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29-05-2023

Liderança, Serviço e Compaixão: docentes da Católica lecionam curso em Angola

Joana Morais e Castro e Mariana Abranches Pinto, docentes da ATES – Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica no Porto, embarcaram numa missão em Angola para lecionar o curso “Liderança, Serviço e Compaixão – Cuidar da Casa Comum” para 50 jovens. 

Através de uma parceria com a ONGD – Leigos para o Desenvolvimento, a iniciativa decorreu entre os dias 2 e 9 de maio de 2023, no Alto Catumbela, Ganda, na Província de Benguela.

O curso teve como objetivo capacitar os jovens de competências para a liderança e incentivar iniciativas comunitárias de desenvolvimento local. A primeira parte do curso baseou-se em exemplos de líderes servidores e compassivos e procurou inspirar os participantes. Já a segunda parte incidiu no reforço de capacidades na gestão de ciclo do projeto. Em pequenos grupos, os jovens desenvolveram e estruturaram diversas iniciativas de desenvolvimento local com base em problemas identificados na comunidade.   

As duas docentes da ATES afirmam que a experiência foi “única e muito enriquecedora para ambas as partes. Proporcionou uma troca valiosa de conhecimentos e de perspetivas. Também demonstrou ser uma oportunidade inigualável de crescimento e aprendizagem mútua.”  

 

“Abrir novos horizontes e partilhar esperança.”

Além do curso, realizaram-se outras formações relacionadas com o tema da liderança. Houve um encontro com o Grupo Comunitário do Alto Catumbela (rede de pessoas e instituições locais dinamizada pela ONGD) e outro encontro com mulheres de um Movimento Feminino Católico - PROMAICA. 

Ocorreram ainda mais três workshops sobre "Inclusão e deficiência" e um encontro Death café, onde se abordou o tema da morte e do luto. Este último workshop foi realizado em parceria com a Compassio - Associação para a Construção de Comunidades Compassivas

Acreditamos que pudemos contribuir de alguma forma para abrir novos horizontes e partilhar esperança”, concluem as docentes. 

Esta experiência transcultural serviu para fomentar um intercâmbio de valores, de conhecimento e procurou encorajar os participantes na formação de líderes comprometidos.  

29-05-2023

Presidente da Assembleia da República Portuguesa encerra Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues com conferência sobre “O futuro do Mundo”

Augusto Santos Silva, Presidente da Assembleia da República Portuguesa, foi o orador da Conferência de Encerramento do Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues com o tema “O futuro do Mundo”, que contou com cerca de uma centena de participantes.

Numa sessão especialmente dirigida a estudantes do International Studies Programme (Mestrado em Direito Internacional e Europeu totalmente lecionado em inglês) mas aberta a toda a comunidade, o Presidente da Assembleia da República Augusto Santos Silva partilhou a sua visão relativamente aos desafios que o mundo vive nos dias de hoje. Para Manuel Fontaine, Diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito, o tema em questão é de elevada importância, uma vez que “afeta cada um de nós”.

“Tudo o que seja pôr as pessoas a refletir em conjunto, com base na informação que partilham e num ambiente de liberdade intelectual é bom. Forma as pessoas, amadurece as pessoas e enriquece-as. E enriquecendo as pessoas, enriquece as organizações e instituições que, no fim do dia, são feitas de pessoas”, reforça Augusto Santos Silva.

“É, para nós, um enorme gosto e um privilégio receber o Presidente da Assembleia da República na Faculdade de Direito da Católica no Porto para participar na Conferência de Encerramento do Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues,” refere Azeredo Lopes, docente da Escola do Porto da Faculdade de Direito e coordenador do International Studies Programme.

“Em dois semestres, os ISP Dialogues receberam mais de duas dezenas de oradores de relevo nacional e internacional que partilharam a sua visão, as suas vivências e experiências enquanto protagonistas ativos da diplomacia e do direito internacional e europeu,” salienta Maria Isabel Tavares, docente da Escola do Porto da Faculdade de Direito da Católica, acrescentando “a diversidade de convidados complementa o ensino dos alunos, mas também, fomenta e encoraja o pensamento crítico, contextos interdisciplinares e uma abordagem mais humanista.”

Azeredo Lopes acrescenta também “os ISP Dialogues nasceram no âmbito de um programa de Mestrado em Direito Europeu e internacional, todo lecionado em inglês, e ganharam uma dimensão surpreendente, pela adesão e participação de tantos.”

Os ISP Dialogues decorrem no âmbito do International Studies Programme. Ao longo de um ano, as sessões dos ISP Dialogues contaram com 24 oradores convidados, que abordaram temas específicos no âmbito do Direito Internacional e Europeu e das Relações Internacionais.

 

25-05-2023

Rumo à Roménia: estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia participam em programa de formação internacional

Estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP), da Universidade Católica no Porto, rumaram até à Roménia para integrarem o Blended-Intensive Programme (BIP), organizado pela Universidade Babes Bolyai (UBB), em Cluj-Napoca.

Os 26 estudantes da FEP juntaram-se a 20 outros alunos oriundos da Polónia, Turquia, Espanha, Estados Unidos da América, Alemanha e Lituânia para participarem em inúmeras atividades que combinaram aprendizagem, aplicação prática, trabalho em rede e exploração cultural. Patrícia Oliveira Silva, vice-diretora da FEP para a Internacionalização, e Alexandra Carneiro, coordenadora da licenciatura em Psicologia, acompanharam o grupo de estudantes durante todo o programa.

 

Uma experiência abrangente e transformadora

O BIP, uma experiência de formação internacional abrangente e transformadora, proporcionou a todos os participantes o contacto com especialistas reconhecidos através de conferências sobre bem-estar e saúde mental na vida académica, a aprendizagem num mundo 3D, o teatro para desenvolver competências sociais e de comunicação, como o cérebro aprende, entre outros.

Os alunos também participaram em podcasts no AcademicRadio, atividade que teve um grande significado em termos de desenvolvimento pessoal e profissional. Esta experiência proporcionou uma plataforma valiosa para os estudantes amplificarem as suas vozes, partilharem as suas perspetivas e contribuírem para conversas significativas num contexto global.

Os estudantes afirmam que a experiência “excedeu todas as expectativas em todos os sentidos. Devo admitir que tinha algumas reservas quanto a dar entrevistas, falar na rádio e outras experiências. Mas, no final, fiz amizades para toda a vida e este programa abriu-me portas e capacitou-me para terminar agora o meu mestrado."

"Os workshops colaborativos tiraram-me da minha zona de conforto e ajudaram-me a desenvolver fortes competências de trabalho em equipa e de comunicação. Foi como uma montanha-russa de aprendizagem e aventura. Alguns oradores deram-me a volta à cabeça e partilharam conhecimentos do mundo real que fizeram com que tudo fizesse sentido”, confessa outro estudante.

O BIP serviu para fomentar uma cultura positiva de trabalho interno e um testemunho de colaboração. O BIP na Roménia juntou a FEP e a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FFCS) da Universidade Católica em Braga. A FFCS esteve representada por nove alunos, acompanhados pelas docentes Armanda Gonçalves e Íris Oliveira.

 

Uma imersão cultural

As atividades práticas proporcionaram conhecimentos valiosos, mas a dimensão cultural e social foi igualmente cativante. Os alunos viveram uma verdadeira imersão cultural, conhecendo o rico património cultural de Cluj-Napoca através de visitas guiadas. Visitaram marcos históricos e participaram em tradições locais.

"O Parque Etnográfico Romulus Vula era como um tesouro escondido à espera de ser descoberto. Explorar as casas tradicionais e ver os artefactos foi como recuar no tempo", confessou um aluno, acerca da visita que realizaram a este equipamento cultural.

Outro estudante afirmou, também, que "visitar o Parque Etnográfico Romulus Vula foi o ponto alto para mim. A atenção aos pormenores das casas tradicionais e as histórias cativantes que os alunos que nos guiaram partilharam fizeram-me sentir ligada ao passado da região. Foi um testemunho destas pessoas que moldaram a cultura local de Cluj-Napoca".

"Testemunhar a transformação dos alunos ao longo do BIP encheu-me o coração. É claro que, inicialmente, os estudantes expressaram algum medo e apreensão em relação a algumas partes da experiência. No entanto, foi inspirador vê-los ultrapassar essas reservas iniciais e mergulharem totalmente no programa, representando orgulhosamente a nossa faculdade”, afirma Patrícia Oliveira-Silva.

“Demonstraram uma grande capacidade de adaptação, aceitaram os desafios, colaboraram com colegas de diversas origens, ultrapassaram os seus limites intelectuais, começaram a participar ativamente nos debates e integraram-se mais a cada dia que passava, entusiasmados e confiantes em seguir em frente nesta comunidade internacional. A sua dedicação e vontade de sair da sua zona de conforto exemplificam o poder transformador destas iniciativas internacionais”, acrescenta.

Os testemunhos dos vários estudantes que participaram neste programa são reveladores do impacto positivo que teve no percurso de aprendizagem e de desenvolvimento.

"Obrigado aos organizadores da Universidade Católica e da UBB, aos membros do corpo docente e aos outros estudantes por fazerem deste programa uma experiência inesquecível. A combinação entre a aprendizagem, o networking e a imersão cultural alargaram os meus horizontes e enriqueceram a minha experiência.”

25-05-2023

Miguel Freitas: “A atenção aos detalhes foi fundamental para alcançar os meus objetivos.”

Miguel Freitas é natural de Santarém, tem 51 anos e é alumnus da Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica Portuguesa – Porto. Vive em Nova Iorque há 20 anos e é vice-presidente dos Scientific Affairs da Danone, cargo que ocupa com muito empenho e paixão. Admite que o seu percurso “surgiu muito naturalmente”, fruto de muito trabalho e determinação. Nos tempos livres? Gosta de pastelaria e de fotografia analógica.

 

Vive em Nova Iorque há 20 anos. Gosta do ritmo acelerado da cidade?

Curiosamente, não. Mas gosto muito de Nova Iorque. Aliás, gosto muito de cidades grandes, mas, talvez, não pelo ritmo demasiado acelerado, mas sim pelas outras inúmeras oportunidades e possibilidades. Viver em Nova Iorque foi um desafio ao princípio, porque temos de saber equilibrar as diferentes dimensões do nosso dia. Aqui vive-se um ambiente de trabalho bastante intenso. É importante encontrar um equilíbrio. Como cá dizemos, é importante o work-life balance. Para quem cá vive: é um desafio que temos diariamente.

 

“Estava determinado em fazer parte do meu percurso no estrangeiro.”

 

Desde novo que desejou ter experiências internacionais. O que é que o fazia ter os olhos postos no estrangeiro?

Sou natural de Santarém. Cresci nesta pequena cidade, mas desde novo fui incentivado a desejar ir para fora para conhecer outras realidades e também comecei cedo a viajar. Sempre tive o incentivo da minha família. Muito naturalmente, acabei por ter como foco e vontade de ir para fora, porque percebia o benefício e a vantagem que isso iria ter na minha vida. Conhecer outras culturas, pensar mais além, abrir-me ao mundo tanto profissionalmente, como pessoalmente.

 

Foi com esse foco que acabou por escolher estudar na Escola Superior de Biotecnologia?

Exatamente. Entrei em 1990 e fui viver para o Porto. Na altura, a ESB proporcionava aos estudantes oportunidades internacionais e esse foi um dos meus critérios de escolha, juntamente com a minha paixão pela ciência e alimentação. Estava determinado em fazer parte do meu percurso no estrangeiro e percebi que era na Católica que ia conseguir concretizar essa vontade. Foi a Escola Superior de Biotecnologia que me lançou para uma vida na investigação, na vertente científica com foco na nutrição e alimentação. Acabei por ficar cerca de 7 anos, porque depois da licenciatura, também fiquei para o mestrado em Estudos Alimentares.

 

Quando é que surge o seu gosto pela área Alimentar?

Havia em mim uma clara tendência para a área das ciências. Venho de uma família de médicos e enfermeiros, embora nunca tenha pensado na medicina para a minha vida. Perspetivava, talvez, uma carreira na área da biologia, genética e biotecnologia. A Nutrição e a Alimentação surgiram, concretamente, com a licenciatura em Engenharia Alimentar. Foi uma descoberta que fiz na Universidade.

 

“O corpo docente de excelência e o ensino dinâmico foram elementos essenciais na minha formação.”

 

De que forma é que a Escola Superior de Biotecnologia lhe abriu portas para o futuro?

Precisamente pela abertura ao mundo e pelas oportunidades que coloca no caminho dos estudantes. O estágio que fiz na Suíça, na Nestlé, no âmbito da Licenciatura de Engenharia Alimentar, e o estágio que fiz em França na Danone, no âmbito do Mestrado, foram muito importantes para o meu percurso, porque foram experiências que abriram portas para um mundo de oportunidades. Para além disso, o corpo docente de excelência e o ensino dinâmico que privilegiava a prática e o desenvolvimento de projetos também foram elementos essenciais na minha formação.

 

Atualmente, é vice-presidente dos Scientific Affairs da Danone, nos Estados Unidos. Em que consiste a sua função?

O trabalho que a minha equipa desenvolve tem duas vertentes: a vertente externa e a vertente interna. Na vertente externa, trabalhamos na ligação entre a Danone e a comunidade médica e científica. Asseguramos a integridade do portefólio dos produtos da Danone no que diz respeito aos atributos de saúde. Trabalho como porta-voz nos campos da Nutrição e da Ciência para efeitos de relações públicas e convenções relacionadas com marcas e tópicos da categoria, como efeitos benéficos de probióticos. Na vertente interna, fazemos a ponte entre as nossas equipas científicas e o Marketing. Desenvolvemos as componentes de Nutrição e Saúde aplicadas às mensagens que são comunicadas, às alegações, a novas formas de comunicação e, também, em eventos destinados a profissionais de saúde e consumidores. No fundo, traduzimos as mensagens científicas de forma a que sejam devidamente comunicadas ao público, sem nunca perderem o rigor científico. Por exemplo, quando queremos comunicar um iogurte grego, existem mensagens concretas que têm de ser comunicadas. Qual a quantidade e a qualidade da proteína, de gordura e de minerais? Para isto, trabalhamos em cooperação com as equipas de Marketing e Jurídica.

 

Mas antes de ocupar esse papel, esteve numa função mais laboratorial e de investigação. Tem saudades?

Confesso que não, apesar de terem sido anos muito bons, onde trabalhei como líder de projetos de investigação, concretamente sobre probióticos. Foi precisamente sobre este tema o meu doutoramento, realizado no Instituto Nacional de Saúde e Investigação Médica, em Paris, em colaboração com a Danone. Apesar de ter sido uma oportunidade excelente e de ter gostado verdadeiramente daquilo que fazia, prefiro um trabalho que me ponha em contacto com o público e o meio científico e médico externo. A posição que ocupo atualmente permite esse contacto constante, seja através da interligação que faço com diferentes equipas e pessoas, seja porque é um trabalho que exige viajar muito.

 

De Santarém para o Porto, de Portugal para a Suíça, da Suíça para França e de França para os Estados Unidos da América. Como é que definiria o seu percurso?

Diria que o meu percurso foi muito natural. Não planeei muito, as oportunidades foram surgindo muito naturalmente. Mas, claro, que fui trabalhando para que as propostas pudessem surgir e mantive sempre o meu foco e determinação.

 

“O meu objetivo era mudar o que as pessoas consomem, através da investigação de probióticos e o efeito na saúde.”

 

Que conselhos daria aos mais jovens que estão neste momento a iniciar o seu percurso profissional também na área da Ciência?

Ser determinado, ter atenção aos detalhes e definir um sentido e um propósito. É muito importante ser-se determinado e ter-se um foco bem definido, porque é isso que permite avançar, chegar a resultados e não desistir das hipóteses levantadas. No meu doutoramento, foi essencial manter a determinação e a confiança na minha tese, porque era sobre um tópico controverso. A atenção aos detalhes é essencial para quem trabalha em ciência, porque o mais pequeno pormenor pode ser decisivo. Quer seja no laboratório a cultivar bactérias ou a escrever um artigo científico, a atenção aos detalhes foi fundamental para alcançar os meus objetivos. Por último, mas não menos importante, acredito que ter um objetivo e um propósito definidos ajuda a manter o foco e a tomar decisões acertadas. Depois de terminar o meu doutoramento, tive de optar por seguir uma carreira académica de investigação fundamental ou ingressar na Danone. Não foi uma decisão fácil, mas foi essencial não perder de vista o meu objetivo e o meu propósito que era, e continua a ser, ter um impacto direto na vida das pessoas e de melhorar a nossa saúde através da alimentação.

 

Através da investigação aplicada?

Sim, eu preferi focar-me na investigação aplicada, porque dessa forma conseguia ter um impacto no que as pessoas consomem e fazer a diferença no tipo de alimentação. O meu objetivo era mudar o que as pessoas consomem, através da investigação de probióticos e nos seus efeitos na saúde. Ter um propósito definido foi essencial para tomar decisões e permitir que novas oportunidades surgissem.

 

O que é que gosta de fazer nos seus tempos livres?

Pastelaria e fotografia analógica. A pastelaria é quase engenharia. Mexer um preparado 20 minutos é diferente de mexer 30 minutos e um grau a menos ou a mais pode fazer toda a diferença. Também gosto muito de fotografia analógica. Descobri esta paixão, porque o meu pai era radiologista. Em vez de ossos ou partes do corpo humano, eu experimentava em coisas mais normais (risos). Também aqui um segundo a mais ou a menos vai fazer toda a diferença na revelação e no produto final.

 

Mais uma vez, os detalhes …

Sim, sou muito atento e obcecado pelos detalhes.

 

25-05-2023

“Dar cor à Escola”: comunidade da Universidade Católica reunida em ação de voluntariado

“Dar cor à Escola” foi o mote da grande ação de voluntariado promovida no âmbito dos 20 anos da CAtólica SOlidária (CASO). Estudantes, antigos estudantes, docentes, colaboradores, familiares e amigos uniram-se em torno da missão de pintar as paredes da Escola do Parque, em Aldoar, na cidade do Porto, ajudando a dar uma nova vida a este local que acolhe e recebe diariamente muitas crianças.

No total, cerca de 50 voluntários, distribuídos pelos turnos de trabalho nos dias 22 e 23 de maio, empenharam-se neste serviço à comunidade, na certeza de que “o voluntariado é uma verdadeira oportunidade de crescimento.”

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP), da Universidade Católica no Porto, que assume a gestão da CASO, afirma que “servir em comunidade tem um significado especial”. “Enquanto Universidade Católica, a dimensão do serviço tem uma importância muito grande. Acreditamos que é na proximidade com os outros que nos transformamos em pessoas melhores, mais completas e felizes”, acrescenta.

Isabel Braga da Cruz, pró-reitora e presidente da Universidade Católica no Porto, esteve presente na ação de voluntariado em comunidade, onde também referiu que “o voluntariado tem um papel determinante na transformação das pessoas.” Durante a ação houve ainda tempo para cantar os parabéns à CASO e soprar as velas. Um momento simbólico que marca os 20 anos de serviço à comunidade e o compromisso com o futuro.

 

20 anos da CASO

Esta ação de voluntariado, que contou com o apoio das tintas CIN, insere-se no âmbito das comemorações dos 20 anos da CASO. Está agendada, nos dias 19 e 20 de junho, uma conferência internacional - “University as an epicentre for social responsibility: commitment to people and the planet” - onde será apresentado um estudo sobre a transformação e o impacto do voluntariado nos estudantes da Universidade Católica no Porto.

 

 

24-05-2023

“Dar cor à Escola”: comunidade da Universidade Católica reunida em ação de voluntariado

“Dar cor à Escola” foi o mote da grande ação de voluntariado promovida no âmbito dos 20 anos da CAtólica SOlidária (CASO). Estudantes, antigos estudantes, docentes, colaboradores, familiares e amigos uniram-se em torno da missão de pintar as paredes da Escola do Parque, em Aldoar, na cidade do Porto, ajudando a dar uma nova vida a este local que acolhe e recebe diariamente muitas crianças.

No total, cerca de 50 voluntários, distribuídos pelos turnos de trabalho nos dias 22 e 23 de maio, empenharam-se neste serviço à comunidade, na certeza de que “o voluntariado é uma verdadeira oportunidade de crescimento.”

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP), da Universidade Católica no Porto, que assume a gestão da CASO, afirma que “servir em comunidade tem um significado especial”. “Enquanto Universidade Católica, a dimensão do serviço tem uma importância muito grande. Acreditamos que é na proximidade com os outros que nos transformamos em pessoas melhores, mais completas e felizes”, acrescenta.

Isabel Braga da Cruz, pró-reitora e presidente da Universidade Católica no Porto, esteve presente na ação de voluntariado em comunidade, onde também referiu que “o voluntariado tem um papel determinante na transformação das pessoas.” Durante a ação houve ainda tempo para cantar os parabéns à CASO e soprar as velas. Um momento simbólico que marca os 20 anos de serviço à comunidade e o compromisso com o futuro.

 

20 anos da CASO

Esta ação de voluntariado, que contou com o apoio das tintas CIN, insere-se no âmbito das comemorações dos 20 anos da CASO. Está agendada, nos dias 19 e 20 de junho, uma conferência internacional - “University as an epicentre for social responsibility: commitment to people and the planet” - onde será apresentado um estudo sobre a transformação e o impacto do voluntariado nos estudantes da Universidade Católica no Porto.

24-05-2023

GeoSat é o novo membro do Insure.Hub

A GeoSat é o membro mais recente do INSURE.hub - Innovation in Sustainability and Regeneration Hub, juntando-se a mais de 50 entidades que integram esta iniciativa da Universidade Católica Portuguesa no Porto e da Planetiers New Generation. Através da assinatura do memorando de entendimento, as instituições envolvidas comprometem-se a trabalhar em conjunto nas temáticas da sustentabilidade e regeneração.

A GeoSat é uma empresa de geoinformação que, graças aos próprios satélites e juntamente com os seus parceiros, fornece imagens e análises de alta qualidade para obter informações de grande impacto que resultam numa melhor tomada de decisões.

Lançado em outubro de 2021, num evento público, o INSURE.hub tem como estratégia acompanhar a inovação na academia e implementar projetos nas áreas da sustentabilidade e regeneração e está já a cumprir o seu grande objetivo: criar um ecossistema vibrante, nacional e internacional, de conhecimento transdisciplinar de âmbito circular, sustentável e regenerativo.

A assinatura do memorando de entendimento decorreu a 18 de maio, na presença de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, de João Pinto, vice-presidente da Católica no Porto, e de Sónia Monteiro, administradora da GeoSat.

São já mais de 50 as entidades que se associaram a esta iniciativa que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas Faculdades - Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia - e da Planetiers New Generation, em conjunto com organizações nacionais e internacionais que se constituem como líderes de pensamento e agentes de transformação para a Sustentabilidade e a Regeneração.

24-05-2023

Fórum de Ética da Católica Porto Business School apresenta Livro Coletivo e Documentário sobre Ética e Trabalho Híbrido

No dia 16 de maio, o Fórum de Ética da Católica Porto Business School apresentou o Livro Coletivo “Ética e Trabalho Híbrido: Proximidades e Distâncias” e o documentário “O Melhor de Dois Mundos?”, de Henrique Manuel Pereira, docente da Escola das Artes da Universidade Católica.

“Complementando o inquérito «Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia» esta versão do livro e o documentário são o culminar deste estudo anual que permitiu reunir abordagens, visões e experiências sobre este modelo de trabalho” salienta Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School.

A construção deste livro coletivo foi pensada “como uma janela aberta, um espaço de escuta, que se vai alargando à medida que é lido e coconstruído. As narrativas recolhidas, através do convite à reflexão sobre a experiência ética, portanto relacional, que cada um viveu, vive ou irá viver em contexto de trabalho híbrido, podem ser laboratório de experiência em pensamento para cada um dos leitores”. Trata-se de “um tecido de narrativas aberto a outras vozes para, em conjunto, (re)pensarmos o que verdadeiramente importa no contexto do trabalho de cada um e de todos nós. Os textos partilhados podem assim ser fonte de outros textos/ narrativas/ poemas/ pensamentos que sejam impulsionadores da criação de espaços seguros nas organizações para conversar sobre ética”.

Por sua vez, com olhos no futuro, o documentário "O Melhor de Dois Mundos?" questiona o trabalho presencial e remoto, com base em testemunhos empresariais.

No final da sessão, foi desvendado o tema do próximo estudo anual “Ética e Diversidade Geracional no Trabalho”.

O Fórum de Ética, reafirma, assim, o seu compromisso de promover a ética empresarial, através da troca de experiências, da reflexão conjunta e da criação e partilha de conhecimento.

23-05-2023

Maio mais solidário com a CAtólica SOlidária

A CAtólica SOlidária (CASO) desafiou a comunidade académica da Universidade Católica no Porto a diferentes iniciativas solidárias durante o mês de maio: o pic nic (d)Eficiência Solidária, o projeto Pessoas Felizes da APPACDM e o Banco Alimentar. Em todas se procurou apelar ao espírito solidário e de serviço em parceria com diferentes instituições.

O pic nic (d)Eficiência Solidária juntou duas instituições de pessoas com (d)Eficiência - a APPACDM e a Somos Nós - que trouxeram cerca de 15 utentes para participar no convívio. Durante o evento, promoveu-se um torneio de matrecos, onde as equipas eram mistas, constituídas por utentes das instituições, alunos e colaboradores da Católica no Porto, permitindo reduzir a diferença e reforçar a união.

O evento, que decorreu a 3 de maio, contou com o apoio da União de Freguesias (UF) de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, representada por Ana Furtado, vogal da UF. A Tuna da Católica no Porto também proporcionou um momento musical e de animação durante o evento. A dupla vencedora foi composta por um utente da APPACDM e um estudante da Católica no Porto.  

O projeto Pessoas Felizes contou com a participação de voluntárias da CASO que se disponibilizaram para ajudar a APPACMD a surpreender os seus colaboradores e a gerar momentos de cooperação e reconhecimento mútuo. As estudantes voluntárias, no dia 5 de maio, ajudaram na entrega a cada colaborador de um kit composto por um saco, uma t-shirt, chá, chocolate, um crachá de identificação e vouchers com várias iniciativas e parcerias.

Já nos dias 6 e 7 de maio, realizou-se a Campanha do Banco Alimentar. A Universidade assegurou a recolha de alimentos no supermercado Froiz, do Bom Sucesso, durante todo o fim de semana, contando com a presença de alunos, colaboradores, as suas famílias e amigos. Devido ao empenho e participação dos voluntários, foram recolhidos 940 kg de alimentos que ajudarão muitas famílias.

Carolina Carneiro, voluntária desta iniciativa, afirma que “a participação na campanha de recolha de bens do Banco Alimentar foi uma experiência muito positiva! Sentir que colaboramos para uma causa tão nobre quanto a erradicação da fome traz um sentimento de dever cumprido muito motivador.”

 

22-05-2023

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