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Novidades

Católica Porto Business School recebe 14ª Reunião Anual do Portuguese Economic Journal

Conferência internacional do Portuguese Economic Journal vai decorrer em formato blended.

A 14ª Reunião Anual do Portuguese Economic Journal tem lugar na Católica Porto Business School, de 2 a 4 de julho de 2021 em formato blended. A conferência vai realizar-se em formato híbrido, combinando a presença de alguns participantes no local e outros via online.

Ana Rute Cardoso, do Institute for Economic Analysis – CSIC and Barcelona GSE e Beata Javorcik, da University of Oxford estão confirmados como keynote speakers no evento.  O Portuguese Economic Journal tem como objetivo a partilha de artigos de investigação teórica, empírica, aplicada ou orientada para as políticas de alta qualidade na área da economia.

Saiba mais aqui: https://www.catolicabs.porto.ucp.pt/pej2021/

25-06-2021

Conectar Pessoas, Ciência e Tecnologia: Católica no Porto participa em Conferência Conecting Healthcare

Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, moderou o painel de discussão “O Espaço, a Terra e as Pessoas” que contou com a participação de Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial, de Pedro Ribeiro, especialista em planeamento de território, e de Ghalia Taki, ex-refugiada síria.

A conferência internacional Connecting Healthcare, organizada pelo SEAL GROUP e pela Unidade Local de Saúde Matosinhos (ULSM), pretendeu, através de diferentes painéis de discussão moderados por especialistas internacionais de várias áreas de interesse, refletir acerca da necessidade de aprendizagem e clarificação sobre a missão e o impacto que indivíduos e organizações podem ter na construção de um mundo melhor, conectando Pessoas, Ciência e Tecnologia. “Moving Forward: à descoberta de um novo mundo”, foi o tema da conferência que se propôs discutir a saúde mental, a felicidade e o bem-estar enquanto fatores intrínsecos e fundamentais na sociedade.

25-06-2021

Artistas Visitantes 2021/22 na Escola das Artes

[1] © Ana Vaz [2] Fotografia: Luis Guita © Ângela Ferreira [3] © Sandro Aguilar [4] © Sonoscopia

Todos os anos a Escola das Artes convida um conjunto de artistas a desenvolver projetos e a trabalhar com os alunos dos vários cursos. Neste momento, estão já confirmados alguns dos artistas que irão passar pela EA durante o ano letivo de 2021-22: Ana Vaz, Ângela Ferreira, Sandro Aguilar e Sonoscopia. Conhece-os aqui.


Ana Vaz (1986, Brasilia) é uma artista e cineasta cujos filmes, instalações e performances constroem relações entre ambientes, territórios e histórias híbridas, ampliando as fronteiras de nossa percepção. A partir da colagem de materiais encontrados ou filmados, os seus filmes combinam etnografia e especulação em explorar as fricções e ficções impressas em ambos os ambientes cultivados e selvagens e os seus múltiplos habitantes.

Os seus filmes foram exibidos internacionalmente em festivais de cinema e instituições como a Berlinale, a Tate Modern, o Palais de Tokyo, o New York Film Festival, o TIFF Wavelengths, o Rotterdam Film Festival, o BFI, o CPH:DOX, o Cinéma du Réel, o TABAKALERA, o Courtisane, o Videobrasi, entre outros. Focos específicos no seu trabalho foram desenvolvidos em seminários e instituições como o Flaherty Seminar (EUA), Doc's Kingdom (Portugal), Lux Salon (Reino Unido), Short Circuit Film Festival (Espanha) e Massart Film Society (EUA). O seu trabalho também foi apresentado em exposições individuais e coletivas, como a Moscow Biennial of Young Art (Rússia), Dhaka Art Summit (Bangladesh), Khiasma (França), Rosa Brux (Bélgica) and Temporary Gallery (Alemanha).

É também membro fundadora do coletivo COYOTE, juntamente com Tristan Bera, Nuno da Luz, Elida Hoëg e Clémence Seurat, um grupo interdisciplinar que trabalha nos campos da ecologia, etnologia e ciência política através de uma série de plataformas transversais.


Ângela Ferreira (1958, Maputo). Actualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. In 2007 she was invited to represent Portugal at the Venice Biennale. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Gotemburgo (2015), Suécia. Vence em 2015 o Prémio Novo Branco Photo, Lisboa, Portugal.

Participou em diversas exposição individuais e colectivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres.
 
O seu trabalho está presente em diversas colecções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC – Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion – Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha; e Middlesbrough Institute of Modern Art, Inglaterra.
João Canijo (Porto, 1957) é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, no início dos anos 80, descobriu a sua paixão pelo cinema tendo começado a trabalhar como assistente de realização em filmes como Der Stand der Dinge (O Estado das Coisas, 1982), de Wim Wenders; Fim de Estação (1982), de Jaime Silva; e O Desejado (1987), de Paulo Rocha, entre outros.
Em 1983, estreou-se como realizador com a curta-metragem A Meio-Amor. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem intitulada Três Menos Eu, cujo argumento foi também da sua responsabilidade, onde atuavam Rita Blanco e Isabel de Castro. Trabalhou depois para televisão, realizando a série Alentejo Sem Lei para a RTP.
Voltou a trabalhar com Rita Blanco no seu filme seguinte, o thriller Filha da Mãe (1991), com argumento escrito a meias com Olivier Assayas. Seguiu-se no cinema o thriller Sapatos Pretos (1998), uma coprodução com a França com Ana Bustorff e Vítor Norte nos principais papéis, que conta a história baseada num caso verídico de uma mulher de Sines que contratou um assassino para matar o marido. O filme obteve bastante aclamação da crítica. Em 2001, realizou Ganhar a Vida, um drama trágico protagonizado por Rita Blanco.
Em 2004, entre onze filmes candidatos, o seu filme Noite Escura foi escolhido pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia como o candidato português às nomeações para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Marco Martins (1972) estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo depois completado a sua formação nos Estados Unidos, em escrita de argumento, na Tisch School of Arts. Em 1999 co-fundou a Ministério dos Filmes, produtora de publicidade distinguida com vários prémios e menções nacionais e internacionais e com quem se estreia na produção de ficção para televisão com SARA, uma série de oito episódios com estreia marcada para Outubro de 2018, na RTP2. Os dois primeiros episódios desta série foram exibidos, pela primeira vez, no festival IndieLisboa 2018. O trabalho de Marco Martins abrange diversas áreas incluindo cinema, artes plásticas e teatro. Os seus filmes têm sido apresentados nos principais Festivais Internacionais, tendo ganho em 2005 a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes (Prix Regard Jeune) com “Alice”. Foi premiado também em festivais como Mar del Plata, Rotterdam ou London Raindance Film Festival, entre outras distinções como o Fassbinder Award (European Discovery of the Year). Em 2006 realizou a curta-metragem “Um ano mais longo”, escrita em parceria com Tonino Guerra, presente na Competição Oficial do Festival de Veneza. “São Jorge”, o seu filme mais recente, esteve em competição no Festival de Veneza, onde o actor Nuno Lopes ganhou o Leão de Ouro (Horizons Award) tendo depois estreado comercialmente em vários países. Foi, tal como “Alice”, pré-seleccionado para concorrer ao Óscar de melhor filme estrangeiro, e ainda para o Prémio Goya. Em Portugal, “São Jorge” foi galardoado com vários prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, incluindo o de Melhor Filme Português de 2017 e recebeu sete prémios Sophia da Academia Portuguesa de Cinema. No campo das artes plásticas colaborou com vários artistas, destacando-se a vídeo-instalação multicanal “Twenty One - The Day the World Didn’t End”, co-realizada com o artista italiano Michelangelo Pistolletto e exibida no Museu do Louvre, integrando a retospectiva Year One - Earthly Paradise, e também o filme “Insert”, co-realizado com a artista portuguesa Filipa César, trabalho que venceu o Prémio BES Arte e Finança e o prémio de Melhor Realizador no Festival IndieLisboa (2011). No Teatro fundou, em 2007, com Beatriz Batarda, a companhia Arena Ensemble que, desde então, tem apresentado espetáculos de forma regular nos principais teatros nacionais. A sua obra para palco divide-se entre o trabalho clássico de texto com uma forte componente coreográfica e projectos comunitários, como é o caso do seu último projecto, “Provisional Figures Great Yarmouth”, estreado recentemente no Festival de Norwich & Norfolk.


Salomé Lamas (Lisboa, 1987) Salomé Lamas estudou Cinema em Lisboa e em Praga, Artes Visuais em Amsterdão e atualmente é doutoranda em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra. Trabalhando nas fronteiras entre a ficção e o documentário, bem como entre a sala de cinema e a galeria de arte, é autora de obras como “VHS: Video Home System” (2010-2012), “Golden Dawn (2011), “Encounters with landscape 3x” (2012), “A comunidade” (2012), “Terra de Ninguém” (2012), “Theatrum Orbis Terrarum” (2013), “A Torre” (2015), “Mount Ananea (5856’)” (2015), “El Dorado XXI” (2016), “Ubi Sunt” (2016), “Coup de Grâce” (2017) ou “Extinção” (2018). Salomé Lamas expôs na Sala de Exposições da Escola das Artes em 2018.

Sandro Aguilar (1974). Em 1997, conclui o curso de Cinema na área de Montagem da Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1998, fundou a produtora O Som e a Fúria, onde trabalha como realizador, produtor e montador. Mariphasa é seu segundo longa-metragem, o primeiro foi A Zona (2008). Realizou 14 curtas que ganharam prémios em festivais como La Biennale di Venezia, Locarno Film Festival, Gijón, Oberhausen, Vila do Conde, Indielisboa, Montreal e que foram exibidas nos principais festivais de cinema mundiais. Foi por duas vezes nomeado para melhor curta-metragem nos EFA (prémios europeus de Cinema). Sandro Aguilar foi alvo de retrospectivas no BAFICI, Roterdam Film Festival, New York Film Festival (Views from the Avant-Garde), Arsenal-Berlim e Oberhausen. Em 2013 foi convidado a integrar o reputado programa DAAD – Artist in Residence, Berlim.

Sonoscopia é um espaço e coletivo onde confluem artistas relacionados com a sound art, música experimental, improvisada e eletroacústica. É um espaço partilhado por um núcleo regular de colaboradores que gravitam em redor da arte sonora onde nos últimos cinco anos de actividade tem desenvolvido projectos como Srosh Ensemble, Phonopticon, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional, Insono, Porto Sonoro entre muitos acolhimentos, residências, workshops e 150 concertos de aproximadamente 40 nacionalidades.

Convidados 2020/21 »»

Convidados 2019/20 »»

Convidados 2018/19 »»

18-06-2021

Inauguração da nova Sala Maestro Manuel Ivo Cruz

No dia 4 de junho de 2021, no âmbito do dia do Maestro Manuel Ivo Cruz, promovemos mais um Dia de Portas Abertas, inaugurando-se a nova sala MIC e onde se encontra agora este valioso espólio!

Esta sala localiza-se no piso panorâmico da Biblioteca e  ao qual, neste momento, ainda só é possível aceder através de um pedido prévio. Contamos brevemente manter um horário regular!

Ao longo daquele dia pudemos contar com visitas ao espaço, de musicólogos, investigadores, professores, amigos e  familiares do senhor Maestro. Destacamos, o momento de entrega de algumas publicações, à Biblioteca, como resultados de  projetos de  investigação efetuados a partir de elementos do espólio e sob a orientação da senhora Professora Helena Marinho da Universidade de Aveiro.

O acervo é composto por múltiplos items de natureza diversa como livros, discos, partituras de orquestra, libretos, gravuras e programas de concerto, entre outros.

O destaque do espólio vai para as fontes relevantes do património musical português dos finais do século XIX e da primeira metade do Século XX.

Poderá consultar os registos da coleção MIC através do nosso catálogo e marcar a sua consulta presencial através do email biblioteca@porto.ucp.pt .

Renovamos o convite…venha descobrir este magnifico espólio e ajude-nos a divulgar este legado do património musical português!!

 Para saber mais 

 

   

15-06-2021

“E era outra coisa”: o livro que nasceu na sala de aula do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas

“E era outra coisa: Criatividade e Práxis no Mestrado em Gestão de Indústria Criativas” é o nome do livro que nasceu em plena sala de aula do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas, da Escola das Artes, da Católica no Porto.

Editado pela Universidade Católica Editora, o livro, que está disponível em formato ebook, conta com a coordenação de Helena Gil da Costa (docente da unidade curricular) e de Sara Jorge (aluna do curso). Para além da descrição e fundamentação de todo o processo, agrega um conjunto de histórias e de biografias, narradas a partir de perspetivas singulares, pelos alunos/autores Carla Esmeraldo, Cristina Eleutério, João Tiago Azevedo, Johab Ferreira Marques dos Santos, Lucas Ramos, Maria João Silva, Miguel Pinho, Patrícia Massignan e Sara Jorge.

“A esperança de um professor é que os alunos se entusiasmem e queiram continuar a trabalhar a “sua” matéria depois do curso ter acabado.”, pode ler-se na sinopse do livro e foi precisamente o que aconteceu: um projeto que nasceu no âmbito da Unidade Curricular de “Criatividade”, que faz parte do plano atual do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas.  

Esta unidade curricular desafiou os alunos a desenvolverem uma apresentação da biografia de uma pessoa criativa. Aquilo que seria apenas um exercício e uma avaliação acabou por ser transformado em livro através do rasgo, do atrevimento e da vontade de fazer diferente dos alunos e da docente.

Faça o download do livro aqui
Saiba mais informação sobre a Universidade Católica Editora

14-06-2021

Bárbara Cesar Machado coautora de artigo publicado na revista Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity

Docente da FEP-UCP e investigadora do CEDH, Bárbara Cesar Machado, é coautora de um artigo publicado na revista "Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity". O artigo intitula-se “Psychometric properties and convergent and divergent validity of the Portuguese Yale Food Addiction Scale 2.0 (P YFAS 2.0)” e foi publicado em coautoria com Sónia Gonçalves (Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade do Minho), Célia S. Moreira (Mathematics Department and Center of Mathematics / CMUP, Faculty of Sciences, University of Porto, Porto, Portugal), Beatriz Bastos e Ana Isabel Vieira (Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade do Minho).

Gonçalves, S., Moreira, C. S., Machado, B. C., Bastos, B. & Vieira, A. I. (2021). Psychometric properties and convergent and divergent validity of the Portuguese Yale Food Addiction Scale 2.0 (P‑YFAS 2.0). Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity. https://doi.org/10.1007/s40519-021-01218-0

11-06-2021

Novo filme de Matías Piñeiro (artista residente) na Quinzena de Cannes

 

O novo filme de Matías Piñeiro foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores de CannesSycorax, uma curta-metragem co-realizada com Lois Patiño, foi rodada nos Açores e é uma co-produção do Bando à Parte (a produtora do alumnus da EA Rodrigo Areias) e da Filmika Galaika. A mistura de som é do professor José Vasco Carvalho e foi desenvolvida nos estúdios da Escola das Artes.

Matías Piñeiro estará no dia 12 de junho às 18 horas no Auditório do Museu de Serralves, numa parceria entre a Casa do Cinema Manoel de Oliveira e a Escola das Artes. Mais informação aqui.

Matías Piñeiro está na Escola das Artes no contexto de uma residência artística em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian.

Synopsis:
Who is Sycorax? The first of all characters in William Shakespeare´s "The Tempest" to set foot on the island of the play.
The problem is that Sycorax has no voice. She is barely mentioned by Prospero as a crooked, old, wicked witch who vilely locked Ariel, the spirit of the air, in a tree.
But why would she lock Ariel in a tree? Here, we wouldn't believe Prospero so much.
 

Cursos nesta área

  
 

 
Matías Piñeiro (Buenos Aires, 1982) é um dos nomes mais importantes da nova geração de realizadores sul-americanos. Tem afirmado uma voz distinta, com filmes inventivos que se baseiam livremente em textos dramáticos clássicos para explorar o poder do desejo e da linguagem e a brutalidade da solidão, em narrativas fragmentadas que sondam o potencial do cinema para contar histórias complexas e com personagens múltiplos.
 
Já apresentou os seus filmes em muitos dos principais festivais internacionais de cinema, incluindo Berlinale, Locarno, Toronto, Nova York e San Sebastian e em museus como Tate Modern e MoMa. O seu trabalho foi objeto de retrospectivas em locais como o Museu do Louvre, Cinematek (Bruxelas), Filmoteca Española - Cine Doré (Madrid), Arsenal - Cinematek (Berlim). Como programador, colabora com o Festival de Cinema Punto de Vista e o lendário Anthology Film Archives, entre outros. Quanto à experiência de ensino, Matias Piñeiro trabalha com o Pratt Institute (Nova York) desde 2016 e colabora com escolas e universidades como Le Fresnoy - Studio National des Arts Contemporains, CalArts e Deutsche Film-und Fernsehakademie Berlin - DFFB.
 

Residência de Matías Piñeiro:

 

09-06-2021

Católica no Porto promove dinâmica de apoio social através do Fundo Alumni para Alunos

“A importância do envolvimento dos alumni na nossa vida de hoje é absolutamente determinante no dia de amanhã.” É assim que Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto e também alumnada Católica, fala sobre a iniciativa Fundo Alumni para Alunos. “Queremos servir de suporte a quem nos escolhe, tenha ou não as condições necessárias para suportar os seus estudos,” complementa.

O Fundo Alumni para Alunos, uma iniciativa da Universidade Católica no Porto, pretende convidar antigos alunos a contribuírem para que estudantes que usufruem de Apoio Social (sob a forma de empréstimo social) fiquem libertos da devolução do valor apoiado de propinas, na sua vida pós-universidade.

Este fundo, atribuído anualmente, representa para os atuais estudantes uma oportunidade única de terem apoio durante o seu percurso universitário e para os alumni a oportunidade de contribuírem para a formação de futuros colegas. A Católica no Porto reconhece a importância do envolvimento da comunidade alumni, enquanto peça determinante no desenvolvimento e na construção da universidade.

Com este fundo, a Católica no Porto reforça assim o apoio social aos seus alunos, continuando a contribuir para que o ensino de excelência seja um direito de todos. O processo de atribuição deste apoio estará a cargo de equipa técnica que respeitará a privacidade do aluno contemplado.

Para Duarte Nuno Correia, alumno da Escola do Porto da Faculdade de Direito, “o apoio social pode revelar-se essencial no trajeto de vida de um aluno. Muitas vezes é o gatilho que despoleta um futuro que de outra forma seria apenas um sonho”. É com a certeza disto que a Católica no Porto desafia toda a Comunidade Alumni a fazer parte desta dinâmica de apoio, contribuindo com o valor que entenderem, para que sejam ainda mais os jovens que constroem o seu futuro na Católica no Porto.

Faça o seu contributo
Consulte o Guia de Atribuição de Apoio Social da Católica

 

09-06-2021

Como tornar a floresta mais sustentável? Católica no Porto promove projeto de investigação sobre o tema

A Católica no Porto está a promover o projeto de investigação Bioecosys, que tem como objetivo estudar novas formas de tornar a floresta mais sustentável.

O projeto está a ser desenvolvido em colaboração com o Instituto Superior de Agronomia, com a Universidade de Évora, com a Faculdade de Ciência das Universidade de Lisboa e com o Instituto Politécnico de Leiria e é financiado pelo FEDER, através do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, do Programa Operacional Regional de Lisboa e por fundos nacionais, através da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O projeto, para o qual foi definido como caso de estudo uma zona de floresta de aproximadamente 14 500 hectares, designada por Floresta do Vale do Sousa, visa reunir conhecimentos multidisciplinares de última geração sobre a modelação e métodos de planeamento da gestão de paisagens florestais e sobre os mecanismos para pagamento de serviços de ecossistema não transacionados no mercado de modo a aumentar a sua oferta, tais como a minimização do risco de fogos, o aumento da biodiversidade, o sequestro de carbono para mitigar as alterações climáticas ou a beleza da paisagem.

O Bioecosys tem sobreposições com o projeto europeu NOBEL, liderado pela University of Natural Resources and Life Sciences, da Áustria, com o qual partilha tarefas, nomeadamente no que respeita ao estudo de mecanismos para o pagamento de serviços de ecossistema correntemente não transacionados no mercado. Serão testados leilões de serviços de ecossistema em regiões diferentes da Europa, incluindo em Portugal.

Na fase intermédia em que o projeto se encontra torna-se necessário recolher informação relativamente ao estudo da procura de serviços de ecossistema da floresta. Para esse efeito, encontra-se disponível um inquérito, que está também a ser realizado ao nível europeu, destinado às populações locais que possam partilhar informação sobre as preferências e a valorização dos tipos de serviços da floresta.

08-06-2021

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