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Novidades

Católica lança webinars para facilitar a integração e impulsionar o sucesso académico

O UCP4SUCCESS anuncia o começo do novo ciclo de webinars “Descomplicar a Universidade: Rumo ao Sucesso” pensado para apoiar a jornada dos estudantes da Universidade Católica Portuguesa, oferecendo ferramentas práticas para facilitar a integração e impulsionar o sucesso académico. 

Ao longo de três sessões vão ser abordados temas essenciais para a vida académica: a Transição para o Ensino Superior: Explorar, Aprender e Adaptar-se; Estudo em Ação: Aprender a Gerir, Motivar e Persistir; e Integração e Comunidade: Cultivar Relações Positivas na Universidade.

Este novo ciclo, a decorrer de 28 de outubro a 3 de dezembro, pretende aproximar os estudantes tanto de licenciatura como de mestrado, promover competências académicas e descomplicar os desafios da Universidade.

Mais informações sobre as sessões podem ser encontradas no formulário.

 

Inscreva-se aqui

 

 

21-10-2025

Universidade Católica celebra os seus novos licenciados 24/25

A Universidade Católica Portuguesa no Porto celebrou, nos dias 17 e 18 de outubro, a cerimónia de bênção e entrega de diplomas aos seus novos licenciados. O Auditório Ilídio Pinho voltou a encher-se de estudantes para um momento de reconhecimento e celebração, que marca o fim de uma etapa e o início de novos percursos pessoais e profissionais.

Isabel Capeloa Gil, reitora da UCP, dirigiu-se aos novos diplomados com uma mensagem de grande confiança: “A sociedade conta convosco para contribuírem para um futuro melhor. A UCP continuará ao vosso lado para vos acompanhar neste processo.” Sublinhou ainda o papel da universidade como espaço de inquietação e inspiração: “A Católica é uma instituição inquieta. Que o espírito de inquietude humanista da Católica vos inspire.”

Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da UCP, destacou o valor simbólico do diploma agora recebido: “O diploma que hoje recebem é muito mais do que um simples documento: é símbolo de uma trajetória de resiliência, de superação, de desenvolvimento de competências, de descoberta de talentos e de edificação de laços de amizade que perdurarão para além das salas de aula.” Acrescentou ainda: “Levam convosco esta marca distintiva, a de unir excelência académica à vivência dos valores. Este é talvez o vosso maior diploma. Espero que continuem a aprender, a questionar e a servir.”

Em representação dos diplomados, Mateus Leite Costa, da Escola Superior de Biotecnologia, partilhou que “O dia de hoje significa a conclusão de uma etapa, o culminar de vários anos de esforço, mas, também, de memórias, amigos, colegas, professores. Todas estas pessoas levamos para a vida.”

Diogo Mota, da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão, deixou uma mensagem de agradecimento, em especial aos professores pela “exigência e paciência”. “O diploma é um ponto de partida. Da Católica, levamos o melhor uns dos outros”, acrescentou.

O bispo auxiliar do Porto, D. Joaquim Dionísio, afirmou “Que a vossa vida seja vivida com paixão. Que a carreira profissional que ides iniciar seja também preenchida com a vossa paixão.” Já D. Vitorino Soares partilhou com os diplomados a importância da condição de “soldado”. “Precisamos de soldados animados, soldados que sonham, soldados aventureiros e que estão dispostos a dar a sua vida. Que no vosso futuro, mesmo que cheguem a ser generais, nunca esqueçam a condição de soldado.”

Durante a cerimónia decorreu, também, o momento de entrega de prémios de mérito e bolsas das faculdades e das instituições parceiras: Prémio Escola Superior de Biotecnologia, Prémio Francisco Carvalho Guerra, Bolsa D. Júlio Tavares Rebimbas, Prémio S. Francisco de Assis e Prémio Sociedade Portuguesa de História da Enfermagem.

A cerimónia constituiu um momento marcante de celebração académica e reforçou o compromisso da Universidade Católica Portuguesa com a proximidade e a valorização do percurso dos seus estudantes.

20-10-2025

ESB/CBQF integra projeto europeu para desenvolver sistemas agrícolas de estufas mais sustentáveis

A produção em estufa é uma das soluções mais utilizadas pelos agricultores para aumentar o rendimento por unidade e minimizar os efeitos negativos das condições externas sobre o conforto das plantas. No entanto, a sustentabilidade destes sistemas de produção é hoje um dos maiores desafios da agricultura, exigindo respostas que conciliem produtividade, viabilidade económica e eficiência no uso de recursos e energia.

É neste contexto que arranca o projeto Sun2Fork – Sustainable greenhouse farming systems: from Sun to Fork, que conta com a participação da Escola Superior de Biotecnologia e do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica Portuguesa. O projeto tem como objetivo desenvolver um sistema integrado de produção agrícola em estufas, recorrendo a abordagens tecnológicas e inovadoras e ao uso de recursos sustentáveis. Através da integração de painéis solares, sistemas de irrigação inteligentes, substratos otimizados e inoculantes microbianos, o Sun2Fork pretende reduzir os custos de produção e melhorar a resiliência e sustentabilidade dos sistemas de estufas tradicionais da região Mediterrânica.

Liderado pela University of Messina, o consórcio inclui ainda a University of Rome Tor Vergata (Itália), a Agricultural Research Organization of Israel, a Ege University (Turquia), a University Sultan Moulay Slimane (Marrocos), a Aston University (Reino Unido) e a Universidad de Almería (Espanha).

A eficácia deste novo modelo será avaliada em diferentes zonas geográficas do Mediterrâneo, tendo em conta o aumento da produtividade, a redução de custos e os impactos positivos na adaptação às alterações climáticas.

 

20-10-2025

Católica Porto Business School recebeu especialistas para debater o Orçamento do Estado para 2026

A Católica Porto Business School, em parceria com a PwC, promoveu mais uma edição da sua conferência anual dedicada ao Orçamento do Estado para 2026 (OE26), que já se afirma como uma referência nacional no debate das grandes questões fiscais e económicas. O evento decorreu no Auditório Ilídio Pinho, na Universidade Católica Portuguesa no Porto, e contou com a presença de representantes do Governo, do setor empresarial e do meio académico. 

A sessão de abertura esteve a cargo da pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa, Isabel Braga da Cruz, que destacou o papel consolidado desta iniciativa: “É com grande entusiasmo que a Universidade Católica Portuguesa no Porto vos dá as boas-vindas à 15.ª edição da Conferência do Orçamento do Estado, uma perspetiva que, desde 2011, se afirmou como uma referência no debate das grandes questões fiscais e económicas em Portugal.” 

Seguiu-se a intervenção da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, que apresentou as principais linhas orientadoras da proposta do Orçamento do Estado para 2026. “A proposta do OE para 2026 é uma proposta que olha para o futuro com ambição e com responsabilidade, dá continuidade ao caminho iniciado com o orçamento anterior, aprofundando o compromisso com a responsabilidade orçamental, o investimento público e a modernização da gestão financeira do Estado”, afirmou. 

O programa incluiu dois painéis de discussão. O primeiro, “OE26: Motor para o crescimento económico?”, abordou o impacto macroeconómico do orçamento e contou com as intervenções de Gonçalo Regalado (CEO do Banco Português de Fomento), João Bento (CEO dos CTT) e Vera Rodrigues (Head of People da Sonae MC), com moderação de Luísa Anacoreta, docente e coordenadora da Dupla Licenciatura em Direito e Gestão da Católica Porto Business School. 

O segundo painel, dedicado às alterações fiscais mais relevantes do Orçamento do Estado para 2026, contou com a participação de Cristina Pinto (docente da Católica Porto Business School) e Hugo Salgueirinho Maia (Tax Partner – Indirect Tax, PwC). A moderação esteve a cargo de Maria Antónia Torres (Tax Partner – Deals Tax, PwC). Foram abordados temas como as alterações ao IRC, IRS, IMT e impostos indiretos, bem como medidas anunciadas que não constam na proposta de orçamento.  

O encerramento esteve a cargo do diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, que destacou a importância do debate público e informado sobre as políticas orçamentais: “O OE26 não pode ser apenas um exercício de equilíbrio orçamental. Tem de ser, acima de tudo, uma alavanca para o futuro. Contém medidas importantes, mas que, na sua maioria, representam continuidade e ajustamento mais do que transformação estrutural”. Agradeceu ainda a presença dos participantes e oradores, porque “a Católica Porto Business School tem o papel de ser um espaço de encontro entre a academia, as empresas e os decisores públicos, contribuindo para construir um futuro mais competitivo, justo e sustentável”.  

Com cerca de 400 participantes, entre presença física e online, esta conferência reforçou a missão da Escola de partilha de conhecimento e de ligação entre o mundo académico e o tecido empresarial, oferecendo também aos estudantes das áreas de Finanças, Economia, Gestão e Fiscalidade uma oportunidade de aprofundar temas de grande relevância prática e atualidade. 

20-10-2025

ESB lança a 4.ª edição do concurso “Inventar a Alimentação do Futuro”

A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa lança a 4.ª edição do concurso “Inventar a Alimentação do Futuro”, um desafio dirigido a alunos do 9.º ano e do ensino secundário de todo o país, convidando-os a refletir sobre o papel da alimentação na sustentabilidade, na economia e na saúde.

Num contexto global marcado pelas alterações climáticas, conflitos e escassez de recursos, o direito à alimentação continua longe de ser uma realidade universal. Em conformidade com o mote das Nações Unidas para o Dia Mundial da Alimentação 2025 — “Fome Zero” — este desafio visa sensibilizar as novas gerações para a urgência de garantir alimentação saudável, acessível e sustentável para todos.

Cada equipa, composta por um professor responsável e entre um a quatro estudantes, deve conceber e justificar uma receita que seja simultaneamente saudável, económica e ambientalmente sustentável. Os participantes devem documentar o processo de preparação com fotografias e vídeos, apresentando o resultado final e explicando as suas escolhas no formulário de candidatura.

As receitas serão avaliadas por um júri composto por professores e especialistas das áreas da nutrição, tecnologia alimentar e sustentabilidade, que atribuirão os prémios principais: Receita do Ano (250€ para o ensino secundário e 100€ para o 9.º ano) e, as distinções nas quatro subcategorias:

  • Sabor a Mar
  • Street Food
  • Plantas Silvestres Comestíveis
  • Leguminosas Luminosas

Os trabalhos podem ser submetidos até 1 de dezembro de 2025, e os finalistas serão anunciados a 7 de janeiro de 2026. A final nacional terá lugar a 13 de fevereiro de 2026, na Escola Superior de Biotecnologia, no Porto, com a participação do chef Hélio Loureiro no júri.

 

Formulário de inscrição

 

16-10-2025

Abertura do ano letivo 2025-26: “a universidade cultiva a esperança no futuro”

Foi no dia em que a Universidade Católica Portuguesa celebrava o seu 58.º aniversário que decorreu, no Porto, a cerimónia nacional de abertura do ano letivo 2025-26. “Celebramos 58 anos de uma História de ambição, de autonomia, de serviço à igreja e ao País”, começou por assinalar no discurso de abertura a Reitora, Isabel Capeloa Gil, lembrando o Decreto Lusitanorum Nobilissima Gens, de 13 de outubro de 1967.

Após dar as boas-vindas aos novos alunos e de manifestar “sincera admiração” pelos recém-graduados que, neste evento, receberam os seus diplomas, a Reitora recorreu à tela ‘Metáfora Bianco’, do artista brasileiro e frade franciscano Sidival Fila, para refletir sobre a ideia e a função atual das universidades.

“A universidade é uma instituição enraizada na tradição, mas perpetuamente aberta à transformação e que tem de avançar através de uma orientação contínua para a esperança, que dá aos seus alunos e às partes interessadas com quem labora. É muito mais do que o espaço da euforia otimista da tecnologia. É a instituição que cultiva a esperança no futuro”, observou Isabel Capeloa Gil. É também, acrescentou “local de busca permanente, espaço heterogéneo, recetivo a vozes diversas, onde a história é preservada e transmitida”.

Na sua intervenção, a Reitora apontou ainda alguns dos principais projetos a desenvolver este ano letivo, como o ‘UCP Nova Geração’, um “projeto pedagógico de transformação ambiciosa, exigente, dos mais difíceis que a Universidade encetou”. Direcionado para os cursos de primeiro ciclo, “abarca modelos e metodologias de ensino, um reequacionar dos perfis de competências exigidas em quadros profissionais, culturais e sociais complexos exigentes e a integração de um currículo partilhado obrigatório”, com três eixos que incluem disciplinas de identidade e missão, as novas humanidades as tecnologias emergentes como a Inteligência Artificial e a programação. Referiu também os projetos de capacitação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e a continuidade da transformação infraestrutural nos 4 campi, incluindo o novo Campus Veritati, em Lisboa.

Isabel Capeloa Gil concluiu, reforçando a “dimensão ética e da liderança moral que as instituições educativas, como as universidades, devem afirmar”, para “desenvolver o país, capacitar as pessoas e promover a investigação e a ciência sempre orientadas para o bem-comum”.

Convidada a falar da sua experiência, a alumna Raquel Seabra, hoje administradora executiva da Sogrape, referiu-se à Católica como “mais do que uma escola, é uma família, comungam-se e transmitem-se valores, criam-se pontes e ensina-se o diálogo, partilha-se um sentido maior que nos transcende, faz crescer o indivíduo como parte de um coletivo”.

“É uma comunidade de impacto, uma rede de partilha e de amparo entre os seus membros, é um lugar seguro onde se continuarão a discutir ideias, a promover sem medos o conhecimento, a inovação e a ciência. É a casa, a casa onde todos e cada um de nós aqui nesta sala encontrará o conforto e a segurança para ser e fazer-se ouvir de corpo inteiro”, sublinhou ainda a gestora, formada pela Católica-Lisbon.

Nesta ocasião, foram também entregues os Prémios UCP/Caixa Geral de Depósitos, os Prémios Inovação Pedagógica e a Bolsa UCP4Success. E os docentes com 24 e 40 anos de carreira foram distinguidos com Medalhas de Mérito.

A encerrar a cerimónia, o bispo do Porto, D. Manuel Linda, deixou uma mensagem aos alunos e aos docentes: “caros alunos, há um diamante dentro de cada um de vós e a educação nesta Universidade Católica ajuda a poli-lo e a fazê-lo brilhar num mundo que não necessita de escuridão, mas de luzes que nos iluminem. Senhores professores, ajudem os vossos alunos a lapidar esse mesmo diamante. Sejam luz”.

 

15-10-2025

Primeiras Jornadas da Clínica Universitária de Psicologia celebraram 18 anos de compromisso com a comunidade e 20 anos da Licenciatura em Psicologia

A Universidade Católica Portuguesa no Porto acolheu, no dia 10 de outubro de 2025, as Primeiras Jornadas da Clínica Universitária de Psicologia (CUP), um encontro que marcou duplamente a história da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP-UCP): a celebração dos 18 anos da CUP e o encerramento das comemorações dos 20 anos da Licenciatura em Psicologia da Faculdade.

Num dia especialmente simbólico – o Dia Mundial da Saúde Mental – as Jornadas reuniram psicólogos, investigadores e profissionais de referência para refletir sobre os desafios da prática clínica da psicologia ao longo do ciclo vital, desde a infância até ao envelhecimento. O programa destacou-se pela diversidade e atualidade dos temas abordados, promovendo o diálogo entre ciência, prática e sociedade.

Na sessão de abertura, Raquel Matos, Diretora da FEP-UCP, e Lurdes Veríssimo, coordenadora da CUP, sublinharam a importância do evento como testemunho do percurso de crescimento e consolidação da Clínica, enquanto projeto académico e social.

“Estas jornadas simbolizam o compromisso da CUP com a qualidade e a humanização do cuidado psicológico, e com a produção de conhecimento científico que tem impacto real na vida das pessoas”, afirmou Lurdes Veríssimo, destacando o papel da clínica enquanto espaço de formação, investigação e intervenção junto da comunidade.

Raquel Matos sublinhou que “a CUP é um exemplo concreto da missão da FEP-UCP: unir ciência e prática, conhecimento e serviço, sempre com foco na dignidade humana e no bem-estar psicológico”.

 

Um programa que percorreu o ciclo vital

O programa das Jornadas percorreu as várias etapas do desenvolvimento humano, propondo uma reflexão abrangente sobre a intervenção psicológica desde a infância até ao envelhecimento.

A conferência inaugural, conduzida por Miguel Gonçalves (Universidade do Minho), abordou o tema “O que sabemos sobre psicoterapia e para que serve a investigação?”, explorando o diálogo entre ciência e prática clínica.

Seguiram-se mesas temáticas dedicadas às diferentes fases da vida: infância e adolescência, com contributos de Maria Raul Lobo Xavier e Alexandra Carneiro (FEP-UCP); adultez, com comunicações de Bárbara César Machado e Catarina Ribeiro (FEP-UCP); e idosos, com a intervenção de António Fonseca (FEP-UCP).

A conferência final, proferida por Halley Pontes (University of London), centrou-se no tema “O transtorno de jogo e as suas considerações psicológicas”, encerrando o evento com uma reflexão sobre os desafios emergentes da psicologia na era digital.

As Primeiras Jornadas da CUP reforçaram o papel da Clínica como pilar da formação em Psicologia na Católica, integrando ensino, prática e investigação em benefício da sociedade.

15-10-2025

Escola das Artes promove programa de masterclasses dedicado ao Cinema em parceria com alguns dos mais importantes festivais

A Escola das Artes promove, durante os meses de outubro e novembro, um programa de masterclasses dedicado ao Cinema, em parceria com alguns dos mais importantes festivais como Doclisboa, Doc’s Kingdom e Porto/Post/Doc: Film & Media Festival. As sessões, abertas ao público, terão lugar no Auditório Ilídio Pinho e contam com a presença dos cineastas e artistas internacionais.

Ross McElwee — 23 de outubro, 18h30

Em parceria com o Doclisboa, a Escola das Artes recebe o cineasta Ross McElwee, um dos grandes nomes do documentário contemporâneo. A masterclass decorre no contexto da exibição do seu mais recente filme, Remake. A sessão será moderada por Carlos Natálio. +info

Shaina Anand (CAMP) — 20 de novembro, 18h30

A artista Shaina Anand, membro fundador do coletivo CAMP, conduz uma masterclass em parceria com o Doc’s Kingdom, explorando as suas práticas colaborativas. A sessão será moderada por Daniel Ribas. Dias antes da sessão, será exibido um miniciclo com dois filmes do coletivo. +info

Lina Soualem — 26 de novembro, 18h30

Em colaboração com o Porto/Post/Doc, a realizadora Lina Soualem apresenta uma masterclass sobre a sua obra e percurso, integrada na retrospetiva dedicada à cineasta. A sessão será moderada por Carlos Ruiz. +info

Andrei Ujica — 27 de novembro, 18h30

O realizador romeno Andrei Ujică, figura central do cinema político europeu, encerra o programa com uma masterclass dedicada à sua carreira. A sessão será moderada por Alice Leroy. +info

Com este programa, de entrada livre, a Escola das Artes reforça o seu papel como espaço de encontro e reflexão em torno do cinema contemporâneo. 

 

13-10-2025

Xavier Cunha: “A Universidade Católica tem sido para mim uma casa e um motivo de orgulho.”

Xavier Cunha é estudante do quarto ano da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão da Católica Porto Business School e da Faculdade de Direito – Escola do Porto da Universidade Católica Portuguesa. A experiência na Católica tem sido, para si, “uma casa e motivo de orgulho”, marcada pela proximidade entre estudantes e professores e por uma forte dimensão de desenvolvimento pessoal. Ativo em várias iniciativas, como a Missão País, Xavier Cunha destaca também o impacto da Bolsa Novos Talentos da Fundação Gulbenkian, que lhe abriu o gosto pela investigação. Atualmente em Erasmus, em Roma, vê o seu futuro profissional dividido entre três áreas que o apaixonam: a advocacia, a academia e a intervenção política ou em instituições públicas, sempre com o propósito de “trabalhar para o bem comum”.

 

É estudante da Dupla Licenciatura em Direito e em Gestão. O que o motivou a escolher este curso?

A Dupla fez sentido para mim desde o momento em que conheci o programa, no início do ensino secundário. Por um lado, o Direito fascinava-me desde a infância, em larga medida por influência do meu pai; por outro, por volta dos 15 anos, comecei a desenvolver um gosto pela Economia e pela Gestão, apoiado, nesse caso, pela minha mãe. Com este contexto e uma clara apetência para as Ciências Sociais e Humanas, a Dupla revelou-se uma oportunidade única de conjugar duas paixões. Penso que o caminho para o ser humano se distinguir do algoritmo, no meu tempo de vida, passará pelo desenvolvimento de um conhecimento amplo, pela capacidade de relacionar conceitos de diferentes áreas do saber e de perceber as inter-relações já existentes entre elas na sociedade. Do meu ponto de vista, a Dupla é a melhor oportunidade para desenvolver essa capacidade, em Portugal.

 

De que forma considera que o Direito e a Gestão se complementam?

O Direito é a base da civilização humana. Nas primeiras aulas de Introdução ao Estudo do Direito, aprendemos que a sua função é ordenar a vida em sociedade e ser motor da sua transformação rumo a um ideal de justiça. Posto isto, qualquer pessoa com paixão pelas Ciências Sociais – pelo estudo do ser humano na sua relação com o outro – encontra no Direito o centro da sua curiosidade. A Gestão representa, por sua vez, o contacto com a realidade dinâmica e com a interação humana no que diz respeito aos bens. Suscitou-me particular interesse a forma como as interações económicas espelham a mais profunda natureza humana. Para dar um exemplo: por detrás da repetida frase “com o aumento da procura, há um aumento do preço, ceteris paribus”, está uma expressão clara da perceção de escassez, valor e competição que caracteriza a humanidade.
Hoje, parece-me que o que acrescenta verdadeiro valor a alguém, enquanto profissional e ser humano, é a capacidade de não se fechar a uma só área do conhecimento, de conseguir relacionar diferentes disciplinas e manter uma conversa com pessoas de formações diversas. Alguém da Dupla sentir-se-ia igualmente bem num tribunal, num banco central, numa bolsa de valores ou numa empresa industrial. Para mim, nada me entusiasma mais do que essa versatilidade.

 

Como tem sido a sua experiência na Universidade Católica?

O meu primeiro contacto com a Universidade Católica aconteceu ainda no ensino secundário, através dos dias abertos. Desde esse momento, surpreendeu-me o cuidado personalizado com cada aluno e a sensação de estar perante uma instituição diferente, com valores éticos e excelência académica ímpares. Desde então, a Universidade Católica tem sido para mim casa e motivo de orgulho. Destaco a proximidade entre estudantes, docentes e pessoal não docente: sente-se um espírito comum, uma responsabilidade de ser “Católica”. Penso que quanto mais nos envolvemos e exploramos tudo o que a Universidade tem para oferecer, mais a relação com a instituição se fortalece. A Pastoral, através da UDIP e da Missão País, tem também marcado profundamente a minha experiência, promovendo o meu desenvolvimento integral enquanto pessoa. A matriz católica é, sem dúvida, um traço distintivo que pode marcar a vida de cada estudante que procure na Universidade mais do que um simples percurso académico. Sublinho ainda a relação com muitos professores, exemplos de proximidade, cuidado e rigor. São uma grande parte do que torna a Católica diferente: aqui, nenhum aluno é um número, mas sim uma pessoa, com nome e rosto, a descobrir o seu caminho com o apoio de todos.

 

Tem estado envolvido em várias atividades extracurriculares ligadas à Universidade…

No primeiro ano, tive uma breve experiência na Católica Policy Society, um clube de políticas públicas cujo crescimento acompanho com alegria. Desde 2023, participo na Missão País, projeto católico de voluntariado para universitários, na Missão da Universidade Católica, onde assumi, em 2024 e 2025, responsabilidades como chefe. Esta experiência revelou-se essencial para, numa fase inicial, me sentir mais em casa na Universidade, conhecendo cada vez mais pessoas e também contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento das minhas capacidades de planeamento e liderança, bem como de competências interpessoais.

 

Foi bolseiro Novos Talentos da Fundação Gulbenkian. Que significado teve para si essa experiência?

A Bolsa Novos Talentos destina-se a proporcionar um primeiro contacto com o mundo da investigação a estudantes de licenciatura ou de mestrado inicial. No meu caso, abriu-me um mundo novo – o da investigação –, despertando o meu gosto pela academia e permitindo-me conhecer muitos jovens brilhantes da minha geração. No âmbito da bolsa, desenvolvi um trabalho de investigação em Ciência Política, estudando aspetos da assistência social transversais a vários pensadores e a sua perspetiva futura.

 

Atualmente está em Erasmus em Roma. Como está a ser essa experiência?

Escolhi fazer Erasmus em Roma, na Luiss Guido Carli. A città eterna tem imenso para oferecer e, apesar de estar cá há apenas um mês, sinto que conheço ainda só uma pequena parte. Como primeira experiência de média duração fora de Portugal, traz naturalmente desafios – o maior dos quais aprender italiano –, mas também o encanto de viver rodeado de história a cada passo. Confirmou-se ainda uma perceção que eu julgava um clichê: em cada canto do mundo há um português (e aqui, muitos)! Essa proximidade tem ajudado a viver esta experiência com um forte sentido de comunidade. A nível académico, a Luiss Guido Carli propõe uma abordagem distinta das universidades portuguesas, o que me levou a reconfigurar o meu método de estudo, tornando-me mais flexível e proativo na busca do conhecimento, dentro e fora da sala de aula.

 

Quais são os seus planos para o seu futuro profissional?

A Dupla Licenciatura, pela sua amplitude e interdisciplinaridade, abre muitas portas, o que torna difícil escolher apenas um caminho entre tantos possíveis. Noto que, em mim e em vários colegas, os interesses e perspetivas de futuro vão evoluindo ao longo do percurso. Atualmente, interessam-me, por um lado, a advocacia, por outro, a academia e, num terceiro plano, a intervenção política ou em instituições públicas, sempre com a perspetiva de trabalhar para o bem comum. Certamente o futuro passará por uma ou mais destas áreas. Tenho consciência de que, ao contrário da geração dos meus pais, que frequentemente permanecia no mesmo emprego ao longo de toda a vida, hoje as carreiras são mais dinâmicas e fluidas, proporcionando novas oportunidades.

 

09-10-2025

Universidade Católica oferece formação para Mentoria de Pares

A Mentoria por Pares valoriza o papel ativo dos estudantes que frequentam a Universidade há mais tempo - os mentores - na integração e sucesso académico dos colegas que estão a começar o seu percurso - os mentorandos. Os mentores apoiam e orientam os novos estudantes, transmitindo experiências, aprendizagens e estratégias, num acompanhamento próximo, informal e centrado nas necessidades reais de cada estudante.

Para melhor orientar este papel essencial, o UCP4SUCCESS oferece a formação UCP4MENTOR, disponível e grauita para todos os estudantes da Universidade Católica Portuguesa. Esta é uma oportunidade para fortalecer competências, partilhar experiências e crescer lado a lado com os estudantes, contribuindo tanto para vida académica como para o desenvolvimento pessoal de cada mentor.

A primeira sessão é presencial e as seguintes online, das 18h às 20h, nos dias 21 e 28 de outubro e 4 e 11 de novembro. Ao longo de nove horas, este programa formativo vai reunir mentores de todos os campi da Católica num espaço de encontro e aprendizagem conjunta.

As inscrições encontram-se abertas até 17 de outubro.

 

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09-10-2025

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