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Bolsas de Mérito nos Mestrados em Direito: As histórias e rostos por detrás do esforço

A Faculdade de Direito oferece bolsas e prémios aos alunos de mestrado com as notas mais elevadas em cada ano letivo. Para os estudantes, esta ferramenta de reconhecimento do esforço e do trabalho desenvolvido ao longo do percurso académico é um motivo de orgulho.

Gonçalo Almeida Garret sempre soube da existência de bolsas e prémios para os melhores alunos. O facto de não ter conseguido obter esse reconhecimento no primeiro ano da licenciatura acabou por motivá-lo.

Atualmente, é aluno do mestrado em Direito com especialização na área de Direito Privado e acredita que o melhor método para se destacar enquanto aluno é “tirar o melhor proveito possível das aulas”. A par dos apontamentos e da realização de exames de anos anteriores, consegue preparar-se de forma estruturada para todas as provas.

Além do fator económico, David Ramos destaca que que a bolsa de mérito representa “a celebração de todo o esforço e sacrifício dispensados ao longo do ano”. Para o estudante de mestrado em Direito com especialização na área de Direito Internacional e Europeu, é errado acreditar que existe “uma fórmula única” para o sucesso, acreditando que a estruturação de uma rotina é vital para resultados de excelência.

No entanto, defende que os fatores externos também influenciam o seu percurso como estudante: “É crucial não tornar a componente académica desmedidamente importante, a vida é muito mais do que um número na pauta”.

Já Ricardo Amaro não esconde o orgulho pelo reconhecimento do seu trabalho e perceciona o prémio como “uma recompensa”. Para chegar até este patamar, o aluno de mestrado em Direito com especialização na área de Direito da Empresa e dos Negócios frequentou todas as aulas de forma a perceber “o fio condutor” de cada disciplina. Para além disso, o estudante divide a sua estratégia de estudo em dois momentos diferentes: “Em primeiro lugar, compreender a componente teórica da matéria lecionada, para depois, num segundo momento, aplicá-la a situações práticas.”

De igual forma, Paula Guedes, aluna oriunda do Brasil, onde realizou a sua graduação em Direito, dedicada muito tempo ao estudo das várias matérias lecionadas, uma vez que a preocupação em manter a sua elevada média é constante. A aluna de mestrado em Direito com especialização na área de Direito Internacional e Europeu encontra na bolsa de mérito “um estimulo” para manter o seu foco, mesmo que não seja um objetivo assumido.

Aliás, a principal razão para manter os seus resultados está relacionada com o fator da empregabilidade: “Vejo nos estudos uma forma de me destacar e, assim, se eu quero visibilidade e ser uma profissional competente e capaz, estou ciente que só alcançarei esses objetivos a partir do estudo e do conhecimento, o que me dá motivação.”

As bolsas de mérito são atribuídas aos estudantes inscritos em mestrado que tenham obtido as classificações mais elevadas, desde que iguais ou superiores a 15 valores.

23-07-2020

Escola das Artes prepara o novo ano letivo privilegiando o regime presencial

 
Cumprindo escrupulosamente todas as indicações oficiais dos organismos de saúde nacionais e europeus e das entidades governamentais de ensino, a Escola das Artes irá privilegiar, no próximo ano letivo e em todos os seus programas de estudo, as aulas em regime presencial.
 
Nos casos em que a dimensão das turmas e salas não permita aulas totalmente presenciais, haverá recurso a meios digitais. Estes recursos não pretendem substituir aulas, mas complementar o trabalho feito na sala de aula.
 

 

22-07-2020

Investigadoras do Instituto de Bioética integram projeto internacional Responsible Open Science in Europe

As investigadoras Ana Sofia Carvalho e Joana Araújo, do Instituto de Bioética e do Centro Estudos Gestão e Economia (CEGE), fazem parte da equipa que obteve financiamento para o Projeto Internacional RESPONSIBLE OPEN SCIENCE IN EUROPE (ROSIE) (SwafS-30-2020). Trata-se de um consórcio internacional que engloba 11 universidades e organizações internacionais e que pretende aprofundar conhecimentos na área da Open Science. Este projecto vai ao encontro de outro projecto internacional que a equipa está envolvida no âmbito da Integridade Científica.  

Julho 2020

21-07-2020

GAS ÁFRICA organiza Missa de Envio para a missão Albufeira 2020

No sábado, 18 de julho, o GAS ÁFRICA organizou no campus Porto da Universidade Católica Portuguesa, a Missa de Envio para a Missão 2020, que este ano pelas circunstâncias da pandemia será em Portugal, mais concretamente em Albufeira, no Algarve. A Ana, a Inês, a Maria, a Maria Inês e a Mariana vão estar no Algarve, entre 2 de Agosto e 5 de Setembro, para dar formação a diferentes públicos: crianças e adolescentes em centros de acolhimento, refugiados e ciganos.

A missa foi celebrada pelo Padre José Pedro Azevedo, no relvado da Universidade, que desafiou os presentes a manterem um coração pequenino, mas aberto para que cresça com o Amor de Deus. Dadas as restrições da Direção-Geral de Saúde e o Plano de Contingência da Universidade estiveram presentes: elementos da direção do GAS, as 5 missionárias e os respetivos pais e avice-presidente do Centro Regional do Porto, Célia Manaia. Foi um momento muito bonito de paragem, oração e muita gratidão pelo caminho realizado durante o ano que culminará na missão, no Algarve.

Foi um ano muito especial para o GAS África, que teve que se reinventar e fazer um discernimento especial sobre qual seria o caminho a seguir, uma vez que em Março foi posta de lado a possibilidade de fazer a habitual missão em África. Mas a vontade de Deus fala sempre mais alto e por isso, o ano acabou da melhor forma possível. Estamos juntos!

Julho 2020

20-07-2020

Complexidade, gestão de riscos e estratégia entre os caminhos para Portugal em discussão na Conferência Executive Digest

“10 ideias para Portugal” foi o tema da XVIII Conferência Executive Digest, iniciativa organizada pela Multiplicações em parceria com a Católica Porto Business School que decorreu a 14 de julho, no auditório da AEP. O evento contou com um painel de convidados de vários setores empresariais, que foram desafiados a apresentar uma ideia para Portugal no sentido de apoiar o desenvolvimento e crescimento do país.

“O que aí vem vai ser muito exigente”, na opinião de Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, que abriu o evento realçando os desafios que as empresas terão de enfrentar daqui para a frente. Isabel Braga da Cruz, presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, falou nos desafios sociais e nos desafios do ensino que, em período de pandemia, rapidamente passou para “aprendizagem de ensino em formato blended (presencial e on-line).” Outro aspeto realçado foi que o ensino superior tem agora a oportunidade de ser cada vez mais “o centro gerador de conhecimento; o núcleo de interação com múltiplos setores da sociedade; mas também como potenciador de espaço de relação, onde se fomenta o desenvolvimento integral da pessoa.” Já Ana Côrte-Real, associate dean da Católica Porto Business School, defende a importância de “retomar a normalidade” dando o exemplo deste evento como “um pequeno passo nesse sentido”.

As dez ideias foram enunciadas ao longo de toda a manhã pelos vários oradores, onde foi possível detetar denominadores comuns como a necessidade crescente de criatividade, reinvenção, dinamismo e de ação por parte das empresas. Paulo Américo Oliveira, CEO da Amorim Florestal, Pedro Duarte, corporate, external & legal affairs da Microsoft, Rodrigo Pinto Barros, Presidente da APOHRT, Mário Carvalho Fernandes, chief investment officer do Banco Carregosa, Isabel Barros, Administradora da Sonae MC, Hugo Ribeiro da Silva, CEO do Centro Porsche Porto/Braga, Luís Avides Moreira, administrador adjunto da Ramirez & Ca, Luís Martins, administrador da Sogrape e Maria João Carioca, administradora da Caixa Geral de Depósitos foram os empresários que marcaram presença na iniciativa.

O programa do evento contou ainda com dois debates, onde foi possível explorar as ideias apresentadas, corporizando-as em vivências e experiências dos elementos das mesas redondas. O primeiro debate, moderado por Maria João Vieira Pinto, diretora de redação da Executive Digest, contou com Álvaro Nascimento, professor da Católica Porto Business School, Joana Almeida, Diretora-geral do Sheraton Porto Hotel & Spa e Paulo Vaz, Administrador da AEP. A discussão de fecho foi moderada por António Sarmento, jornalista da Executive Digest, e contou com Filipe Aguilar, Business Operations Director da Farfetch e com Maria João Carioca, administradora da CGD.

Conheça as ideias apresentadas aqui.

Julho 2020

16-07-2020

Investigadores da Católica criam biosílica extraída da cana-de-açúcar

Um dos maiores projetos de investigação na área da biotecnologia, liderado pelo laboratório associado CBQF da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade da Católica Portuguesa, em parceria com a empresa Amyris Bio Products Portugal, apresentou um importante resultado: a primeira biosílica extraída da cana-de-açúcar com aplicação na indústria cosmética. Um ingrediente inovador que já deu origem a um produto que está a ser comercializado a nível internacional.

Manuela Pintado, investigadora do CBQF e coordenadora do projeto Alchemy em Portugal, refere que “esta primeira descoberta que dá origem a um produto inovador resulta de um conhecimento mútuo entre as duas entidades envolvidas – CBQF/ESB/UCP e Amyris -, de um alinhamento estratégico, mas acima de tudo do empenho de mais de 100 investigadores do projeto”. Manuela Pintado refere que a multidisciplinaridade da equipa - bioengenharia, microbiologia, bioanalítica entre outras áreas – permitiu “em dois anos criar um novo ingrediente bem aceite pelo mercado e que respeita os princípios da economia circular e do desenvolvimento sustentável”.

A biosílica sustentável é obtida a partir de cinzas de cana-de-açúcar, provenientes da queima de subprodutos das indústrias produtoras de açúcar para geração de energia, incluindo as folhas resultantes do processo da colheita da planta e do bagaço, material fibroso obtido após extração do xarope de açúcar. O novo ingrediente, o primeiro do mundo a ser criado com base em recursos sustentáveis, poderá ser usado, agora, na indústria cosmética, assumindo-se como uma alternativa sustentável e com melhor desempenho à sílica tradicional, extraída da areia, um recurso com intensa exploração no planeta.

“Este ingrediente vem tornar a cosmética limpa – clean beauty – ainda mais limpa e é, digamos assim, a ‘primeira pedra’ da implantação de um hub internacional de inovação na área da Biotecnologia com uma forte cultura de ciência aplicada, espirito empreendedor e empresarial, fortemente orientada ao mercado,” refere Miguel Barbosa, da Amyris Bio Products Portugal. A Amyris Bio Products Portugal é uma subsidiária da norte-americana Amyris Inc., cotada no NASDAQ, sedeada em Emeryville, Califórnia, e cujo CEO é o luso-americano John Melo.

Ciência ao serviço da sustentabilidade dos recursos mundiais
Raquel Madureira, investigadora do projeto, explica “mais do que um ingrediente sustentável, a biosílica mostra como a ciência pode ajudar a valorizar o desperdício de qualquer indústria, a salvaguardar a sustentabilidade dos recursos mundiais e, paralelamente, a promover uma ‘beleza limpa’, ao permitir o desenvolvimento de cosméticos limpos e seguros.” A este nível, refira-se que a indústria da beleza/estética produz milhões de toneladas de resíduos, desde o fornecimento de ingredientes até à criação da embalagem do produto. Este novo produto será comercializado pela Aprinnova, empresa norte-americana líder no campo da biotecnologia aplicada à cosmética sustentável e parceira da Amyris.

O projeto Alchemy que deriva de uma parceria estratégica entre a Universidade Católica Portuguesa, a empresa Amyris Bio Products Portugal e o Governo de Portugal, através da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), é financiado pelo Portugal 2020 e pelo Programa Operacional FEDER. Teve início em 2018 com o objetivo principal de estudar e desenvolver novas aplicações para os subprodutos/resíduos dos processos de fermentação da Amyris e da produção de cana-de-açúcar, potenciando assim o desenvolvimento de novas moléculas de elevado interesse comercial, com destaque para a indústria da cosmética, mas também para nutrição animal e humana, novos materiais e farmacêutica.

Para o presidente da AICEP, Luís Castro Henriques, “este primeiro resultado que advém do projeto Alchemy é muito importante. A AICEP tem acompanhado o processo desde o início, através do contrato de I&D estabelecido com a Amyris e a Universidade Católica Portuguesa, em 2018, e acreditamos que dará um contributo relevante para o aumento das exportações com alta intensidade tecnológica. A parceria com a UCP é um reconhecimento da qualidade do sistema universitário e da capacidade de investigação de Portugal e mais uma vez o talento português está a ser fundamental para o sucesso do projeto. Parabéns à Amyris e à UCP!” 

O Alchemy visa, simultaneamente, a promoção da transferência de tecnologia que se traduzirá num crescimento de competitividade das empresas na área da bioeconomia. Acrescente-se, ainda, que este projeto de investigação se materializa num centro de competências de excelência em biotecnologia, promovendo Portugal na linha da frente nas áreas da bioeconomia e economia circular.

Julho 2020

 

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16-07-2020

ADN Jurista: Direito e Cidadania, a visão de empregabilidade da Faculdade de Direito

Existe há 8 anos, desde o ano letivo 2012/2013
85 alumni já frequentaram o programa
Conta com 25 entidades parceiras
Já se realizaram 6 sessões Premium e 25 workshops Think Link

O programa ADN do Jurista foi desenhado em interação com parceiros de diferentes setores empresariais e visa desenvolver nos estudantes de Direito fatores críticos de sucesso no exercício das diferentes profissões jurídicas.

Ana Martins, coordenadora executiva do programa, explica em que consiste:

Há várias definições do que é um jurista. Aquela em que assentamos o nosso programa resulta do paradigma de que um jurista é um profissional da resolução de problemas - com soluções jurídicas. A essência, o ADN do Jurista será, então, a capacidade de resolver problemas.

Acontece que o Direito não ocorre nem se aplica no vazio, acontece num determinado contexto. Se, em abstrato, uma determinada solução jurídica pode ser a mais interessante, mediante o contexto concreto outra solução jurídica poderá ser mais exequível. Assim sendo, a capacidade de ler o contexto potencia o conhecimento técnico-científico de um jurista, independentemente da profissão jurídica que escolha. Por outras palavras, o conhecimento do mundo à nossa volta não só faz de nós melhores cidadãos, como majora a nossa empregabilidade. Esta capacidade de leitura do contexto tem um nome: literacia. No caso do ADN, literacia política, mediática e europeia.

E com que ferramenta é que os alunos aprendem a resolver problemas?

Aprendendo a pensar criticamente (Argumentação e Retórica), a comunicar eficazmente (Oratória e Escrita Jurídica) e a agir eticamente (Negociação e tomada de decisão). Por outro lado, com a ferramenta do pensamento crítico, colocamos os nossos alunos, em role play, a aplicar todos estes conhecimentos na resolução de problemas da comunidade - desde a crise dos refugiados na UE à equidade salarial.

Os alunos podem inscrever-se, gratuitamente, até ao fim do primeiro ano letivo na licenciatura em Direito. No final do programa, tem sido providenciado um estágio com o objetivo de alargar horizontes sobre o que é a prática jurídica em diferentes setores, permitindo o contacto - ainda durante a licenciatura - com uma organização em ambiente de trabalho real.

julho 2020

16-07-2020

Estudantes fazem estágios curriculares na Clínica Universitária de Psicologia da Católica

Integrado no Mestrado em Psicologia, todos os anos há estudantes que fazem o seu estágio curricular na Clínica Universitária de Psicologia (CUP) da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto. Alexandra Carneiro, coordenadora da CUP, explica: “a CUP tem quatro objetivos principais: fazer o atendimento à comunidade através da prestação de consultas de psicologia; oferecer supervisão clínica a psicólogos da comunidade e supervisão a Casas de Acolhimento; apoiar a realização de projetos de investigação; e apoiar a formação de alunos da FEP-UCP.”  Neste sentido, este ano foram duas as estudantes que realizaram os seus estágios curriculares.

Face à pandemia que se vive no país e no mundo, os estágios que decorreram entre setembro do ano anterior e maio deste ano, tiveram um desafio acrescido. Após uma rápida adaptação dos serviços da CUP, do modelo presencial para à distância, Alexandra Carneiro esclarece que “durante os estágios as nossas estudantes desenvolveram atividades e materiais muito úteis para as novas formas de atendimento!” Apesar de, numa fase inicial, este ter sido um desafio, a coordenadora da CUP faz um balanço positivo: “esta mudança contribuiu para que fossem desenvolvidas competências quanto à atuação do psicólogo neste novo formato, abrindo assim novos horizontes!”

As duas estudantes que realizaram os seus estágios curriculares na CUP, Beatriz Silva e Evanilse Diogo, explicam que o estágio “proporcionou o nosso desenvolvimento tanto a nível pessoal como profissional, tendo sido possível o contato com o contexto real de trabalho de um psicólogo clínico e da saúde nas suas diversas, porém interligadas, formas de atuação - avaliação e intervenção psicológica, investigação - o que se constituiu como uma experiência muito enriquecedora.”

Face ao cancelamento das atividades presenciais, em consequência da pandemia COVID-19, “a situação que num primeiro momento, nos suscitou preocupação sobre o ‘rumo’ que o estágio teria, a CUP mostrou-se um contexto de múltiplas possibilidades, tendo sido possível continuar o estágio, mesmo que, com atividades e desafios diferentes, demostrando a importância de sermos resilientes e abertfos à mudança, tendo sempre como foco a atualização e formação constante do psicólogo clínico e da saúde.” As duas estudantes recordam “o estágio na CUP foi uma experiência que não trocávamos por outra!”f

Julho 2020

15-07-2020

Docentes da FEP publicam em coautoria um artigo na revista Educação & Pesquisa

Lurdes Veríssimo e Pedro Dias, docentes da FEP e investigadores do CEDH, publicam, conjuntamente com Elodie Santos e Sofia Ortigão, alumni da FEP, um artigo na revista Educação & Pesquisa, intitulado "Academic Achievement and internalizing problems in primary and secondary school students in Portugal".

Veríssimo, L., Dias, P., Santos, E., & Ortigão, S. (2020). Academic Achievement and internalizing problems in primary and secondary school students in Portugal. Educação & Pesquisa, 46.

https://doi.org/10.1590/S1678-4634202046218667

10-07-2020

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