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Eventos

Generative Art Seminar

26.05.2022 17:00 — 26.05.2022 20:00


Generative Art Seminar
26 MAI
17h-20h
Fundação de Serralves

Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete

 

 

Tradicionalmente, o mercado de arte é considerado exclusivo e de difícil acesso. A tendência recente para os NFTs (non-fungible token) abriu o mercado da arte e admitiu incluir agentes fora da tradicional cena artística, mas envolvendo investimentos avultados. Esta transformação do mercado já foi reconhecida pelos principais agentes, colecionadores e instituições como as leiloritas Phillips, Sotheby's ou Christie's que colocaram os NFTs no portfólio de obras que apresentam aos seus clientes. Só no último ano, o volume de transações em mercados e coleções de arte associados a contratos inteligentes NFT ultrapassou os 40 biliões de dólares em criptomoedas.  
 
Os NFTs de arte generativa são os que mais têm captado a atenção dos investidores e têm sido negociados por centenas de milhares de dólares. 
 
Mas o que é exatamente a arte generativa? Como se articula com NFTs?  O que significa esta tendência para o mercado de arte? Haverá uma adoção em massa dos NFT pelo mercado, museus e curadores ou, pelo contrário, sofrerão uma rejeição a longo prazo? 
 
No dia 26 de maio, o Generative Art Seminar será um espaço para discutir essas questões com a presença de um painel de peritos em arte generativa e NFTs que inclui artistas, cientistas, curadores, leiloeiros e colecionadores. Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete na Fundação de Serralves.
 
 

 
Programa
 
Quinta-feira, 26 de maio
17h-20h
Fundação de Serralves

The Art Market

Com Benjamin Kandler

Intervalo de 15 minutos
 

History of Generative Art Lecture
Com Sofia Garcia
 
Generative Artist Panel
Com Sofia Garcia, Marcelo Rodriguez-Soria, William Mapan, Iskra Velitchkova, Monica Rizzolli 
 

 

The Kiss but bird II by Iskra Velitchkova

 

Tibouchina mutabilis, origin (2021), Monica Rizzolli
 

NOTAS BIOGRÁFICAS

Sofia Garcia

 

Ao longo dos últimos 6 anos, Sofia Garcia tornou-se uma referência no espaço da Arte Generativa como curadora, conselheira e construtora de comunidades. Sofia foi homenageada com o 40 Under 40 in Art + Tech da Apollo Magazine | Negócios como fundadora da ARTXCODE, uma casa de arte generativa. Atualmente, ela faz parte do conselho de curadoria da Art Blocks e também é conselheira da empresa. Ela trabalhou anteriormente na Onyx da J.P. Morgan como estrategista de design técnico de blockchain e como Diretora de Educação de Código/Arte, uma organização sem fins lucrativos focada em ensinar meninas a fazer arte com código.

Marcelo Rodriguez-Soria (website)

 

Marcelo Soria-Rodríguez é artista e estrategista. Ele está interessado em toda a gama de possibilidades que um determinado sistema pode cobrir e interagir. O papel dos avanços tecnológicos nessa relação com a sociedade tem sido o foco de seu trabalho em inovação e estratégia em um punhado de empresas, desde pequenas startups até grandes multinacionais financeiras. Ele lançou coleções de arte generativa aclamadas pela crítica em FxHash.xyz e Art Blocks Curated series 6. Ele cofundou uma prática global de dados no BBVA, uma empresa financeira global, onde liderou as atividades de estratégia de dados. Ele cofundou a Databeers, um movimento informal de alfabetização de dados presente em 10 países, e foi consultor, mentor e investidor em várias startups tecnológicas. Ele estudou Engenharia de Telecomunicações e Processamento de Sinais. Ele escreve ocasionalmente no seu site pessoal, iillucid.com, sobre arte, estratégia e pensamentos aleatórios sobre esses tópicos.

William Mapan (sobre o artista)

  William Mapan é um artista, programador e professor baseado em Paris, França. Ele trabalha principalmente com computadores e código, mas a sua curiosidade leva-o a explorar uma ampla gama de diferentes médias e técnicas.
 

 

Iskra Velitchkova (website)

 
Iskra Velitchkova (n.1988) é uma artista búlgara autodidata que vive atualmente em Madrid. O seu trabalho explora as interações presentes e potenciais entre humanos e máquinas e como, em vez de tornar a tecnologia mais humana, essa relação pode nos levar a entender melhor os nossos limites. Ela acredita que as raízes e a tradição podem nutrir o seu trabalho com maior verdade. Reunindo as suas origens balcânicas com a influência que a cultura mediterrânea teve sobre ela ao longo da sua vida, ela usa esse contexto para construir seu trabalho. Após um histórico comprovado na indústria de tecnologia e inteligência artificial como pensadora visual, Iskra decidiu aplicar o seu conhecimento e experiência ao serviço da sua própria pesquisa. O seu trabalho é baseado em técnicas mistas: ela explora novos médias combinando formatos digitais e natureza física. Ela usa tecnologia generativa, redes neurais artificiais, artes plásticas, plota em tela e brinca com argila.

Monica Rizzolli (sobre a artista)

 

Monica Rizzolli lançou em 2021 duas séries de NFTs: “Tropical Garden” (em múltiplas plataformas) e a obra gerativa “Fragments of an Infinite Field” (Art Blocks). Já expos nos Estados Unidos (MAK Center’s Artists and Architects, LA), Brasil, Alemanha, China, e Espanha. Ganhou a bolsa MAK Schindler Scholarship (MAK Vienna) e Sweet Home (Hablarenarte, Madrid). É designer de superfície no estúdio Contrast e type designer na Just in Type. Ela desenhou a fonte Tomorrow, disponível gratuitamente no Google Fonts, e organizou projetos como a “Noite de Processing”, encontro mensal sobre arte e programação, no Garoa Hacker Clube, desde 2016, e o “Processing Community Day Brasil”. Nascida em São Carlos, Rizzolli estudou na IA-UNESP (Artes Plásticas, São Paulo, Brazil) and the Kunsthochschule Kassel (Desenho, Kassel, Alemanha). Atualmente vive e trabalha no Monte Bruel, Portugal.

 

Benjamin Kandler

 

Benjamin Kandler, assistente de Vendas Privadas da Phillips e Coordenador de NFT. Ele é licenciado em História da Arte pela Goldsmiths, University of London. Benjamin acredita que a História da Arte é para muitos e não para poucos e tem trabalhado com artistas, estudantes e o ARTiculation Prize para aumentar a participação na História da Arte como disciplina e nas artes em geral como área.


Organização: 

André Baltazar (CITAR / CCD - Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa)
Benjamin Chandler (Phillips)
Maura Marvão (Phillips)
Nuno Crespo (CITAR / CCD - Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa)
Sofia Garcia (ARTEXCODE)

Uma organização Escola das Artes, CITAR e CCD em parceria com Fundação de Serralves e Phillips.

Open Day about the International PhD in Applied Psychology

24.05.2022 17:00


Welcome to the Open Day about the International PhD in Applied Psychology

We are looking forward to welcoming you to a virtual live seminar about the program, where you will have the opportunity to: 

  • Receive information about the course by our staff members 
  • Meet current PhD students and hear their testimonies 
  • Ask any questions you may have 

Meet us May 24, at 5pm.

This is a joint International PhD in Applied Psychology between Universidade Católica Portuguesa, University of Barcelona and Nottingham Trent University.

Aula Aberta · Marinho de Pina

27.05.2022 18:30
Edifício de Restauro / Restoration Building


Aulas abertas 2022

Marinho de Pina · Descolonizar a Descolonização

27 MAI · 18H30

Conferência aberta ao público
FabLab - Edifício do Restauro


 

A sétima sessão do ciclo 2022 de Aulas Abertas decorre no dia 27 de maio, às 18h30, no FabLab (Edifício do Restauro). O convidado é Marinho de Pina.

 

O tema da sessão será Descolonizar a Descolonização.
O programa das Aulas Abertas 2022 da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto integra artistas, investigadores e ativistas de áreas e contextos distintos. Os encontros têm como objetivo contribuir para os debates contemporâneos que circundam as práticas artísticas e o pensamento crítico. 
 

As Aulas Abertas são de entrada gratuita e realizar-se-ão no Auditório Ilídio Pinho, entre fevereiro e maio de 2022, na Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa.


"Hoje as pessoas são convidadas ou forçadas a serem completamente despidas de preconceitos, enquanto policiadas por pessoas também preconceituosas mas prontas a atirar a primeira pedra. Há uma problematização do "ego" a par de um apagamento da ideia do "outro", porque o que deve reinar é o "nós", uma aceitação inquestionável de toda a gente, ao mesmo tempo que se fazem balizamentos entre grupos de entendimentos diferentes. Parece que tudo é contraditório. Exige-se cancelamento tanto do presente como do passado, exige-se até o cancelamento da ciência, advogando que a academia aceite também outros conhecimentos, alguns dos quais muitas vezes roçam a místicos. 
 
Que tem tudo isso a ver com a descolonização? Eis a questão. 
 
De teorias vivas e objetivas, tanto a descolonização como a decolonização hoje muitas vezes parecem algumas vezes apenas chavões usados sem muita reflexão, relacionado a um conceito de virtuosismo muito presente na sociedade hodierna: quem não é "descolonizante" só pode ser má pessoa. A questão da descolonização aparece fundamentalmente no campo académico e artístico, com viés ativísticos. Não raramente são europeus (não confundir com brancos) a desenhar formas e padrões para descolonizações que depois são atirados para os países que lidam ainda com a colonização.  
 
Não conhecendo a realidade de outros países tanto quanto conheço a de Portugal e a da Guiné-Bissau, principalmente no campo da colonização, analisando as duas consigo dizer que a ideia da descolonização é bastante estranha em ambos os países. Enquanto Portugal se apega às suas grandes "conquistas" do passado e com um saudosismo terrível, a Guiné-Bissau se apega a Portugal, como se de um andarilho se tratasse, dizendo muitas vezes ter sido abandonada e mal-descolonizada. Na academia portuguesa se discute a descolonização e como levá-la aos povos ex-colonizados de uma forma bastante paternalista, e na academia guineense o que se discute é a forma de trabalhar as academias para ficar à altura das academias europeias, que continuam a ser o padrão, e a necessidade da ajuda do ex-colonizador. Uma das questões discutidas nas academias e círculos artísticos europeus, principalmente, é a “restituição” e “reparação”, na academia guineense não se fala, quanto a “reparação”, sim, estamos tão desesperado e frustrados com os quase cinquenta anos da existência, que muitas pessoas falam abertamente em que seria deixar melhor os tugas continuarem a gerir o país e anseiam por uma colonização formal, uma vez que as ONG europeias já aí estão a fazer a manutenção da pobreza e a permitir que a colonização não perca o espaço. 
 
Não há respostas em tudo o que referi até agora, porque a questão, pelo menos a partir do que vejo na Guiné-Bissau, é bastante mais complicada. Por isso nesta aula, vamos discutir possibilidades, sem paternalismos e tentar considerar factos históricos e presentes que pesam nos discursos descolonizantes ou que deviam pesar nos discursos descolonizantes mas não são considerados. Por exemplo, na Guiné-Bissau, a escola pública e a saúde pública se encontram em crise basicamente desde a independência, mas essas situações geralmente não são tomadas em conta quando se fala da descolonização, quando isso demonstra que desde sempre houve um grupo de pessoas a colonizar o país? Posto isto, até onde vão os limites da descolonização e da colonização? Ou temos que resumir tudo em: “a minha colonização é melhor que a tua” e seguir em frente?  
 
Como podemos descolonizar a descolonização, quando os donos do poder são quem controla o discurso?" Marinho de Pinha
 

 


BIO

Marinho de Pina é mestre em Arquitetura pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) e doutorando em  Arquitetura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos no ISCTE-IUL. Atua como assistente de investigação no DIN MIA'CET – ISCTE-IUL, Centro de Estudos Sobre a Mudança Socioeconómica e o Território. Assina uma série de projetos arquitetônicos como a modelação tridimensional e renderização de projeto artístico “Namibia Today” de Kasper König & Laura Horelli para o Pavilhão Alvar Aalto em Veneza (2018) e o projeto da Casa Pina em Bissau, Guiné-Bissau (2017). Venceu o Poetry Slam Lisboa (2017), o Concurso de Ensaios sobre Arquitetura do Departamento da Arquitetura da Universidade Lusófona (2009), entre outros. Assina dois curtas-metragens, "A Minha Escola" e "Kankuran", ambos de 2016. 

 

Aula Aberta · Jessica Sarah Rinland

19.05.2022 18:30
Edifício das Artes / Arts Building


Aulas abertas 2022

Jessica Sarah Rinland · Moving a Still Artifact 

19 MAI · 18H30

Conferência aberta ao público


 

A sexta sessão do ciclo 2022 de Aulas Abertas decorre no dia 19 de maio, às 18h30, no Auditório Ilídio Pinho. A convidada é Jessica Sarah Rinland.

O tema da sessão será Moving a Still Artifact.

O programa das Aulas Abertas 2022 da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto integra artistas, investigadores e ativistas de áreas e contextos distintos. Os encontros têm como objetivo contribuir para os debates contemporâneos que circundam as práticas artísticas e o pensamento crítico. 

As Aulas Abertas são de entrada gratuita e realizar-se-ão no Auditório Ilídio Pinho todas as quintas-feiras (18h30), entre fevereiro e maio de 2022, na Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa. No dia 26 de maio a aula aberta será com Marinho de Pina.
 

BIO

Os trabalhos de Jessica Sarah Rinland (Argentina/Reino Unido) foram exibidos internacionalmente em diversos festivais: Locarno Film Festival, Viennale, Toronto Film Festival, New York Film Festival, Mar del Plata, BFI London Film Festival, Rotterdam, Oberhausen, Cinema du Reel, National Gallery Singapore, Tabakalera, Union Docs, Taipei Biennial (2020), University of Tennessee Downtown Gallery (2021), Somerset House (2016) e Bloomberg New Contemporaries (2011).
Ganhou diversos prémios como Menção Especial no Locarno Film Festival, Melhor Filme na DocumentaMadrid (Those That, at a Distance, Resemble Another, 2019), Primer Premio na Bienale de Imagen en Movimiento (Black Pond, 2018), Arts + Science Award no Ann Arbor Film Festival (2014), ICA’s Best Experimental Film no LSFF (2013), e M.I.T’s Schnitzer prize for excellence in the arts (2017).  
Realizou residências em instituições como Film Studies Center da Harvard University, Somerset House Studios, Flaherty Seminar Fellow, MacDowell e Ikusmira Berriak.
Atualmente é professora visitante no Wellesley College e no Elías Querejeta Zine Eskola. Já atuou na Kingston University e no Barbican Centre.

É bacharel em Belas Artes pela Central Saint Martins, University of the Arts London e mestre em Artes, Cultura e Tecnologia pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

 

Sessão Especial Cineclube EA · Those That, at a Distance, Resemble Another

17.05.2022 15:00
Edifício das Artes / Arts Building


THOSE THAT, AT A DISTANCE, RESEMBLE ANOTHER
17 MAI 2022  · 18h30 · AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO 
· ENTRADA LIVRE
 
O Cineclube da Escola das Artes associa-se uma vez mais ao programa de Aulas Abertas 2022, exibindo o filme "Those That, At a Distance, Resemble Another" de Jessica Sarah Rinland.
 
Dois dias depois, pelas 18:30, no Auditório Ilídio Pinho, a realizadora irá dar uma aula aberta com o título "Moving a Still Artifact".

Sessão especial Cineclube EA · A morte de Empédocles

10.05.2022 18:30
Edifício das Artes / Arts Building


DER TOD DES EMPEDOKLES
10 MAI 2022  · 18h30 · AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO 
· ENTRADA LIVRE
 
O Cineclube EA volta a exibir o filme "Der Tod des Empedokles" de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub, integrado no contexto do ciclo "Cinema como Justiça", programado pela aluna de Licenciatura em Cinema, Joana Carreira.  Leia aqui a folha de sala da sessão escrita por Nuno Faria, professor, curador e Diretor Artístico do Museu da Cidade, no Porto. no Cineclube da Escola das Artes. 

Sessão Especial Cineclube EA · A Árvore

03.05.2022 18:30
Edifício das Artes / Arts Building


A ÁRVORE
03 MAI 2022  · 18h30 · AUDITÓRIO ILÍDIO PINHO 
· ENTRADA LIVRE
 
Como antecipação do Spring Seminar 2022, este ano dedicado ao tema Traumatic Landscapes, o cineclube EA associa-se a esta actividade exibindo, numa sessão especial, o filme "A Árvore" de André Gil Mata. O realizador estará presente para apresentar a sessão.
 
 

Staff Training Week 2022

06.06.2022 18:30 — 09.06.2022 19:30


Sala Porto/Room Porto

 

Staff Training Week on: Sustainability and inclusion in Internationalization: Challenges and Opportunities for HEI's

From 6th to 9th of June 2022, it will take place at the Porto Campus of Universidade Católica Portuguesa a Staff Training week on the topic of Sustainability and inclusion in Internationalization.

 

The staff training includes lectures, workshops and benchmarking sessions that will focus on the following topics:

  • How can we improve Student Integration on Campus?
  • Can digital experience replace physical mobility? How to balance sustainability and need to displace?
  • How to communicate internationalization activities within the Institution? How can we explain our colleagues what we do?

 

The program is intended for non-teaching staff of Higher Education Institutions and teaching staff involved in internationalization or management.

 

Participation is open to all Católica Porto staff. In case you wish to attend, please send us an e-mail to international.porto@ucp.pt by the 1st of June.

 

More information and registration

Open Day Online sobre os Mestrados da Faculdade de Educação e Psicologia

11.05.2022 17:30


A Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto irá promover um Open Day Online sobre o Mestrado em Psicologia e o Mestrado em Psicologia e Desenvolvimento de Recursos Humanos. O evento decorrerá no dia 11 de maio, às 17h30. A participação é gratuita, mas requer inscrição.

 

Programa:

  • Apresentação da Faculdade
  • Apresentação do Mestrado em Psicologia e do Mestrado em Psicologia e Desenvolvimento de Recursos Humanos
  • Mesa Redonda com Testemunhos de Estudantes e Alumni

 

Biotalk - Are µPADs overtaking classical methodologies as diagnosis tools?

29.04.2022 14:15


Please join us on the 29th of April 2022 starting at 14:15. No need to register - just click here: https://eu.bbcollab.com/guest/ce85f5d3df3f438eabbada46d9826bb2

Summary
Screening tests represent a vital strategy to identify undiagnosed potential health issues, even with asymptomatic, pre-symptomatic or unrecognized symptomatic diseases. In this context, screening tests are often intended to be used in apparently healthy individuals. The idea is to attain an earlier diagnosis enabling a more efficient course of action. However, if a faster diagnose results in a faster decision on the course of action, then it is crucial that the tool used for diagnose is as accurate and effective as possible. To have an immediate, on-hand response, the use of disposable, self-readable devices applied to non-invasive biological fluids becomes a natural choice for point-of-care testing (POCT). It is not expected that the non-invasive biological fluids, namely saliva and urine, replace blood sample analysis but only to become a frontline screening matrix.

The design and development of microfluidic paper-based analytical devices (µPADs) as simple analytical tools intends to provide a fast, in situ, accurate analytical result. Additionally they can be an efficient, low-cost, hand sized alternative to the conventional monitoring techniques that usually require specialized skills, laborious laboratory processes, and/or expensive equipment. The µPADs simplicity coupled with their portability has enabled the development of devices ideally suited for unskilled operators and frequent monitoring in POCT. A critical discussion over the changing of the paradigm in the analytical chemical and biochemical analysis will be addressed, analyzing and detailing some newly developed methods.

 

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