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Vacancy of Junior Doctoral Researcher - Project gBiOT

01-06-2023

Vacancy of Lab Technician - Project Agenda VIIAFOOD

01-06-2023

Estudantes da Escola das Artes integram programação do Serralves em Festa

Os alunos Maria Miguel Pratas e Miguel Ribeiro do terceiro ano da Licenciatura em Som e Imagem, Ricardo M. Vieira, do Mestrado em Som e Imagem, e Benjamim Gomes, do Mestrado em Cinema, foram os estudantes da Escola das Artes selecionados para participar na 17ª edição do Serralves em Festa.


Junho marca início da festa que celebra Serralves como um espaço inclusivo da arte e da cultura, contando com centenas de eventos de música, dança, teatro, performance e circo contemporâneo, exposições no Museu, cinema, vídeo, fotografia e inúmeros workshops. A programação integra a apresentação de trabalhos de alunos da Escola das Artes, que podem ser contemplados de 2 a 4 de julho.

No decorrer do evento, o maior festival de expressão artística contemporânea em Portugal e um dos maiores da Europa, os visitantes podem apreciar “Low Intersection od Benign Machines”, de Maria Miguel Pratas e Miguel Ribeiro, “Panóptico. Reprovável Pessoa-Torre” de Ricardo M. Vieira, “Vórtice Magnético ou Mecanismo de Dobra Fantasmática” de Benjamim Gomes, pontos de passagem obrigatórios para quem aprecia arte contemporânea.

LOW INTERSECTION OF BENIGN MACHINES
Apresentações:
Dia 3 de Junho — 14:00 e 19:00
Local: Casa de Serralves, 2º Andar

Instalação e performance, composta por um sistema áudio de auscultação de 7 de peças de cerâmica. Através de uma sinergia entre este agrupamento de maquinaria sonora, com a delicadeza dos elementos cerâmicos, LOW INTERSECTION OF BENIGN MACHINES apresenta uma série de objetos - assentes num manto de veludo branco — que são ouvidos e amplificados por vários microfones de contacto. No seu formato performance, através do contacto direto do performer com as peças, as reações da cerâmica são ampliadas e transpostas para um universo de ecos e reverberações.

PANÓPTICO. REPROVÁVEL PESSOA-TORRE
Apresentações:
Dia 2 e 3 de Junho — 22:30
Local: Sala 5, Museu

Panóptico. Reprovável Pessoa-torre. é uma instalação sonora que explora a estrutura prisional desenhada por Jeremy Bentham. A auto-vigilância imposta pela incerteza. Por se julgar observado, Tomás observa-se. O ciclo repete-se. O lugar de Tomás é uma torre mas a hierarquia perdeu-se, a torre move-se ou é movida, a função de Tomás é ambígua e a cada repetição alteram-se-lhe a intenção e o aspecto.

Vórtice Magnético ou Mecanismo de Dobra Fantasmática
Apresentações:
Dia 2 de Junho — 22:00
Local: Corredores laterais à la Jane Austen, no jardim em frente à casa

“Tempo é o que acaba. Tempo é o tempo limitado experimentado por uma criatura sentiente. Sentiente do tempo, isto é - fazendo ajustes ao tempo relativamente ao que Korzybski chama comportamento de intenção neuromuscular respectivamente ao ambiente como um todo...” - William S. Burroughs.

Enquanto dispositivo indexador de tempo, as suas capacidades estão limitadas a uma quantidade finita de espaço sobre o qual emparelha imagens a códigos temporais. Contudo, um elemento estranho perturba o circuito, um fantasma, uma Coisa, um duplo imperfeito que sobrecodifica o espaço que o dispositivo percorre. Assim, um acidente temporal específico deste aparelho técnico é criado onde duas temporalidades diferentes competem pelo mesmo espaço, o limbo eletrónico onde coalesce uma quimera temporal.

As montagens decorrem nos dias que antecedem o festival e contam com o apoio da Escola das Artes.

 

01-06-2023

Católica Porto Business School juntou Banco de Portugal, PwC e Novo Banco numa reflexão sobre o tema “Silicon Valley Bank: Lessons Learned”

Esta Short Talk foi organizada no âmbito do Curso Executivo Banca para Empresas, programa desenvolvido em cocoordenação por Gonçalo Faria, Associate Dean da Católica Porto Business School, e António Ramalho, Industry Fellow na Católica Porto Business School e ex-CEO do Novo Banco. 

Após a abertura da sessão, assegurada por Rui Soucasaux Sousa, Dean da Católica Porto Business, Gonçalo Faria começou por analisar o caso do SVB, olhando para alguns indicadores que pareciam antecipar já alguns problemas.

Luis Barbosa, partner da PwC, abordou, de seguida, o tema da gestão de risco de taxa de juro. Entretanto, Rui Fontes, Chief Credit Officer e Board Member do Novo Banco falou da questão da gestão do risco de concentração do passivo. E procurou fazer uma comparação entre alguns indicadores de performance do Silicon Valley Bank versus outros bancos americanos, europeus e mesmo nacionais.

Já António Ramalho aprofundou o tema da gestão do Risco Reputacional, da Comunicação e da Transparência.

Por último, Luis Costa Ferreira, Head of Banking Prudential Supervision Department do Banco de Portugal, fez uma síntese geral das principais lições e conclusões deste caso.

Veja algumas das notícias publicadas sobre esta sessão nos links abaixo:

Autópsia de um fim súbito: a má gestão liquidou o SVB

Silicon Valley Bank: falência era previsível e não é replicável em Portugal

Sinais de alerta da banca americana pouco prováveis em Portugal

01-06-2023

UCP Editora celebra o seu 25.º aniversário com o debate “Cultura no Plural”

“Cultura no Plural” é o tema do debate que assinala os 25 anos da UCP Editora. A conversa conta com a presença da Reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Capeloa Gil, e do Comissário do Plano Nacional das Artes, Paulo Pires do Vale.

Moderada pela vice-diretora da Faculdade de Ciências Humanas da UCP, Alexandra Lopes, a sessão tem lugar no dia 6 de junho, pelas 19h00, na Praça Amarela, na Feira do Livro de Lisboa. Seguir-se-á uma celebração junto ao pavilhão da Editora (D36 e D37), com bolo e um brinde.

Este momento de comemoração assinala os 25 anos da Editora dedicados à publicação da produção científica da UCP, representada também pela mudança de marca para uma imagem mais afirmativa, autónoma e jovem, tendo por base os livros como alicerces do saber.

 

Convite “Cultura no Plural”

01-06-2023

João Mendes Pinto: “Olhar o mundo: é isto que eu procuro através do Cinema.”

João Mendes Pinto tem 23 anos, é Amarantino e é estudante finalista da Licenciatura em Cinema, da Escola das Artes, da Universidade Católica. Por volta dos 15 anos, descobriu a importância do Cinema na sua vida e até hoje nunca mais parou. O objetivo? Ser argumentista e realizador. Venceu na categoria “documentário” o 1º lugar dos Prémios Sophia Estudante. “Sou um jovem bucólico”, afirma. E nos tempos livres? Karaoke e ver o Amarante, o seu clube do coração.

 

Como é que o Cinema apareceu na sua vida?

Creio que não há nenhum motivo aparente. Por volta dos 15 anos, comecei a descobrir um ou outro filme e depois comecei a consumir cinema em massa. Via cerca de 4 a 5 filmes por dia.

 

Integra a primeira turma da Licenciatura em Cinema da Escola das Artes. Porquê arriscar na Católica?

Segui o meu instinto. Já conhecia a Católica e a licenciatura em Som e Imagem e foi por aí que também tomei conhecimento que ia abrir uma nova licenciatura. A reputação que a Católica tem fez-me confiar que era a escolha certa. Acreditei que se fosse para abrir um novo curso que ia haver a garantia da qualidade que já lhe era conhecida. E vou continuar, já estou matriculado no Mestrado em Cinema, aqui na Escola das Artes.

 

O que é que mais destaca destes seus 3 anos de licenciatura?

Sem dúvida que é o ambiente que se vive na Escola das Artes e todas as amizades que fiz. Vive-se um ambiente muito próximo. Sinto-me muito bem aqui. Outro elemento que destaco é a forma como os projetos finais são acompanhados. Este ano pelo João Canijo. É uma oportunidade excelente estar a trabalhar num filme e saber que está a ser acompanhado e que tem muitas hipóteses de evoluir.

 

Qual é a importância do Cinema?

O cinema, tal como outra forma de Arte qualquer, reflete a forma como vemos o mundo. Acredito que é isso que distingue os bons realizadores dos que são verdadeiros mestres. Havia um crítico americano que dizia que, nos filmes dos grandes cineastas, conseguimos perceber, logo no primeiro minuto, como é que eles olham o mundo. É isto que eu procuro através do cinema: olhar o mundo.

 

Qual é o poder da Arte?

A Arte traz educação. A partir do momento em que eu consigo mostrar aos outros através da Arte a forma como eu vejo o mundo, os outros também vão refletir sobre a forma como eles próprios olham o mundo. Concretamente no caso do Cinema, não acho que um filme vá mudar o mundo ou que vá trazer respostas para os grandes problemas, mas vai conseguir uma coisa mais importante ainda, que é mudar a forma como as pessoas veem as coisas e isso, a longo prazo, pode ter um grande impacto.

 

“Gosto de trabalhar a nostalgia e a apatia perante o mundo à nossa volta.”

 

O que é que aprendeu sobre o Cinema que não conhecia antes de entrar para a Universidade?

Aprendi que em Cinema é preciso saber estar, é preciso saber trabalhar em conjunto. Aprendi que o cinema é uma arte coletiva. Ninguém faz cinema sozinho. A única forma de fazer as coisas é com outras pessoas.

 

“Enquanto houver ovelhas” é o nome do seu documentário que venceu o 1º lugar dos Prémios Sophia Estudante na categoria “Melhor Documentário”. Em que é que consiste o documentário?

O documentário segue a vida quotidiana de um casal de Seia, na Serra da Estrela. Ele é pastor de ovelhas bordaleiras e ela é queijeira. É um olhar contemplativo e poético sobre esta arte que está em vias de extinção.

 

“A cultura não é só arte.”

 

Que temas é que gosta de explorar no cinema que vê e nas suas criações?

Gosto de trabalhar a nostalgia e a apatia perante o mundo à nossa volta. Gosto que haja tempo para respirar. Sou um jovem bucólico. Estamos neste momento a trabalhar no projeto final da licenciatura e estamos, precisamente, a trabalhar estes temas. Estamos em fase de pós-produção. É a história de uma mulher trabalhadora da Segurança Social que vai todos os dias a uma dancetaria no Porto. Vai ser exibido no Panorama.

 

Que opinião tem acerca da dinâmica, em Portugal, entre a sociedade e a Cultura?

Agostinho da Silva dizia que a Cultura começa na terra. A Cultura não é só arte. Arte também é Cultura, mas a Cultura não é só arte. É importante compreender isto. A Cultura é importante para a sociedade e claro que há falta de proximidade e ligação entre a sociedade e a Cultura. Uma vez mais, é essencial que a Cultura ocupe um lugar de destaque na educação das pessoas. E a Arte, também. Muitas vezes a Arte é olhada, única e exclusivamente, pela dimensão do entretenimento. No sistema de educação, priorizam-se determinadas disciplinas segundo métodos altamente competitivos e até lucrativos e descredibiliza-se a Cultura que, para mim, é aquilo que nos permite olhar, verdadeiramente, o mundo. Se nem nós vemos o mundo, então também não vai haver grande interesse em compreender como é que os outros o olham.

 

Um filme marcante?

Landscape in the mist, do Theo Angelopoulos. Lembro-me que vi esse filme e no primeiro plano pensei “O que é que é isto?”. Os filmes dele têm este lado muito hipnotizante. Fez-me muito pensar na forma como se estuda a composição de um plano, como é que se faz a câmara mexer com um propósito. É um filme pesadíssimo. É genial. Fiquei completamente abesbílico, acho que no fim tive de ir à varanda apanhar ar (risos).

 

“A terra de onde vimos também se reflete na nossa personalidade.”

 

O que é que gosta de fazer nos tempos livres para além de ver filmes?

Sou um frequentador assíduo de Karaokes. É um momento incrível de partilha, é uma coisa fenomenal. O futebol também me ocupa demasiado tempo.

 

Adepto de que clube?

Do Amarante, claro.

 

Agustina Bessa Luís dizia “Mas se é de Amarante…”

“um homem nunca parece de outro lugar”. Há pouco estávamos a falar de Cultura e, como é óbvio, a terra de onde vimos também se reflete na nossa personalidade. Uma amiga minha dizia que as pessoas de Amarante não conseguem estar uma hora sem falar de Amarante (risos). Sou de uma terra de pessoas que gostam verdadeiramente de ser de onde são.

 

01-06-2023

Research Scholarship - Project VIIAFOOD - BI-1

01-06-2023

Licenciaturas: Candidaturas abrem a 5 de junho

Conservação e Restauro, Cinema, Som e Imagem, Ciências da Nutrição, Microbiologia, Economia, Gestão, Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão, Enfermagem, Direito, Psicologia, Teologia, Ciências Religiosas (EaD). São muitos os cursos e múltiplas as saídas profissionais.

A 5 de junho abrem as candidaturas às licenciaturas das Faculdades da Universidade Católica no Porto. A partir desta data, os candidatos poderão aceder a toda a informação sobre os prazos e os documentos necessários no portal de candidaturas.

Mais que um curso, um futuro!

Descubra tudo sobre as nossas licenciaturas:

Escola das Artes:

Escola Superior de Biotecnologia:

Católica Porto Business School:

Instituto de Ciências da Saúde / Escola de Enfermagem:

Escola do Porto da Faculdade de Direito:

Faculdade de Educação e Psicologia:

Faculdade de Teologia:

 

31-05-2023

D. Tolentino Mendonça: “uma universidade é o lugar ideal para pôr em prática a cultura do encontro”

“As desigualdades aprofundam-se, os nacionalismos crescem, as guerras grassam. Esboroa-se a confiança na relação entre estados, instituições, pessoas” começou por expor Isabel Capeloa Gil, Reitora da UCP, na Grande Conferência de encerramento das celebrações dos 55 anos da Universidade Católica. Para D. José Tolentino Mendonça, “em etapas históricas assim desafiadoras, somos chamados a ativar ou a redescobrir os recursos espirituais e humanos”.

Prefeito do Dicastério para a Cultura e Educação, que tutela as universidades católicas, o Cardeal, que já foi vice-reitor, professor e estudante da UCP, regressou à universidade para falar precisamente sobre os recursos espirituais para enfrentar o futuro. Focou-se em cinco recursos “elementares e universais”: a pessoa humana, o espanto, a relação, aceitar o risco, e a esperança.

O teólogo defendeu a importância de investir “na capacitação de cada pessoa para que possa desenvolver as suas potencialidades e contribuir desse modo qualificado para o bem comum”. Uma missão central das universidades que, segundo D. Tolentino Mendonça, devem aspirar “à universalidade do saber”, colocando em prática “o diálogo interdisciplinar”.

“Precisamos da ousadia de realizar alianças entre saberes, mesmo entre saberes que parecem distantes”, afirmou. “Precisamos de uma educação para a esperança. Não podemos permitir a disseminação da retórica da indiferença, da desistência e do medo, nem deixar que o universal direito à esperança seja atropelado pelo rolo compressor do niilismo. A esperança é a nossa missão”, acrescentou.

O Cardeal acredita que “uma universidade é o lugar ideal para pôr em prática a cultura do encontro”. O compromisso das universidades “deverá ser com um futuro que pratique um diálogo transversal de saberes, porque os desafios que aí vêm são cada vez mais transversais”. D. Tolentino Mendonça defende que, assim, será possível “aproximar as pessoas e encontrar novas formas de cooperação diante dos desafios trazidos pelo ambiente, pela tecnologia, pela sustentabilidade ética, pelas novas formas de inteligência, por uma distribuição mais justa dos recursos e pelas perguntas eternas sobre a vida e o seu sentido”.

Para Isabel Capeloa Gil, “repensar o mundo a partir de uma lógica de fraternidade social, conforme o apelo do Papa Francisco, é essencial para que tenhamos um futuro”. Um futuro que a Reitora da UCP vê “com confiança”, pois “uma universidade católica move-se no terreno do risco e da esperança, onde o conhecimento se constrói numa ótica de serviço e não de domínio ou poder, transformando as antigas ilhas disciplinares em grandes continentes”.

D. Manuel Clemente, Magno Chanceler da UCP, e Cardeal-Patriarca de Lisboa, referiu que "quando as universidades foram criadas, foi com a intenção de encontrar pessoas com saberes e a vontade de os ter", realçando a importância de existir disponibilidade "para aprender, sempre".

Sobre os 55 anos da Universidade Católica Portuguesa, o Cardeal destacou ainda como a UCP tem procurado “ultrapassar a lógica dos muros, num esforço para ser – como ainda recentemente lhe pediu o Papa Francisco – uma universidade socialmente inclusiva e com um compromisso explícito de serviço às grandes causas humanas”.

31-05-2023

Mobilidade Elétrica no centro do primeiro encontro do Clube INSURE.hub

A Mobilidade Elétrica esteve no centro do primeiro evento do Clube INSURE.hub, uma iniciativa que surge com o objetivo de permitir às entidades que integram o INSURE.hub criar laços entre si de aprendizagem e cooperação.

Quais são os principais desafios da Mobilidade Elétrica? Que medidas são urgentes para desbloquear estes desafios? Que outros setores de atividade poderão ser boas alternativas? Estas e outras questões guiaram este encontro de cooperação e networking que decorreu a 24 de maio, no Centro Porsche Porto, e que reuniu representantes das quase 60 entidades que fazem já parte deste Clube.

Durante o evento, foram apresentados dois casos de estudo enquadrados na temática da Mobilidade Elétrica. O primeiro da Porsche, apresentado por Hugo Ribeiro da Silva, e o segundo da Mota Engil Renewing, apresentado por Luís Castanheira.

Seguiu-se uma mesa redonda, moderada por João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto, e que contou com a participação de Hugo Ribeiro da Silva, CEO da XRS Holding e do Centro Porsche Porto, de Luís Castanheira, CEO da Mota-Engil Renewing, de Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, com o Pelouro do Ambiente e Transição Climática e Pelouro da Inovação e Transição Digital, e de Luís Rochartre Álvares, senior advisor da Planetiers New Generation e industry fellow da Católica Porto Business School.

Ao longo do debate foi possível alertar para os impactos negativos do modelo tradicional de mobilidade, tais como a emissão de gases de efeito de estufa, o congestionamento de trânsito, a redução da qualidade do ar, o stress devido ao modelo de commuting e a perda de qualidade de vida nas cidades. A mobilidade elétrica vem mitigar estes impactos negativos, sendo por isso geradora de “benefícios sociais e ambientais.”

Participaram também no evento Isabel Braga da Cruz com a mensagem de boas-vindas e abertura e António Vasconcelos, co-líder da Planetiers New Generation, numa apresentação partilhada com João Pinto sobre o INSURE.hub, um ecossistema internacional de conhecimento transdisciplinar que integra parceiros de diferentes setores que, em conjunto, têm como objetivo colaborar tendo em vista a sustentabilidade plena e/ou regeneração, antecipando o futuro e a adaptação aos desafios ambientais globais, e promovendo o alinhamento com requisitos regulamentares.

Quais são os principais desafios da Mobilidade Elétrica?

Durante o debate foram discutidos os muitos desafios que a Mobilidade Elétrica enfrenta: a autonomia e o tempo de recarga; a infraestrutura de carregamento; o custo e a disponibilidade das baterias; a transição da indústria automobilística; a transição para a mobilidade elétrica requer uma mudança significativa na indústria automobilística; e a educação e consciencialização.

A disponibilidade/uso de veículos híbridos e elétricos, a energia renovável (eletricidade, biocombustíveis ou hidrogénio); as infraestrutura de carregamento (desenvolvimento e manutenção); a coordenação transporte individual versus transporte público (políticas públicas e corporativas); a promoção de formas de mobilidade suaves (bicicletas, etc); as frotas corporativas elétricas; a evolução de produto para serviço (mobilidade partilhada) através de soluções digitais para mobilidade elétrica são algumas das “medidas urgentes capazes de desbloquear os grandes desafios que se colocam.”

Durante o evento também foram assinados os memorandos de entendimento com a Porsche e com a Domus Social. Estas duas entidades passam a pertencer ao grupo de parceiros do INSURE.Hub, comprometendo-se a trabalhar em conjunto nas temáticas da sustentabilidade e regeneração.

Um ecossistema internacional de conhecimento transdisciplinar

O INSURE.hub, iniciativa que tem como objetivo criar um ecossistema internacional de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas, resulta da mobilização da Universidade Católica no Porto, através da Católica Porto Business School e da Escola Superior de Biotecnologia - e da Planetiers New Generation.

A iniciativa integra um conjunto de atividades que ambicionam a persecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, da Estratégia do Pacto Ecológico Europeu e das metas definidas para a Europa 2030, contribuindo para trazer Portugal para a linha da frente de países progressivos no seio da União Europeia.

O Clube INSURE.hub é mais uma iniciativa que tem como propósito proporcionar a partilha de visões, perspetivas e conhecimento de parceiros associados a determinados temas, cujas experiências se pretende que sejam inspiradoras e mobilizadoras de mudança e transformação.

30-05-2023

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