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CLIL: Conferência debate desafios da Inovação Pedagógica na Universidade Católica Portuguesa

Docentes e investigadores dos quatro campi da Universidade Católica Portuguesa – Porto, Lisboa, Braga e Viseu – participaram na Conferência “All-Hands Call: Inovar para as Competências de Futuro na UCP”, organizada pelo CLIL | Católica Learning Innovation Lab, no Campus do Porto. Um evento que permitiu a reflexão sobre a temática da inovação pedagógica no seio da comunidade académica da Universidade, e que contou com a presença de Pedro Nuno Teixeira, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, e de Diana Soares, coordenadora do Católica Learning innovation Lab.

Na sua palestra, Pedro Nuno Teixeira, Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, fez uma reflexão sobre as grandes linhas para o futuro do Ensino Superior no desenvolvimento de competências fundamentais como o pensamento sistémico integrado e o pensamento crítico e analítico, a agilidade cultural e a criatividade aplicada e focalizada. Da mesma forma, destacou a importância deste tipo de iniciativas, por proporcionarem àcomunidade docente, momentos de reflexão sobre as suas práticas pedagógicas. Outro aspeto realçado por Pedro Nuno Teixeira foi a importância de haver uma integração dos estudantes em todo este processo.  

Isabel Capeloa Gil reiterou a importância de todo o trabalho que está a ser desenvolvido pela comunidade e pelo Católica Learning innovation Lab no diagnóstico, reflexão e partilha de conhecimento na área de inovação pedagógica e que articula com outras iniciativas estratégicas da Universidade, como o CATCH, liderado pela vice-reitora Isabel Vasconcelos, que também esteve presente no evento.

Docentes, estudantes e parceiros da comunidade em diálogo

Aproveitando o mote deixado pelo Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior sobre as competências fundamentais que os estudantes do ensino superior deverão desenvolver, seguiu-se uma mesa-redonda, moderada por Sílvia Monteiro, da Universidade do Minho. Neste espaço, participaram Paulo Gaspar, da Deloitte, e Otília Castro, da Direção Municipal da Educação da Câmara Municipal do Porto, enquanto representantes dos parceiros estratégicos do CLIL. Da comunidade académica da UCP, marcaram presença a docente Marta Portocarrero e a estudante Sofia Lopes

Algumas das questões abordadas na mesa-redonda debruçaram-se sobre a função das organizações empregadoras na formação dos futuros profissionais, o papel dos professores no desenvolvimento das competências do futuro, e os desafios e dificuldades que se colocam atualmente ao ensino superior.  

Com a apresentação intitulada “Digitalization and Learning Innovation in Higher Education”, Palitha Edirisingha, da Universidade de Leicester, partilhou algumas abordagens possíveis para a introdução da inovação pedagógica no ensino superior, através da digitalização.  

No seguimento da conferência, Paulo Dias, da equipa de coordenação do projeto “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, e Amanda Franco, investigadora no CLIL, contextualizaram o projeto CLIL e oficializaram o lançamento do 1º Ciclo de Workshops Pedagógicos UCP, dando também a conhecer as próximas iniciativas do projeto, nomeadamente as comunidades de aprendizagem e prática e a segunda fase do inventário de práticas pedagógicas (IPP) a aplicar aos docentes do segundo ciclo de estudos.  

O encerramento da Conferência contou com as reflexões finais de Isabel Braga Cruz, Pró-Reitora da Universidade Católica Portuguesa, e de José Lopes, Diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da UCP..  

Sobre o CLIL 
O CLIL foi criado com o objetivo de identificar, experimentar e ensaiar abordagens pedagógicas inovadoras, contando com a colaboração de docentes, investigadores e estudantes da UCP, assim como com o apoio de um conselho de parceiros estratégicos do tecido empresarial e da sociedade civil. 

O laboratório enquadra-se no projeto “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do PO CH – Programa Operacional Capital Humano, através do FSE – Fundo Social Europeu. 

24-01-2023

Two Research Scholarships - Project cLabel

24-01-2023

Civil Society: Seas and Oceans

24-01-2023

Universidade Católica e Fundação Serralves promovem Ciclo de Conversas “Alimentar uma causa”

Janeiro marca o início do Ciclo de Conversas "Alimentar uma causa", uma iniciativa da Fundação de Serralves, que conta com a parceria científica da Universidade Católica Portuguesa no Porto. De janeiro a dezembro de 2023, vão decorrer 11 sessões proferidas por docentes e investigadores da Universidade Católica Portuguesa no Porto de áreas que vão da Psicologia à Biotecnologia, passando pelo Direito e pela Gestão, e que terão como tema central a Alimentação. A primeira Conversa é já no dia 29 de janeiro, às 11 horas, com Patrícia Oliveira-Silva, diretora do Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) e vice-diretora da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto. O tema será Como as emoções são influenciadas pelo que comemos.

A Alimentação, vista de diferentes ângulos, é a protagonista deste ciclo de conversas e, em cada sessão, um tema diferente será explorado sob a perspetiva de áreas de conhecimento como a Neurociências, a Economia, a Sustentabilidade, o Justiça, a Saúde, entre muitas outras. O objetivo é permitir um caminho de reflexão em torno de uma área, que sensibilize para temas da atualidade e que promova uma visão integrada da Alimentação e de como esta afeta não só o nosso corpo, mas também a nossa sociedade.

Para Célia Manaia, vice-presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto, este ciclo de conversas “traz um olhar panorâmico e interdisciplinar sobre o tema Alimentação, indo do bem-estar ao prazer e da inovação tecnológica à sustentabilidade ambiental e social.” “Através de um único tema, criar-se-ão pontes e sinergias que realçam a importância da alimentação na sociedade, desde o impacto no nosso organismo a todas as atividades que lhes estão associadas, designadamente no desenvolvimento económico, ou na geração de emprego”, acrescenta.

O Ciclo de Conversas "Alimentar uma causa", uma iniciativa da Fundação de Serralves, conta com a parceria científica da Universidade Católica Portuguesa no Porto, e vai contemplar a realização de 11 sessões, distribuídas por 11 domingos ao longo do ano. Nestas sessões vão ser abordados os temas: “Como as emoções são influenciadas pelo que comemos” (Patrícia Oliveira-Silva, da Faculdade de Educação e Psicologia); “O vinho é uma coisa simples, ou talvez não” (Tim Hogg, da Escola Superior de Biotecnologia); “Leguminosas sem fronteiras: sustentabilidade e resiliência em tempos de crise” (Marta Vasconcelos, da Escola Superior de Biotecnologia); “Funcionalização dos alimentos e saúde” (Ana Gomes, da Escola Superior de Biotecnologia); “Os cidadãos e o desperdício alimentar: perspetiva jurídica” (Raquel Carvalho, da Escola do Porto da Faculdade de Direito, e Alexandra Afonso Ribeiro do CETRAD-UTAD); “Tendências e escolhas dos consumidores” (Maria João Monteiro, da Escola Superior de Biotecnologia, e de um membro da Portugal Foods); “Alimentação, Nutrição e Bem-estar!” (Marta Correia, da Escola Superior de Biotecnologia); “Economias, agriculturas e segurança alimentar” (Leonardo Costa, da Católica Porto Business School); “Vírus e bactérias (também) tornam alimentos seguros!” (Paula Teixeira, da Escola Superior de Biotecnologia); “O poder de uma embalagem! Mitos e factos” (Fátima Poças, da Escola Superior de Biotecnologia; “Inovação na sustentabilidade e regeneração” (João Pinto, da Católica Porto Business School). As sessões são de entrada livre, mas requerem inscrição prévia.

 

Próximas sessões:

19 MAR 2023 | 11H00 | Atividades Serralves - Leguminosas sem fronteiras: sustentabilidade e resiliência em tempos de crise, com Marta Vasconcelos

26 FEV 2023 | 11H00 | Atividades Serralves - O Vinho é uma coisa simples, ou talvez não, com Tim Hogg

24-01-2023

João Canijo com dois filmes em Berlim

O realizador português João Canijo - que é um dos professores convidados da Escola das Artes - terá dois filmes em competição na próxima edição do Festival de Berlim (16-26 de fevereiro, 2023). Mal Viver foi mesmo selecionado para a Competição Oficial do festival e competirá pelo Urso de Ouro. Viver Mal estará na secção competitiva paralela Encounters, dedicada a trabalhos mais experimentais.

Com uma filmografia que iniciou nos anos 1980, Canijo chega agora, pela primeira vez, à competição principal de um dos três grandes festivais de cinema (para além de Berlim: Cannes e Veneza). Para além disso, os dois filmes funcionam como um díptico, espelhando diferentes ângulos das mesmas situações dramáticas: Mal Viver acompanha as donas de um hotel em decadência; Viver Mal segue os clientes desse hotel, em histórias que adaptam livremente peças de August Strindberg.

João Canijo atinge também a sua maturidade criativa, num filme que explora - tal como a sua filmografia - as tensões das famílias e as suas complicadas auto-exigências.

O realizador colabora com a Escola das Artes há vários anos e é, atualmente, o tutor do Projeto Final da Licenciatura em Cinema.

24-01-2023

Dia Internacional da Educação: “A educação deverá ser acessível a todas as pessoas, sem exceção.”

Ir até à essência e à fonte da palavra Educar permite reconhecer e valorizar o seu sentido. Recuperando a sua origem latina, é possível verificar que esta está associada a termos como “conduzir”, “orientar” ou “revelar”. Não é, por isso, estranho que da Educação se abra um verdadeiro mundo de possibilidades e que esta seja determinante para o desenvolvimento de cada indivíduo em particular e de todos, enquanto comunidade.

No âmbito do Dia Internacional da Educação, celebrado a 24 de janeiro, Isabel Baptista, provedora de Ética da Universidade Católica Portuguesa no Porto e docente da Faculdade de Educação e Psicologia, explica que “todas as pessoas, seja qual for a sua idade ou circunstância de vida, estão aptas a aprender e a desenvolver-se” e é, assim, importante que, nos diversos tempos e lugares do viver, “existam oportunidades de formação amplas, diferenciadas e significativas, que permitam responder a múltiplas necessidades e desejos de aprendizagem.”

A Universidade Católica Portuguesa no Porto, alicerçada nos princípios da verdade e do respeito pelas pessoas e pelo ambiente, vive comprometida com a sua missão maior de educar, através das suas faculdades, dos centros de investigação e do serviço e responsabilidade social.

 

“Uma utopia absolutamente necessária.”

Tal como consta da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a educação corresponde a um direito humano básico. Para Isabel Baptista, trata-se de “um direito que, sendo potenciador do acesso a outros direitos, funciona como um motor indispensável de mudança social e, nessa medida, como uma ferramenta privilegiada de combate às situações de pobreza e exclusão social, devendo, como tal, constituir uma prioridade no seio das políticas públicas.” Mas será que podemos afirmar que a Educação enquanto direito humano básico é uma utopia? Sim, porque o famoso Relatório da UNESCO sobre a educação no século XXI (1986) refere que a educação é a grande utopia do nosso tempo. Para a provedora e docente, trata-se de “uma utopia absolutamente necessária, um tesouro a descobrir ao longo da vida, por todas as pessoas e por cada uma.”

 

Uma Educação com valores âncora, de inspiração cristã

“Precisamos de mais educação, mas também, ou sobretudo, de uma outra educação.” A Universidade Católica oferece uma “educação qualitativamente diferente, mais humanista e mais democrática, onde todas as pessoas, incluindo os sujeitos aprendentes, os/as estudantes, possam ser escutados e dar contributo positivo, participando ativamente na construção do bem comum.” A provedora e docente afirma que “perseguindo fins humanos e humanizadores, a Universidade Católica Portuguesa responde por um ideal formativo ancorado em valores de humanismo relacional, onde o outro, cada pessoa, é acolhida e valorizada como um ser único e capaz de aperfeiçoamento.”

São estes valores âncora, de inspiração cristã, que fazem com que se privilegiem as modalidades de aprendizagem-serviço, tentando combinar a formação académica com o serviço prestado às pessoas e às comunidades.

Como é que se consegue que esses valores sejam esteios da vida em comum? A provedora de Ética e docente refere que “é necessário saber manter vivos os valores, inscrevendo-os em todos os espaços e tempos da nossa vida universitária. Um compromisso que, antes de mais, convida a refletir, de modo perseverante, exigente e construtivo, sobre as nossas condutas organizacionais e profissionais, sobre as nossas rotinas de trabalho e de convívio.”

 

Perante tantos desafios, importa continuar a reafirmar o poder da educação

Não é possível falar no poder transformador da educação sem refletir sobre as suas fragilidades atuais e sobre os muitos desafios que enfrenta.

“Enquanto direito humano básico, a educação deverá ser acessível a todas as pessoas, sem exceção. O que, desde logo, obriga a uma mudança profunda na forma como concebemos, organizamos e estruturamos as respostas educativas, seja no âmbito escolar ou no âmbito sociocomunitário. O grande desafio das sociedades democráticas contemporâneas prende-se, justamente, com este desígnio. Um desígnio que, em boa medida, está ainda por cumprir, justificando a urgência de um novo contrato social em torno da educação, tal como recomenda a UNESCO no seu último Relatório sobre o futuro da educação (2021)”, explica Isabel Baptista.

Neste contexto de preocupações e num momento de particular incerteza sobre o futuro da humanidade e do planeta, em que os grupos humanos vulneráveis tendem a tornar-se cada vez mais vulneráveis, colocando em risco o direito universal de aprender, “importa reafirmar o poder da educação e dos educadores num quadro de promoção de sociedades cada vez mais humanas, mais justas e solidárias. Afinal de contas, enquanto lugar de aprendizagem e de superação, a educação constitui-se não só como um direito humano, mas também como um campo privilegiado de formação para os direitos humanos.

 

O Dia Internacional da Educação. Para quê?

Marta Portocarrero, diretora-adjunta e docente da Escola do Porto da Faculdade de Direito, refere a importância de se assinalar a data, enquanto forma de “reafirmar o direito à educação como um Direito Fundamental do Homem.” Proclamado em 2018 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, o Dia Internacional da Educação existe para assinalar a educação como meio para a paz e para o desenvolvimento e também, por isso, é merecidamente integrada como um Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável.”

Pedro Alves, docente da Escola das Artes, refere que esta data comemorativa nos recorda acerca da “missão fundamental que as universidades assumem perante a sociedade e o mundo. Seja a partir da ciência, das humanidades ou das artes, é imperativo ajudarmos cada estudante a cumprir o seu potencial de criatividade, inovação e conhecimento.”

 

“To invest in people, prioritize education.”

O Dia Internacional da Educação, celebra-se, este ano, sob o tema “To invest in people, prioritize education”. Aida Fernandes, docente do Instituto de Ciências da Saúde – Porto, relembra que o acesso a uma educação é um “fator fundamental para a paz e para a evolução da humanidade”. A docente relembra, também, alguns dados da UNESCO que despertam para a necessidade de fazer da educação para uma prioridade: “258 milhões de crianças e jovens ainda não frequentam a escola; 617 milhões de crianças e adolescentes não sabem ler e fazer contas básicas; menos de 40% das meninas na África Subsaariana completam o ensino médio e cerca de 4 milhões de crianças e jovens refugiados estão fora da escola.”

“Nunca um investimento terá um tão grande retorno para a sociedade quanto a Educação”, afirma a equipa do Católica Learning Innovation Lab, acrescentando que este dia comemorativo representa “o nosso compromisso na concretização de uma Educação sem muros - seja de género, de classe social, de geografia, de nacionalidade, de cor da pele e de idade -, em que todas e todos têm acesso às mesmas oportunidades de aprendizagem, formação e capacitação, de desenvolvimento e crescimento, para uma vida plena em comunidade.” Sendo a educação um direito, o apelo é de que seja um “compromisso global.”

 

Abrir caminho e transformar

Camilo Valverde, docente da Católica Porto Business School, quando questionado acerca da importância do Dia Internacional da Educação, explicou que é “um alerta para a tomada de consciência coletiva sobre a urgência de garantirmos processos sustentáveis de formação e desenvolvimento que promovam igualdade de oportunidades de evolução social alicerçada em práticas de cidadania justas e responsáveis.”

Margarida Silva, docente da Escola Superior de Biotecnologia, afirma que esta data “representa a busca da evolução coletiva através da compreensão e do conhecimento. Muito embora estas prioridades não garantam a sociedade que todos desejamos é garantido que sem elas não chegaremos nunca lá. Enquanto Universidade, está no nosso DNA criar o saber que abre caminho a tal transformação onde, embora começando no intelecto, se toca também o coração.

24-01-2023

Estudante da Católica Porto Business School distinguindo com Prémio do Banco de Portugal

Tiago Campos, licenciado em Economia pela Católica Porto Business School, foi distinguido com o Prémio Professor Jacinto Nunes 2022, atribuído pelo Banco de Portugal. Um prémio que visa reconhecer os alunos que obtiveram a melhor média final na licenciatura em Economia em várias universidades portuguesas. Com esta distinção, o Banco de Portugal pretende contribuir para o reconhecimento do mérito numa área de estudos fundamental para a missão que prossegue.

A cerimónia de entrega do prémio decorreu a 10 de janeiro, na Sede do Banco de Portugal, em Lisboa, e foi presidida pelo Governador, Mário Centeno.

Fonte: Banco de Portugal

23-01-2023

Bolsa ESB _ VIIAFOOD - Decorgel- BI_1

23-01-2023

Civil Society: The Richness of Eggs

20-01-2023

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