O crescente consumo de alimentos probióticos, como é exemplo a kombucha, tem vindo a chamar a atenção da comunidade científica e dos investigadores do Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) da Faculdade de Educação e Psicologia em particular. No seguimento da investigação que tem vindo a ser desenvolvida sobre o tema, e aproveitando a celebração do Dia Internacional do Microrganismo a 17 de setembro, os investigadores deste laboratório de neurociências da Universidade Católica publicaram um artigo intitulado “Kombucha: Perceptions and Future Prospects”.
Conhecer o impacto ao nível cerebral dos microrganismos que habitam o nosso organismo é um dos desafios do HNL e, por isso, é clara a pertinência que o desenvolvimento deste estudo assume, uma vez que a kombucha tem invadido o mercado nacional e que se registam elevados níveis de procura por este produto.
Inserido na linha de investigação “Microbiota & Brain Functioning”, este estudo sobre a kombucha, bebida de origem chinesa com mais de 2000 anos de sabor agridoce e avinagrado, pretende alertar para a lacuna existente na legislação/regulamentação deste produto e a consequente necessidade de diretrizes regulamentares para garantir o controlo do desenvolvimento e produção, de forma a garantir a eficácia e a segurança do produto ao nível da saúde dos consumidores.
Torna-se, pois, essencial realçar o valor potencial deste produto e investir no seu desenvolvimento e comercialização. É importante sensibilizar a população para estes produtos e os seus impactos na saúde.
No âmbito da comemoração do Dia Internacional do Microrganismo, não é de mais destacar a missão do HNL e a importância que o estudo do impacto desses microrganismos no funcionamento cerebral assume na sua atividade. No laboratório vive-se um estimulante contexto de ensino e investigação. Patrícia Oliveira Silva, coordenadora do HNL, reforça que “a essência do HNL reside na dedicação de um grupo de jovens investigadores com um forte interesse em desenvolver investigação de excelência e diretamente ligada aos problemas e desafios da sociedade”.
Começou mais um ano letivo na Universidade Católica no Porto e o momento é marcado de forma especial pelo acolhimento aos novos estudantes de licenciatura. Para estes alunos não é apenas o início de um novo ano letivo, mas sim o começo da sua jornada universitária. Na plateia do Auditório Ilídio Pinho, durante a sessão de acolhimento, sente-se a energia, a certeza e a felicidade de quem escolheu com convicção estudar na Universidade Católica no Porto:“É na Católica que eu espero viver os melhores anos da minha vida”.
“Sejam bem-vindos a esta casa que, a partir de hoje, é, também, a vossa casa”: estas foram as primeiras palavras de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto. “Hoje começa uma nova viagem que vos irá abrir horizontes. Cabe a cada estudante encontrar aqui na Católica o caminho que o pode levar a fazer a diferença no mundo”, afirmou também, reforçando ainda que “os nossos alunos são constantemente estimulados a sair de si, a fazer voluntariado e a envolverem-se em causas”. Isabel Braga da Cruz destacou, também, “a qualidade do ensino e da investigação” que fazem da Católica “um relevante pólo gerador de conhecimento”.
Antecederam a esta sessão diversos eventos promovidos pelas faculdades: momentos de convívio, de desafios, de partilha de testemunhos e de jogos de equipa. O objetivo? Fazer do arranque do ano letivo um momento memorável, na certeza de que este é apenas o início de um caminho único e repleto de sucesso. Está dado o pontapé de saída do ano letivo 2022/23 na Universidade Católica no Porto.
“Aurora” é o nome da mais recente exposição do artista japonês Yohei Yamakado, com curadoria de João Pedro Amorim, artista visual e investigador do CITAR da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. A exposição será inaugurada a 21 de setembro, pelas 18h30 na sala MoCap da Escola das Artes e ficará patente até 22 de outubro de 2022. “Autora” surge na sequência do projeto fílmico realizado pelo artista em 2021 a partir da leitura da obra “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa e conta com o apoio do programa Criatório, da Câmara Municipal do Porto.
Yohei Yamakado esteve em residência artística na Escola das Artes no final de 2019, período esse em que preparou o seu projeto fílmico a partir da leitura de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa, filme que conta com o mesmo título da obra do poeta e que também será apresentado na inauguração da exposição. A exposição “Aurora” apresenta uma composição de obras visuais e sonoras que acompanharam o artista ou que surgiram durante a produção do filme “O Marinheiro” e inclui quatro movimentos: uma instalação, um ciclo de cinema, um concerto e uma publicação. Inspirado na visão mutável de incerta/certeza do autor, “Aurora” materializa-se numa composição temporal e espacial, com a intenção de agenciar o conjunto das suas práticas artísticas. Trata-se de uma proposta que se debruça sobre a impossibilidade da palavra – o silêncio, isto é, a dimensão do indizível e da indeterminação, na linguagem.
“Aquilo que me espanta em O Marinheiro de Fernando Pessoa, esse drama sem drama, esse drama em alma, como diria o autor, é antes de tudo a qualidade da linguagem: as palavras. As personagens da peça – as três Veladoras, por exemplo – não são com efeito mais do que uma aparência, uma espécie de nomes, mas nomes vazios, onde todas as palavras estão enterradas,” refere o artista Yohei Yamakado.
A obra foi filmada na cidade do Porto e trata-se do seu terceiro filme e segunda longa-metragem. Já a exposição “Aurora” será a sua primeira exposição em nome individual.
Uma exposição a não perder, patente na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto até 22 de outubro. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.
Entusiasmo, expectativa e ambição foram as emoções que transpareciam dos novos estudantes das Licenciaturas em Bioengenharia, Microbiologia e Ciências da Nutrição. Afinal, este era o início de uma nova aventura académica para todos os novos estudantes que aguardavam pelo início da sessão de acolhimento da Escola Superior de Biotecnologia.
Entre conversas, sorrisos contagiantes e a alegria de descobrir um mundo novo encontrava-se Diana Azevedo. Acaba de entrar para a faculdade e confessa que o acolhimento tem sido fascinante: «Achei que toda a gente foi acolhedora e simpática. Tivemos aulas no primeiro dia e isso foi também uma surpresa». Assertiva quanto ao seu futuro profissional, a estudante confessa que as suas expectativas são muito altas face ao elevado prestígio da universidade, cujo nome «abre muitas portas».
Na mesma sala estava Pedro Trinta, recém-chegado como Diana Azevedo. Conta que já conheceu muita gente nova e anseia terminar o primeiro ano com bons resultados porque pretende vir a trabalhar em investigação.
A Margarida Cruz é outra nova colega e está decidida a encaminhar-se para um mestrado na área das neurociências. Inicialmente estava um pouco nervosa mas à medida que as horas foram passando acabou por «criar memórias e alguma intimidade».
Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia, felicitou os novos estudantes de licenciatura pelo sucesso do seu percurso no secundário e candidatura ao ensino superior. Frisou que nos três cursos existe um denominador comum: «É um ensino muito baseado na prática, no aprender fazendo, em projetos que abrangem várias disciplinas e numa visão holística do conhecimento.» Esta docente e investigadora revelou também que «há uma proximidade muito grande entre alunos, técnicos, professores, investigadores e antigos alunos.»
O dia terminou com uma sessão no Auditório Ilídio Pinho, onde todos os novos estudantes de licenciatura da Católica no Porto e os seus familiares celebraram o momento e assistiram à entrega de prémios e bolsas de mérito ao 1º ano.
“Sair da zona de conforto” e “aproveitar todas as atividades e oportunidades que a Universidade Católica oferece” são alguns dos desejos da nova estudante da Licenciatura em Psicologia, Carolina Magalhães, que marcou presença na sessão de boas-vindas promovida pela Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) da Universidade Católica Portuguesa no Porto.
“Sejam bem-vindos! A entrada na faculdade é o início de uma etapa transformadora para vocês, mas também para a faculdade”: foram estas as primeiras palavras de Raquel Matos, diretora da FEP, aos novos estudantes de licenciatura.
A sessão de acolhimento, que decorreu a 8 de setembro, ficou marcada pelo entusiasmo e energia dos cerca de 80 estudantes que marcaram presença. Mariana Duarte, também nova estudante de Psicologia, partilhou que “o entusiasmo é muito”, que está “muito satisfeita com a sua escolha” e que espera “estender os seus horizontes e explorar tudo o que a universidade tem”.
“Vocês vão deixar uma marca na faculdade. É com muito entusiasmo, expectativa, energia e emoção que vos recebemos”, afirmou Raquel Matos. Aos novos estudantes, a diretora da faculdade deixou, também, um conselho: “Tragam interesse, curiosidade, vontade de saber e conhecer sempre mais. Aproveitem, verdadeiramente, a vida no campus.”
A sessão prosseguiu e contou, também, com a intervenção de Alexandra Carneiro, docente e coordenadora da licenciatura: “Aqui não esperamos menos que o vosso melhor.”
Depois de encerrada esta sessão, os estudantes foram convidados a reunirem-se no Auditório Ilídio Pinho para participarem num momento de encontro entre todos os estudantes das diferentes licenciaturas da Católica no Porto, onde também foram entregues bolsas e prémios de mérito. Esta sessão de acolhimento geral contou com a intervenção de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, que começou por felicitar todos os novos estudantes pelo ingresso no ensino superior e pela escolha da Universidade Católica Portuguesa: “Queremos que tirem desta experiência universitária o melhor partido da formação e da vivência que a Católica vos proporciona.” A presidente acrescentou, também, que na Católica todos os estudantes “têm a oportunidade de percorrer um caminho que os levará a fazer a diferença, não só como profissionais, mas, também e essencialmente, como pessoas.”
No dia 8 de setembro, os recém-chegados estudantes de 1º ano de diferentes licenciaturas da Universidade Católica no Porto marcaram presença na Sessão de Acolhimento.
Durante toda a tarde, tiveram a oportunidade de visitar o campus, assistir a sessões de apresentação sobre os cursos que vão frequentar, assim como conhecer aqueles que serão os futuros colegas de curso.
Às 17h30, realizou-se a Sessão de Apresentação da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão com a presença da coordenação do curso: “Estamos totalmente disponíveis para vos acolher nesta fase inicial de integração”, refere a Professora Luísa Anacoreta Correia, representante da Católica Porto Business School.
Já a Professora Marta Portocarrero da Faculdade de Direito relembra que “estes vão ser dos melhores anos das vossas vidas”.
Depois foi a vez de Manuel Fontaine, Diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito, dar as boas-vindas aos estudantes de Direito: “Estamos muito empenhados em dar-vos a melhor experiência possível nestes próximos 4 ou 5 anos”.
Também Ana Teresa Ribeiro, Coordenadora da Licenciatura em Direito, acolheu os jovens que em breve iniciarão a sua vida académica, exprimindo que o ensino personalizado e próximo é um dos grandes pilares da Faculdade: “Os nossos alunos são nomes”, remata.
De seguida, a Prof. Doutora Isabel Braga da Cruz, Presidente do Centro Regional do Porto, recebeu as centenas de jovens estudantes que escolheram a Universidade Católica no Porto como segunda casa, reforçando a ideia de que se inicia agora uma etapa muito marcante no percurso pessoal e profissional de cada estudante.
A sessão culminou na distribuição das bolsas de mérito aos alunos com as médias mais elevadas que iniciam agora o 1º ano de licenciatura. Além disso, foram entregues os prémios de excelência do ano letivo 2020/2021, com o prémio PWC, que distinguiu João Raposo Rangel da Gama Lobo como o melhor estudante da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão.
Por último, o prémio D. António Ferreira Gomes, que destaca o estudante com a melhor nota de Mundividência Cristã, foi entregue a Ana Carolina Vieira Nunes.
Os novos estudantes da Licenciatura em Enfermagem entraram com o pé direito neste novo ano letivo. Entusiasmo, alguma ansiedade e muita vontade de embarcar neste desafio: é assim que têm sido vividos os primeiros dias na universidade dos novos estudantes da Escola de Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde (ICS) no Porto.
“Estou muito entusiasmada para este novo ano” e “quero experimentar tudo o que a Católica tem para me dar” foram algumas das partilhas que se ouviram ao longo do evento. Movidos e animados com o novo ano letivo que agora começa, os estudantes, ao longo da semana de acolhimento, têm tido a oportunidade de se desafiarem e de conhecerem mais sobre a licenciatura, através de testemunhos inspiradores de estudantes e de docentes.
“Degrau a degrau queremos construir o vosso sucesso”: o compromisso e a responsabilidade nesta missão foi afirmada por Paulo Alves, diretor da Escola de Enfermagem do ICS-Porto, durante a sessão de boas-vindas, que decorreu no dia 8 de setembro no Auditório Comendador Arménio Miranda.
O diretor da Escola destacou a compromisso que a faculdade assume na “formação dos enfermeiros do futuro”, com destaque para importantes dimensões como “as novas tecnologias”, “a robustez da formação académica”, “o alicerce na formação humana e cívica” e “a comunidade académica.”
O encontro contou, também, com a participação da Associação de Estudantes e do docente e coordenador da licenciatura, Armando Almeida, que referiu que “entrar na universidade é o início de um sonho. Estamos cá para vos ajudar na construção do vosso sonho.”
Depois de encerrada esta sessão, os estudantes foram convidados a reunirem-se no Auditório Ilídio Pinho para participarem num momento de encontro entre todos os estudantes das diferentes licenciaturas da Católica no Porto, onde também foram entregues bolsas e prémios de mérito. Esta sessão de acolhimento geral contou com a intervenção de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, que começou por felicitar todos os novos estudantes pelo ingresso no ensino superior e pela escolha da Universidade Católica Portuguesa: “Queremos que tirem desta experiência universitária o melhor partido da formação e da vivência que a Católica vos proporciona.” A presidente acrescentou, também, que na Católica todos os estudantes “têm a oportunidade de percorrer um caminho que os levará a fazer a diferença, não só como profissionais, mas, também e essencialmente, como pessoas.”
Esta sessão de boas-vindas decorreu no âmbito de um programa alargado de acolhimento que a Escola de Enfermagem tem vindo a promover junto dos seus estudantes desde o dia 6 de setembro e que se estenderá até ao dia 19 do mesmo mês. “Enfermagem num mundo globalizado”, “À conversa com enfermeiros”, “Feeling UCP” e “Curso de Integração à UCP” são algumas das sessões que integram o período de acolhimento e que pretendem ser uma ferramenta importante no arranque desta nova fase de vida que agora começa.
A Escola das Artes da Católica no Porto deu as boas-vindas aos seus novos alunos de Cinema, Conservação e Restauro e Som e Imagem em três sessões de acolhimento no fim da tarde de quinta-feira, dia 8 de setembro.
Os novos alunos foram recebidos pelos professores coordenadores dos cursos: Daniel Ribas e Pedro Alves (Cinema); Carla Felizardo e Gonçalo Vasconcelos e Sousa (Conservação e Restauro); André Baltazar e Cristina Sá (Som e Imagem). Também estiveram presentes nas sessões o diretor da Escola das Artes, Nuno Crespo, Pedro Alves, presidente do Conselho Pedagógico, Margarida Dinis, Student Care da EA, e os representantes da Associação de Estudantes da EA, Gonçalo Faria e Mafalda Ribeiro.
"A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa é um espaço ativo e aberto. Esperamos que participem, proponham atividades e sejam críticos", destacou o diretor Nuno Crespo.
Depois das sessões de cada curso, os novos alunos e seus familiares participaram de uma sessão geral de boas-vindas, que decorreu no Auditório Ilídio Pinho e contou com a presença de Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto.
“A chegada dos novos estudantes é vista como uma nova energia para a universidade.”, destacou a presidente.