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Novidades

Entrevista de Ana Sofia Carvalho ao Jornal Público

 

Entrevista disponível aqui

28-05-2018

Protocolo com a Livraria Almedina (Maio 2018)

No âmbito do Protocolo com a Livraria Almedina, estão hoje disponíveis na Biblioteca 19 novas monografias. O respetivo registo bibliográfico (lista detalhada das obras) poderá ser visualizado aqui.

Além destas dezanove obras, encontram-se também disponíveis alguns números das seguintes revistas: Revista Internacional de Arbitragem, Revista Direito Intelectual, Revista de Contratos Públicos, Revista de Direito Civil, Julgar, Anatomia do Crime, Revista Finanças Públicas, Revista AB Instantia, Questões Laborais, Revista Direito das Sociedades, Direito Social em Revista, Revista do CEH.

24-05-2018

D. António Marto, antigo Diretor da Faculdade de Teologia, no Porto, nomeado Cardeal

D. António Marto foi nomeado Cardeal a 20 de maio. O Consistório está marcado para 29 de junho, no Vaticano.
 
D. António Marto é Bispo de Leiria-Fátima, foi docente da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa e Diretor da mesma Faculdade, no Porto, entre 1999 e 2001.
 
A Universidade Católica Portuguesa, no Porto, alegra-se com esta nomeação e deseja as maiores venturas ao Senhor D. António Marto em mais este serviço à Igreja.
 
Notícia da Nomeação
VaticanNews »»   Agência Ecclesia »»
 
23-05-2018

Acesso Experimental a recursos da Brill até 17 de julho de 2018

Informamos que está disponível um trial dos conteúdos da editora Brill até dia 17 de Julho.
 
Os conteúdos estarão disponíveis a partir do link
 
Boas pesquisas!
 
 
17-05-2018

Escola das Artes no 15º MIFEC

"O Manto" de Duarte Castelo Branco, "Volfrâmio" de Joel Pinto, "Casas Caiadas" de Kyle Sousa, "Uma Formiga" de João Veloso e "Entre o Verão e o Outono" de Maria Francisca Pinto irão representar a Escola das Artes na "15ª MIFEC - Mostra Internacional de Filmes de escolas de Cinema", que decorrerá de 22 a 26 de Maio no auditório da ESAP no Porto.

A "MIFEC - Mostra Internacional de Filmes de escolas de Cinema" é um evento anual, criado em 2004 e que tem como objectivo promover o encontro de escolas de cinema e audiovisual, nacionais e internacionais. 

Para mais informações: https://www.facebook.com/Mifec-431844836828609/

 

16-05-2018

José Matias Alves autor de capítulo de livro da Sociedade Brasileira de Educação Comparada

José Matias Alves, docente da FEP e investigador do CEDH, é autor do capítulo intitulado "Ensino Secundário em Portugal. Velhos dilemas e a necessária metamorfose.in Ensino Médio: impasses e dilemas. "

 

Alves, J. M. (2018). Ensino Secundário em Portugal. Velhos dilemas e a necessária metamorfose.in Ensino Médio: impasses e dilemas. Brasília: Sociedade Brasileira de Educação Comparada/ Cidade Gráfica Editora. pp. 187-216. ISBN: 978-85-62258-24-4

16-05-2018

(d)Eficiências: 3º encontro do Grupo de Trabalho. Freguesias de Aldoar, Foz e Nevogilde e docentes da FEP e da FD

O Grupo de Trabalho (d)Eficiências foi criado em fevereiro de 2018 e impulsionado pela União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, no âmbito do estreitamento de laços e parcerias entre entidades locais, com a missão de promover uma reflexão aprofundada e participada em torno dos eixos da deficiência e do território.
 
A Professora Lurdes Veríssimo, da Faculdade de Educação e Psicologia, e a Dra. Mónica Duque, da Faculdade de Direito-Escola do Porto, integram este Grupo em representação da Universidade Católica Portuguesa no Porto.
 
São objetivos deste Grupo de Trabalho:
- elaborar um diagnóstico local relativo aos problemas e desafios enfrentados pela população com (d)eficiências no território da União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde;
- preparar um conjunto de recomendações e propostas dirigidas às necessidades e problemas identificados;
- promover iniciativas de participação pública que permitam recolher contributos de outras organizações e da sociedade civil.
 
Coube à Católica no Porto acolher no campus Foz, no passado dia 24 de abril, o 3.º encontro do Grupo, que nas sessões anteriores reuniu na sede da APPCDM e do CEFPI, localizadas também no território da União de Freguesias.
11-05-2018

Leitura de Portfólios

Ver cartaz

 

As leituras de portfólio são uma oportunidade de fotógrafos e artistas e comissários se conhecerem, trocarem experiências, referências e contactos. O diálogo com os críticos presentes procura auxiliar os fotógrafos no desenvolvimento de seus trabalhos, possibilitando o direcionamento das propostas e pesquisas apresentadas, contribuindo para uma maior consciência artística e profissional de cada participante.

Os candidatos devem enviar o seu portfólio em versão digital para o seguinte email: clobo@porto.ucp.pt, até dia 11 de junho.
Formulário de inscrição online disponível aqui
 

ANÚNCIO DE RESULTADOS
A lista dos artistas selecionados será anunciada no dia 12 de Junho, no site da Escola das Artes.
Os seleccionados serão, também, informados via email.
 

PREPARAÇÃO PARA A LEITURA DE PORTFÓLIO
Os artistas seleccionados dispõe de 20 minutos por crítico, por este motivo aconselhamos que:

. prepare cuidadosamente a sua apresentação tendo em conta o tempo disponível;
. traga um portfólio impresso (caixa portfólio ou folhas soltas);
. traga algo para deixar ao membros do júri que mais se interessarem pelo seu trabalho, por exemplo, uma pen drive ou cd com a versão digital do trabalho, um cartão de visita, etc.
 

PRÉMIO
Da leitura de portfólios será escolhido um artista para uma exposição individual nos Encontros da Imagem de Braga, em data a anunciar.

 

09-05-2018

Diretor da Escola das Artes é curador de exposição sobre o Maio de 68

Inaugura a 15 de maio, pelas 18h00, a exposição “O que pode a arte? 50 anos do Maio de 68”, que pretende celebrar meio século da revolução cultural e social que explodiu em 1968, na França. Esta exposição tem a curadoria de Nuno Crespo – o diretor da Escola das Artes – e Hugo Dinis. Estará patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, até 29 de setembro e inclui obras de Júlio Pomar, Ana Vidigal, Carla Filipe, João Louro, Jorge Queiroz, Ramiro Guerreiro e Tomás da Cunha Ferreira.

 

Sobre a exposição

A exposição “O que pode a arte? 50 anos do Maio de 68”, com curadoria de Nuno Crespo e Hugo Dinis, inclui obras de Júlio Pomar, Ana Vidigal, Carla Filipe, João Louro, Jorge Queiroz, Ramiro Guerreiro e Tomás da Cunha Ferreira, recordando e comemorando o 50º aniversário do movimento estudantil francês. Esta dinâmica revolucionária alastrou-se a vários sectores da sociedade, revelando-se um momento fundamental para a definição da vida contemporânea, não tanto em termos das alterações legislativas e políticas produzidas no imediato, mas sobretudo pelo modo como se foi questionando uma velha ordem social hierárquica estabelecida, classicista e autoritária. O Maio de 68 tornou-se no símbolo de uma nova ordem social, que não dizia respeito só às relações académicas, mas a todas as instituições sociais, políticas, económicas e culturais. 

A expressão artística deste movimento estudantil é um dos seus aspetos mais produtivos, tanto no cinema, como na literatura e nas artes visuais. Júlio Pomar, a viver em Paris nessa altura, e desde 1963, não ficou indiferente e, contaminado pelo espírito de 1968, fez um grupo importante de pinturas onde retoma uma certa ideia da articulação arte-política que lhe era tão próxima nos anos de 1940. 

Assim, “O que pode a arte? 50 anos do Maio de 68” além de mostrar o modo como Pomar testemunha directamente os movimentos estudantis, procura reflectir sobre como na obra deste artista há, desde o seu início na década de 1940, uma preocupação política que o mesmo nunca abandona. Segundo o próprio, numa conversa com Helena Vaz da Silva, e citada por Irene Flunser Pimentel [Júlio Pomar. O Pintor no Tempo, Documenta, Lisboa, 2018], foi o “espectáculo de uma cidade que discute, que está viva, o que nunca tinha visto na vida e era inesquecível” o que o mais marcou. E é esta ideia de vida que as suas pinturas tão bem mostram. 

“O que pode a arte? 50 anos do Maio de 68” não é uma exposição histórica, mas interroga o modo como a arte se deixa contaminar pela política e como essa contaminação é um território tão intenso para os artistas. Ao lado de Pomar, e de pinturas que realizou em anos tão diferentes como 1946 e 1968, são mostradas  obras de Ana Vidigal, Carla Filipe, João Louro, Jorge Queiroz, Ramiro Guerreiro e Tomás da Cunha Ferreira, que não só dialogam com o universo do pintor, mas, sobretudo, se deixam tomar por esse espectáculo de uma cidade que se torna viva quando os cidadãos saem à rua e se transformam num corpo único, assumindo uma voz comum. Em conversa informal, com Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Júlio Pomar referiu, a propósito dos 50 anos do Maio de 68 que “os escudos da política eram grandes, redondos e opacos, e os bastões da polícia eram linhas rectas e compridas”. O que pode a arte perante isto?

 

 

 

08-05-2018

Novo projecto da Escola das Artes destacado por conceituado crítico e curador de arte brasileiro

Num texto do conceituado crítico e curador de arte brasileiro Luiz Camillo Osorio, membro do Advisory Board da Escola das Artes, num relevante site sobre arte contemporânea brasileira, do Instituto PIPA, discute-se a ideia de formar artistas na universidade. Segundo Osorio, "Só o fato de se abrir ao debate visando reconfigurar seu projeto pedagógico, dá à Escola das Artes da Universidade Católica do Porto uma oxigenação promissora."
 

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07-05-2018

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