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Católica no Porto assina protocolo com Antas da Cunha ECIJA

A Universidade Católica Portuguesa no Porto e a Antas da Cunha ECIJA assinaram um protocolo de cooperação com o objetivo de estreitar as relações já existentes entre estas duas entidades e promover a realização de iniciativas que visem contribuir para a melhoria e inovação das atividades desenvolvidas conjuntamente, nomeadamente, estágios, apoio a alunos, programas de formação, ofertas de emprego, bolsas e prémios, projetos de investigação, entre outros.

A propósito deste protocolo, Isabel Braga da Cruz, Presidente do Centro Regional do Porto e Pró Reitora da Universidade Católica Portuguesa, refere: “Um dos eixos estratégicos da Universidade Católica é a relação com as organizações e o tecido empresarial. Estamos profundamente empenhados na transferência de conhecimento e na co-criação de valor. A parceria que agora formalizamos reforça esta missão.

De acordo com Fernando Antas da Cunha, Managing Partner da Antas da Cunha ECIJA: “A inovação é um dos pilares basilares da nossa prática e não se circunscreve apenas ao serviço que prestamos aos nossos clientes”. E acrescenta: “Gostamos de acreditar que o nosso dever vai muito para além da prestação de um serviço diferenciado. Queremos ter um papel ativo e responsável na formação dos nossos jovens e, nesse sentido, é com grande entusiasmo que abraçamos mais este desafio”. Fernando Antas da Cunha termina, sublinhando: “A Universidade Católica é um parceiro académico que muito estimamos e uma instituição com a qual nos identificamos profundamente. Nesse sentido, ter a oportunidade de colaborar ativamente em algumas das suas iniciativas, é algo que muito nos honra”.

A cerimónia de assinatura do protocolo teve lugar no passado dia 20 de outubro e contou com as presenças da Profª Isabel Braga da Cruz (Presidente do Centro Regional do Porto e Pró Reitora da Universidade Católica Portuguesa), do Prof. Manuel Fontaine Campos (Diretor da Faculdade de Direito - Escola do Porto), de Maria Lopes Cardoso (Diretora de Parcerias, Alumni e Empregabilidade), de Fernando Antas da Cunha (Managing Partner da Antas da Cunha ECIJA) e de Odete Sousa Pereira (Sócia do escritório do Porto da Antas da Cunha ECIJA).

25-10-2022

Marta Correia: “The unsustainable world food crisis”

21-10-2022

Investigadores da Universidade Católica Portuguesa no Top Mundial dos cientistas mais citados, segundo a Universidade de Stanford

Oito investigadores da Universidade Católica Portuguesa (UCP) estão no Top Mundial de cientistas mais citados em 2021, segundo o ranking “World’s Top 2% Scientists 2022”, elaborado pela Universidade de Stanford (EUA).

Da Escola Superior de Biotecnologia são cinco investigadores: Célia Manaia em Microbiologia / Ciências Ambientais; João C. Fernandes na área da Medicina Geral e Interna / Ciências Alimentares; Manuela Pintado em Ciências Alimentares / Microbiologia; Marta W. Vasconcelos em Ciências Alimentares / Biologia das Plantas e Botânica; Paula Teixeira em Microbiologia / Ciências Alimentares. Na área também da Biomedicina, mas da Faculdade de Medicina, aparece a investigadora Paula Ravasco. Nas áreas de Economia e Gestão são destacados os investigadores Rui Sousa, da Católica Porto Business School, e Filipe Santos, da Católica Lisbon School of Business and Economics.

Além da análise dos trabalhos de investigação publicados no ano passado, o ranking avalia o impacto gerado para a ciência, ao longo da carreira dos investigadores. Também aqui estão em destaque quatro investigadores da Universidade Católica Portuguesa: Célia Manaia, João C. Fernandes e Manuela Pintado, da Escola Superior de Biotecnologia, e Paula Ravasco, da Faculdade de Medicina.

É com enorme orgulho que, mais uma vez, vemos reconhecida internacionalmente a excelência dos nossos investigadores, em áreas tão diversas como a Economia e a Biomedicina, bem como o impacto desta investigação para a comunidade” destaca Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa.

A investigação produzida na Universidade Católica Portuguesa é, mais uma vez, reconhecida internacionalmente, tendo a universidade sido considerada, também este mês, como a melhor instituição de ensino superior portuguesa, pelo 4.º ano consecutivo, pela Times Higher Education, no THE World University Rankings 2023.

O ranking, “World’s Top 2% Scientists 2022”, agora divulgado, com os resultados de mais de 195 mil cientistas de todo o mundo, de 22 áreas e 176 disciplinas, apresenta a lista dos investigadores cujos trabalhos publicados mais contribuíram para o progresso nas suas respetivas áreas e que mais influenciaram a produção científica de outros investigadores. O estudo pode ser consultado aqui

20-10-2022

Católica lança nova Pós-Graduação em Negócios Sustentáveis e Regenerativos

Como incorporar a sustentabilidade e a regeneração na estratégia empresarial e nos negócios, ao mesmo tempo que o desempenho financeiro e as práticas de gestão são beneficiados? Esta é a principal questão à qual a nova Pós-graduação Innovation for Sustainable & Regenerative Business, lançada no âmbito do INSURE.hub, uma iniciativa que envolve a Católica Porto Business School, a Escola Superior de Biotecnologia e a Planetiers New Generation, pretende responder. A nova formação executiva arranca já em fevereiro de 2023.

“Inovadora, interdisciplinar e internacional são as palavras que melhor definem a formação executiva que estamos agora a lançar,” salienta João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School. “Ao longo da Pós-graduação os participantes vão ser expostos a diferentes áreas como a economia circular, a bioeconomia, a inovação disruptiva e circular, o mapeamento da sustentabilidade na estratégia das empresas, a utilização de soluções disruptivas para investir em territórios e, no final, vão ter de preparar um projeto que agregue todas as áreas,” refere Manuela Pintado, diretora do Centro de Biotecnologia e Química Final (CBQF) da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.

“O novo curso executivo pretende preparar profissionais com o conhecimento e competências necessárias para transformar os modelos de gestão atuais e evoluir para uma economia limpa e circular, de acordo com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu,” refere António Vasconcelos, co-líder da Planetiers New Generation.

“Mais do que um curso tradicional de gestão, integramos assim, de forma coerente e sinérgica, o conhecimento de duas Faculdades da Universidade Católica Portuguesa com a vasta experiência de parceiros internacionais nas áreas da inovação e sustentabilidade, cruzando as ciências e a gestão,” destaca João Pinto.

Compreender e analisar modelos de negócio que impulsionam a mudança; ter uma visão geral do quadro atual e das regulamentações pendentes da UE para promover a agenda de sustentabilidade; ser capaz de avaliar as decisões corporativas de acordo com critérios de negócio sustentáveis; saber mapear a sustentabilidade na estratégia corporativa, e ferramentas para a gestão estratégica; avaliar oportunidades de negócio assentes na criação de valor, entender investimentos com impacto, relatórios e métricas não financeiras e critérios ESG e ainda compreender os instrumentos de financiamento sustentável (obrigações verdes, obrigações sociais, empréstimos bancários verdes; etc.) são algumas das competências que os participantes poderão adquirir no final do curso.

A Pós-graduação em Negócios Sustentáveis e Regenerativos é especialmente direcionada para gestores nas áreas ligadas à sustentabilidade das organizações e também para funcionários do setor público e privado que pretendam aprofundar conhecimentos nas áreas de economia circular, inovação, liderança, ética, estratégia e finanças sustentáveis. O grande objetivo é fornecer as ferramentas necessárias para que no futuro todos os profissionais nesta área possam tomar as decisões adequadas, numa economia que caminha para a sustentabilidade e a regeneração.

20-10-2022

Global Ethics Day: CEOs da Ascendi, Scoop, Schmitt Elevadores e Super Bock Group participam em iniciativa do Fórum de Ética

No dia 19 de outubro, assinalou-se o Global Ethics Day, com o mote Ethics Empowered; Using the power of ethics to build a better world. Como forma de celebração, a Católica Porto Business School, através do seu Fórum de Ética, realizou uma Sessão Aberta, em modo Mesa Redonda, com quatro CEO portugueses com o tema “O Contributo dos Canais de Denúncia para a Ética Organizacional”.

Luís Silva Santos, CEO da Ascendi; Mafalda Pinto, CEO da Scoop; Miguel Franco, Co-CEO da Schmitt Elevadores; e Rui Lopes Ferreira, CEO da Super Bock Group partilharam com uma audiência híbrida de quase uma centena de participantes, as preocupações, necessidades e ações que têm der ser implementadas nas instituições, para promover a ética empresarial.

Esta sessão marcou ainda o encerramento da primeira Edição do Curso Executivo de Ética, Compliance e Whistleblowing nas Organizações, promovido pela Católica Porto Business School.

Esta celebração anual tem como objetivo convocar indivíduos, escolas, empresas, governos, organizações sem fins lucrativos, entre outros, com a certeza de que, juntos, podemos aumentar a sensibilização para a ética e trabalhar para abordar as questões mais críticas que a sociedade enfrenta.

19-10-2022

Alternatives in the production of Serpa cheese

19-10-2022

Isabel Baptista: “A relação pedagógica deveria ser elevada a património imaterial da humanidade.”

Isabel Baptista é natural de Viseu, tendo vivido a sua infância numa aldeia da Beira Interior (Antas). É nessa mesma aldeia que guarda memórias de infância muito felizes. É docente e investigadora da Faculdade de Educação e Psicologia. É, também, Provedora de Ética da Universidade Católica no Porto. Licenciada, Mestre e Doutorada em Filosofia, dedica a sua vida à Educação e ao constante questionamento: “procuro a verdade todos os dias”. O que é que a move? A possibilidade de relação com os outros. O que é que faz parte da sua rotina matinal? Uma caminhada não pode faltar, porque “reflete-se muito bem a andar a pé.”

 

O que se entende por Ética?

A Ética tem a ver com as escolhas que fazemos, com as qualidades de caráter que apreciamos e com os comportamentos que adotamos. A Ética é a ideia de viver a vida com sentido, com direção, com propósito. Não há Ética sem a prática do dia-a-dia e daí a importância de visarmos o Bem em todas as dimensões da nossa vida, tentando estabelecer relações respeitosas e cuidadoras. É o compromisso de contribuir para a vida em sociedade e, também, para a criação de comunidades mais justas, mais humanas e solidárias.

 

“A Ética é inerente à vida humana.”

 

Dedica a sua vida à Educação e à Ética…

A minha vida está profundamente ligada à Educação e se a Ética é inerente à vida humana, ela está presente, com responsabilidade acrescida, na minha vida profissional. É claro que é parte intrínseca da atividade pedagógica, que neste caso é aquela que eu exerço. Enquanto educadora, tenho a missão de influenciar os outros. Assumo, portanto, o compromisso ético de, desde logo, assumir padrões de conduta que sejam consonantes com esta missão, mas, também, ajudar a promover junto dos outros essa consciência e esse espírito.

 

“Um professor é um profissional da relação.”

 

Tudo começou na Filosofia. Licenciada, Mestre e Doutorada em Filosofia.

Sim, a filosofia foi o caminho que escolhi. Desde cedo comecei a interessar-me muito e a ler sobre Filosofia. Este apetite pelas leituras manteve-me sempre muito envolvida com os temas filosóficos. A minha família tem, também, uma certa vocação metafísica com muitos professores e com pessoas ligadas à vida religiosa. Cedo, todas estas pessoas me iniciaram nas questões da reflexão mais metafísica, sobre o sentido da vida.

 

Quais são as suas principais memórias de infância?

São memórias muito felizes que têm inspirado toda a minha vida e todo o meu percurso profissional. Tive a sorte e a felicidade de crescer numa aldeia da Serra da Estrela, onde os meus pais eram professores primários. Acabei por viver numa pequena comunidade, onde todos cuidavam de todos e onde eram fortes os laços de vizinhança. Nesse tempo, muitos professores primários viviam no andar de cima da escola, por isso posso dizer que nasci dentro da escola. Acho que isso explica esta minha ligação à educação.

 

“Ser Provedora de Ética é uma enorme responsabilidade e um privilégio.”

 

Começou o seu percurso profissional no ensino primário?

Sim e foi na Escola do Magistério Primário do Porto que eu fui formada para a pedagogia. Para se ser professor não basta ter-se conhecimento ou ser-se especialista numa determinada área, um professor é um profissional da relação humana, a quem cabe a responsabilidade de ajudar a formar outros.

 

É Provedora de Ética da Universidade Católica no Porto. Como é que encara este desafio?

É uma enorme responsabilidade e é, também, um privilégio. Ao provedor cabe sobretudo assegurar a observância dos valores e das normas de conduta que estão expressos no código de ética da Universidade Católica Portuguesa. Ser provedora de ética é muito mais do que a pessoa a quem se reportam situações que ferem ou vão contra esses valores e essas  as normas. Vivo esta missão, em primeiro lugar, numa linha de promoção de uma cultura de bem-estar e de cuidado, tentando promover a salvaguarda e a promoção desses valores que inspiram a vida da universidade, seja nas atividades de ensino, na investigação ou no serviço à comunidade. É a partir desta preocupação que deverão ser assegurados os mecanismos internos de proteção, de cuidado e de reporte de situações problemáticas. Muitas vezes procuram-me simplesmente para partilhar inquietações e reflexões pessoais. Isto é o reflexo da cultura ética da nossa instituição. Dias como o Global Ethics Day desafiam-nos a pensar sobre o papel da ética no compromisso com bem comum e sobre a necessidade de refletirmos sobre a forma como, no dia a dia, nos relacionamos ou como comunicamos.

 

O que mais importa é a forma como nos relacionamos?

Esse é o apelo que é feito hoje para a toda a sociedade. O Santo Padre fala-nos na importância de sonhar e cuidar juntos. Eu penso que é que essa cultura de cuidado, de proteção, de promoção dos valores que nos distingue como Universidade Católica.

 

“Os educadores são otimistas por natureza.”

 

Como é que se educa para a Ética?

Não se educa para a Ética sem ser desde a Ética. Só educamos para os valores desde os valores, não é? Esta é a questão principal. A Ética é algo interior à vida humana. É uma exigência de todos e é natural à vida, enquanto vida pautada por um sentido. Muitas vezes as pessoas convocam a Ética como se fosse uma cosmética social. A Ética não é algo que se acrescenta ao que fazemos para dar mais valor. A Ética é uma exigência interior e, por isso, a reflexão ética é muito importante de forma a se promover o bem, mas também a conseguir criar condições para o concretizar. A Filosofia e a Ética são disciplinas muito ligadas à vida e à prática do quotidiano e, por isso, é assim que deve ser trabalho. Aprendi desde cedo com um filósofo, que é o mestre de todos os filósofos e que se chama Sócrates, que a única vida digna desse nome é uma vida socializada e refletida. Para mim, isto é o essencial do compromisso da Ética.

 

Na Universidade Católica Portuguesa no Porto dedica-se, enquanto docente e investigadora, concretamente à Pedagogia Social. Em que é que consiste?

A Pedagogia Social é uma ciência da educação que é construída na ligação entre a educação e a solidariedade social. Normalmente as pessoas associam a tudo o que é educação não escolar, mas nós não gostamos de a identifica pela negativa. No fundo, a Pedagogia Social refere-se à concretização da educação como direito de todas as pessoas, ,, com especial atenção para as pessoas mais vulneráveis. Esta área prende-se com a ideia de capacitar as pessoas, as instituições e as comunidades numa lógica de educação e formação ao longo da vida. Acreditamos no poder transformador da educação. 

 

“Aquilo que nos distingue é esta matriz de valores que inspira o nosso diário pedagógico.”

 

Qual é o poder da educação?

É o poder de influenciar, de ajudar a mudar, percursos de desenvolvimento humano.  Eu não posso ser educadora se não acreditar no poder da educação e se não acreditar que todas as pessoas têm capacidade para fazer um percurso de melhoria de aprendizagem. De certa forma, por inerência, os professores são profissionais dotados de fé antropológica, de crença na condição humana. Os educadores são otimistas por natureza. Como professora, acredito não só na capacidade que o outro tem de poder fazer um trabalho de aperfeiçoamento e de evolução, mas que o poderá fazer com o meu contributo. É aqui que assentam as questões ligadas ao compromisso ético-pedagógico.

 

O que diferencia a Faculdade de Educação e Psicologia da Católica?

Aquilo que nos distingue é a nossa cultura. Não basta dizer que é preciso mais educação e uma educação que seja para todos. Precisamos de uma outra educação, de uma educação que seja, de facto, pautada por valores humanistas e orientada para a promoção do desenvolvimento integral da pessoa, numa perspetiva de relação saudável com a vida e com o mundo. Aquilo que nos distingue é esta matriz de valores cristãos que inspira o nosso ideário formativo evidenciado no respeito por todas as pessoas, em particular pelos alunos na quantidade dos projetos que desenvolvemos e no serviço que prestamos à comunidade. Na educação, por exemplo, temos uma ligação muito forte às escolas. Para além disso, somos uma universidade pioneira na área da Pedagogia Social, com igual ligação aos contextos de formação ao longo da vida e de combate à exclusão social. Somos a primeira universidade com formação pós-graduada nesta área.

 

Algum livro que gostaria de recomendar que reflita sobre a Ética?

Eu recomendaria um livro editado recentemente pela Universidade Católica Editora. Chama-se “A Sociedade do Cuidado”. Parte da reflexão da experiência coletiva gerada pela pandemia e que veio evidenciar aquilo que todos nós já sabíamos, que estamos todos ligados, que todos somos vulneráveis e que todos precisamos de ajuda. O livro integra contributos de pessoas que têm esta preocupação ética e que vêm de áreas de conhecimento diferentes.

 

Qual é o grande desafio de ser professora?

Os professores têm uma autoridade profissional que tem de ser colocada ao serviço da liberdade dos outros. Enquanto professora, estou permanentemente a tentar convidar o outro a fazer um caminho de aprendizagem. Tenho de conseguir despertar em cada aluno o desejo de aprender de forma a poder ensinar-lhes a dar conteúdo à sua própria liberdade. Para isto, a base da metodologia é sempre a comunicação e a relação, ingredientes fundamentais de uma espécie de “alquimia pedagógica”. Pessoalmente, defendo que a relação pedagógica deveria merecer ser elevada a património imaterial da humanidade. É uma relação tão especial, difícil e desafiante que marca vida de muitas pessoas.  

 

“Move-me o desejo de continuar em relação com os outros.”

 

Estudar Filosofia moldou-a de que forma?

Devo à Filosofia o ser mais observadora e atenta e o ter aprendido a cultivar o constante prazer pelo questionamento radical e permanente. Nunca estamos satisfeitos, porque procuramos continuamente respostas. O nosso lema é a procura da verdade e do bem e, como o Papa Francisco diz, esta procura tem de se fazer no concreto do dia-a-dia.

 

O que é que a move?

Move-me o desejo de continuar em relação com os outros. Sempre numa lógica de serviço e, no meu caso concreto, através da educação. No essencial, é isto que me move. Começo todos os meus dias com uma caminhada. Gosto de refletir a andar a pé. De certa forma, também se pensa bem com os pés.

 

 

19-10-2022

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