da saúde.

     

    “A Católica ajudou-me a abrir horizontes.”

     

    Quando é que decide fazer a pós-graduação em Enfermagem na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa?

    Tomo essa decisão já depois de assumir o cargo de coordenação na IKEA Industry, tinha eu já uma equipa de 9 enfermeiros a meu cargo. Senti uma necessidade grande de aprofundar os meus conhecimentos. Para gerir eficazmente, é fundamental compreender o que se está a fazer. Havia muitas questões que me suscitavam dúvidas e queria compreendê-las melhor. Procurei uma instituição de ensino de referência e, dadas as referências, confiei na Universidade Católica.

     

    O que é que mais a marcou durante a pós-graduação?

    A Católica ajudou-me a abrir horizontes. Quando iniciei a pós-graduação, já tinha alguns meses de trabalho na área, mas havia ainda práticas que eu desconhecia ou que realizava sem compreender plenamente o sentido. Tive professores com experiência prática na área e isso foi fundamental. Ajudaram-nos a perceber que a Enfermagem do Trabalho vai muito para além da realização de exames e rastreios. Por exemplo, nunca tinha ouvido falar de avaliação de riscos. Sabia que as pessoas estavam expostas a ruído e que deviam usar abafadores, mas não compreendia os níveis de decibéis prejudiciais à saúde. Foi uma experiência muito gratificante e recomendo vivamente a formação a quem esteja a trabalhar na área. Recentemente estive na Católica, numa conferência, onde tive oportunidade de partilhar a minha experiência com muitos alunos de licenciatura. Dou, sinceramente, os parabéns à Católica, porque são poucas as instituições que abordam esta área da Enfermagem e é uma área de grande impacto nas comunidades.

     

    É uma área que exige constante atualização…

    Sim, é uma área que está em constante evolução, com novas normas, riscos emergentes e realidades diferentes a surgir. Temos de estar atentos às alterações legais, às novas abordagens na prevenção de doenças e aos comportamentos da população. O que funcionava há cinco anos pode já não fazer sentido hoje. É esse dinamismo que me motiva também.

     

    Ser enfermeira numa indústria implica estar mesmo no terreno?

    Sim, sou uma enfermeira que usa colete e botas de biqueira de aço (risos). O meu local de trabalho é a fábrica, no meio de poeiras, químicos, ruídos. É muito importante estarmos no terreno e no contexto real de trabalho dos colaboradores, porque é no local que conseguimos garantir que são usados os equipamentos de proteção individual (EPI) e é fundamental estarmos perto das pessoas para que consigamos, efetivamente, sensibilizar para a importância de se protegerem e para a importância de cuidarem da sua saúde e da dos que os rodeiam. Por exemplo, só estando no terreno é que conseguimos compreender por que razão uma pessoa não utiliza um determinado EPI. Pode não ser apenas por desleixo, mas talvez por desconforto. É importante explicar as consequências dessa escolha. Por exemplo, não utilizar abafadores de ruído, hoje, pode resultar em perda auditiva ou mesmo surdez no futuro. Muitas vezes, os colaboradores não estão sensibilizados para estas questões. Realizamos, também, visitas aos postos de trabalho de todos os colaboradores. Se um colaborador regressa de baixa com limitações físicas e o seu posto de trabalho não está adequado, temos de verificar as condições e adaptá-las à dua nova realidade física.

     

    “É o cuidar que me chama.”

     

    Como foi o processo de passar de enfermeira em ambiente hospitalar para enfermeira numa fábrica?

    Foi um grande desafio e foi, por isso, que precisei tanto de fazer formação. No hospital, administrava medicação endovenosa, realizava pensos, focava-me na vertente curativa. Não havia continuidade, pois os pacientes eram internados e depois iam embora, sem que tivéssemos feedback. Aqui, temos os colaboradores diariamente connosco e prestamos-lhes cuidados de forma contínua, acompanhamos a sua evolução. É muito gratificante acompanhar este caminho. Um outro aspeto importante prende-se com o facto de o nosso trabalho acabar por ter um impacto grande fora da fábrica. Quando fazemos campanhas de sensibilização e diferentes rastreios queremos garantir que a mensagem não chega só aos próprios, mas que também a possam levar para as suas casas e famílias. Queremos que tudo o que fazemos aqui na fábrica tenha um impacto lá fora.

     

    Há mais de 20 anos decidiu que queria ser Enfermeira. O que é que a motivou a escolher esta profissão? Provavelmente sem sequer sonhar que viria a trabalhar na área da Enfermagem do Trabalho…

    Jamais (risos). Nunca me passou pela cabeça que iria acabar nesta área. O que me trouxe para a Enfermagem foi o desejo de poder cuidar. Na minha infância, cuidei dos meus avós. O meu avô era diabético, sofreu vários AVCs e ficou acamado. Sempre cuidei dele. Já mais tarde, quando regressei ao norte, depois de tantos anos em Lisboa, vim para cuidar da minha avó. É o cuidar que me chama.

     

     

  • Sob o mote “relação pedagógica e inovação”, decorreu a 4.ª e última sessão da 1.ª edição do Católica TIPS – Teaching Innovation Partnerships, uma iniciativa promovida pelo Católica Learning Innovation Lab (CLIL), que tem vindo a reunir docentes e investigadores da Universidade Católica Portuguesa em torno de temas-chave da inovação pedagógica no Ensino Superior.

    A sessão final realizou-se num ambiente marcado pela reflexão partilhada e pela inspiração cruzada entre diferentes áreas do saber, consolidando o espírito colaborativo que caracterizou toda a edição. À semelhança dos encontros anteriores, o debate teve início com a leitura de excertos literários, que serviram de ponto de partida para uma discussão rica e envolvente sobre a relação pedagógica e a construção de confiança no contexto universitário.

    Durante a sessão, os participantes foram convidados a refletir sobre diferentes dimensões da relação pedagógica, como a importância de estabelecer uma relação de confiança com os estudantes, a necessidade de acreditar no seu potencial, a criação de um espaço para o seu coprotagonismo em sala de aula, a presença do docente com intencionalidade, a promoção do sentido de pertença e, por fim, o estabelecimento de indicadores que permitam refletir continuamente sobre o tipo de relação que se está a construir ao longo do percurso académico.

    Pedro Lima, docente da Católica Porto Business School, destacou que a sua participação no Católica TIPS foi “um equilíbrio entre a inquietude e a tranquilidade”. Sublinhou que a inquietude surgiu da constatação de que “as mudanças que atualmente abalam o status quo do nosso modelo de ensino são transversais a todas as áreas do saber e a todos os contextos académicos — representando não apenas um desafio, mas uma verdadeira mudança de paradigma.” Ao mesmo tempo, destacou a tranquilidade proporcionada pela experiência de partilha: “a experiência permitiu-me sair do meu ‘porto seguro’ e partilhar experiências, ferramentas e metodologias num ambiente de debate e reflexão estruturado, mas ao mesmo tempo descontraído e dinâmico.” Para Pedro Lima, este foi “um espaço onde foi possível criar pontes e relações que me fizeram crescer enquanto profissional e, mais profundamente, enquanto membro de uma comunidade.” E concluiu com uma interpelação que resume o espírito da iniciativa: “Haverá algo mais importante do que isso?”.

    O Católica TIPS encerra assim a sua 1.ª edição com um balanço extremamente positivo, tendo contado com a participação ativa de docentes e investigadores de várias unidades académicas da Universidade Católica Portuguesa. As sessões deixaram sementes para futuras edições e afirmaram-se como espaços privilegiados para o aparecimento de novas Teaching Innovation Partnerships, reforçando o compromisso da Universidade Católica Portuguesa com uma aprendizagem centrada na pessoa, na inovação e na humanização do ensino.

     

  • A primeira fase de candidaturas às licenciaturas das faculdades da Universidade Católica no Porto para o ano letivo de 2025/2026 decorre de 2 de junho a 22 de julho.

    Todos os anos, a Universidade Católica Portuguesa no Porto abre as suas portas a uma nova geração de estudantes. Recebe-os sempre com o mesmo entusiasmo e pronta para os desafiar, acompanhar e inspirar ao longo de um percurso académico exigente e transformador.

    Os candidatos que desejam ingressar na Universidade Católica no Porto podem iniciar a sua candidatura através do portal online, mesmo que ainda não disponham dos resultados dos exames nacionais, uma vez que estes poderão ser submetidos posteriormente.

    A Católica no Porto oferece licenciaturas de excelência, amplamente reconhecidas no mercado nacional e internacional, e proporciona uma vivência académica única, num campus multidisciplinar. A formação distingue-se por ser integral, aliando o rigor técnico ao desenvolvimento de soft skills essenciais para o futuro profissional dos estudantes.

     

    Católica Porto Business School
    Economia | Gestão | Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão

    Escola das Artes:
    Cinema | Conservação e Restauro | Som e Imagem

    Escola Superior de Biotecnologia:
    Bioengenharia | Ciências da Nutrição | Ciências e Sociedade | Microbiologia

    Escola do Porto da Faculdade de Direito:
    Direito | Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão

    Faculdade de Educação e Psicologia:
    Psicologia

    Faculdade de Teologia:
    Ciências Religiosas (EaD) | Teologia

    Escola de Enfermagem (Porto):
    Enfermagem

     

    Tem dúvidas? Contacte o Apoio às candidaturas.
     t | 939 450 000/012 
    @| candidaturas.porto@ucp.pt  e admissions.porto@ucp.pt

     

  • A curta-metragem O Pássaro de Dentro, da realizadora Laura Anahory (mestre em Som e Imagem – Animação pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa), foi exibida esta semana na La Cinef, secção oficial do Festival de Cannes dedicada a revelar novos talentos do cinema internacional.

    O Pássaro de Dentro foi o único filme português a integrar esta competição, onde competiu com obras oriundas de algumas das mais reputadas escolas de cinema do mundo, como a La Fémis (França), a National Film and Television School (Reino Unido), a ESCAC (Barcelona) ou a NYU Tisch School of the Arts (EUA).

    O filme, que está a ser distribuído pela Agência da Curta-Metragem, continuará agora o seu circuito nacional e internacional por festivais de cinema.

  • A Católica Porto Business School é uma das marcas finalistas dos Prémios Marketeer 2025, na categoria Estabelecimentos de Ensino. As votações já estão a decorrer e pode clicar aqui para votar nas diversas categorias.   

    A competição que distingue todos os anos as marcas, personalidades e empresas que têm um impacto significativo em Portugal, nomeia nesta 17ª edição marcas de diferentes categorias, que vão desde a Grande Distribuição aos Festivais de Música, Seguros e Telecomunicações, passando pelo Grande Consumo, Turismo e Banca e Saúde. 

    A lista de finalistas é elaborada através de um cruzamento de avaliações por parte da redação e do Conselho Editorial da Marketeer.   

    As votações para os Prémios Marketeer 2025 estão abertas até ao dia 18 de junho. Pode votar aqui.  

    Os vencedores vão ser conhecidos numa cerimónia a decorrer no dia 3 de julho no Convento do Beato, em Lisboa.

     

  • Amena Karimyan esteve na Universidade Católica Portuguesa (UCP) no Porto para uma manhã inspiradora sobre o tema “Science, Freedom and Thriving Futures”. Fundadora do Kayhana Astronomical Group, criado em 2018 para promover a astronomia entre os jovens, especialmente raparigas, no Afeganistão, Amena Karimyan destacou a importância do conhecimento científico como ferramenta de empoderamento individual e coletivo.

    Durante a sua intervenção, partilhou a sua história de vida e o fascínio que, desde a infância, tem por constelações, o que motivou a criação do Kayhana Astronomical Group. Amena Karimyan refere-se à astronomia como “uma paixão, um amor”. Apesar do contexto marcado pela repressão e conflito, a ativista afegã assumiu o risco e empreendeu este grupo que conta, atualmente, com 300 membros ativos. “No Afeganistão temos de lutar pelos mais básicos direitos humanos”, refere.

    Sobre a importância da educação, Amena Karimyan afirma que “a nova geração é a esperança do futuro” e sublinha “têm de ser melhores do que nós”.

    A afegã Amena Karimyan é engenheira civil, astrónoma e promove o ensino da astronomia junto de jovens no Afeganistão. Em 2021 liderou uma equipa feminina premiada na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica e, no mesmo ano, foi distinguida pela BBC como uma das 100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo, pelo seu papel na promoção do conhecimento e da igualdade de oportunidades. A história de vida de Amena Karimyan é um exemplo de como o acesso ao conhecimento pode ser um instrumento de emancipação e de esperança.

    O evento, que decorreu a 29 de maio e que sublinhou a importância da resiliência e do trabalho em prol da Ciência, contou com a presença da pró-reitora da UCP, Isabel Braga da Cruz, de diretores de faculdades, de estudantes, de docentes e de outros membros da comunidade académica.

    Amena Karimyan, durante a sua visita ao Porto, vai, também, participar na Mostra Nacional de Ciência organizada pela Fundação da Juventude, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, integrando uma mesa-redonda subordinada ao tema “Caminhos de Futuro”, ao lado da pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Braga da Cruz.

  • A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, acolheu no passado dia 28 de maio a segunda edição do Congresso de Investigação em Bioengenharia no Ensino Secundário. Com mais de 120 participantes — entre alunos, professores e investigadores — o evento voltou a afirmar-se como uma verdadeira celebração da curiosidade científica e do talento jovem.

    Ao longo do dia, foram apresentados 33 projetos desenvolvidos por estudantes de oito escolas secundárias de todo o país — de Alfragide, Leiria, Maia, Paredes, Porto, Rio Tinto, S. Mamede de Infesta e Tomar — abordando temas tão diversos quanto: implantes subcutâneos para pacientes cardíacos, eliminação de microplásticos do corpo humano, produtos menstruais sustentáveis, filtros para medicamentos poluentes em rios, têxteis retardantes de fogo e lentes de contacto biodegradáveis.

    “Este congresso é uma janela para o futuro da ciência. É notável ver a capacidade dos jovens do secundário para identificar problemas reais e propor soluções com base no conhecimento e na criatividade,” destacou Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia. “A Escola tem um compromisso firme com a educação científica em todas as etapas do percurso educativo, e este congresso reflete essa missão de inspirar e capacitar os talentos de amanhã.”

    Para além das apresentações orais e dos posters científicos, os participantes tiveram ainda oportunidade de visitar laboratórios, interagir com investigadores da ESB e do CBQF, e conhecer de perto o ambiente académico da Católica.

    A cerimónia de encerramento distinguiu os projetos que mais se destacaram pela sua originalidade, qualidade científica e clareza na comunicação. O prémio de Melhor Apresentação Oral foi atribuído ao projeto Green Flux, da Escola Secundária da Maia. “O nosso projeto consiste em encontrar alternativas mais sustentáveis e biodegradáveis aos produtos tradicionais de higiene feminina. Foi uma experiência incrível. Sentimos que o nosso trabalho foi valorizado, apesar de ainda ser um tema tabu… aprendemos imenso ao longo de todo o processo,” referiu Catarina, em nome do grupo.

    Já o prémio de Melhor Poster Científico foi entregue à Escola Secundária de Rio Tinto. “O nosso projeto procura encontrar uma solução capaz de tratar uma doença que afeta o gado bovino e os canídeos. Gostámos muito de apresentar a nossa ideia e ficámos a perceber o quão difícil e desafiante é trabalhar na área da investigação,” afirmou Mariana, da equipa vencedora.

    A organização atribuiu ainda uma menção honrosa à Park International School. “Testámos propriedades antibióticas de plantas alimentícias não convencionais e comparámo-las com antibióticos como a nitrofurantoína. Foi uma experiência incrível e esperamos voltar no próximo ano!”, referiu Pedro Raimundo.

    O Congresso de Investigação em Bioengenharia no Ensino Secundário volta assim a demonstrar a importância de criar espaços de diálogo entre a escola e a universidade, promovendo a literacia científica, o pensamento crítico e a construção de soluções inovadoras para os desafios do futuro.

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