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Eventos

Conferência: A Voz dos Portugueses - Ethics at Work 2021

16.11.2021 17:00


Formato Híbrido (Católica Porto e Streaming Online)

Que pressões sentem os trabalhadores nas suas organizações? Quais as principais más práticas observadas? Como avaliam os colaboradores as suas chefias relativamente à ética e que diferenças de perceção existem em função da idade ou do género? Estas perguntas foram exploradas e respondidas no âmbito do estudo Ethics at Work: 2021 Survey of Employees. Desenvolvido pelo Institute of Business Ethics (IBE), o estudo foi aplicado em 13 países e, contando pela segunda vez consecutiva com o apoio do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, inclui Portugal nos seus resultados. 

Junte-se a nós no dia 16 de novembro, das 17h00 às 19h15 para conhecer os resultados nacionais e globais e assistir ao debate promovido na mesa-redonda.

17h00 | Boas-vindas e apresentação do Fórum de Ética | Rui Soucasaux Sousa, Dean da CPBS

17h10 | The employees' voice: ethics at work 2021 | Guendalina Donde, Head of Research, IBE

17h30 | A voz dos portugueses: ética no trabalho 2021 | Helena Gonçalves e Ana Roque, Coordenadoras do Fórum de Ética 

18h00 | A voz de gestores: discussão e implicações do Estudo | Mesa-redonda com os patrocinadores do Fórum de Ética - Steven Braekeveldt, CEO da AGEAS Portugal; Miguel Portela, General Manager da BIAL; Fernando Leite, Administrador-Delegado 
da LIPOR; Pedro Ribeiro, HR Director do SuperBock Group - e moderação de Alberto de Castro, Diretor do CEGEA 

19h00 | Encerramento

19h15 | Porto d’Honra e Networking

 


 

Cineclube EA · Novo ciclo "Cinema Como Justiça"

09.11.2021 18:30 — 23.11.2021 19:00
Edifício das Artes / Arts Building


 
CINEMA COMO JUSTIÇA
09 a 23 NOV 2021 · 18h30 · AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO 
·  ENTRADA GRATUITA
 
Em Novembro o cineclube apresenta um novo ciclo dedicado às relações entre cinema e justiça, com curadoria de Joana Carreira, aluna do 2º ano de Licenciatura em Cinema. O programa do ciclo "Cinema Como Justiça" é composto por:
 

"BAMAKO" de Abderrahmane Sissako (09 NOV) 

"MONSIEUR VERDOUX" de Charles Chaplin (15 NOV) 

"DER TOD DES EMPEDOKLES" de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub (23 NOV)

 
Leia o texto do ciclo, bem como a folha de sala da primeira sessão "Bamako" de Abderrahmane Sissako. 
Consulte o site do cineclube para estar a par de todas as atividades.
 
 

Inauguração do Memorial a Sophia de Mello Breyner Andresen

06.11.2021 12:00


"Trazida ao espanto da luz" é o verso gravado no Memorial de Sophia que nasceu nos jardins da Católica no Porto, por iniciativa da Cátedra Poesia e Transcendência | Sophia de Mello Breyner Andresen, instituída em 2006 com um caráter multidisciplinar e intercultural e com o propósito de estudar as relações entre poesia e transcendência.

O Memorial de Sophia, que foi projetado no âmbito da celebração do centenário do nascimento da autora, celebrado no dia 6 de novembro de 2019, é da autoria de Avelino de Leite e foi patrocinado pelo BPI | Fundação "la Caixa". Trata-se de um lugar de repouso e contemplação, um convite para parar junto a um lugar de passagem: uma camélia dentro de um círculo. Oferecida pelo Jardim Botânico do Porto (casa-quinta, esse "território fabuloso", onde Sophia nasceu e passou a infância), esta camélia constitui uma nova variedade, batizada com o verso da poetisa portuense: "Trazida ao espanto da luz".

A inauguração decorre no dia 6 de novembro, no âmbito do II Colóquio Internacional TEOTOPIAS: "A violenta escuridão de se abeirar da luz", um evento organizado pela Cátedra Poesia e Transcendência, no contexto do cinquentenário do nascimento de Daniel Faria – poeta que foi aluno da Faculdade de Teologia na Católica no Porto.
 

Visita Guiada à Exposição "Cintura"

18.11.2021 18:30


 

18 NOV · 18H30 · Sala de Exposições da EA
Visita Guiada à Exposição Cintura 

 
Visita guiada à exposição com o artista, José Pedro Cortes, e a curadora, Sylvia Chivaratanond. Cintura explora as vastas estruturas da VCI, um intrincado mapa de autoestradas e anéis circulares que ligam as pontes do centro do Porto à periferia da cidade ao longo do rio Douro. Mais informação sobre a exposição aqui.
 

BIOGRAFIAS

JOSÉ PEDRO CORTES (PORTO, 1976)

Cortes expõe regularmente desde 2005, em Portugal e no estrangeiro. Das suas exposições individuais destacam-se as mostras no Centro Português de Fotografa (Porto, 2005), White Space Gallery (Londres, 2006), Museu da Imagem (Braga, 2006), CAV - Centro de Artes Visuais (Coimbra, 2013), Museu Nogueira da Silva (Braga, 2001), Robert Morat Galerie (Berlin, 2015), Museu da Electricidade/MAAT (Lisboa, 2015), Galeria Francisco Fino (Lisboa, 2018) e MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (Lisboa, 2018). Colectivamente expôs, entre outros locais, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2006), Deichtorhallen Hamburg (Alemanha, 2012) Centre Gulbenkian Paris (França, 2012), Fondazione Monte di Luca (Itália, 2012), Oslo Peace Center (Noruega, 2013), Museu de Serralves (Porto, 2014), Canadian Centre for Architecture (Canada, 2015). Em 2014 foi um dos 3 nomeados para o prémio BESPhoto 2014, expondo o seu trabalho no Museu Berardo (Lisboa) e no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, Brasil). Em 2016 foi um dos 4 artistas comissariados para desenvolver um projecto inédito para a BF 16 - Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira.

Tem 5 livros publicados: 'Silence' (Pierre von Kleist, 2005), 'Things Here and Things Still to Come' (PvK, 2011), 'Costa' (PvK, 2013), 'One's Own Arena' (PvK, 2015), 'A Necessary Realism' (PvK, 2018). O seu trabalho encontra-se representado em várias coleções públicas e privadas, entre as quais Novo Banco Art Collection, Colecção de Arte Contemporânea do Estado, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, PLMJ ou MAAT/Fundação EDP.

O seu trabalho é representado pela Galeria Francisco Fino (Lisboa) e Robert Morat Galerie (Berlin).


 

Organização
 
Este projeto é financiado por Fundos Nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia no âmbito do projecto Ref.ª UID/00622/2020.
 
 
Este projeto foi desenvolvido no âmbito do projeto NORTE-01-0145-FEDER-022133, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE 2020), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
 
 
Apoios
Câmara Municipal do Porto (Programa de Apoio à Criação Artística CRIATÓRIO)
 

 

 

Alice Miceli · Paisagens Impenetráveis · Workshop

10.11.2021 18:30 — 13.11.2021 21:00


 

Workshop de Fotografia

Alice Miceli
Paisagens Impenetráveis

10 – 13 NOV 2021

Mais informação em artes@porto.ucp.pt

 

No âmbito do programa InResidence promovido pela Câmara Municipal do Porto, Alice Miceli está na Escola das Artes a desenvolver um projeto de investigação já em curso, centrado nas representações fotográficas da paisagem, nomeadamente em zonas pós-conflito e onde foram deixadas minas terrestres, para refletir sobre a contradição entre a invisibilidade e a violência de tais dipositivos militares.
 
O que queremos dizer quando denominamos um determinado recorte de elementos da "Natureza" uma “Paisagem”? Seria esta designação já, em si, em uma operação estética? Este workshop pretende explorar, em teoria e prática, os conceitos que informam as noções tanto de "Natureza" quanto de "Paisagem", principalmente no que se refere à representação do espaço na imagem fotográfica.
 
 
PROGRAMA
4ª FEIRA:  18.30h-21.00h
 
5ª FEIRA:  18.30h-21.00h
 
6ª FEIRA
Dia livre para a realização dos exercícios propostos
 
SÁBADO: 10.00h-13.00h
Visionamento dos trabalhos realizados
 
 
Acesso: Entrada gratuita para alunos de Mestrado da Escola das Artes. 150€ para alunos externos. Mais informações com artes@porto.ucp.pt.
 
Alice Miceli
O trabalho de Alice Miceli (Rio de Janeiro,1980) alterna entre o vídeo e a fotografia, partindo frequentemente da investigação de acontecimentos históricos e de viagens exploratórias, através das quais reconstitui vestígios culturais e físicos de traumas passados infligidos em paisagens sociais e naturais. A sua obra integra importantes acervos internacionais como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA) e Moscow Biennale Art Foundation (Rússia).

 

 

 

EA DASHED CONCERTS #2 · João Não & Lil Noon

18.11.2021 19:30


 

18 NOV 2021 · 19H30 · Edifício de Restauro

 

EA DASHED CONCERTS #2

João Não & Lil Noon

Os  EA DASHED CONCERTS são momentos concentrados de máxima potência sonora. Estes concertos, promovidos e organizados pela Escola das Artes, com a duração de 15-20 minutos, serão o local onde todos os meses músicos e bandas convidadas de diferentes origens geográficas e artísticas irão apresentar o seu trabalho. Os convidados desta segunda sessão são João Não & Lil Noon. As gravações dos concertos e performances ficarão disponíveis no canal de YouTube da Escola das Artes.

Nascido em Gondomar no final do milénio passado, João Não traz nas suas palavras a fusão entre o local e o global, buscando ideias por onde passa e por onde deseja passar. Depois de vários anos empenhado na escrita, naturalmente a música foi surgindo no seu percurso, apelando à voz do mesmo para interpretar e tornar em canções os versos que foi construindo desde novo. 
 
O primeiro projeto nasceu lá, no seio dessa “Terra-Mãe”, que o viu crescer e a Lil Noon, o companheiro na produção e apresentação do mesmo. Ignorando algumas barreiras musicais e de olhos (e ouvidos) postos na fusão de géneros, os dois artistas gondomarenses compilaram várias canções que visam apresentá-los ao panorama nacional, em busca de um “lugar ao sol”. "‘terra-mãe’ composta por 7 temas ‘serve como uma ode às origens, ao chão que nos acolhe e nos sustenta os pés em alturas em que a cabeça pouco pousa. 
 
 
Onde o juvenil e o urbano 
conhecem o gentil, até o insano, 
e o fio que conduz é a voz. 
Na terra-mãe, correr é livre 
para poder manter vivo 
o filho que reluz em nós.’ 
 
 
Acesso: Entrada livre sujeita à lotação do espaço.
O evento decorrerá seguindo as orientações das autoridades sanitárias e de trabalho relativamente aos procedimentos e práticas de segurança e à saúde no contexto da pandemia COVID-19. No local estão em vigor as seguintes regras:
  • Utilização obrigatória de máscara
  • Desinfecção das mãos com álcool-gel à entrada (disponível no local)
  • Registo de participantes à entrada
  • Distanciamento entre lugares
  • Medição de temperatura
 

Discografia 
Ouvido c/ Beiro (participação, 2021) videoclip
Terra-Mãe (Álbum, 2021)
Relembro Dezembro (Single, 2020) videoclip
Nossa Regra (Rosa Negra) (Single, 2020)
Dá-me Espaço c/ Maudito  (Participação, 2020)  videoclip 

 
Ligações 
 

FICHA TÉCNICA

Curadoria: Diogo Tudela, Francisco Pais Rodrigues, Rui Vieira e Vasco Carvalho
Produção: Diogo Tudela, Francisco Pais Rodrigues, Rui Vieira e Vasco Carvalho
Direção de Arte e Fotografia: Diogo Tudela, Guilherme Afonso e Rui Vieira
Design: Joana Pestana
Assistência Técnica: Benjamim Pires, Duarte Maltez, João Pereira, Luana Cardoso, Mariana Rocha, Miguel Canelhas e Nuno Fonseca

 

 

 

The employee´s voice: ethics at work 2021

04.11.2021 16:00


No âmbito do seu estudo trianual ‘Ethics at Work’, cuja componente portuguesa é desenvolvida, pela segunda vez, com o apoio do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, o Institute of Business Ethics (IBE) vai realizar, no próximo dia 4 de novembro, o evento de lançamento do ‘Ethics at Work Survey 2021’. 

Intitulado “The employee´s voice: ethics at work 2021”, o evento de kick-off vai realizar-se em formato webinar, onde serão desvendados alguns dos resultados do estudo realizado em 13 países de todo o mundo com o objetivo de conhecer as diferentes culturas organizacionais. 

Mais informações disponíveis aqui.

 

Cineclube EA · Mudar de Vida

02.11.2021 18:30
Edifício das Artes / Arts Building


 

Mudar de Vida
02 NOV 2021 · 18h30 · AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO 
· ENTRADA LIVRE
 
Termina com "Mudar de Vida" de Paulo Rocha, o ciclo de cinema português "Brandos Costumes, Velhos Costumes" no Cineclube EA. Leia aqui a folha de sala, e confira também a programação do próximo ciclo no site do cineclube.

Cineclube EA: MUDAR DE VIDA

02.11.2021 18:30
Edifício das Artes / Arts Building


de Paulo Rocha 
Portugal, 1966, 103'

 


Sinopse

Fortemente influenciado pela nouvelle vague, Paulo Rocha explora os temas de redenção e o efeito sócio-cultural da emigração em Portugal nos anos 60. Mudar de Vida segue Adelino no seu regresso a casa. Após servir o serviço militar obrigatório em África, este regressa para encontrar um Portugal diferente daquele que ele tinha deixado para trás.

 
 

Folha de sala

“O Meu País é o que o Mar Não Quer”

por Vasco Vasconcelos (mestrando em cinema)

 

De um grupo de novos realizadores portugueses que no final dos anos 50 e início dos anos 60 se espalharam pela Europa e aí tiveram contacto com a vanguarda cinematográfica, talvez nenhum outro tenha um papel tão decisivo no cinema feito em Portugal como Paulo Rocha. Em conjunto com mais dois ou três filmes de outros realizadores, Os Verdes Anos – primeira obra de Rocha – e Mudar de Vida são o molde do “novo cinema português”. Mas enquanto o primeiro era carregado de urgência e uma espécie de manifesto de uma geração com pressa de introduzir uma nova sensibilidade, Mudar de Vida é um caso particular de austeridade e delicadeza, fruto de uma visão mais íntima e da vontade de retratar um lugar e um modo de vida enraizados na memória do realizador. Ainda que muito distintos, os dois filmes começam com uma chegada para não mais deixarem de sugerir uma partida. Talvez aí esteja já um indício daquilo que João Bénard da Costa considerava ser o tema de fundo do cinema português: um país que é ao mesmo tempo um profundo amor e uma profunda maldição. 

Se, em Os Verdes Anos, um jovem abandona a sua terra à procura de uma vida melhor na capital, em Mudar de Vida, Adelino volta a casa depois de perder a juventude numa guerra além-mar. Regressado de África, encontra uma vila que quase não reconhece e uma vida que lhe trocou as voltas. Júlia fartou-se de esperar por ele, de anos sem uma letra. No Furadouro, a paisagem alterou-se e as estruturas ficaram expostas: uma comunidade desmembra-se e desespera perante o mar esfomeado, que não distingue entre a casa grande e os pequenos palheiros que mal se equilibram nas dunas. Um poço escorchado parece uma chaminé, mesas e cadeiras são arrastadas pelas ondas. A vida leva ainda outras coisas: os velhotes, as companhas, até os costumes leva. Sobrevivem alguns no filme: festas em honra da Senhora da Saúde; o Bendito, cantado em alto-mar pelos pescadores; bailes na noite de São João – Ora aperta, amor, aperta, aperta a minha cintura. Este nosso bem-querer só tem fim na sepultura. Danças macabras em que cada um faz o que pode e o que todos fazem é comer-se uns aos outros. O filme vai perdendo os vestígios neo-realistas e prossegue sob o signo de Mizoguchi, cerzido pelas subtis linhas de guitarra e flauta de Carlos Paredes e pelos irrepreensíveis diálogos, escritos e reescritos por António Reis em cima de cada cena – “cada dia mais magro, sempre em suores frios, à procura da vírgula, da pausa, da assonância secreta e expressiva”, como dele se lembra Paulo Rocha. Entre águas, Adelino vagueia só. Voluntário à força, querem que troque o mar pela ria, a areia pelo sal, as redes pelos círculos, trapézios e quadrados. Vão-se os precários palheiros, os vagalhões que balançam os barcos, os bois que lavram o oceano. Vêm as águas paradas e os pântanos, os moliceiros a rasgar a neblina, as correrias pela mata. Pescador de água doce, Adelino encontra Albertina, rebelde e esquiva, pássaro de arribação. Segredam tristezas, moem águas passadas, fazem contas ao que há a perder e a ganhar. Afinal, ias daqui para algum lado?

 

II Simpósio Global Uniservitate

28.10.2021 14:00


A Universidade Católica Portuguesa organiza, em parceria com a CLAYSS (Centro Latino Americano de Aprendizagem Serviço Solidário), o II Simpósio UNISERVITATE “Aprendizagem-Serviço, Educação Integral e Espiritualidade Transformadora que decorrerá nos dias 28 e 29 de outubro.

 

 

Para mais informações, entre em contacto através do e-mail: symposium@uniservitate.org

 

II Global Symposium Uniservitate

Organizado por Uniservitate em conjunto com a Universidade Católica Portuguesa

Com a coordenação de CLAYSS e Porticus e, colaboração de FIUC-IFCU

De acordo com o Pacto Educativo Global

 


 

A quem se destina?

A todos os professores, investigadores e estudantes de programas de Mestrado ou Doutoramento que já trabalhem ou queiram saber mais sobre a metodologia Aprendizagem-Serviço (ApS). Trata-se de uma metodologia de ensino que combina a aprendizagem académica com o serviço à comunidade por forma a que os/as estudantes se formem, pessoal e profissionalmente, a partir do trabalho com necessidades reais da comunidade.

Este Simpósio, em formato online, reunirá Universidades de todo o mundo, num novo evento global e multicultural de partilha de experiências, discussão e investigação da dimensão espiritual da aprendizagem-serviço, e do seu contributo para a identidade e missão das Instituições de Ensino Superior.

 


 

Informações adicionais

Universidade Católica é uma das 20 instituições em todo o mundo selecionada para ser apoiada numa metodologia de ensino inovadora que visa formar cidadãos comprometidos.

A Universidade Católica foi selecionada para integrar o Programa UNISERVITATE, um programa global e em rede, que tem como objetivo gerar uma mudança sistémica nas Instituições de Ensino Superior Católico, através da institucionalização da metodologia Aprendizagem-Serviço (ApS).

No âmbito do UNISERVITATE, foi celebrado um acordo entre o Centro Latino Americano de Aprendizagem e Serviço Solidário (CLAYSS), a Universidade de Deusto e a Universidade Católica Portuguesa, para que seja desenvolvido um programa de apoio, durante pelo menos 2 anos, para promover processos de institucionalização da ApS. Este programa vem complementar o projeto CApS – Universidade Católica e Aprendizagem-Serviço: Inovação e Responsabilidade Social – que arrancou em 2020, e que já este semestre, está a aplicar a metodologia em unidades curriculares (UC) e uma atividade extracurricular nos 4 campi da Universidade Católica Portuguesa: Braga, Lisboa, Porto e Viseu.

Com este programa, a Universidade Católica Portuguesa, em conjunto com as outras Instituições Católicas de Ensino Superior em todo o mundo espera cooperar como parceira e fazer parte de uma rede internacional centrada na qualidade educativa e científica, em estreita relação com o seu impacto social.   

A Universidade Católica Portuguesa é pioneira em Portugal no processo de institucionalização da metodologia ApS.

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