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Escola das Artes acolhe exposição da artista Ângela Ferreira

SAAL Neon é o nome da nova Exposição da Escola das Artes. Com autoria da artista plástica Ângela Ferreira, trata-se de uma investigação em curso que parte do programa estatal de construção habitacional, SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local), desenvolvido em Portugal após a Revolução de 25 de Abril de 1974, para suprir as necessidades habitacionais das populações desfavorecidas.

Com curadoria de Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes, a exposição, patente até 5 de fevereiro, integra uma constelação de obras alusivas ao SAAL e uma escultura e foca-se no processo participativo através do qual os habitantes contribuíram ativamente para a construção das suas próprias habitações, celebrando assim a possibilidade de uma sociedade mais humana e colaborativa, e abrange uma hibridez artística, sobre a qual a artista já nos tem vindo a habituar nas suas obras, cruzando fotografia, desenho, filme, colagem, vídeo performance, instalação e escultura.

A exposição, que inaugurou a 25 de outubro, contou com a presença da artista Ângela Ferreira, do curador e diretor da Escola das Artes, Nuno Crespo, da reitora da Universidade Católica portuguesa, Isabel Capeloa Gil, e da pró-reitora da UCP, Isabel Braga da Cruz. 

 

Uma escultura lumnica no Edifício das Artes

Na ocasião, foi também inaugurada uma escultura lumnica na fachada do Edifício das Artes. A escultura anima uma imagem remanescente de um filme, que mostra o transporte de um balde de cimento entre personagens. O aspeto humano e colaborativo da construção de uma nova sociedade é aqui celebrado.

No ano em que se cumprem 49 anos após o 25 de abril, SAAL Neon é um trabalho artístico que procura ter uma vertente social e política, convocando a comunidade em geral a assistir e a dar o seu contributo para o debate sobre estas problemáticas sociais.

O trabalho de Ângela Ferreira desenvolve-se em torno do impacto do colonialismo e pós-colonialismo na sociedade contemporânea. Em 2007, a artista foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Gotemburgo (2015), Suécia. Em 2015, vence o Prémio Novo Branco Photo, Lisboa, Portugal.

26-10-2023

Catarina Seabra: “A Católica é casa!”

Catarina Seabra é alumna de Gestão da Católica Porto Business School e faz parte da Tuna Feminina da Universidade Católica no Porto. Durante o seu percurso académico, foi vice-presidente da Associação de Estudantes da CPBS, experiência que relata como “única” e que levará “para o resto da vida”. Tanto a Música como o Desporto são duas dimensões importantes na sua vida. Inspirada pelo mundo do Futebol e apaixonada pela área do Marketing, ambiciona poder, um dia, abraçar uma profissão que relacione estes dois mundos.

 

O que é que mais marcou a sua infância?

A música e o desporto. Os meus pais são ambos professores de educação física. Desde pequena que tenho aquele bichinho pela atividade física. Cheguei a experimentar várias modalidades até encontrar aquela que fez o meu coração palpitar: o futebol. Também desde pequena que a música tem um lugar importante na minha vida, cheguei a tocar vários instrumentos.

 

Como é que do Desporto e da Música se acaba por escolher estudar Gestão na licenciatura?

Sempre tive a ideia de que ia estudar Desporto, mas quando fiz o Ensino Secundário na área de Economia percebi que gostava muito desta área e comecei a perceber que queria, um dia, trabalhar em Gestão na área do desporto.

 

“A Universidade Católica rege-se por um conjunto de valores com os quais me identifico muito.”

 

Porquê escolher a Católica para estudar?

A Católica é uma Universidade de referência reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade do seu ensino. Lembro-me que os meus pais me disseram que se escolhesse a Católica ia estar em boas mãos.  

 

O que é que mais a marcou durante o seu percurso académico na Católica?

O que mais me marcou foram as pessoas, os professores e os projetos e atividades nos quais me envolvi, como é exemplo a Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa no Porto e a Associação de Estudantes da Católica Porto Business School. Fui muito feliz na minha licenciatura! É sempre bom vir para o campus e rever pessoas que me são queridas, sejam professores, funcionários ou amigos. Quando se está cá dentro sente-se esta alegria tão característica de quem chegou a casa. A Católica é casa.

 

O que é que distingue a Universidade Católica?

Os valores! A Universidade Católica rege-se por um conjunto de valores com os quais me identifico muito. É uma Universidade que se foca muito no desenvolvimento pessoal dos seus alunos e que proporciona aos seus estudantes inúmeras oportunidades que enriquecem o seu futuro. Falando concretamente da minha faculdade, a Católica Porto Business School, penso que a frase Empower your future diz tudo. Resume bem o compromisso da Católica em capacitar os seus alunos para um futuro de sucesso.

 

Que aspetos diferenciadores caracterizam a Católica Porto Business School?

A qualidade do ensino, o foco no desenvolvimento pessoal, a extensa rede de contactos e de parcerias que nos ajudam a estar próximos do mercado de trabalho, os eventos e atividades que promovem e que nos ajudam a estar próximos da realidade das organizações e dos desafios atuais.

 

“Somos um grupo que se dedica a promover a cultura, a música e o espírito académico.”

 

Qual é a importância da participação em atividades e projetos extracurriculares?

As atividades extracurriculares desempenham um papel crucial no desenvolvimento académico e pessoal. Muitas vezes, as pessoas estão só focadas no que estudam e nas boas notas e esquecem-se que a participação nestes projetos pode, também, ser determinante, porque dão a possibilidade aos alunos de ganharem outras vivências e desenvolverem as suas competências. Tanto a Tuna como a Associação me deram importantes ferramentas de trabalho e muitas competências: trabalhar em equipa, gerir o tempo, capacidades de liderança e de comunicação, entre outras. São tudo coisas que o mercado de trabalho valoriza muito e que me ajudaram a ter um perfil profissional, mas também pessoal, mais completo.

 

Foi vice-presidente da Associação de Estudantes da CPBS.

Integrar a Associação de Estudantes foi uma experiência única, porque tive a possibilidade de representar e dar voz aos alunos, de me envolver ainda mais com a minha faculdade e de ter uma participação ativa junto dos elementos pedagógicos da Universidade. Para além disto, foi na AE que fiz amizades que levarei para o resto da vida.

 

Atualmente, faz ainda parte da Tuna Feminina da Universidade Católica Portuguesa no Porto…

Sim e é um grupo muito especial. O facto de sermos um grupo que reúne estudantes dos vários cursos da Católica faz com que seja uma experiência ainda mais rica. Somos um grupo que se dedica a promover a cultura, a música e o espírito académico na nossa comunidade e universidade.

 

“Uma das coisas que me move é ter objetivos bem definidos.”

 

Quando é que a Tuna foi fundada?

Em 1990. Desde então temos crescido e temos levado a música a vários locais, seja em território nacional, como internacional. Eu entrei para a Tuna no final do 2º ano da minha licenciatura e tem sido uma “escola” incrível. Tenho criado memórias muito felizes. Acima de tudo, tenho aprendido que é preciso errar para se evoluir e que crescer neste grupo e neste ambiente de partilha é um privilégio. Ensaios, atuações, convívios: são tudo momentos especiais e únicos que espero continuar a viver.

 

Que projetos tem para o futuro?

Durante a licenciatura cruzei-me com a área do Marketing e o meu objetivo é ligar a Gestão de Marketing ao Desporto. Agora estou, no âmbito do meu mestrado, a fazer uma tese na área do Marketing sobre o Futebol Clube do Porto. O que eu quero para o meu futuro é conseguir continuar neste caminho. É uma área muito competitiva, mas estou a trabalhar para isso. Uma das coisas que me move é ter objetivos bem definidos. É isso que me faz correr. Tento sempre arranjar um caminho para lá chegar …

 

E para marcar golos também?

Sim (risos). Quando era nova jogava na Escola de Futebol Hernâni Gonçalves, agora só jogo nos tempos livres.

 

Em que posição joga?

Toda a gente que começa a jogar futebol quer ser avançada para marcar golos (risos). Também foi aí que comecei, mas depois passei para médio centro. Gosto daquele momento de interceção em que faço a jogada e depois alguém tem de concretizar o golo. É assim o verdadeiro trabalho em equipa.

 

26-10-2023

Estudantes de Direito desafiados a pensar nos temas "Art and War: Conflict on Canvas" e "Microbes, those great puppeteers!"

O que é que a Arte nos diz? e Qual o papel dos microrganismos na nossa vida?: Estas foram as duas questões que serviram de ponto de partida para as últimas sessões dos ISP Dialogues. A primeira proferida por Ella Nixon, historiadora de arte e investigadora em Cambridge, e a segunda por Célia Manaia, investigadora e docente da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica.

Dois temas que desafiaram os estudantes do Mestrado em Direito Internacional e Europeu, totalmente lecionado em Inglês, a refletir sobre a relação que existe entre a Arte e a Guerra e de que forma a Arte pode ser um instrumento de poder e de ideologia e também a refletir acerca da importância que os micróbios têm e como são tão necessários para a vida.
 

A Arte, enquanto experiência humana da guerra

Ella Nixon, na sessão “Art and War: Conflict on Canvas” que decorreu a 18 de outubro, apresentou uma aula muito visual com recurso a muitas referências de Arte, que permitiram aos estudantes terem contacto com diferentes artistas e expressões artísticas em torno do tema da Guerra.

A Arte “retrata a experiência humana da guerra” e “pode difundir ideologia”, afirma a oradora, explicando que a “intencionalidade” está muito presente na produção de Arte. 
Durante a sessão, Ella Nixon abordou a Arte, enquanto instrumento ao serviço dos Estados e de que forma estes a utilizaram durante os períodos de guerra. “A Arte é muito vezes utilizada enquanto propaganda política”, explica. “Legitimação mítica” e o “imperialismo como natural” foram algumas das ideias partilhadas.
Os tempos mais modernos também foram referidos durante a sessão, tendo a oradora dado destaque à forma como, atualmente, a Arte é um “meio de auto-expressão” e “um meio de os indivíduos partilharem as suas próprias visões sobre a guerra.”

Ella Nixon desafiou os estudantes a observarem diferentes obras de arte, levando-os a refletir acerca do “poder da arte” e do triângulo “artista-obra-público”.
“Estamos habituados desde crianças a dar toda a atenção ao texto e a olhar para as imagens como mera decoração. Mas as imagens são, verdadeiramente, importantes, porque têm mensagens a comunicar. Não as ignorem”, este foi um dos apelos que a oradora deixou aos estudantes do International Studies Program, numa aula que foi repleta de recursos visuais, tendo permitido aos alunos explorarem a importância das imagens e da Arte. “Integrem as imagens nos vossos trabalhos, elas são importantes e ajudam a melhorar a forma como se olha e se compreende o mundo”, acrescentou.
 

Os micróbios são determinantes para a saúde

Intitulada “Microbes, those great puppeteers!”, a sessão decorreu a 25 de outubro e pretendeu mostrar como os microrganismos “são poderosos”. Célia Manaia partilhou com os estudantes a relação que existe entre os micróbios e o planeta terra, as pessoas, a sociedade e o progresso científico.

Através da partilha de inúmeras curiosidades sobre o tema, a oradora prendeu a atenção da plateia para um tema que lhes era pouco familiar, tendo, também, admitido ser “muito desafiante falar de micróbios para esta audiência.”

A investigadora explica que “estamos em permanente contacto com microrganismos” e que, contrariamente ao que normalmente se pensa, eles “são bons e importantes para a vida e para o bem-estar”. Célia Manaia reforça a importância de se “saber conviver com os microrganismos” para deles conseguirmos extrair todo o seu potencial. 

Com uma variedade de convidados de diferentes origens pessoais e profissionais, os ISP Dialogues, que surgem no âmbito do International Studies Program, fomentam e encorajam o pensamento crítico, contextos interdisciplinares e uma visão abrangente e humanista tanto do Direito Internacional como do Direito Europeu e das Relações Internacionais.

A próxima sessão com o tema “The Ismaili Imamat and its presence in Portugal” decorrerá a 15 de novembro e terá como orador Nazim Ahmad, Ismaili Imamat’s Representative in Portugal.

26-10-2023

Católica Porto Business School debate Inteligência Artificial

A Católica Porto Business School (CPBS) foi palco esta segunda-feira, 23 de outubro, de um debate em torno de três perspetivas sobre a forma de olhar para o tema da Inteligência Artificial (IA): a conferência “Inteligência Artificial: Olhares cruzados entre Ética, Direito e Tecnologia” foi organizada pelo Fórum de Ética da CPBS e realizada no âmbito da abertura do Curso Executivo de Chief Ethics & Compliance Officer.

Coube ao diretor da CPBS, Rui Soucasaux Sousa, as palavras de abertura da conferência. Para si, é importante, e inerente à própria missão da Escola, “estar na vanguarda do estudo do impacto complexo da IA na sociedade e nas empresas, o que requer uma abordagem multidisciplinar”.

A coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School, Helena Gonçalves, reforçou “a importância que o próprio fórum tem assumido, de uma forma transversal, na sensibilização da ética nas organizações”. A docente salientou as ligações com a temática da IA e lançou o desafio aos convidados presentes para se fazer um livro com reflexões sobre o futuro da IA.

A conferência ficou marcada pelo painel de debate, moderado por Alberto Castro, diretor não executivo do Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada, e que teve como convidados o co-fundador e chairman da Critical Software, Gonçalo Quadros, Steven S. Gouveia, investigador do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, e Pedro Miguel Freitas, docente e investigador da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.

Gonçalo Quadros, que iniciou o debate, começou por dizer que o ser humano está perante um salto no poder computacional como não se viu em quase um século: “aumenta mais hoje numa hora do que em 90 anos”. Falou sobre a importância da IA em todos os setores, mas alertou para o perigo de softwares que criem sociedades distópicas, terminando ao dizer que, “com os deepfakes, a democracia está em perigo”.

Para Pedro Miguel Freitas, “o regulador tem tentado manter uma posição tecnologicamente neutra”. A própria evolução da posição final do Parlamento Europeu sobre a IA é sinal disso. “Há uma aposta na literacia digital, o que é informação versus desinformação” explicou, aproveitando para sublinhar a importância da definição legal de IA – “nem demasiado abrangente nem demasiado restritiva”.

A terminar, Steven S. Gouveia comparou o deslumbramento com a IA ao deslumbramento com a época dos Descobrimentos, dizendo que “é necessária uma bússola ética que guie a sociedade”. O investigador abordou ainda a autoria da arte feita por robots e a importância da aplicação da IA na identificação de diferentes tipos de cancros de pele, reforçando, contudo, que a IA ainda está longe de substituir “o que é hoje a relação entre paciente e médico”.

A conferência foi realizada em formato híbrido (presencial e online) e contou com um elevado número de inscritos. Entre eles, os novos alunos do Curso Executivo de Chief Ethics & Complicance Officer que arrancou esta semana. Este programa é uma das muitas apostas da Católica Porto Business School na área de Ética e Sustentabilidade.

Esta iniciativa, dinamizada pelo Fórum de Ética, é uma das muitas desenvolvidas por este grupo de trabalho. O Fórum de Ética da Católica Porto Business School é um espaço de encontro que tem como objetivo promover a ética empresarial, através da troca de experiências, da reflexão conjunta e da criação e partilha de conhecimento.

26-10-2023

Católica In! organiza ciclo de Workshops direcionados aos primeiros anos de Licenciatura

O projeto Católica In!, organiza, durante o mês de novembro, no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP), um Ciclo de Workshops 360º: Pense #SMARTER, estabeleça as metas que importam.

Estes Workshops, realizados em três etapas, contam com o apoio do Gabinete de Estudantes e Empregabilidade e são baseados no programa da Universidade de Queensland “Life Goals: Create the Life You Want". O objetivo consiste em auxiliar os(as) alunos(as) na definição e planeamento de objetivos SMARTER visando alcançar o sucesso pessoal e académico.

“Os Workshops 360º são cursos práticos, de curta duração, e têm o ensejo de assegurar que todos aprendem, trabalhando e analisando temas e problemas autênticos da nossa realidade, em ordem a (re)pensar ideias, pressupostos e/ou esquemas mentais“, acrescenta Cristina Palmeirão, membro da equipa de coordenação do projeto e docente da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

As inscrições estão abertas até 31 de outubro nos Centros Regionais de Braga e do Porto da Universidade Católica Portuguesa, através do preenchimento deste formulário

Todos(as) os(as) participantes terão direito a certificado de participação.

O “Católica in! Inovar para Incluir”, projeto conjunto dos Centros Regionais de Braga e do Porto da Universidade Católica Portuguesa, tem em vista a integração e o sucesso académico de alunos(as) do primeiro ano de Licenciatura.

Este projeto é apoiado pelo “Skills 4 Pós-COVID - Competências para o futuro no Ensino Superior”, financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do POCH – Programa Operacional Capital Humano (POCH- 02-53I2-FSE-000026), através do FSE – Fundo Social Europeu. O “Católica in! Inovar para Incluir” arrancou no segundo semestre do ano letivo de 2022/2023, e prolonga-se até ao primeiro semestre de 2023/2024, nos campi do Porto e de Braga da Universidade Católica Portuguesa.

26-10-2023

SAAL Neon 2023 de Ângela Ferreira em exposição na Escola das Artes

Uma constelação de obras sobre o SAAL, programa estatal de construção habitacional criado após o 25 de Abril em Portugal, e uma escultura lumnica na fachada do Edifício das Artes. “SAAL Neon 2023”, da artista plástica portuguesa Ângela Ferreira, é o título da próxima exposição que vai estar patente na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto. A inauguração está agendada para o dia 19 de outubro, às 19h, e a entrada é livre.

A temática do SAAL aqui escolhida como mote de trabalho foca-se no lado participativo dos habitantes que colaboraram na construção das suas casas,” esclarece a artista plástica Ângela Ferreira. SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) é o nome de um programa estatal de construção habitacional que emerge após a Revolução dos Cravos em Portugal e que tentou suprir as necessidades habitacionais de populações desfavorecidas. “A escultura anima uma imagem remanescente de um filme, que mostra o transporte de um balde de cimento entre personagens. O aspeto humano e colaborativo da construção de uma nova sociedade é aqui celebrado”, desvenda a artista plástica sobre a escultura lumnica que será instalada na fachada do Edifício das Artes.

Nuno Crespo, curador da exposição e diretor da Escola das Artes, salienta “a exposição de Ângela Ferreira a dois atos – na sala de exposições e na fachada do edifício – é uma enorme honra e demonstra o trabalho que temos feito para que a Escola das Artes seja para os artistas, mas também para os docentes e alunos, um espaço de co-criação.

A exposição “SAAL Neon 2023” é inaugurada dia 25 de outubro, às 19 horas, na Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica, e estará patente até 5 de fevereiro de 2024. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

Mais informações sobre a Exposição

 

EXPOSIÇÃO “SAAL NEON 2023”
ÂNGELA FERREIRA · 25 OUT 23 · 05 FEV 24
Curadoria: Nuno Crespo
Entrada Livre · de terça a sexta · 14H30 – 19H00
Local: Sala de Exposições da Escola das Artes
Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

 

25-10-2023

Investigadores da Universidade Católica Portuguesa no Top Mundial dos mais citados, segundo a Universidade de Stanford

Biomédica; Economia e Gestão; Medicina Clínica; Agricultura, Pescas e Floresta; Biologia. Estas são as grandes áreas dos nove investigadores da Universidade Católica Portuguesa (UCP) que integram o ranking “World’s Top 2% Scientists 2023”, elaborado pela Universidade de Stanford (EUA). Um ranking que avalia também o impacto gerado para a ciência, ao longo da carreira dos investigadores.

Na área da Biomédica destacam-se três investigadoras: Célia Manaia e Paula Teixeira, do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia (CBQF/ESB); e Paula Ravasco, do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde da Faculdade de Medicina (CIIS/FM).

Em Economia e Gestão também são três os investigadores em destaque: Filipe Santos e Ilídio Barreto, da Unidade de Investigação Empresarial e Económica da Católica Lisbon School of Business & Economics (CUBE/CLSBE) e Rui Sousa, do Centro de Estudos em Gestão e Economia, da Católica Porto Business School (CEGE/CPBS).

Na área da Medicina Clínica, o destaque é para João C. Fernandes, do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia. As investigadoras Manuela Pintado e Marta Vasconcelos, do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia (CBQF/ESB), destacaram-se nas áreas da Agricultura, Pescas e Floresta, e da Biologia, respetivamente.

Se analisado o impacto gerado para a ciência, ao longo da carreira dos investigadores da Universidade Católica Portuguesa, são seis os investigadores que integram o ranking: Célia Manaia, Manuela Pintado, João C. Fernandes, Paula Teixeira e Paula Castro, do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia; e Paula Ravasco, do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde da Faculdade de Medicina.

Para a reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, “a presença sólida dos nossos investigadores e da sua investigação neste ranking, reconhecido internacionalmente, é um enorme orgulho e demonstra o impacto da investigação para a comunidade.”

O ranking “World’s Top 2% Scientists 2023”, coordenado pela Universidade de Stanford, identificou cerca de 200 mil Investigadores de todo o mundo em 22 áreas científicas e 174 subáreas, avaliando o impacto da Investigação realizada em 2022 e ao longo da carreira. O estudo pode ser consultado aqui.

25-10-2023

Projetos de estudantes da EA integram cartaz de festival de música

As instalações de Maria Miguel Pratas, Miguel Ribeiro e Benjamim Gomes, alumni da Escola das Artes, integram a programação do festival Mucho Flow, um festival de descoberta musical que acontece de 2 a 4 de novembro, em Guimarães.

LOW INTERSECTION OF BENIGN MACHINES, da autoria de Maria Miguel Pratas e Miguel Ribeiro, e Leviatã Magnético ou Experiências com Automagnetofagismo, de Benjamim Gomes, criadas no âmbito da Licenciatura em Som e Imagem e do Mestrado em Cinema da Escola das Artes, vão estar abertas ao público nos dias 2 e 4 de novembro, em locais a divulgar brevemente.

Este ano, o Mucho Flow será em formato “multi-venue”, em que várias salas de espetáculos, espalhadas pela cidade, servirão de palco aos artistas do cartaz, desdobrando a descoberta de novas tendências numa redescoberta de Guimarães e dos seus equipamentos culturais.

Mais informações sobre o festival aqui.

24-10-2023

Católica inicia novo ano letivo com a missão renovada de formar “empreendedores de sonhos”

“Que utilidade tem a educação superior em tempo de guerra? Como pode a universidade cumprir uma missão de esclarecimento e aspiração em tempos tão conturbados como os que vivemos?” Foi com esta reflexão que a Reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP) iniciou a Cerimónia Nacional de Abertura do Ano Letivo e de Entrega de Diplomas, no dia 18 de outubro.

Num evento que reuniu a comunidade académica na celebração dos recém-graduados e no acolhimento aos novos estudantes, Isabel Capeloa Gil destacou “o papel da universidade num mundo em guerra, repudiando, sem condições, o bárbaro ataque terrorista do Hamas a civis em Israel” e expressou “a enorme preocupação face às condições tremendas do cerco de Gaza e a perda colossal de vidas humanas daí decorrente”.

Para a Reitora da UCP, os problemas de hoje “exigem a ação de múltiplos protagonistas, pluralismo, diálogo, compromisso e sobretudo pensamento em profundidade”. Uma missão da qual uma instituição universitária não pode alhear-se, defendeu Isabel Capeloa Gil.

“Para formarmos empreendedores de sonhos, como os que hoje recebem o seu diploma, a universidade tem de promover uma preocupação profunda com a razão de ser das coisas, o contexto em que se manifestam e o seu impacto”, afirmou, acrescentando: “A universidade é a casa de todos os saberes do mundo, de todas as suas memórias, de todas as suas vozes. E é isso que a torna tão irrequieta e tão profundamente universal.”

Além desta reflexão, a Reitora destacou também várias conquistas e projetos para o futuro da Universidade, entre os quais, a Cátedra Economia de Francisco e Clara, o desenvolvimento do novo Campus Veritati, e a criação do 1.º Laboratório Sino-português de Ciências Marinhas e Ambientais.

Isabel Capeloa Gil deixou ainda uma palavra de “parabéns à comunidade académica e científica da Universidade Católica pelo comprometimento, pela ambição e pelo desempenho”. Aos docentes de carreira, que receberam pela primeira vez as Medalhas de Mérito por 25 e 40 anos de serviço, agradeceu “a dedicação e o contributo para a construção da nossa universidade que é grande, porque é feita de grandes pessoas”.

Paulo Portas, alumnus da Escola de Lisboa da Faculdade de Direito, partilhou que “a Católica não se esquece” e deixou vários conselhos aos jovens presentes. “Aproveitai do digital o que tem de luminoso e ganhai alguma distância do que tem de perigoso. Googlar não é estudar, um tweet não é uma licenciatura, um post não é um doutoramento, uma sociedade de influencers não é uma comunidade de sábios”, começou por referir. “A mochila de conhecimento que levais daqui dai-vos uma grande responsabilidade: a de não aceitar a destruição do conhecimento e a de promover uma cultura de exigência e qualidade nos debates do espaço público hoje e amanhã”.

Também presente na cerimónia esteve Aníbal Cavaco Silva, que entregou o Prémio Democracia e Desenvolvimento, instituído pelo próprio em 1995, a duas alunas da Católica Lisbon School of Business and Economics. Ao expressar a satisfação em regressar à Universidade Católica, onde foi professor, comentou que acompanha “sempre com muito interesse a sua aposta na qualidade, na excelência, na difusão dos valores que a informam e o prestígio nacional e internacional que tem vindo a conquistar”.

Nesta ocasião, foram também entregues os Prémios UCP/Caixa Geral de Depósitos aos estudantes com as melhores notas de cada licenciatura, por João Guilherme.

Naquela que foi a sua primeira sessão oficial como Magno Chanceler da UCP, o Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério encerrou a cerimónia com uma oração e palavras de congratulação a toda a comunidade académica. “Felicito e congratulo, porque é uma instituição onde está institucionalizada a obrigatoriedade do ‘eu’ se abrir ao ‘todo’. A Católica é verdadeiramente um laboratório de valores, de ética, mas sobretudo de humanidade”, afirmou.


Leia o discurso completo da Reitora da UCP

Descarregue as fotografias da sessão

24-10-2023

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