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Pesquisas Internas

  • Esta terça-feira, a Católica Porto Business School abriu as suas portas a alunos do ensino secundário e às suas famílias para mais uma edição do Open Day, um evento dedicado à apresentação das Licenciaturas em Economia, em Gestão e da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão e ao esclarecimento do processo de candidatura. 

    A sessão contou com a participação de Helena Correia, diretora adjunta para as Licenciaturas, que apresentou a visão estratégica da Escola e as oportunidades académicas disponíveis, incluindo programas de bolsas e apoios financeiros. Raquel Correia, do Global Education Office, destacou as inúmeras possibilidades de mobilidade internacional, reforçando o compromisso da Escola com a formação global dos seus alunos. 

    Luísa Anacoreta, coordenadora da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão, apresentou este programa inovador, que combina competências das duas áreas para formar profissionais altamente qualificados. Já Marta Sofia Campos, dos Serviços Académicos, esclareceu todas as dúvidas sobre o processo de candidatura, incluindo prazos e documentação necessária. 

    O evento contou ainda com a presença de Joana Marques Gomes, do Career and Development Office, que abordou o impacto do acompanhamento profissional e do networking na preparação dos alunos para o mercado de trabalho. 

    Um dos momentos mais esperados foi o testemunho de alunos da Escola. Gonçalo Marques, antigo aluno da Licenciatura em Gestão e fundador da Shoevenir, uma marca de calçado sustentável, partilhou a sua experiência e a forma como a Católica Porto Business School contribuiu para o seu percurso empreendedor. Já Mariana Santos, aluna do segundo ano da mesma licenciatura, falou sobre o seu dia a dia na Escola e as oportunidades académicas e profissionais que tem vindo a explorar. 

    A sessão terminou com um tour pelo campus, permitindo aos participantes conhecer de perto as instalações e ambiente académico da Universidade Católica no Porto. 

    Se não teve oportunidade de participar, marque já na agenda: a próxima edição do Open Day acontece no dia 15 de maio, às 18h30, em formato híbrido. 

    Inscreva-se aqui.

  • A artista combina documentos históricos e explorações estéticas para revelar memórias ocultas da queda do império português

     

    Depois de representar Portugal na 60.ª Bienal de Veneza com o projeto “Greenhouse” e de integrar a Bienal de Sharjah com “As if the world had no west”, a artista Mónica de Miranda apresenta “Profundidade de Campo”, com curadoria de João Laia e Nuno Crespo. Uma exposição que estará patente na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, entre 28 de março e 13 de junho, e que resulta de uma colaboração com a Galeria Municipal do Porto / Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M.. A inauguração está agendada para 28 de março, às 18h30.

    “Profundidade de Campo” mergulha no trabalho do antropólogo angolano Augusto Zita, um dos primeiros a inverter a perspetiva da investigação antropológica para o colonizador. A partir do caderno de campo inédito de Zita, Mónica de Miranda criou o filme “As if the world had no west”, uma produção apoiada pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, que dá voz às suas pesquisas no deserto do Namibe, onde concebeu um sistema cosmológico orientado para a natureza, tendo a luz como terceira dimensão.

    A exposição inclui um conjunto de imagens que documentam os resquícios coloniais portugueses no deserto do Namibe, Towba e Baía dos Tigres, no sul de Angola. Esta última, uma aldeia ‘fantasma’ fundada por pescadores algarvios no século XIX, (por volta de 1860), que foi abandonada após a descolonização em 1975 e que hoje se encontra submersa pelo tempo e pela natureza.

    Mónica de Miranda explora a interseção entre espaço e tempo, natureza e história, memória e território. A sua arte cruza fotografia e cinema com cosmologias não ocidentais e perceções alternativas do tempo e do espaço. Em “Profundidade de Campo”, a artista combina documentos históricos e explorações estéticas para revelar memórias ocultas da queda do império português e as ruínas coloniais consumidas pelo ciclo natural de regeneração.

    A exposição inclui também o filme “As if the world had no west”, produzido com o apoio da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, que acompanha a jornada de uma jovem mulher que atravessa o deserto, guiada pela relação com as plantas ancestrais Mirabilis. O filme propõe a criação de novas paisagens, investigando ecologias ocultas, mas metafisicamente presentes, em Angola, desconstruindo as conceções ocidentais de memória, história e território. O projeto dialoga com o trabalho do antropólogo Augusto Zita no deserto da Namíbia, onde ele concebeu um sistema espaço/tempo orientado pela natureza, tendo a luz como terceira dimensão. Este trabalho dará continuidade a essa investigação, enquanto desconstrói o entendimento hegemónico da terra e do território, olhando para a terra como um espaço de cuidado mútuo, de história de libertação e de memória.

    A exposição de Mónica de Miranda, que será inaugurada a 28 de março, insere-se no compromisso contínuo da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa em promover o pensamento crítico e o cruzamento de disciplinas artísticas, proporcionando ao público e à comunidade académica um espaço de debate e fruição cultural. A exposição estará, igualmente, patente na Galeria Municipal do Porto.

    “Profundidade de Campo” está integrada no Programa de Concertos, Conferências, Exposições e Performances “O Estrangeiro”, com curadoria de Djaimilia Pereira de Almeida, Daniel Ribas, José Alberto Gomes e Nuno Crespo, que convida artistas, pensadores e público em geral para uma reflexão profunda sobre a questão do estrangeiro ao longo de um semestre.

    O Programa “O Estrangeiro, organizado pela Escola das Artes e pelo Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR) da Universidade Católica Portuguesa, decorre até 29 de maio de 2025, no Católica Art Center, que integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.

  • Matilde Marques é aluna do 3.º ano da Licenciatura em Psicologia da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) e é também estudante embaixadora da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), desde setembro de 2024. Nesta breve conversa, Matilde revela em que consiste a função de um estudante embaixador da OPP e destaca o seu importante papel na promoção de mais conhecimento sobre o exercício da profissão de psicólogo junto da comunidade académica. No dia 25 de março de 2025, a aluna marcará presença nos Dias da Psicologia, uma iniciativa organizada pela FEP-UCP, onde irá explicar em que consiste esta função aos estudantes da faculdade.

     

    Como surgiu a oportunidade de se tornar estudante embaixadora da Ordem dos Psicólogos Portugueses?

    Foi através de uma publicação no Instagram da OPP que tomei conhecimento desta oportunidade. Pesquisei mais sobre o cargo e fiquei imediatamente interessada. Apesar do receio inicial de não ter as competências certas, com o incentivo de colegas e docentes, decidi candidatar-me – no último dia! Felizmente, foi uma das minhas melhores conquistas profissionais.

     

    Representar os estudantes e aproximá-los do seu futuro profissional

     

    Quais são as suas principais responsabilidades enquanto estudante embaixadora?

    O meu papel é ser um elo de ligação entre a OPP e os estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa. Facilito a divulgação de iniciativas como as eAcademias, partilho informações sobre a profissão e transmito feedback dos alunos à Ordem dos Psicólogos Portugueses. O objetivo é aproximar os estudantes do seu futuro profissional.

     

    Em que consistem as eAcademias?

    As eAcademias da OPP são iniciativas online dirigidas a estudantes de Psicologia das instituições de ensino superior portuguesas. No fundo, são sessões de esclarecimento com psicólogos experientes, que abordam temas relevantes para a prática da Psicologia, como o papel do psicólogo, os desafios do mercado de trabalho e os requisitos do Ano Profissional Júnior. Também são um espaço onde os estudantes podem contactar com outros pares e psicólogos da OPP, através de uma comunidade online.

     

    Como tem promovido a comunicação entre os estudantes da FEP-UCP e a OPP?

    Utilizo vários canais para chegar aos estudantes: mensagens nos grupos de turma, apresentações presenciais nas aulas e divulgação de informação através do meu Instagram profissional.

     

    Pode destacar algumas iniciativas em que tenha participado enquanto estudante embaixadora da OPP?

    Uma das experiências mais enriquecedoras foi a minha participação no 6.º Congresso da OPP, em setembro de 2024. Além disso, colaborei na divulgação das eAcademias nas redes sociais da OPP, juntamente com outros embaixadores.

     

    O papel essencial dos estudantes embaixadores nas universidades

     

    Qual é a importância da existência de embaixadores da OPP?

    Atualmente, somos 22 embaixadores espalhados por diferentes instituições de ensino superior. Este papel é essencial para aproximar os estudantes da OPP e esclarecer dúvidas sobre a futura profissão. Uma maior informação sobre o percurso académico e profissional faz toda a diferença para os futuros psicólogos.

     

    O que diria a estudantes que queiram seguir este caminho?

    Arrisquem! Muitas vezes subestimamos as nossas capacidades e desistimos antes de tentar. Esta é uma oportunidade única para desenvolver competências e entrar no mundo da Psicologia de forma mais ativa. O associativismo pode ser um grande diferencial no futuro profissional.

     

    Como acredita que esta experiência influenciará o seu percurso profissional?

    Ser estudante embaixadora tem-me ajudado a desenvolver competências essenciais, como comunicação, trabalho em equipa e responsabilidade. Além disso, permitiu-me criar contactos profissionais e compreender melhor o funcionamento da OPP.

     

    De que forma esta função tem contribuído para o seu desenvolvimento pessoal?

    Tem sido uma experiência incrivelmente enriquecedora. Além do networking com profissionais da área, sinto que foi uma conquista pessoal enorme representar a nossa instituição. Sobretudo, é gratificante poder aprender e partilhar esse conhecimento com os meus colegas.

     

  • A Universidade Católica Portuguesa marcou presença na Feira da Educação Qualifica 2025, entre os dias 12 a 15 de março.

    Durante os quatro dias, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a Católica obtendo toda a informação necessária junto dos representantes das suas unidades de ensino, localizadas no Porto, Viseu, Braga e Lisboa.

    Nos dias 14 e 15  de março, a Católica esteve também representada no Salão de Mestrados, Pós-Graduações e Formação Executiva, que integrou pela primeira vez a Qualifica.

    Depois do sucesso do ano passado, a UCP voltou a dinamizar um quiz de realidade virtual que permitiu aos jovens conhecer a Universidade e ainda ganhar prémios.

     

  • A Universidade Católica Portuguesa marcou presença na Feira da Educação Qualifica 2025, entre os dias 12 a 15 de março.

    Durante os quatro dias, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a Católica obtendo toda a informação necessária junto dos representantes das suas unidades de ensino, localizadas no Porto, Viseu, Braga e Lisboa.

    Nos dias 14 e 15  de março, a Católica esteve também representada no Salão de Mestrados, Pós-Graduações e Formação Executiva, que integrou pela primeira vez a Qualifica.

    Depois do sucesso do ano passado, a UCP voltou a dinamizar um quiz de realidade virtual que permitiu aos jovens conhecer a Universidade e ainda ganhar prémios.

     

  • Rodrigo Ribeiro tem 21 anos e é natural de Águeda. É licenciado em Bioengenharia pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e atual estudante do Mestrado Engenharia Biomédica. Sobre a ESB, afirma que valoriza o ensino de proximidade e a prática laboratorial. Planos para o futuro? “Ter impacto na área da Saúde”. Nos tempos livres? “A música tem uma grande importância na minha vida,”

     

    Porquê Bioengenharia?

    Sempre fui mais ligado às Ciências, à Biologia e até Física e Química. Cheguei a querer ser médico. Depois percebi que aquilo que eu queria era estar de alguma forma ligado à Saúde.

     

    Porque é que a área da Saúde é fascinante?

    É uma área onde temos um impacto grande e isso é uma grande motivação. Sempre procurei alguma coisa através da qual eu pudesse ajudar as pessoas, nomeadamente pessoas que sofrem com doenças. Na área da Engenharia Biomédica, gosto muito da parte dos biomateriais. Às vezes, nem imaginamos o impacto enorme que esta área tem. Há pequenos materiais que foram introduzidos em procedimentos médicos que fizeram uma enorme diferença na vida dos doentes.

     

    “A prática de laboratório é uma das características que distingue a Escola.”

     

    O que é que tem sido mais marcante em estudar na Católica?

    Lembro-me que, quando entrei na licenciatura, gostei logo muito das primeiras unidades curriculares e, também, começámos logo com atividades no laboratório. A prática de laboratório é uma das características que distingue a Escola. Quem estuda na ESB tem, desde o primeiro ano, uma prática laboratorial muito grande se compararmos com estudantes de outras faculdades. Outro fator que me marca muito é o ensino de proximidade e as turmas pequenas. Faz toda a diferença nos processos de aprendizagem.

     

    Frequenta atualmente o Mestrado em Engenharia Biomédica. O que é que espera desta experiência?

    Que me abra portas para o futuro profissional, mas, acima de tudo, espero, também, aprofundar os meus conhecimentos na área da Engenharia Biomédica. É um mestrado que aprofunda muitas das questões que já aprendi na licenciatura e eu valorizo muito este percurso de continuidade. Espero que através do Mestrado eu possa ficar mais completo profissionalmente e melhor preparado para ir para o mercado de trabalho.

     

    É, também, o Presidente da Associação de Estudantes da ESB. O que é que o motivou a candidatar-se?  

    Como aluno, sentia que havia muito que podia ser feito e, por isso, cheguei-me à frente e considerei que tinha capacidades para colocar em prática algumas ações que procuram beneficiar todos os estudantes da ESB.

     

    “É uma experiência que está a pôr à prova a minha capacidade de trabalho e de liderança.”

     

    Algum exemplo?

    Promovemos recentemente um workshop de Literacia Financeira para todos os estudantes da ESB e temos já em agenda duas palestras sobre saúde mental. Há uma data de temas importantes que ultrapassam, muitas vezes, as áreas científicas da própria faculdade, mas que são importantes para a vida dos estudantes. Ora aqui está um ponto onde uma Associação de Estudantes pode, realmente, fazer a diferença. Estamos, também, na Federação Académica do Porto e marcamos presença no Encontro Nacional de Direções Associativas. Queremos ter envolvimento em todos os temas que implicam a Academia. Este ano, vamos, também, abrir a primeira equipa desportiva de Futsal para a Taça dos Campeonatos Académicos do Porto. O desporto é também uma parte importante da vida universitária e é, também, uma prioridade do nosso mandato.

     

    O que é que tem sido especialmente marcante nesta experiência enquanto Presidente da AE da ESB?

    É uma experiência que está a pôr à prova a minha capacidade de trabalho e de liderança. Tenho a certeza de que vou levar uma boa bagagem de experiências para a minha vida pessoal e profissional.

     

    Desejos para o seu futuro?

    Gostava de poder ficar a trabalhar na minha área em Portugal. Vivemos tempos onde há muitos jovens que emigram – seja por vontade própria, seja por necessidade. Eu desejo ficar cá e poder trabalhar na área da Engenharia Biomédica e de alguma forma poder ter algum impacto positivo na área da Saúde.

     

    O que gosta de fazer nos tempos livres?

    A música tem uma grande importância na minha vida. Fiz o oitavo grau de Conservatório. Toco acordeão de botões, dou aulas e participo em alguns projetos.

     

  • A 3.ª Conferência “Inteligência Artificial: Olhares Cruzados entre Ética, Direito e Tecnologia” realizou-se no passado dia 17 de março, em formato online, reunindo especialistas de diversas áreas para refletir sobre os desafios éticos, jurídicos e sociais colocados pela inteligência artificial. A iniciativa, promovida pelo Fórum de Ética da Católica Porto Business School, contou com a colaboração da Escola Superior de Biotecnologia, da Faculdade de Direito – Escola do Porto e da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP). 

    A sessão de abertura ficou a cargo do diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, e da coordenadora do Fórum de Ética, Helena Gonçalves, que apresentou o Curso Executivo Chief Ethics & Compliance Officer, no qual se insere a conferência. Seguiram-se as intervenções de Nídia Moreira (membro do Grupo de Investigação em Direito e Inteligência Artificial da UCP), que abordou as fragilidades do Regulamento Europeu da IA em matéria de direitos fundamentais, Pedro Miguel Rodrigues (docente e investigador na Escola Superior de Biotecnologia da UCP), que refletiu sobre o papel do utilizador na era tecnológica moderna, e Mariana Barbosa (docente e investigadora no Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano da UCP), que destacou as implicações da IA nos direitos humanos e na ética digital. 

    O evento incluiu ainda uma mesa-redonda moderada por Alberto Castro, diretor não executivo do Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada da Católica Porto Business School, na qual os três oradores partilharam diferentes perspetivas sobre o equilíbrio entre inovação tecnológica e responsabilidade ética. Este momento promoveu um debate enriquecedor entre academia e sociedade, centrado na necessidade de regulação e de pensamento crítico face ao rápido avanço da IA. 

    As conclusões estiveram a cargo da responsável pelo Research Integrity Office do i3S e docente de Bioética, Susana Magalhães, que reforçou a importância de manter a ética no centro da transformação digital. A conferência demonstrou, uma vez mais, o papel da Católica Porto Business School na promoção de um diálogo transversal sobre os desafios e oportunidades da inteligência artificial, preparando líderes para uma gestão responsável da tecnologia. 

     

  • A Universidade Católica Portuguesa foi reconhecida nos prestigiados T4EU Awards, que distinguem a inovação pedagógica e a implementação de soluções inovadoras no seio da aliança Transform4Europe (T4EU).

    Na categoria “Digital Learning Technologies”, foi distinguido o projeto “Journalist meets Translator in the EFL/Translation Classroom". Coordenado por Jane Duarte, docente da Faculdade de Ciências Humanas da Católica, a iniciativa tem como principal objetivo promover a interação entre jornalismo e tradução, fomentando uma compreensão mais profunda da relação entre linguagem e representação na produção noticiosa.

    Através da análise crítica de textos noticiosos, exercícios de tradução/pós-edição e reescrita, os alunos desenvolvem competências linguísticas e discursivas em inglês, bem como a sua literacia digital. Num contexto marcado por desinformação, fake news e inteligência artificial, este projeto sensibiliza os estudantes para o papel crucial dos jornalistas e tradutores como "guardiões da informação".

    "Our Católica: A New Way of Working and Connecting" foi também premiada, tendo recebido o T4EU Non-Academic Staff Award na categoria "Outstanding solutions within the institutions". Desenvolvida sob a liderança de Ana Ortigão Sampaio, Diretora de Recursos Humanos da Universidade Católica Portuguesa, esta iniciativa visa fortalecer o bem-estar, o sentido de pertença e a digitalização dos processos institucionais.

    A inovadora aplicação promove a partilha de informações relevantes através de notícias, conteúdos para desenvolvimento profissional, entrevistas e artigos sobre as diversas equipas da Católica, acesso a benefícios bem como a celebração de aniversários e anos de serviço entre outros eventos.

    "Our Católica" reforça, assim, o compromisso da Universidade com a sua comunidade académica, criando um ambiente de proximidade num contexto cada vez mais digital.

    De mencionar ainda o T4EU Teaching Qualification Certificate, que visa reconhecer docentes que demonstram excelência pedagógica e incorporam os valores da aliança T4EU: inclusão, sustentabilidade e colaboração internacional. Nesta primeira edição, seis docentes da Universidade Católica receberam esta distinção:

    Diana Soares, coordenadora do CLIL (Católica Learning Innovation Lab), desempenhou um papel fundamental na implementação destas iniciativas, contribuindo ativamente enquanto especialista da Católica no Open Learning Hub da aliança T4EU.

    Os prémios vão ser oficialmente entregues durante a conferência internacional "Enhancing Professional Excellence: Synergy of Academic and Non-Academic Staff", na Universidade Vitaltus Magnus, na Lituânia, entre 9 e 11 de abril.

    Neste mesmo evento Diana Soares, Maitê Gil e Rita Tavares de Sousa — terão uma participação de destaque, em representação da Universidade Católica.

    Este evento será uma oportunidade para a partilha de boas práticas e para fortalecer a cooperação entre as instituições da aliança Transform4Europe, com a Católcia a desempenhar um papel central na discussão sobre inovação académica e institucional.

     

  • Raquel Campos Franco, docente e investigadora da Católica Porto Business School, integra a nova equipa da Cruz Vermelha Portuguesa do Porto, ao lado de Luís Sena de Vasconcelos (presidente) e de Teresa Pereira (tesoureira). A cerimónia de tomada de posse da nova Comissão Administrativa reuniu cerca de 250 convidados no emblemático Palácio da Bolsa.

    É uma honra poder servir a Cruz Vermelha no Porto, uma organização com uma missão tão nobre, que apoia tantas pessoas, seja na emergência, na formação em socorrismo ou em diversas áreas sociais, desde a infância aos mais velhos,” referiu Raquel Campos Franco, destacando a relevância desta instituição no apoio às comunidades vulneráveis.

    A cerimónia contou com a intervenção de diversas personalidades, incluindo Nuno Melo, Ministro da Defesa Nacional, que sublinhou o papel essencial da Cruz Vermelha Portuguesa na resposta às necessidades da população. Entre os presentes estavam também António Saraiva, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, Fernando Paulo, Vereador da Câmara Municipal do Porto, e Nuno Botelho, Presidente da Associação Comercial do Porto. A Universidade Católica Portuguesa esteve igualmente representada pela Pró-reitora Isabel Braga da Cruz, que felicitou a nova Comissão Administrativa e, em especial, Raquel Campos Franco pelo seu compromisso com a missão humanitária da organização.

    O impacto da Cruz Vermelha do Porto na comunidade é notável: a organização já proporcionou educação a mais de 100 crianças, apoiou mais de 200 famílias em situação de vulnerabilidade, combateu o isolamento social de 300 idosos, assistiu mais de 4000 pessoas em situações de emergência e formou 1500 cidadãos em primeiros socorros. Com uma direção renovada e o compromisso de promover soluções sustentáveis, a Cruz Vermelha do Porto continua a ser um pilar essencial de apoio à comunidade.

     

  • “A Defesa Nacional num Mundo em Transformação” foi o título da Conferência de Nuno Melo, Ministro da Defesa Nacional, na Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa. Uma Conferência que integrou a sessão de apresentação do livro "Law of Armed Conflict Manuals, A Portuguese Perspective", editado pela Almedina, e coordenado por José Alberto Azeredo Lopes e Hermínio Teodoro Maio.

    Durante a sua conferência, Nuno Melo sublinhou a relevância do livro "Law of Armed Conflict Manuals, A Portuguese Perspective" para as Forças Armadas Portuguesas e a necessidade de um alinhamento claro das obrigações de Portugal em tempos de conflito. "Especialistas do Direito Internacional e das Ciências Militares juntaram-se para a elaboração de um Manual de Direito dos Conflitos Armados, tema que tem tanto de importante como tem de atual, respondendo a uma necessidade das Forças Armadas Portuguesas," afirmou o Ministro.

    Nuno Melo abordou também as prioridades de investimento na Defesa Nacional, salientando a necessidade de aumentar os recursos alocados à área da Defesa, sem comprometer os equilíbrios orçamentais e sociais. Temos de honrar aqueles que são os compromissos assumidos com os nossos Aliados, não de hoje, mas de amanhã. O que significa investir mais na dissuasão e defesa, o que significa que Portugal tem de estar à altura das suas responsabilidades, aumentando substancialmente os investimentos na Defesa Nacional, sem comprometer os necessários equilíbrios orçamentais, o bom desempenho da economia, e a possibilidade de prosseguirmos com políticas sociais," referiu.

    Da mesma forma, destacou os desafios que o país enfrenta, devido ao longo período de desinvestimento, sugerindo que este momento deve ser encarado como uma oportunidade para reforçar os recursos humanos e as infraestruturas militares. “Temos de olhar para o que está a acontecer como uma oportunidade para garantir a sustentabilidade da Defesa Nacional,” reforçou Nuno Melo.

     

    Recurso essencial para todos os interessados no direito internacional humanitário e nas ciências militares

    Coordenado por José Alberto Azeredo Lopes e Hermínio Teodoro Maio, este livro representa uma colaboração única entre académicos, profissionais militares e especialistas internacionais, abordando os principais aspetos do Direito dos Conflitos Armados (LOAC) numa perspetiva portuguesa. Os temas incluem a proteção de civis e do património cultural, bem como desafios emergentes, como a guerra cibernética e o uso de sistemas autónomos. O livro reúne as atas da conferência internacional “A LOAC Manual for Portugal”, organizada pela Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa e pelo Instituto Universitário Militar.

    O livro é, por isso, “um recurso essencial para todos os interessados no direito internacional humanitário e nas ciências militares, uma vez que tem uma análise crítica sobre a aplicação do LOAC, os desafios atuais e o seu desenvolvimento nas Forças Armadas Portuguesas e além-fronteiras.

    A sessão de apresentação do livro, que se realizou a 24 de março, foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e contou também com a presença da Pró-Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Braga da Cruz, de Manuel Fontaine, diretor da Faculdade de Direito - Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa, de Sofia Barraca, representante da editora Almedina, dos coordenadores do livro, além de vários especialistas e estudantes.

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