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Escola Superior de Biotecnologia convida estudantes do ensino básico e secundário a celebrar o Dia Internacional do Microrganismo

Mais de 25 experiências com microrganismos, dezenas de investigadores e equipamentos de laboratório e um espaço ao ar livre! Este vai ser o cenário de mais uma Mostra do Dia Internacional do Microrganismo, assinalado pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, no dia 15 de setembro, entre as 9h30 e as 17h00, no campus Porto. Uma iniciativa gratuita que se destina a estudantes do ensino básico e secundário. A inscrição é obrigatória e termina a 4 de setembro.

Pretendemos com esta iniciativa dar a conhecer os vários exemplos práticos de quanto os micróbios, embora invisíveis a olho nu, fazem parte integrante da nossa alimentação, ambiente e saúde,” salienta Joana Barbosa, investigadora e membro da organização desta iniciativa, acrescentando “como exemplo temos: as células humanas constituem apenas 43% da contagem total de células do corpo, sendo que o resto são microrganismos”.

Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia, sublinha “enquanto faculdade temos a missão de contribuir para a literacia científica junto dos mais novos, proporcionando-lhes momentos como estes em que podem experimentar e ouvir os nossos estudantes, investigadores e cientistas a falar sobre, neste caso, o importante papel dos microrganismos em tantas áreas.”

Durante um dia, os estudantes vão ter a oportunidade de participar em mais de 25 experiências como: Biomateriais no combate às feridas crónicas; Há vida no solo!; Um dia na vida de um Staphylococcus aureus; Gastronomia Molecular: os bons microrganismos à sua mesa; BioArte – Leveduras como não as conhecemos; Microrganismos limpam as águas residuais; Descobre o par: antimicrobianos das cascas em ação; Microalgas; O fermento de padeiro em ponto grande; Kombucha Circular; Iogurtes: uma fonte de “bons microrganismos; Organização do Frigorífico; Roda dos Alimentos; Bebes disto?

A escolha do dia do evento também não foi ao acaso, uma vez que o Dia Internacional do Microrganismo se comemora a 17 de setembro (que este ano é um domingo) e por essa razão a Escola Superior de Biotecnologia resolveu antecipá-lo de forma a poder celebrar a data com todos os estudantes,” esclarece Joana Barbosa.

O Dia Internacional do Microrganismo comemora-se todos os anos a dia 17 por corresponder à data, em 1683, em em que pela primeira vez (que se saiba) estes seres foram descritos por escrito – numa carta à Real Sociedade de Londres pelo holandês Antonie van Leeuwenhoek. Uma efeméride que convida todos a ver o lado positivo dos microrganismos.

A Mostra do Dia Internacional do Microrganismo da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica, que em 2022 juntou mais de 500 estudantes, realiza-se a 15 de setembro, entre as 9h30 e as 17h, no campus Porto. Um evento gratuito de inscrição obrigatória até ao dia 4 de setembro.

 

27-07-2023

Raquel Sampaio: “O Direito deu-me inúmeros caminhos intelectuais por onde continuo a reger a minha vida.”

Raquel Sampaio é natural do Porto, tem 42 anos e é licenciada em Direito pela Escola do Porto da Faculdade de Direito, da Universidade Católica. É advogada e diretora executiva da Associação Direito Mental, que promove a saúde mental na comunidade jurídica. Durante o seu percurso profissional, esteve em diferentes sociedades de advogados e passou, também, por Timor, Nova Iorque e Moçambique. A sua vida é “muito estimulante” e nela procura sempre “coisas novas para aprender”. Sustentabilidade, inovação e tecnologia são alguns dos mais recentes temas que têm merecido a sua atenção.

 

Como é que descreve a sua vida?

Acho que criei uma vida muito estimulante, onde me sinto chamada a tentar fazer a diferença, quer seja numa organização, quer seja nas pessoas que se cruzam comigo. Sinto-me sempre rodeada de coisas novas, de diferentes pessoas, de novidades para aprender. Às vezes, a minha vida pode parecer um bocadinho dispersa, mas vai tudo dar ao mesmo rio…

 

Quando é que soube que queria estudar Direito?

Eu sabia que queria ler e escrever. Era aquilo que eu mais gostava de fazer. O Direito acabou por surgir no 12º ano e foi uma escolha muito prática. No fundo, fui à procura daquilo que me podia dar alguma segurança profissional.

 

Estudar Direito foi surpreendente?

Descobri que no Direito havia um grande espaço para ler, escrever e refletir. O Direito deu-me inúmeros caminhos intelectuais por onde continuo a reger a minha vida profissional e também a minha vida com os outros, a vida em sociedade, a vida na política. O curso permitiu-me criar na minha cabeça uma espécie de arquétipos através dos quais consigo pensar e refletir o mundo.

 

“o curso é uma arma de defesa que me ajuda a enfrentar o mundo real.”

 

Quais são as suas principais memórias de infância?

Eu sou mesmo um produto da Foz (risos). Geograficamente cresci à volta da Universidade Católica e, por isso, as minhas memórias de infância são do meu dia-a-dia no colégio, na praia, em Serralves, andar de elétrico e ir até à praia.

 

O que é que distingue a Universidade Católica?

Aqui o Direito é de excelência. O curso estava muito bem estruturado e tinha os professores certos a acompanhar as matérias. Lembro-me que quando fiz o meu estágio senti-me muito melhor preparada que os outros. Muitas vezes senti e ainda sinto que o meu curso é uma arma de defesa que me ajuda a enfrentar o mundo real. Tive acesso a um bloco de conhecimento valioso que me preparou verdadeiramente para o futuro.

 

“Uma das coisas mais marcantes foi ter feito parte da Tuna Feminina.”

 

Quais são as suas memórias mais marcantes durante a licenciatura?

Na Católica, fiz um bocadinho de tudo. Foram anos animados. Uma das coisas mais marcantes foi ter feito parte da Tuna Feminina. Isso permitiu-me um contacto próximo com pessoas de outros cursos e deu-me, também, a possibilidade de viajar pelo país a tocar e a cantar. Integrei, também, a Associação Académica e lembro-me que vivíamos intensamente a vida na faculdade. No outro dia, em conversa com uma amiga, lembrei-me que foi logo desde o primeiro ano do curso que começámos a estar envolvidas na tarefa de fazer as flores para decorar o nosso carro para o cortejo. Tenho, também, excelentes recordações das aulas e é engraçado porque ainda hoje tenho bem presente na minha cabeça a nossa distribuição pelas mesas nas salas. Até há bem pouco tempo também votava na Católica e por isso este lugar sempre fez parte de mim. Desde a infância até à vida adulta.

 

Com que vida profissional sonhou durante o curso?

A minha única certeza era a de que queria ir trabalhar para fora. Sonhava qualquer coisa entre a diplomacia e o viajar pelo mundo.

 

Mas acaba por fazer o estágio para ingressar na Ordem dos Advogados …

Sim, e foi durante o estágio que tomo conhecimento de uma oportunidade que havia em Timor, na missão de apoio aos crimes cometidos em 1999. Estive lá com a Procuradoria Geral da República cerca de 8 meses. Regressei a Portugal para fazer o exame da ordem.

 

“Queremos contribuir ativamente para a criação de uma cultura positiva e de apoio à saúde mental na comunidade jurídica.”

 

O que é que foi mais marcante dessa experiência em Timor?

O mais marcante é estar do outro lado do mundo e de precisar quase de 24 horas para lá chegar ou para voltar para casa. Senti uma diferença cultural enorme, mas ainda assim era muito bom ver a facilidade com que o povo nos recebia. A experiência profissional foi muito rica, porque foi a primeira vez que tive contacto com procuradores gerais da república e com um tribunal a sério. Foi importante para perceber como é que era trabalhar numa organização internacional e perceber que tipo de carreiras é que estavam associadas a isso. A experiência em Timor foi determinante para perceber que queria continuar a trabalhar fora.

 

Depois de Timor, também esteve em Nova Iorque e em Moçambique. Duas realidades também muito diferentes.

Sim, essas experiências surgiram depois de períodos de trabalho em Portugal como advogada. Logo depois de regressar de Timor, estive a trabalhar na Vieira de Almeida e posso dizer que foi onde aprendi quase tudo o que havia para saber sobre o Direito e sobre o ser advogada. Foi muito importante para mim, porque foi aí que percebi que ser advogada também me realizava. A experiência em Nova Iorque surgiu porque integrei a missão de Portugal junto das Nações Unidas e, como se pode imaginar, viver naquela cidade e trabalhar ali tão perto da ONU é qualquer coisa de muito marcante. Acabo por regressar novamente a Portugal e passo a integrar a Abreu Advogados que tinha aberto vagas para o estrangeiro. Vou para Moçambique. Era suposto ter lá ficado 6 meses, mas acabei por ficar 3 anos. Foi uma experiência muito boa, quer ao nível profissional, como pessoal. Nestes países que não funcionam à maneira ocidental, há stress e ansiedades que ficam necessariamente pelo caminho. Foi uma descoberta importante para mim.

 

Stress, ansiedade, gestão de tempo, trabalho fora de horas … É fundadora e diretora executiva da Direito Mental. Em que consiste?

É uma Associação que tem como objetivo promover a saúde mental, através da sensibilização, da literacia, da recolha e divulgação de conhecimento e do apoio à comunidade jurídica e às pessoas em concreto. Queremos contribuir ativamente para a criação de uma cultura positiva e de apoio à saúde mental na comunidade jurídica, em particular no local de trabalho e nos estabelecimentos de ensino. É muito gratificante ir às sociedades de advogados e às universidades falar sobre o tema e sobre estas novas formas de trabalhar.

 

Depois de regressar de Moçambique, esteve também a trabalhar no Governo.

Depois de regressar de Moçambique, surgiu a oportunidade de ir trabalhar para o Governo. Quem trabalha a parte do Direito Público quer sempre perceber o lado da administração e por isso foi uma experiência muito gratificante porque tive a oportunidade de perceber como é que o Estado decide, como é que se move e como é que legisla.

 

Depois de tantas experiências diferentes, como é, atualmente, a sua vida profissional?

Fruto da pandemia, há um mundo que se abre na minha vida profissional, porque se cria uma nova forma de estar no Direito. Começo a perceber que ser só advogada não me realiza e que preciso de adicionar outros projetos e outras formas de estar. Começo a estudar Inovação e a interessar-me pelos temas da sustentabilidade, da inteligência artificial, das tecnologias e das novas tendências. Hoje em dia divido a minha vida entre a advocacia, a Direito Mental e uma constelação de coisas novas que vão acontecendo.

 

“Os jovens não querem é trabalhar assim. E ainda bem.”

 

O que é que sonha para a Direito Mental?

Gostava que a Direito Mental tivesse importância ao nível individual e organizacional. Para que as pessoas peçam ajudam antes de chegarem a situações limite e que criem bons hábitos nas suas vidas.
Quero que a Associação seja um repositório de boas práticas, no qual as organizações sejam capazes de se contagiar umas às outras.

 

No seu contacto com as gerações mais jovens, como é que acha que olham para as questões da saúde mental?

Os jovens nesta altura têm muito mais autoconhecimento do que nós tínhamos. Sabem o que é a ansiedade, o que é a depressão e sabem que quando não estão bem que querem estar bem. A ideia que eu tenho muito é que os jovens já sabem que há coisas que não querem e que há coisas que querem. Detesto aquela frase que volta e meia se ouve “os jovens não querem trabalhar”. Não podia discordar mais. Os jovens não querem é trabalhar assim. E ainda bem. Ainda bem que as coisas mudam.

 

O que é que gosta de fazer nos seus tempos livres?

Tenho uma vida cultural muito ativa. Gosto muito de cinema e de ir a concertos. Estou bem informada sobre aquilo que está a acontecer na cidade. Para além disto, tenho uma cadela e, por isso, aproveito o meu tempo para a ir passear e gosto muito de estar na natureza. Esforço-me por criar intervalos durante o dia e durante a semana. Foi difícil criar esta disciplina, mas é essencial para o nosso bem-estar.

 

27-07-2023

Católica Porto Business School e EY desenvolvem estudo inovador em Portugal


Numa parceria estratégica entre o Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (CEGEA) da Católica Porto Business School (CPBS), a APED e a empresa de consultoria EY, foi desenvolvido um estudo pioneiro no âmbito do comércio omnicanal em Portugal - Omnichannel Maturity Index 2022. A estratégia de omnicanalidade pode descrever-se como uma estratégia de negócio que procura oferecer ao consumidor uma experiência de compra única, em todos os canais - físico, mobile e online.

Com suporte científico da professora Susana Costa e Silva e de Miriam Salomão, a pesquisa teve como objetivo pesquisar, analisar e sistematizar o estado da arte do retalho omnicanal em Portugal, resultando na criação do OmniChannel Maturity Index (Índice de Maturidade Omnicanal), uma ferramenta inovadora que permite avaliar de forma rápida e precisa o grau de maturidade nas diferentes dimensões de um negócio omnicanal. 

Através do OmniChannel Maturity Index, as empresas vão poder avaliar a sua agilidade omnicanal em várias dimensões-chave e direcionar os seus esforços para aperfeiçoar pontos específicos das suas operações, melhorando a jornada do cliente e fortalecendo a sua competitividade num mercado cada vez mais dinâmico.

O estudo representa, assim, um marco significativo no campo do comércio omnicanal em Portugal. A expectativa é que esta pesquisa estimule o crescimento e a inovação do setor, incentivando as empresas a procurarem soluções mais integradas e eficientes para atenderem às expectativas dos consumidores modernos.

PODE LER O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA AQUI. 



 

 

27-07-2023

CBQF e WUR exploram tecnologia de ponta em drones na agricultura e na indústria alimentar

O Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica Portuguesa e a Wageningen University & Research (WUR) realizaram no dia 20 de julho de 2023, na Vitacress Portugal, o STARGATE Drone Workshop. Este evento, que contou com a participação da Spin.Works, empresa líder em tecnologia de drones, reuniu a academia e a indústria.

Os participantes do workshop, de diferentes setores, exploraram tecnologia de ponta em drones e as suas aplicações na agricultura e na indústria alimentar, bem como testemunharam em primeira mão como esta tecnologia está a revolucionar a agricultura de precisão, a monitorização de culturas e as práticas agrícolas sustentáveis. A colaboração dos intervenientes demonstrou o potencial de inovação e as soluções práticas no campo, impulsionando a indústria rumo a uma maior eficiência e sustentabilidade. O STARGATE Drone Workshop permitiu, deste modo, impactar todos os participantes, inspirando novos avanços nesta área e promovendo colaborações entre a academia e a indústria.

O projeto STARGATE – “Sensors and daTA tRaininG towards high-performance Agri-food sysTEms”, financiado pelo Horizonte 2020 através do programa “Twinning of research institutions”, tem o objetivo de responder aos grandes desafios dos sistemas agroalimentares europeus. O STARGATE envolve a participação dos investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica que, em colaboração com instituições líderes internacionais - a Wageningen University & Research (WUR), o Instituto de Investigação Francês para a Agricultura, Alimentação e Ambiente (INRAE) e o Instituto de Genética Vegetal e de Investigação de Plantas alemão (IPK) - estão a aprofundar e partilhar conhecimento sobre a criação de sistemas agroalimentares mais resilientes e sustentáveis.

27-07-2023

Programa FLY promove voluntariado através de intercâmbio de estudantes

Quatro estudantes estrangeiras, três de nacionalidade espanhola e uma eslovaca, estiveram em Portugal. Uma estudante portuguesa, da Licenciatura em Psicologia da Faculdade de Educação e Psicologia, esteve em Espanha. Em comum todas participaram, através da Universidade Católica Portuguesa, no FLY, um programa europeu de voluntariado e aprendizagem-serviço.

Entre 3 e 14 de julho, as estudantes estrangeiras que estiveram no Porto realizaram voluntariado no Centro António Cândido, uma casa de acolhimento, onde desenvolveram atividades lúdicas, como uma cozinha pedagógica, além de proporcionarem diversos momentos de lazer: aulas de surf, visita ao museu do chocolate, passeios na praia e de barco. Estas atividades tiveram como objetivo aproximar os estudantes das diferentes realidades e contextos e sensibilizar para o desenvolvimento pessoal das crianças e dos adolescentes acolhidos nesta instituição.

Michaela Žibeková, estudante do Mestrado em Educação Primária da Matej Bel University (Eslováquia), foi uma das voluntárias envolvidas nesta experiência e confessou que viveu “duas semanas inesquecíveis no programa de voluntariado no Porto.” Realçou estar “grata por puder conhecer pessoas simpáticas e reunir novas experiências”. “Espero voltar um dia!” . No mesmo grupo, Pilar Luengo, estudante do Mestrado em Direito Empresarial da Universidad Pontificia Comillas (Espanha) admitiu ter encontrado pessoas amigáveis, enquanto teve a oportunidade de “contribuir para a causa da solidariedade das diferentes instituições onde o projeto foi desenvolvido”.

Durante as tardes, as estudantes prepararam refeições na Porta Solidária, que acolhe pessoas em situação de sem abrigo, promovendo um impacto positivo na comunidade local.

 

“Esta é a minha primeira experiência fora do país”

Integrada no projeto FLY, Mafalda Sá, estudante da Licenciatura em Psicologia da Faculdade de Educação e Psicologia, teve a oportunidade de viajar para Bilbao, em Espanha, para colaborar em atividades lúdicas com crianças e adolescentes. Foram várias as atividades que realizou e que promoveram o desenvolvimento socioemocional e a literacia destes jovens.

“Eu quis muito participar nesta iniciativa por ser uma cultura diferente e por poder fazer a diferença”, salienta Mafalda Sá. Entusiasmada em relação à sua experiência em Bilbao, a estudante confessa que esta experiência permitiu compreender outras culturas e outros contextos relevantes para o seu percurso académico, sobretudo no âmbito da Licenciatura em Psicologia.

O projeto FLY é uma iniciativa que visa promover experiências de intercâmbio e aprendizagem no terreno, proporcionando aos estudantes de diversas universidades europeias a oportunidade de participarem em projetos solidários.

Coordenado pela Universidade de Comillas (Madrid), o programa FLY 2023 junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades de Deusto (Bilbao), ESADE (Barcelona), Loyola (Andaluzia), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia). Cada uma das instituições envolvidas apresenta projetos de voluntariado e/ou de aprendizagem-serviço no país de origem, com a possibilidade de receber estudantes, bem como de enviar alunos para projetos de outras universidades parceiras.

 

27-07-2023

Diversidade, empoderamento e educação: projeto do CITAR testa metodologia de literacia fílmica em escolas

Mais de 50 docentes e perto de 1000 estudantes estiveram envolvidos na implementação-piloto do projeto INSERT, do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR), da Escola das Artes (EA), que tem como objetivo educar e incluir através da promoção de uma linguagem artística em torno do Cinema, refletida na metodologia desenvolvida que inclui mais de 20 recursos de acesso gratuito.

Originários de cinco agrupamentos-escola, os professores e alunos que testaram esta metodologia produziram curtas-metragens e participaram em sessões de cinema com base nos recursos oferecidos pelo projeto. Revelaram-se altos níveis de motivação e de entusiasmo e foi possível constatar a eficácia dos materiais disponibilizados.

Coordenado por Pedro Alves, docente da Escola das Artes e investigador do CITAR, o projeto pretendeu desenvolver uma metodologia teórico-prática de literacia fílmica e produção cinematográfica, capaz de combater e ultrapassar as barreiras geográficas, culturais ou sociais que tantas regiões ainda hoje enfrentam.

O objetivo é fazer chegar a mais escolas, docentes e estudantes a oportunidade de contactar com o cinema, respondendo à necessidade contemporânea de flexibilidade e inclusão nas escolas. Porque, o Cinema, ao representar múltiplas realidades, torna-se “um campo natural para a diversidade, o empoderamento e a educação.”

 

Impacto: elevados índices de motivação!

Pedro Alves explica que, através de um questionário aos docentes e através de reuniões com as direções das escolas e alguns alunos, “foi possível constatar a eficácia dos recursos e os elevados índices de motivação de todas as partes envolvidas.” “Todas as escolas manifestaram a intenção de continuarem a usar os recursos em atividades e nos anos vindouros”, conclui.

Resultados muito positivos que reforçam o propósito do INSERT e a certeza de que “o cinema estimula a construção de perspetivas, saberes e sensibilidades”. Isto mesmo foi notório na apresentação pública do projeto durante o Encontro de Cinema e Educação, realizado na Escola das Artes, onde representantes das cinco escolas-piloto mostraram alguns dos resultados da sua participação no projeto.

Pedro Alves afirma que a importância deste projeto para a comunidade educativa reside na possibilidade de se “diminuírem as desigualdades no acesso a diferentes oportunidades e estratégias de ensino ou aprendizagem no campo da educação para o cinema”.

Depois da fase de teste da metodologia, INSERT pode agora ser implementado e disseminado num sentido amplo e aberto: em diferentes contextos, por diferentes intervenientes e com diferentes objetivos e abordagens.

O projeto, que decorreu aolongo de 18 meses entre 2022 e 2023 e foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), envolveu, também, investigadores do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia, contando ainda com a Direção-Geral da Educação e o Plano Nacional de Cinema como parceiros.

27-07-2023

Research Grant - Project LIFE Fitting - BI-1

26-07-2023

Estudante da Católica sagra-se vice-campeã europeia universitária de Taekwondo

Carolina Costa, estudante da licenciatura em Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde da Católica no Porto, sagrou-se vice-campeã europeia universitária de Taekwondo.

“Estou muito feliz por ter conseguido levar o nome da Católica aos mais altos níveis do pódio”, afirma a estudante, garantindo, também, o desejo de “continuar a representar a Católica nas próximas competições nacionais, europeias e mundiais.”

Carolina Costa representou a Universidade Católica no Porto no Campeonato Europeu Universitário que decorreu em Zagreb, na Croácia, de 20 a 23 de julho, na vertente de Poomsaes, na categoria individual.

“Foi uma competição muito exigente e bastante longa, visto que existiam 27 atletas na minha categoria e para chegar à final foi necessário realizar 5 rondas contra atletas incríveis”, conta a estudante. Carolina Costa afirma que está muito contente e orgulhosa da sua prestação na competição, porque demonstrou o seu “trabalho e dedicação”.

Leia a entrevista a Carolina Costa

26-07-2023

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