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Pesquisas Internas

  • CALL FOR ONE POST-DOCTORAL RESEARCH GRANT (BIPD)

    A call for one post-doctoral research grant (BIPD) is open for the project “BIOMA - Integrated BIOeconomy solutions for the Mobilization of the Agrifood Chain(POCI-01-0247-FEDER-046112), co-financed by European Regional Development Fund (FEDER), through the Competitiveness and Internationalization Operational Program (POCI), under the following conditions:

    Position Admission requirements Application deadline Link Reference List of Results
    Research grant (BIPD)

    The postdoctoral research grant can be awarded only if the following requirements are cumulatively met: Ph.D. degree obtained in the three years prior to the start date of the grant; The post-doctoral research will be carried out in a host entity other than the one in which the research work leading to the award of the Ph.D. degree was carried out; The grant holder does not exceed, with the celebration of the grant contract in question, including possible renewals, an accumulated period of three years in this fellowship type, followed or interpolated.
    PhD in an area of Food Science and Technology or related areas, as well as an oral and written command of the English language.

    From 16.12.2021 until 31.12.2021 (at 11:59)

    EN

    Bioma BIPD _2 List of results

     

  • Freetilizer é uma nova tecnologia desenvolvida pela empresa Pipe Masters, em colaboração com a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica no Porto, que permite o tratamento e valorização de efluentes de suiniculturas, dando origem a um fertilizante orgânico.

    Através de uma hidrólise enzimática de resíduos e subprodutos orgânicos, o Freetilizer permite a recuperação de nutrientes. Desta forma é possível aproveitar o que atualmente é um custo e transformá-lo num proveito para as organizações, numa ótica de economia circular e de minimização do impacto ambiental de resíduos” explica Miguel Ramos, da Pipe Masters. “O processo desenvolvido dura apenas 24h, em comparação com, por exemplo, um processo de compostagem que demora meses,” acrescenta.

    Ana Teixeira Oliveira, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Escola Superior de Biotecnologia da Católica no Porto, refere que “os estudos realizados, que incluíram a avaliação do potencial da matéria fertilizante e ensaios de fitotoxicidade e de performance com plantas modelo para avaliar a qualidade e segurança do produto desenvolvido,” concluíram que o “fertilizante orgânico gerado com esta tecnologia é rico em nutrientes e apresenta um efeito promotor do crescimento das plantas”.

    Para além disso, “a caracterização microbiológica do produto assegura a sua segurança de utilização para produção de alimentos e para o meio ambiente”.

    Aplicada como possível tratamento e valorização de efluentes de suiniculturas, tendo sido testada em efluentes provenientes de explorações da região de Leiria, a tecnologia Freetilizer “valoriza as diferentes componentes do resíduo aquoso que após centrifugação, permite separar e obter uma fração líquida e uma fração sólida,” explica Miguel Ramos. “A fração sólida é posteriormente processada num reator industrial pelo processo de hidrólise enzimática, o que permite a conversão da matéria orgânica da fase sólida em compostos mais bio disponíveis, ​​obtendo-se assim um fertilizante orgânico. A fração líquida será concentrada utilizando um sistema de vácuo que permite uma secagem eficiente com baixo consumo energético originando um fertilizante orgânico líquido”.

    A tecnologia Freetilizer nasce da transferência de conhecimento entre a academia e a indústria, ou seja, entre a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e a Pipe Masters.

  • A Universidade Católica Portuguesa tem um novo espaço online de dimensão nacional que dá a conhecer o que de melhor se faz na Universidade em termos de investigação e da sua rede de colaboração à escala nacional e internacional.  

    plataforma Ciência-UCP permite agregar de forma sistemática toda a informação referente à investigação. Caracterizada pelo seu elevado nível de interoperabilidade e alinhamento com as melhores práticas que definem os sistemas CRIS (Current Research Information System), contempla, de forma integral, todas as necessidades de gestão de informação decorrentes da atividade das Unidades Académicas e Centros de Investigação da UCP.

    Para Peter Hanenberg, Vice-Reitor para a Investigação e Inovação da Universidade Católica Portuguesa, “tornar público o Portal do Ciência-UCP representa dar a conhecer, em toda a sua dimensão, o que melhor se faz na UCP ao nível da investigação e da sua rede de colaboração à escala nacional e internacional e, mais do que tudo, o assumir que o lançamento deste portal não é um fim em si, mas o princípio de uma nova etapa de um processo que, por natureza, nunca estará terminado: a busca contínua do saber”.

    A apresentação pública decorreu online no dia 15 de dezembro de 2021.

  • A Scopus, maior base de dados de publicações revistas por pares (revistas científicas, livros e atas de conferência), integrou a Market and Competition Law Review na sua plataforma.

    De acordo com a Scopus, é uma revista “bem produzida e orientada sobre o Direito da Concorrência, de interesse para outros neste domínio”.

    De forma a manter o seu elevado prestígio como uma das melhores bases de dados científicas, todas as publicações aceites nas listas da Scopus passam por um rigoroso processo de seleção supervisionado pelo seu Content and Selection Advisory Board.

    Assim, a entrada da Market and Competition Law Review nesta lista constitui um reconhecimento da excelência e da relevância do conteúdo científico produzido pelo Centro de Estudos e Investigação em Direito da Universidade Católica Portuguesa.

    Fundada em 2017 sob a orientação da Professora Doutora Sofia Oliveira Pais, a MCLR dedica-se ao estudo de matérias relacionadas com o mercado interno e direito da concorrência: “A indexação na Scopus da revista jurídica em inglês, MCLR, é o resultado de uma estratégia duradoura e consistente da Faculdade de Direito da UCP no desenvolvimento de uma investigação de qualidade de cariz internacional.”

    Ao longo das suas dez edições, a MCLR consolidou-se como um fórum de relevo para o debate científico, contribuindo para uma melhor aplicação da lei nas áreas de Direito da União Europeia.

  • Três alunos da Universidade Católica Portuguesa no Porto que integram o programa de voluntariado “CAtólica SOlidária – CASO”, na área “SER+: Ambiente”, juntaram-se em novembro e dezembro de 2021 à equipa do Viveiro do Projeto FUTURO - 100.000 árvores para auxiliar nas tarefas de produção e para cuidar das futuras árvores nativas.

    As quinze horas que já dedicaram ao FUTURO foram essenciais para os trabalhos de final de ano, como a monitorização e organização do canteiro exterior e transplantes de urze-branca (Erica lusitanica) que aprenderam a realizar. Durante as sessões tiveram oportunidade de conhecer algumas das espécies existentes.

    A equipa complementou o trabalho com transplantes de bétula (Betula pubescens) e envasamentos de pilriteiro (Crataegus monogyna), de modo a garantir que todas estas plantas tenham mais condições para se desenvolverem bem nas estações seguintes. No decorrer do mês de dezembro, a estufa está também a ser preparada para receber as sementeiras desta época.

    As primeiras impressões dos voluntários são positivas e contamos com o contributo deles para a nova temporada de trabalho. Muito obrigad@ a tod@s!

     
    FOTOS |©2021CRE.Porto.malmeida ©2021CRE.Porto.amourao

    As ações foram desenvolvidas no âmbito do FUTURO – projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. O Viveiro de Árvores e Arbustos Autóctones do FUTURO é uma parceria entre o CRE.Porto, a Câmara Municipal do Porto e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. O Viveiro está licenciado pelo ICNF como fornecedor de materiais florestais de reprodução.

  • O EBRI - European Bioproducts Research Institute, no âmbito de uma comparticipação financeira do Fundo Social Europeu à operação com o código NORTE-06-3559-FSE-000115, designada por Contratação de Recursos Humanos Altamente Qualificados (PME ou CoLAB) e nos termos do Aviso de Abertura de Candidatura n.º NORTE-59-2019-30 encontra-se em processo de recrutamento de:

    Position Admission requirements Application deadline Link Reference
    Entrepreneurship and Career Development (M/F) Master degree in Psychology, Biosciences, Human Resources Management or Management

    January 2, 2022 (until 00:00 pm, Lisbon time)

    PT

    CI_ECD#EBRI

  • Enfermeiro, docente do Instituto de Ciências da Saúde da Católica no Porto, ator, locutor, apresentador e escritor. Um profissional de mão cheia, literalmente. Nasceu em Lisboa, viveu no Seixal, mas o Porto é a sua casa. Aos 41 anos e inquieto por natureza, acredita que “nada é coincidência” quando somos levados por “escolhas inspiradas na nossa essência”. Onde é que o poderemos encontrar? No campus da Católica ou num fim de tarde pela Ribeira do Porto. Nesta entrevista, Pedro Melo fala-nos do seu percurso, do seu interesse pela área da saúde comunitária e daquilo que o move e que o faz querer estar sempre a criar.

     

    O que é que um ator e um enfermeiro têm em comum?

    É uma excelente pergunta porque, realmente, têm muito em comum.  A primeira coisa que têm em comum é a necessidade de conhecer muito bem as pessoas. Para um ator poder levar para a personagem o melhor de si tem de conhecer a essência das emoções, dos sentimentos, a forma como o corpo transmite essas emoções e com o enfermeiro é igual. Temos de usar o mesmo conhecimento das pessoas para interagir com elas e para as ajudar.  

    Podemos dizer que são duas áreas diferentes que têm um mesmo objetivo?

    Sim, com o mesmo propósito. No limite é procurar o amor, não é? Quer como enfermeiro, quer como ator, o que nós procuramos é ir ao mais profundo do ser humano e isso talvez seja a grande missão das duas áreas.

     

    Queria ser ator, mas acabou por equacionar, também, a área da saúde ….

    Desde o Ensino Básico que a minha professora dizia que eu ia ser alguém ligado à comunicação. Quando aprendi a ler e a escrever comecei logo a escrever histórias e quando havia festas de família eu era sempre o bobo da corte. Mais tarde, por via de algumas complicações de saúde da minha mãe, comecei a pensar que talvez, também, fosse boa ideia seguir uma área onde pudesse ajudar pessoas que estivessem doentes. Durante muitos anos vivi confuso.

     

    O que é que aconteceu quando se aproximou o momento de decidir que caminho ia seguir?

    Com 17 anos fui fazer um casting para uma série da RTP que se chamava “Riscos”, costumo dizer que foram os primeiros Morangos com Açúcar. Acabei por ficar com um papel e quando soube da notícia foi um dos momentos mais fantásticos que já vivi. Claro que depois lembrei-me que tinha de contar à minha família e aí ficou um sabor um bocadinho mais amargo. A verdade é que, paralelamente a isto, acabei por concorrer a Enfermagem e estava pronto para conciliar o curso com as gravações. Por lapso, foi um erro do universo, estou certo, em vez de concorrer para as Escolas de Enfermagem de Lisboa e de Faro, que era onde iam decorrer as gravações da série, selecionei o Porto. Eu já me estava a candidatar à segunda fase, porque na primeira fase tinha estado ocupado com os castings. Eu soube numa sexta-feira que na segunda-feira seguinte tinha que estar no Porto para começar as aulas. Foi o fim de semana mais difícil da minha vida. E já se percebeu qual foi a minha decisão porque estou aqui hoje, não é? Mas depois percebi que podia continuar a fazer formação na área da representação e, hoje, também trabalho numa companhia de teatro. No fundo, acabo por conciliar as minhas duas paixões.

     

    “Apaixonei-me pela Católica e já nunca mais saí.”

     

    Vem para a Católica no Porto quando decide fazer o seu doutoramento …

    Na altura fui pesquisar sobre onde é que eu podia realmente aprofundar a investigação na área da Enfermagem e a Católica acabou por ser a minha escolha. Apaixonei-me e já nunca mais saí.

     

    A Enfermagem da Católica no Porto aparece entre as melhores a nível mundial, segundo o U-Multirank 2021. O que é que o ICS-Porto faz de diferente?

    Temos muitas coisas diferentes que nos deixam muito orgulhosos. A primeira é a proximidade com os estudantes. Nós conhecemos, realmente, cada estudante. Cada um tem um nome, uma história e objetivos específicos. Nós professores acompanhamos cada estudante de uma forma muito personalizada e isso faz a diferença na forma como ele constrói a sua aprendizagem e o seu processo. Para além disto, o ICS tem os três ciclos de estudo: licenciatura, mestrado e doutoramento. Os nossos estudantes podem fazer aqui um caminho muito consistente. Por fim, temos um dos melhores centros de investigação em enfermagem do país, o que nos permite aplicar a nossa investigação no ensino. A distinção do U-Multirank não nos surpreende, porque trabalhamos muito para esse resultado, mas deixa-nos profundamente orgulhosos.

     

    Como é que se ensina essa proximidade aos estudantes?

    Transmite-se pelo exemplo. Os nossos alunos veem a forma como nós somos e como estamos com eles. Tentamos influenciar positivamente pelo exemplo. É o tal sentido de comunidade que tentamos transmitir. Quando dentro da comunidade há um perfil e um padrão, as pessoas acabam por se influenciar e por se deixar contagiar. Este contágio pelo exemplo acaba por ser a melhor forma de ensinar a proximidade.

     

    “Em tudo aquilo que faço a minha missão é, através da comunicação, dar poder às pessoas para que consigam tomar decisões em vários níveis.”

     

    No seu percurso dar aulas foi um feliz acaso?

    Foi, talvez, um acaso, mas diria que não uma coincidência. Como fui sempre ligado à comunicação, dar aulas é uma forma de comunicar. Acabo por dizer que de alguma forma estou sempre ligado a um palco, seja a um palco de um anfiteatro para dar uma aula, seja no teatro, seja no programa de rádio onde sou locutor. Em tudo aquilo que faço a minha missão é, através da comunicação, dar poder às pessoas para que consigam tomar decisões em vários níveis.

     

    Enquanto professor, para além dos domínios técnicos, o que é que tenta transmitir essencialmente aos seus estudantes?

    Eu tento acima de tudo demonstrar-lhes o poder que têm as palavras e que tudo é intencionalmente resultado de uma opção. Nós podemos escolher usar palavras que destroem ou palavras que constroem e acho que as pessoas têm pouca consciência disso. Julgo que, desde a infância mais precoce, devíamos estimular mais as crianças a ler e a perceber o impacto que as palavras têm. Na profissão de Enfermagem e nas relações humanas a comunicação é a ferramenta mais importante.

     

    “Este ano usei uma música dos Amor Electro que se chama “Procura por mim” e que fala especificamente da necessidade de procurarmos por nós. Temos de nos encontrar.”

     

    Como é que se desafia as novas gerações a serem mais inquietas e menos conformadas?

    Eu nas aulas de Criatividade e Inovação desafio os meus alunos a pensarem diferente. Costumo fazer um exercício logo na primeira aula que consiste em desligar os telemóveis para que se concentrem totalmente e de olhos fechados na música que vão ouvir. Este ano usei uma música dos Amor Electro que se chama “Procura por mim” e que fala especificamente da necessidade de procurarmos por nós. Temos de nos encontrar. Eu sinto que as pessoas se estão a perder de si próprias, cada vez com menos pensamento próprio, com pouca autonomia, com pouca capacidade de discernimento e sem sentido de comunidade. Enquanto professor, tenho o desafio de contribuir neste sentido para a transformação dos meus alunos.

     

    O voluntariado também pode ter um papel fundamental nessa transformação …

    Sim, e é uma componente importantíssima que tem também múltiplas facetas. O voluntariado não tem sempre de estar associado ao trabalho social com pessoas carenciadas. Por exemplo, para além do voluntariado que faço com os sem-abrigo da cidade, através do projeto Ronda da Caridade, também trabalho como voluntário enquanto locutor na Rádio Metropolitana do Porto, com o programa Saúd’Arte, e enquanto apresentador do programa “Saúde em Direto”, na Agência de Informação Norte. Aqui está um exemplo de como também podemos ser voluntários no exercício da cidadania. A sociedade está muito distraída e é essencial que se incuta o desejo de ajudar desde pequenos. O meu filho tem agora 14 anos e sinto que começa a sentir-se curioso e provocado em, também, começar a ajudar. Talvez porque acompanhe de perto aquilo que faço. Uma vez mais, o exemplo é a melhor forma de ensinar.

     

    “Dentro da saúde pública e da saúde comunitária a área que me interessa é a do empoderamento comunitário.”

     

    Uma das suas subáreas de investigação é a Saúde Comunitária. Este assunto desperta em si tanto interesse porquê?

    Mais uma vez, é a forma como a comunicação influencia as pessoas em massa a tomarem decisões. A questão da pandemia foi um bom exemplo da forma como é tão importante comunicar adequadamente para que as pessoas adiram às medidas de proteção. Dentro da saúde pública e da saúde comunitária a área que me interessa é a do empoderamento comunitário. Tem tudo a ver com estratégias de marketing e de comunicação para que se promova a adesão das pessoas a comportamentos saudáveis.

     

    Os enfermeiros foram sempre muito falados durante estes tempos de pandemia. Acha que a sua missão sai reforçada e valorizada?

    Não tenho nenhum problema em afirmar que foram os enfermeiros que ajudaram a salvar a nossa economia, porque esta, também, só se aguenta devido à taxa de vacinação que hoje temos. Foram muitos os colegas que trabalharam horas seguidas, todos os dias, sem parar. Falamos muito da atual vacina, mas não nos podemos esquecer que o programa de vacinação em Portugal é o melhor do mundo desde os anos 60 e os enfermeiros sempre estiveram lá para dar resposta.

    Veio para o Porto quando veio estudar Enfermagem. Como é que foi mudar-se sozinho para uma nova cidade?

    Foi muito difícil, porque foi a primeira vez que estive realmente longe da família toda e totalmente sozinho, mas eu diria que foi o grande momento em que eu cresci e em que me tornei eu próprio. Para além disso, o Porto é uma cidade tão apaixonante que nos acolhe de uma forma tão profunda que eu nunca mais consegui sair daqui. O Porto é a minha casa.

     

    Qual é o lugar mais especial da cidade para si?

    O Porto é uma cidade cheia de lugares especiais, mas eu sou completamente obcecado pelos jardins do Palácio de Cristal, é um espaço mágico que nos permite ter uma visão diferente da cidade, porque nos permite olhar sobre o rio. Também gosto muito da zona da Ribeira, não da zona mais comercial, mas daqueles espaços mais escondidos, onde se misturam as sombras. O fim de tarde nessa zona com aqueles candeeiros laranja e com aquelas sombras é maravilhoso.

     

    “A vida vai-nos levando pelas escolhas que vamos fazendo inspirados pela nossa essência.”

     

    Se em adolescente lhe tivessem dito que aos 41 anos iria ser enfermeiro, professor, ator, locutor, escritor … teria acreditado?

    Se calhar não teria acreditado que seria tudo ao mesmo tempo, mas teria acreditado que iria fazer caminho para o ser. Não concretamente a parte do ser Enfermeiro, porque acabou por surgir e por ser uma grande descoberta, mas, sem dúvida, que teria esta ligação à área da comunicação. Acredito que nada é coincidência. A vida vai-nos levando pelas escolhas que vamos fazendo inspirados pela nossa essência. Quem não escolhe pela essência nunca conseguirá ser feliz.

     

    Se pudesse recomendar uma peça de teatro, qual escolheria?

    Há várias peças fantásticas, mas eu agora diria que era interessantíssimo acompanharem tudo o que está a ser feito no Teatro D. Maria II. Houve uma atualização na direção do teatro que está empenhada em transformar o teatro para o tornar mais democrático, tanto é que agora estão a promover peças em vários pontos do país. Aqui no Porto, também, temos o Teatro Sá da Bandeira, que é um espaço que eu adoro e que tem peças maravilhosas e muito acessíveis. As pessoas ainda acham que frequentar cultura fica muito caro, mas não. Se tivesse de escolher uma peça de teatro específica, talvez recomendasse a “As Árvores Morrem de Pé”. Esta peça foi a última do nosso teatro, mas estará com certeza em algum ponto do país. Recomendo vivamente porque nos faz perceber, realmente, a essência dos seres humanos.

  • Call for tenders for the attribution of one Research Grant

    A tender is now open for the attribution of a Research Grant under the project GReAT - Granular microalgae-bacterial sludge for aquaculture wastewater treatment” PTDC/BTA-BTA/29970/2017 (POCI-01-0145-FEDER-029970), financed by the Operational Program for Competitiveness and Internationalization, in its FEDER component, and by the Portuguese Foundation for Science and Technology, in its State Budget component (OE) under the following conditions:

    Position Admission requirements Application deadline Link Reference List of Results
    Research Grant Master's degree with a minimum average of 16 in Microbiology or in Bitechnology or in similar scientific areas; Preference will be given to candidates that completed their degree with a minimum average of 15 values; Have good command of the English language; Be enrolled or commit to enrolling in a course that does not confer an academic degree that promotes the consolidation of their scientific training.

    From 05/01/2022 until 19/01/2022 at (until 05:00 pm, Lisbon time)

    EN

     

    POCI-01-0145-FEDER-029970_BI_2 List of results

  • The SMARTI project launched at the beginning of 2021 starts showing results. This project aims to reformulate master's and doctoral programs using the English language as a means of training in non-linguistic courses (for example: science, mathematics, medicine, information technology, among others) in Armenia and Russia.

    The Faculty of Biotechnology - UCP is co-coordinator of work package 1 of SMARTI, which aims to identify the problems arising during the implementation of the project to promote modernization, internationalization and improve the training of teachers in partner countries in the area of teaching through the English language. This work package began with a literature review and field review study on practices in the use of the English language as a means of training and student-centered methodologies in Armenia and Russia. The results that are presented refer to the practices of Internationalization of Higher Education Institutions in Armenia.

    In 2005, Armenia joined the Bologna Process and since then intensive education reforms have been carried out in all Armenian universities. These reforms aim to integrate the University into the European Higher Education Area. Education is based on the fundamental principles of the European Credit Transfer and Accumulation System.

    The internationalization experiences of Armenian universities are quite diverse. Consider the case of (VSU), Public Administration Academy of the Republic of Armenia (PAARA), Mikayel Nalbandyan State University of Shirak (SUSh), Goris State University (GSU) and Armenian National Agrarian University (ANAU).

    VSU cooperates closely with more than 25 higher education institutions in Europe and post-Soviet countries. Since 2013, several investments have been made to improve the level of higher education at VSU. As a result, five Tempus mobility projects (LeAGUe, SSRULLI, VERITAS, MAHATMA and GOVERN) and four Erasmus Mundus were implemented. Due to the Tempus projects, the University underwent several structural changes and the Erasmus Mundus and Erasmus + mobility projects gave VSU students and employees the opportunity to acquire European teaching and learning experience. From 2017 to 2020, VSU was involved in the Erasmus + BOOST capacity development strategy and marketing project, which allowed for the improvement of its strategic internationalization planning. Since 2018, due to the involvement of the VSU team in the Erasmus + PRINTeL project (Classroom Change: Promoting Innovative Teaching and Learning to Improve Students' Learning Experience) many faculty members have been trained and passed on their knowledge and experience to many internal and external VSU stakeholders.

    PAARA developed its Internationalization Concept in line with the Strategic Plan 2019-2024 which in turn complies with the Government of Armenia Program in terms of internationalization of higher education and the Armenian research field. The Concept, as well as the 2019-2024 Strategic Plan, stipulates the offer of several professional courses in English. In addition, international accreditation of at least one specialty (MPA or MBA) is also provided for in the documents above; therefore, steps are being taken to transmute relevant programs of study into programs taught in English.

    In the case of SUSh, it has participated in the Tempus, Erasmus Mundus and Erasmus + programs since 1996. Within the scope of the BOOST project (2016-2020), 5 regulations and procedures were developed and approved by SUSh (Regulation of the Center for External Cooperation and Relations - Public Relations, Public Relations Procedure, Academic Mobility Procedure, SUSh Marketing Strategy Concept, Science and Research Internationalization Policy).

    In accordance with its Strategic Development Plan, GSU has been actively working to conclude agreements and memoranda of understanding with local and international universities, institutions, and organizations, participating in the preparation of draft proposals for EU-funded KA1 and KA2 projects, organized in English language training courses for its teaching and administrative staff, it has been a member of the consortium of several Tempus and Erasmus+ projects.

    Finally, the ANAU in the field of international cooperation adopted, to bring the university to international recognition, the integration in international higher education, the policy of providing research and consulting services. During the last few years, ANAU has been actively involved in several international projects. During this period, ANAU was involved in 4 Tempus programs (GOVERN, ARMENQA, SuToMa, LeAGUe) and 3 Erasmus Mundus programs (ELECTRA, EFFORT, EMBER). ANAU has 38 ongoing agreements within the scope of Erasmus + KA1, 4 Erasmus + KA2 projects in progress (SMARTI, GEOTAK, ABIONET, TOPAS). In total, ANAU cooperates with around 100 international organizations.

    These results are important for the continuation of the project regarding the development of a comprehensive training and competence model for those responsible for university teaching programs and a multidisciplinary training program for teachers from an international perspective.

    Learn more about the project: https://www.cbqf.esb.ucp.pt/en/smarti | Facebook

  • Educar e incluir, através da promoção de uma linguagem artística em torno do Cinema, é o objetivo do projeto INSERT do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto. Será desenvolvido ao longo de 18 meses entre 2022 e 2023 e envolverá também investigadores do Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia, contando ainda com a Direção-Geral da Educação como parceira.

    Coordenado por Pedro Alves, docente da Escola das Artes e investigador do CITAR, o projeto pretende desenhar, implementar, testar e disseminar uma metodologia teórico-prática de literacia fílmica e produção cinematográfica capaz de combater e ultrapassar as barreiras geográficas, culturais ou económicas que tantas regiões ainda hoje enfrentam.

    Através do INSERT será desenvolvido um conjunto de recursos que orientarão professores e alunos no contacto e na experimentação em torno da sétima arte, devidamente contextualizados, apresentados e acompanhados pela equipa de investigação. A metodologia será testada em cinco escolas do Norte do país para depois poder ser disseminada numa escala mais global, quer nacional quer internacional.

     

    Diminuir as desigualdades sociais através da promoção da literacia fílmica

    Pedro Alves explica que a importância desta iniciativa para a comunidade educativa reside na possibilidade de se “diminuírem as desigualdades no acesso a diferentes oportunidades e estratégias de ensino ou aprendizagem”. Através do INSERT, um “projeto perfeitamente integrado e fundamentado em atuais estratégias nacionais e internacionais de literacia e pedagogia fílmicas”, procurar-se-á “fazer chegar a mais escolas, docentes e estudantes a oportunidade de contactar com o cinema”.

    O projeto vem responder à necessidade contemporânea de flexibilidade e inclusão nas escolas, promovendo uma linguagem artística e uma estratégia de aprendizagem e ação que aproximará todos os intervenientes da comunidade escolar.

     

     

    Uma ferramenta para todos

    O que é que se pode esperar do projeto INSERT? Pedro Alves afirma que dentro de 18 meses se espera “ter testado e aprimorado devidamente uma metodologia de aprendizagem e experimentação cinematográficas que faça sentido disseminar num sentido amplo e aberto”.

    Em 2023, prevê-se que o INSERT possa “ser uma ferramenta online de acesso aberto, cientificamente sólida e pedagogicamente rica, passível de ser utilizada em diferentes contextos, por diferentes intervenientes, com diferentes objetivos e abordagens”. 

    Desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Escola das Artes, da Universidade Católica no Porto, o projeto de investigação INSERT é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

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