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Novidades

ADN Jurista: Direito e Cidadania, a visão de empregabilidade da Faculdade de Direito

Existe há 8 anos, desde o ano letivo 2012/2013
85 alumni já frequentaram o programa
Conta com 25 entidades parceiras
Já se realizaram 6 sessões Premium e 25 workshops Think Link

O programa ADN do Jurista foi desenhado em interação com parceiros de diferentes setores empresariais e visa desenvolver nos estudantes de Direito fatores críticos de sucesso no exercício das diferentes profissões jurídicas.

Ana Martins, coordenadora executiva do programa, explica em que consiste:

Há várias definições do que é um jurista. Aquela em que assentamos o nosso programa resulta do paradigma de que um jurista é um profissional da resolução de problemas - com soluções jurídicas. A essência, o ADN do Jurista será, então, a capacidade de resolver problemas.

Acontece que o Direito não ocorre nem se aplica no vazio, acontece num determinado contexto. Se, em abstrato, uma determinada solução jurídica pode ser a mais interessante, mediante o contexto concreto outra solução jurídica poderá ser mais exequível. Assim sendo, a capacidade de ler o contexto potencia o conhecimento técnico-científico de um jurista, independentemente da profissão jurídica que escolha. Por outras palavras, o conhecimento do mundo à nossa volta não só faz de nós melhores cidadãos, como majora a nossa empregabilidade. Esta capacidade de leitura do contexto tem um nome: literacia. No caso do ADN, literacia política, mediática e europeia.

E com que ferramenta é que os alunos aprendem a resolver problemas?

Aprendendo a pensar criticamente (Argumentação e Retórica), a comunicar eficazmente (Oratória e Escrita Jurídica) e a agir eticamente (Negociação e tomada de decisão). Por outro lado, com a ferramenta do pensamento crítico, colocamos os nossos alunos, em role play, a aplicar todos estes conhecimentos na resolução de problemas da comunidade - desde a crise dos refugiados na UE à equidade salarial.

Os alunos podem inscrever-se, gratuitamente, até ao fim do primeiro ano letivo na licenciatura em Direito. No final do programa, tem sido providenciado um estágio com o objetivo de alargar horizontes sobre o que é a prática jurídica em diferentes setores, permitindo o contacto - ainda durante a licenciatura - com uma organização em ambiente de trabalho real.

julho 2020

16-07-2020

Estudantes fazem estágios curriculares na Clínica Universitária de Psicologia da Católica

Integrado no Mestrado em Psicologia, todos os anos há estudantes que fazem o seu estágio curricular na Clínica Universitária de Psicologia (CUP) da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto. Alexandra Carneiro, coordenadora da CUP, explica: “a CUP tem quatro objetivos principais: fazer o atendimento à comunidade através da prestação de consultas de psicologia; oferecer supervisão clínica a psicólogos da comunidade e supervisão a Casas de Acolhimento; apoiar a realização de projetos de investigação; e apoiar a formação de alunos da FEP-UCP.”  Neste sentido, este ano foram duas as estudantes que realizaram os seus estágios curriculares.

Face à pandemia que se vive no país e no mundo, os estágios que decorreram entre setembro do ano anterior e maio deste ano, tiveram um desafio acrescido. Após uma rápida adaptação dos serviços da CUP, do modelo presencial para à distância, Alexandra Carneiro esclarece que “durante os estágios as nossas estudantes desenvolveram atividades e materiais muito úteis para as novas formas de atendimento!” Apesar de, numa fase inicial, este ter sido um desafio, a coordenadora da CUP faz um balanço positivo: “esta mudança contribuiu para que fossem desenvolvidas competências quanto à atuação do psicólogo neste novo formato, abrindo assim novos horizontes!”

As duas estudantes que realizaram os seus estágios curriculares na CUP, Beatriz Silva e Evanilse Diogo, explicam que o estágio “proporcionou o nosso desenvolvimento tanto a nível pessoal como profissional, tendo sido possível o contato com o contexto real de trabalho de um psicólogo clínico e da saúde nas suas diversas, porém interligadas, formas de atuação - avaliação e intervenção psicológica, investigação - o que se constituiu como uma experiência muito enriquecedora.”

Face ao cancelamento das atividades presenciais, em consequência da pandemia COVID-19, “a situação que num primeiro momento, nos suscitou preocupação sobre o ‘rumo’ que o estágio teria, a CUP mostrou-se um contexto de múltiplas possibilidades, tendo sido possível continuar o estágio, mesmo que, com atividades e desafios diferentes, demostrando a importância de sermos resilientes e abertfos à mudança, tendo sempre como foco a atualização e formação constante do psicólogo clínico e da saúde.” As duas estudantes recordam “o estágio na CUP foi uma experiência que não trocávamos por outra!”f

Julho 2020

15-07-2020

Docentes da FEP publicam em coautoria um artigo na revista Educação & Pesquisa

Lurdes Veríssimo e Pedro Dias, docentes da FEP e investigadores do CEDH, publicam, conjuntamente com Elodie Santos e Sofia Ortigão, alumni da FEP, um artigo na revista Educação & Pesquisa, intitulado "Academic Achievement and internalizing problems in primary and secondary school students in Portugal".

Veríssimo, L., Dias, P., Santos, E., & Ortigão, S. (2020). Academic Achievement and internalizing problems in primary and secondary school students in Portugal. Educação & Pesquisa, 46.

https://doi.org/10.1590/S1678-4634202046218667

10-07-2020

Católica assina protocolo com a Associação do Distrito Rotário 1970 de Rotary International e com a Fundação AEP

Liderança, cultura, solidariedade, empreendedorismo e aprendizagem foram o mote para um acordo tripartido, assinado a 9 de julho de 2020, entre a Universidade Católica Portuguesa no Porto, a Associação do Distrito Rotário 1970 de Rotary International e a Fundação AEP.

O novo projeto do Rotary Distrito 1970, Academia Paul Harris, tem como objetivos o desenvolvimento de jovens líderes profissionais de elevado potencial e portadores de sólidos padrões éticos e morais, preparando assim os participantes para melhor enfrentarem o mercado de trabalho e os desafios globais. Para tal, o Distrito Rotário 1970 aliou-se aos objetivos da Católica no Porto de incremento cultural, de ensino e investigação de qualidade, e aos objetivos da Fundação AEP, de contribuir para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área empresarial.

Isabel Braga da Cruz, presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, refere que “a Universidade Católica se junta assim a instituições que têm um alinhamento em termos de missão - servir o outro -, num projeto que tem como grande objetivo capacitar a sociedade, providenciando aos mais jovens uma formação de relevo internacional e uma exposição para que se tornem melhores líderes amanhã.”

Para Sérgio Almeida, governador do Distrito Rotário 1970, que pretende que esta iniciativa abranja no primeiro ano 300 jovens Rotários, esclarece que “a assinatura deste protocolo entre três instituições de grande prestigio é para nós Rotários do Distrito 1970, motivo de grande orgulho e satisfação,” reforçando que “com base nesta parceria iremos apoiar jovens líderes de grande potencial a desenvolverem as suas capacidades, sabendo que este ano (2020) 50% dos trabalhadores ativos nas organizações de todo o mundo serão millennials e que esta é a maior geração da história da humanidade.”

Luís Miguel Ribeiro, presidente do Conselho de Administração da Fundação AEP, salienta que “em tempos de incerteza, é fundamental dar passos concretos para o desenho de um futuro melhor para os nossos jovens cidadãos no caminho seguro do conhecimento e da qualificação, acrescentando que “envolver estes jovens no desenho do nosso futuro coletivo, inspirando-os com os saudáveis valores do movimento Rotário e colhendo de forma totalmente gratuita da experiência, da qualidade científica e pedagógica de uma prestigiada instituição de ensino superior, como é a Universidade Católica, torna esta Academia uma oferta que muito nos honra e enriquece acolher e promover.”

O protocolo assinado entre as três instituições prevê ações de formação gratuitas para os jovens, criação de uma bolsa de mentores, projetos de empreendedorismo social, condições especiais nos programas executivos da Universidade Católica no Porto, e uma ligação privilegiada ao mundo empresarial permitindo a entrada dos jovens no mercado de trabalho. Este protocolo visa alcançar o objetivo comum de trabalhar em prol de um mundo um melhor.

Junho 2020

09-07-2020

Prémios de Excelência na Licenciatura em Direito: As histórias e rostos por detrás do esforço

Todos os anos, dezenas de alunos da licenciatura em Direito da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Católica são premiados pela sua excelência académica. Através da redução do valor das propinas, os estudantes sentem que o seu esforço é recompensado e a motivação para serem cada vez melhores aumenta.

 

Para a finalista Margarida Vasconcelos, a obtenção deste prémio é o resultado do seu empenho: “Não raras vezes me inscrevi em exames de melhoria e subida de nota, com o duplo propósito de alcançar uma nota melhor e de aumentar as perspetivas de acesso às bolsas.”
Apesar do estímulo do prémio de excelência, Catarina Nogueira considera que o ponto de partida é a vontade de superação: “Alcançar uma média que me permita obter uma bolsa de mérito significa atingir um objetivo, orgulhar-me de mim própria e, além disso, ajudar a minha família e fazê-la igualmente orgulhosa.” A aluna do 3ºano descarta a existência de um método de estudo superior, afirmando que “não há nenhum truque, nenhuma poção mágica, é preciso estudar.”
Em alternativa, a finalista Ana Sofia Silveira confia que a “receita ideal” existe e consiste no aproveitamento das aulas: “Permitem um primeiro contacto com os temas objeto de avaliação, facilitando a sua assimilação e compreensão no estudo.” Em conjunto com o estudo da bibliografia recomendada, as melhores notas podem ser alcançadas.
Ainda que André Barbieri não soubesse da existência de prémios para os melhores alunos antes de entrar na Faculdade, constata que é uma ferramenta motivacional importante: “É sempre positivo saber que o esforço tem uma recompensa mais direta e imediata.” Para o finalista, a obtenção de resultados acima da média é conseguida através do estudo diário. Assim, pode desfrutar do seu tempo livre durante o fim-de-semana.

Do mesmo modo, Margarida Matos acredita que o equilíbrio é essencial para conseguir manter as notas que sempre teve, pelo que procura “não colocar essa pressão aquando dos momentos de estudo bem como do momento da sua planificação.”

Mesmo que o fator económico seja importante, Leonor Pizarro Monteiro admite que a existência de prémios acaba por estimular a sua estratégia de estudo “não tanto porque precisamos, mas sob o ponto de vista de o nosso trabalho e esforço constante ser devidamente reconhecido.”

De forma a aumentar a probabilidades de conquistar o prémio, Margarida Campelo marca presença em todas aulas, considerando a sua assiduidade um fator determinante “não só pela relação que criamos com os professores”, mas também por possibilitar “uma visão mais concreta das matérias que nem sempre está espelhada nos livros.”

Atualmente, o estudo de Rita Costa é encorajado pela hipótese de receber uma redução no valor das propinas, “mas também atendendo à entrada no mercado de trabalho”.

Também Tiago Ribeiro dos Santos identifica a diminuição no preço das propinas como “o maior incentivo para continuar a lutar por ter as melhores notas possíveis”. Para além da ajuda financeira, “é um indicador de que estou entre os melhores do curso.”

Já João Oliveira, aluno do 3ºano, sentiu “uma motivação adicional” quando se apercebeu que poderia receber um dos prémios de excelência, o que levou a um maior “espírito de sacrifício” para alcançar esse objetivo.

No ano passado, Diana Camões foi a melhor aluna do 1º ano com uma média de 18 valores, o que lhe exigiu “uma grande entrega, dedicação e paixão pela área.” Para a estudante de Direito, “o estudo tem de ser constante e diário, pois só assim é possível obter resultados de excelência.”

Contudo, Henrique Varino da Silva destaca a existência de outros fatores que contribuem para o sucesso académico. Nomeadamente, saber gerir o tempo livre: “A realização de atividades permitiram-me, o máximo quanto foi possível, manter uma vida social saudável (desde a Sociedade de Debates até a Associação de Estudantes ou a Mentoria), cuja manutenção em tempos de pandemia, em que o leitmotiv é o distanciamento social, tem constituído um grande desafio.”

“Foi uma grande surpresa para mim”, afirma Catarina Ferreira da Silva. Ainda que não contasse com o prémio de excelência logo no primeiro ano da licenciatura, refere que é “algo importante no currículo e que me fará destacar futuramente.” Acima de tudo, acredita que cada aluno deve perceber qual é a estratégia de aprendizagem que funciona melhor para si.

De igual forma, Inês Santos Silva tentou perceber qual era o método que funcionava para si ao participar em programas disponibilizados pela Faculdade: “Ter frequentado o programa GPS ajudou a perceber como devo planificar o meu estudo, tanto que subi exponencialmente de notas do primeiro semestre (semestre da adaptação) para o segundo.”

Relativamente ao plano de estudo, o finalista João Filipe Cruz acredita que a avaliação contínua é uma aliada na obtenção de resultados de excelência: “É fundamental para nos incentivar a estudar ao longo do semestre em vez de deixarmos tudo para a última da hora. Essencialmente, eu procurava estudar grande parte da matéria durante o semestre e depois, na altura dos exames, voltava a rever essa matéria.”

Embora reconheça o valor do prémio, Margarida Bettencourt atenta que nunca foi competitiva: “Para mim o que mais conta, é saber que dei o meu melhor. Mas claro que se conseguisse manter a bolsa, era espetacular e, obviamente, um incentivo, mas não quis colocar isso como um objetivo principal.”

Similarmente, Clara Coutinho constata que a aquisição de uma boa média sempre foi relevante para si, independentemente da obtenção do prémio: “Indica, à partida, uma melhor preparação para o exercício da minha futura profissão.” Para além disso, o gosto pela sua área de estudo “é um fator que me permite dedicar mais tempo ao meu estudo e estruturá-lo de forma organizada.”, conclui.

 

Os prémios de excelência são atribuídos aos estudantes de cada ano de entrada na Faculdade de Direito que tenham obtido as classificações mais elevadas no ano anterior.

Julho 2020

 

09-07-2020

Artistas Visitantes 2019/2020 na Escola das Artes

 

Conhece alguns dos artistas que passaram pela Escola das Artes em 2019/2020:

BEN RUSSELL
(EUA, 1976) 


Ben Russell é um artista e cineasta cujo trabalho está na interseção entre etnografia e psicadélia.Os seus filmes e instalações estão em diálogo direto com a história da imagem documental, fornecendo uma investigação temporal sobre fenómenos do transe e evocando a pesquisa de Jean Rouch, Maya Deren e Michael Snow, entre outros. Russell recebeu uma Guggenheim Fellowship em 2008, um Prémio Internacional de Críticos da FIPRESCI (IFFR 2009) pela sua primeira longa-metragem Let Each One Go Where He May, e mostrou o seu trabalho na documenta 14. A sua segunda longa-metragem, A Spell to Ward Off the Darkness (corealizado com Ben Rivers), estreou no Festival de Cinema de Locarno em 2013. Projetos curatoriais incluem Lanterna Mágica (Providence, EUA, 2005-2007), BEN RUSSELL (Chicago,EUA, 2009-2011) e Alucinações (Atenas, Grécia, 2017). Atualmente reside em Los Angeles.


CLÁUDIA VAREJÃO

Cláudia Varejão nasceu no Porto, Portugal, e estudou cinema no Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a German Film und Fernsehakademie Berlin, na Academia Internacional de Cinema de São Paulo Brasil e fotografia na AR.CO, em Lisboa. É autora da curta documental Falta-me/Wanting e da triologia de curtas de ficção Fim-de-semana / Weekend, Um dia Frio / Cold Day e Luz da Manhã / Morning LightNo Escuro do Cinema Descalço os Sapatos é a sua estreia em longas metragens. Ama-San 海女さん é o seu mais recente filme. Para além do seu trabalho como realizadora desenvolve um percurso na fotografia.


DIOGO EVANGELISTA

Diogo Evangelista vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho reflete sobre o estatuto da imagem e o seu potencial como veículo contracultural. Tendo como ponto de partida materiais apropriados e de arquivo, produz narrativas não lineares e pontos de vista especulativos acerca do real.
Exposições recentes incluem: Espaço de Fluxos (ZDB, Lisboa, 2017) Utopia/Dystopia (MAAT, Lisboa, 2017), The Eighth Climate (What Does Art Do?) (11th Gwangju Biennale, 2016), Matter Fictions (Museu colecção Berardo, Lisboa, 2016 ), Hyperconnected (5th Moscow International Biennale for Young Art, Moscovo, 2016), Magician's Right Hand, (Futura, Praga, 2016 ) and Hybridize or Disappear (Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa, 2015). As one hand touches the other (Videoex, Zurique, 2015), between the spider and the mind there is a hand - Outdoor I (Warm, São Paulo, 2015), Grotto-Heavens (CAC, Vilnius, 2014). BES Revelação (Museu de Serralves, Porto, Portugal, 2014).The World of Interiors (The Green Parrot, Barcelona, 2014).

ED HOOKS

Ed Hooks é um pioneiro na Formação de Atores através de uma metodologia adaptada especificamente para animadores, em vez de atores de teatro ou cinema. Residindo atualmente em Lisboa, foi durante quase 30 anos ator profissional, tendo realizado os seus estudos em Nova Iorque e trabalhado como ator em diversos modelos. Antes de começar a ensinar animadores, em 1996, as suas aulas de formação profissional de atores foram respeitadas por toda a indústria, e Ed Hooks tinha estúdios em Los Angeles e San Francisco. Em 2001, a primeira edição de “Acting for animators” foi publicada e imediatamente adotada por animadores em todo o mundo, estando este livro agora disponível na sua 4ª edição (Routledge, Londres). Ed Hooks trabalhou para a maioria dos grandes estúdios de animação e empresas de videojogos, incluindo Disney Animation, Sony, Valve Software, Ubisoft, Electronic Arts, CD Projekt Red, Guerrilla Games e a Blizzard. É frequentemente convidado como orador principal em diversos eventos de animação, onde se destacam a SIGGRAPH, GDC e FMX em Stuttgart, Alemanha,  Lecionou igualmente em importantes escolas de animação, incluindo o Instituto de Animação na Filmakademie Baden-Wurtemburg; Workshop de Animação em Viborg, na Dinamarca; e o Ringling College of Art, na Flórida.  O seu livro mais recente "Craft Notes for Animators: A Perspective on a 21st Century Career " foi igualmente publicado pela Routledge. 


FILIPA CÉSAR
(Porto, 1975)

Filipa César é uma artista e realizadora residente em Berlim. Estudou na Universidade do Porto e de Lisboa, na Academy of Arts em Munique e na University of Arts em Berlim. Interessa-se pelos aspetos ficcionais do documentário, pelas fronteiras ténues entre o cinema e a sua receção, e pela política e poética inerentes à imagem em movimento. O seu trabalho inclui instalações artísticas como “F for Fake” (2005), “Rapport” (2007), “Le Passeur” (2008), “The Four Chambered Heart” (2009) ou “Menograma” (2010), exibidas um pouco por todo o mundo. A sua filmografia inclui filmes como “Mined Soil” (2015), “Spell Reel” (2017) ou “Sunstone” (2017), exibidos em festivais de cinema nacionais e internacionais.

GABRIEL ABRANTES
(EUA,1984)

Gabriel Abrantes nasceu em Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, em 1984 e vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa. Tem  apresentado  o  seu  trabalho  regularmente  em  museus,  como  a  Tate  Britain (Londres), Palais de Tokyo (Paris), MIT List Visual Arts Center (Boston), Museu de Serralves (Porto),  ou  Kunst-Werke  (Berlim),  e  participado  em  diversas  exposições  individuais  e colectivas,  de  entre  as  quais  se  destacam:  ICA  (Londres),  Lincoln  Centre  (Nova  Iorque), Caixa Forum (Madrid), CAM -Gulbenkian (Lisboa), entre vários outros. Foi o vencedor da 8ª edição  dos  Prémios  EDP  (2009),  recebeu  o  Leopardo  de  Ouro  do  Festival  de  Cinema  de Locarno em 2010, e o prémio EFA no Festival de Cinema de Berlim em 2014 e em 2016. Foi artista convidado da 32ª Bienal de São Paulo (2016) e da Bienal de Imagem em Movimento -Centre d’art Contemporain de Geneva (Suíça).


JOÃO CANIJO
(Porto, 1957)

João Canijo é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, no início dos anos 80, descobriu a sua paixão pelo cinema tendo começado a trabalhar como assistente de realização em filmes como Der Stand der Dinge (O Estado das Coisas, 1982), de Wim Wenders; Fim de Estação (1982), de Jaime Silva; e O Desejado (1987), de Paulo Rocha, entre outros.
Em 1983, estreou-se como realizador com a curta-metragem A Meio-Amor. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem intitulada Três Menos Eu, cujo argumento foi também da sua responsabilidade, onde atuavam Rita Blanco e Isabel de Castro. Trabalhou depois para televisão, realizando a série Alentejo Sem Lei para a RTP.
Voltou a trabalhar com Rita Blanco no seu filme seguinte, o thriller Filha da Mãe (1991), com argumento escrito a meias com Olivier Assayas. Seguiu-se no cinema o thriller Sapatos Pretos (1998), uma coprodução com a França com Ana Bustorff e Vítor Norte nos principais papéis, que conta a história baseada num caso verídico de uma mulher de Sines que contratou um assassino para matar o marido. O filme obteve bastante aclamação da crítica. Em 2001, realizou Ganhar a Vida, um drama trágico protagonizado por Rita Blanco.
Em 2004, entre onze filmes candidatos, o seu filme Noite Escura foi escolhido pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia como o candidato português às nomeações para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.


JOÃO SALAVIZA
(Lisboa, 1984)

João Salaviza estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e concluiu os seus estudos na Universidad del Cine em Buenos Aires. É autor de filmes como “Duas Pessoas” (2005), “Arena” (2009), “Hotel Müller” (2010), “Cerro Negro” (2012), “Rafa” (2012), “Montanha” (2015), “Altas Cidades de Ossadas” (2017), “Russa” (2018) e “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos” (2018). Exibidos um pouco por todo o mundo, os seus filmes já valeram ao realizador a atribuição de importantes prémios internacionais, como a Palma de Ouro de Cannes (2009) e o Urso de Berlim na Berlinale (2012) para melhores curtas-metragens.

PEDRO TUDELA
(Viseu, 1962)

Concluiu o Curso de Pintura da Escola Superior de Belas Artes do Porto (ESBAP) em 1987. Professor Auxiliar da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP). Enquanto aluno da ESBAP, foi cofundador do Grupo Missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance. Participa em vários festivais de performance desde 1982. Foi autor e apresentador dos programas de rádio escolhe um dedo e atmosfera reduzida na xfm, entre 1995 e 1996. Em 1992, por ocasião da exposição “Mute ... life”, funda o coletivo multimédia Mute Life dept. [MLd]. Enveredou pela produção sonora em 1992, participando em concertos, performances e edições discográficas, em Portugal e no estrangeiro. Cofundador e um dos elementos do projeto multidisciplinar e de música digital @c. Membro fundador da media label Crónica. Trabalha em cenografia desde 2003. Expõe individualmente com regularidade desde 1981. Participa em inúmeras exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro desde o início da década de 80. Encontra-se representado em museus, coleções públicas e particulares. Vive e trabalha no Porto.


VASCO ARAÚJO
(Lisboa, 1975)

Em 1999 concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL., entre 1999 e 2000 frequentou o Curso
Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente, integrando ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas.
Das exposições individuais destacam-se : Decolonial desires, Autograph ABP, Londre, U.K. (2016); Potestad, MALBA – Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina (2015); Under the Influence of Psyche, The Power Plant, Toronto (2014); Debret, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013); Avec les voix de l’autre, Musée d’art de Joliette, Joliette (2011); Mais que a vida, Fundação C. Gulbenkian/ CAM, Lisboa e MARCO, Vigo (2010) ; Eco Jeu de Paume, Paris (2008); Vasco Araújo: Per-Versions, the Boston Center for the Arts, Boston (2008); About being
Different, BALTIC Centre for Contemporary Art, U.K (2007); Pathos, Domus Artium 2002, Salamanca (2006); Dilemma, S.M.A.K., Gent (2005); L’inceste Museu do Azulejo Lisboa (2005); The Girl of the Golden West, The Suburban, Chicago (2005); Dilema, Museu de Serralves, Porto (2004); Sabine/Brunilde, SNBA, Lisboa (2003).
Nas exposições colectivas destaque para a participação na All that Falls, Palais de Tokyo, Paris (2014); Investigations of a Dog, Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (2009); Everything has a name, or the potential to be named, Gasworks, Londres (2009); Em Vivo Contacto, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); Artes Mundi, Wales Internacional Visual Art Exhibition and Prize, National Museum Cardiff, Cardiff (2008); Kara Walker and Vasco Araújo: Reconstruction, Museum of Fine Arts, Houston, (2007); Drei Farben – Blau, XIII Rohkunstbau, Grobleuthen (2006); Experience of Art; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza; Dialectics of Hope, 1st Moscow
Biennale of Contemporary Art, Moscovo, (ambas em 2005); Solo (For Two Voices), CCS, Bard College, Nova Iorque (2002); The World Maybe Fantastic Biennale of Sydney, Sydney (2002); Trans Sexual Express, Barcelona 2001, a classic for the Third millennium, Centre d’Art Santa Mònica, Barcelona (2001).
O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas, como Centre Pompidou, Musée d’Art Modern (França); Museu Colecção Berardo, Arte Moderna e Contamporânea, (Portugal); Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal); Fundación Centro Ordóñez-Falcón de Fotografía – COFF (Espanha); Museo Nacional Reina Sofia, Centro de Arte (Espanha); Fundação de Serralves (Portugal); Museum of Fine Arts Houston (EUA), Pinacoteca do Estado de S. Paulo (Brasil).

YOHEI YAMAKADO

(Kobe, 1987)

Yohei Yamakado vive em França onde trabalha com obras sonoras e visuais e candidatou-se com um projeto de cinema. Desde 2017 frequenta o Le Fresnoy – Studio National des arts contemporains, onde realizou os filmes La lyre à jamais illustra le taudis (2018) e Amor Omnia (2019). Fundador da editora RÉCIT em 2012, Yamakado é também músico e os seus filmes exploram a importante relação som e imagem.
Já apresentou o seu trabalho em espaços como LʼOnde (2018), Nuit Blanche Kyoto (2015, 2016, 2017), Towada Art Center (2016), Institut Goethe-Paris (2014) ou IRCAM (2014).
Estará na Escola das Artes de setembro a dezembro de 2019, no âmbito de uma residência artística em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian.


 

06-07-2020

Católica Porto Business School assina protocolo de cooperação com a Associação Nacional de Jovens Advogados

Foi assinado, no passado dia 2 de julho, um protocolo de cooperação entre a Católica Porto Business School e a Associação Nacional de Jovens Advogados (ANJAP), iniciativa integrada no relançamento da Pós-Graduação em Gestão para Juristas que visa fomentar a partilha de atividades entre as duas organizações e acrescentar valor à oferta da Formação Executiva da Escola.

Assinado por Filipe Pereira Duarte, Vice-Presidente da Direção Regional do Porto da ANJAP, e por Ana Côrte-Real, Associate Dean para a Formação Executiva da Católica Porto Business School, o protocolo de cooperação entre as duas entidades vai permitir reforçar o desenvolvimento e a afirmação profissional dos jovens advogados. A docente da Católica Porto Business School reforça a importância deste tipo de iniciativas, que são também mais uma prova da estreita relação da Escola com o tecido empresarial: “temos um fator altamente distintivo no mercado: as ligações corporativas que estabelecemos e a forma como integramos estas ligações no portfolio de programas e de atividades da escola. Isto reflete as origens da escola e continua a ser muito importante para a afirmação, no mercado, da reputação da Católica Porto Business School.”

Recorde-se que no âmbito desta mesma Pós-Graduação, a Escola já havia assinado um protocolo com a Microsoft, que tem o objetivo de reconhecer o melhor ensaio escrito do curso, com a atribuição do valor correspondente a 1 (uma) propina global, ficando o vencedor isento do pagamento de propinas para a realização do curso.

Dirigida por João Cavaleiro, fundador da Sociedade de Advogados Cavaleiro & Associados e Docente Convidado da Católica Porto Business School, a Pós-Graduação em Gestão para Juristas tem uma duração de 188 horas, funcionando em regime pós-laboral.

Mais informações disponíveis aqui.

06-07-2020

Católica e CNIS lançam estudo sobre o impacto da pandemia COVID-19 nas IPSS e seus beneficiários em Portugal

A ATES - Área Transversal de Economia Social, da Católica no Porto, e a CNIS - Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade lançaram um estudo exploratório dirigido a todas as IPSS do país, com os seguintes objetivos:

  • Mapear as medidas de contenção adotadas pelas IPSS (e equiparadas) portuguesas para fazer face à pandemia de COVID-19 e identificar os seus impactos na gestão e na atuação das IPSS;
  • Caracterizar os impactos da pandemia de COVID-19 nas necessidades dos beneficiários das IPSS;
  • Sistematizar e dar visibilidade aos recursos (materiais, humanos, institucionais) mobilizados e às respostas inovadoras adotadas pelas IPSS para fazerem face às necessidades (permanentes ou novas) dos seus beneficiários;
  • Identificar as necessidades das IPSS portuguesas para responder ao momento atual de combate à pandemia de COVID-19.

De modo a conhecer e compreender o impacto da pandemia de COVID-19 nas IPSS e seus beneficiários em Portugal, foi preparado o inquérito disponível aqui que deverá ser preenchido, por estas instituições, até ao dia 15 de julho. Integram o grupo de investigadores da ATES/UCP-Porto: Filipe Pinto, Filipe Martins, Vanessa Marcos, Joana Morais e Castro, Sofia Mexia Alves, Américo Mendes e Marta Horta.

Junho 2020

06-07-2020

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