Com o objetivo de proporcionar aos estudantes a oportunidade em adquirir experiência prática durante o 2º Ciclo de estudos, a Faculdade de Direito alargou a sua oferta de estágios curriculares em três Tribunais Judiciais - Tribunal Judicial da Comarca de Aveiro, Tribunal Judicial da Comarca do Porto Este e Tribunal Judicial da Comarca do Porto. As candidaturas para a segunda fase dos mestrados estão abertas de 6 de março a 2 de maio, possibilitando aos interessados iniciar uma jornada educacional e profissional integrada.
Maria Luís Gaspar, estagiária no Juízo Local Criminal do Porto, destaca a importância desta oportunidade: "Se é certo o que dizem e, na prática, a teoria é mesmo outra, então o programa de estágios proporcionado pela Universidade Católica, em colaboração com o Conselho Superior da Magistratura, é o projeto ideal para um recém-licenciado em Direito. (…) A realização do Mestrado, na Faculdade de Direito da Católica, no Porto, preenche todas as expectativas que, à partida, se criam: um ensino de exigência, sólido e de proximidade. (…) A Católica, no Porto, tem a clara intenção em formar mestrandos conscientes e preparados para todo o tipo de realidades".
Já Maria Leonor Moreira Pinto partilha a sua experiência e benefícios do estágio no Juízo do Trabalho do Tribunal Judicial da Comarca do Porto: “O programa de estágios curriculares celebrado, de forma inovadora e pioneira, entre a Faculdade de Direito da Universidade Católica e o Conselho Superior da Magistratura, tem-me permitido acompanhar os bastidores do universo judicial (laboral), da perspetiva única dos próprios magistrados judiciais. A complexidade dos problemas jurídicos com que muitas vezes me deparo desafiam-me a aplicar e refletir sobre muitos dos temas abordados em aula. Este processo analítico é extremamente estimulado no Mestrado em Direito do Trabalho que, conjugado com a profundidade e latitude com que os diversos temas são abordados, permite-me ter uma visão crítica sobre os diferentes casos em tramitação, razão pela qual considero esta experiência um complemento essencial e enriquecedor da minha formação em Direito Laboral.”
Rita Fabiana da Mota Soares, juíza e membro do Conselho Superior de Magistratura “congratula-se com o envolvimento da Faculdade de Direito numa iniciativa que revelará vocações e definirá futuros para muitos dos seus alunos”.
As candidaturas devem ser realizadas através da plataforma online. Para informações adicionais e esclarecimentos consulte o site ou contacte através do email sa.direito.porto@ucp.pt. As aulas estão programadas para iniciar em 16 de setembro de 2024.
O 2º Ciclo de Workshops Pedagógicos UCP, promovido pelo CLIL – Católica Learning Innovation Lab, integrou um conjunto de 25 workshops inovação pedagógica dinamizados por 30 docentes, investigadores e técnicos superiores. A 2ª edição do evento, destinada a docentes e investigadores dos quatro Centros Regionais da Universidade Católica Portuguesa (UCP), conseguiu mobilizar 369 participações nas diferentes sessões temáticas, ao longo de três semanas.
“Este número de participações é muito satisfatório, porque demonstra o interesse efetivo da comunidade docente da UCP por temáticas de inovação pedagógica”, refere Diana Soares, coordenadora do CLIL e docente na Faculdade de Educação e Psicologia (FEP).
25 workshops sobre inovação pedagógica
O programa do 2º Ciclo de Workshops incluiu 25 workshops/sessões temáticas, 20 em formato online e 5 presenciais, dinamizados por 30 docentes, investigadores e técnicos superiores internos e externos à UCP. As sessões presenciais, que decorreram de 30 de janeiro a 16 de fevereiro, foram promovidas em cooperação com os Projetos CApS – Aprendizagem-Serviço e ERASMUS+ PBL4COLLABTT / PBL4TEA.
“Os workshops foram permeados por partilhas de experiência, debates e reflexões sobre diferentes abordagens de inovação pedagógica no Ensino Superior. Os desafios e as potencialidades da implementação de metodologias ativas em sala de aula foram discutidos à luz de distintos contextos, respeitando, por um lado, as especificidades de cada área científica e, por outro, fomentando aprendizagens entre pares interdisciplinares.”, acrescenta a coordenadora do CLIL.
Próximo passo: constituição das Comunidades de Aprendizagem e Prática
O 2º Ciclo de Workshops permitiu apurar os interesses formativos da comunidade docente em termos de inovação pedagógica. Estes interesses servirão como ponto de partida para o lançamento das Comunidades de Aprendizagem e Prática (CAP), previsto para o mês de março de 2024.
“Finalizado o 2º Ciclo de Workshops, vamos agora avançar com o lançamento das CAP na UCP. Estas Comunidades, abertas aos docentes dos quatro centros regionais da Universidade, visam proporcionar aos professores a oportunidade de integrarem um grupo ou comunidade, que irá explorar novas metodologias e estratégias pedagógicas que permitem a reformulação de práticas pedagógicas”, finaliza Diana Soares.
O programa das CAP e o processo de inscrição na atividade serão, brevemente, divulgados.
Nuno Crespo, Diretor da Escola das Artes, lançou, na passada sexta-feira, dia 1 de março, em Lisboa, o livro “Textos Públicos – Arte Portuguesa Contemporânea 2003-2023”.
Trata-se de uma publicação que pretende contribuir para a construção da memória dos diferentes momentos e contextos artísticos, ajudando a perceber aquilo que foi, em linhas gerais e necessariamente incompletas, a receção do trabalho de um conjunto de artistas e, assim, contribuir para uma história da arte portuguesa contemporânea nos primeiros 20 anos do século XXI.
"Os textos que se seguem são todos de ocasião: responderam a momentos expositivos e disseram sempre respeito a escolhas pessoais”, sublinhou Nuno Crespo.
Para o Diretor da Escola das Artes “este livro não é só sobre presenças, mas também sobre ausências: faltam artistas, exposições e obras, fundamentais não só no contexto da arte portuguesa contemporânea, mas também na maneira como são referências, ainda que invisíveis e discretas, no modo de ver e entender muitas das exposições aqui presentes”.
A sessão de apresentação do livro iniciou às 19h00, na Brotéria, em Lisboa, e contou com a presença do autor, Nuno Crespo, sendo conduzida por Bárbara Reis, jornalista do público, e pelo artista José Pedro Cortes.
23 estudantes estrangeiros e 18 estudantes da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) partilharam as suas experiências de mobilidade internacional no encontro mensal do FEP-UCP Intercultural Circle: International Meetings, que aconteceu, no dia 21 de fevereiro, Dia Internacional da Língua Materna.
A iniciativa de caráter mensal pretende facilitar a transição e a inclusão de estudantes e investigadores internacionais recém-chegados à FEP e celebrar a diversidade cultural.
O objetivo é que estes encontros sejam um espaço de diálogo aberto e de suporte, onde estudantes e investigadores internacionais possam partilhar as suas experiências, discutir os desafios inerentes à adaptação a um novo contexto e encontrar suporte. No fundo, visa-se criar um sentimento de pertença destes estudantes e investigadores à comunidade FEP-UCP e promover a sua adaptação e bem-estar.
Partilha de experiências e de desafios inerentes à mobilidade
Os 23 alunos estrangeiros que participaram na primeira sessão desta iniciativa, chagaram à FEP vindos da Itália, Roménia, França, Espanha, Equador e Brasil.
Durante o encontro, os estudantes internacionais puderam apresentar-se e conversar com os alunos da FEP, que já participaram em programas de mobilidade internacional, sobre as suas experiências e desafios noutros países.
Aproveitando o mote do Dia Internacional da Língua Materna, os estudantes partilharam uns com os outros expressões das suas línguas nativas, cantaram músicas dos seus países de origem e planearam as atividades que irão decorrer, ao longo do semestre.
Patrícia Oliveira-Silva, membro da Direção da FEP para a Internacionalização, explica a importância da iniciativa: “Ao cruzarmos as fronteiras, ou ao convidarmos outros a cruzarem as fronteiras que nos separam, estamos a abrir as portas para mundos completamente novos e, muitas vezes, desconhecidos. E é com muito entusiasmo que desejamos acompanhar todos os estudantes e investigadores internacionais nesta jornada de descoberta da nossa comunidade académica, da riqueza da nossa cultura e de tudo aquilo que nos enche de orgulho dentro da nossa faculdade.”
Os estudantes internacionais recém-chegados à FEP e os alunos portugueses que já participaram em programas de mobilidade receberão um convite mensal para integrarem estes encontros, através da Associação de Estudantes da FEP (AE FEP UCP) e da Direção da Faculdade de Psicologia.
Para Marta Nogueira, Presidente da AE FEP UCP, “o espírito de inclusão de todos os estudantes da FEP foi demonstrado pela presença neste encontro. Estes encontros são sem dúvida acontecimentos de extrema relevância e que refletem a importância da diversidade e do diálogo entre as várias culturas.”
Cerca de 70 estudantes voluntários da Universidade Católica no Porto participaram num evento de formação organizado pela CAtólica SOlidária (CASO). A iniciativa contou com a presença de três voluntários convidados que foram desafiados a partilhar o seu testemunho.
Pedro Avides Moreira, conhecido pelo seu trabalho no projeto "Pobreza Envergonhada", partilhou as suas experiências de ter assumido a liderança do projeto “Novo Caminho”. O convidado inspirou os participantes para os desafios associados à pobreza. Já Bárbara Barros, presidente do Banco Alimentar do Porto, trouxe a sua vasta experiência em voluntariado, destacando a importância do compromisso. José Veiga, gestor de projetos e voluntariado da Associação Bagos D`Ouro, partilhou a sua visão sobre a importância do voluntariado e do serviço. Referiu também o impacto que um simples sorriso ou um “bom dia” têm na vida de uma pessoa.
A sessão de formação, que decorreu a 27 de fevereiro no campus da Católica no Porto, teve como objetivo principal reforçar o compromisso e a motivação dos voluntários, realçando a importância crucial do seu papel na Comunidade.
A CASO reitera que a formação é um elemento-chave na promoção da motivação dos voluntários, capacitando-os a desempenhar um papel mais eficaz nas diversas iniciativas sociais. Este evento proporcionou uma oportunidade valiosa para a troca de experiências e para o convívio, criando uma atmosfera de colaboração e inspiração entre os vários voluntários das faculdades da Universidade Católica no Porto.
A partir de uma base disciplinar centrada nas biociências e tecnologia, e complementada com disciplinas de vários ramos das humanidades e ciências sociais (direito, filosofia, psicologia e gestão), a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica acaba de lançar a Licenciatura em Ciências e Sociedade. Inspirada em programas das melhores universidades mundiais, este é um curso multidisciplinar onde os estudantes irão desenvolver competências já identificadas como essenciais para o sucesso no séc. XXI. Estão envolvidas seis faculdades da Universidade Católica e cada aluno tem a oportunidade de construir um percurso ajustado aos seus interesses específicos. O objetivo último é preparar os estudantes para abraçar os grandes desafios que a Sociedade enfrenta, incluindo aqueles que ainda nem se conhecem verdadeiramente.
Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia, realça que “A exigência da sustentabilidade, a generalização da inteligência artificial, a nova (des)ordem da política mundial, as falhas de inclusão e a necessidade de redução das desigualdades mundiais são desafios maciços para a nossa Sociedade. São necessárias novas gerações de profissionais preparados com lógica interdisciplinar para conseguir abarcar problemas tão abrangentes como os que encaramos.”
Vocacionada para estudantes intelectualmente curiosos, que querem abraçar a incerteza e torná-la uma oportunidade para (re)imaginar e (re)inventar o futuro, esta é uma licenciatura para quem procura uma base científica para entender o vasto mundo à sua volta.
“O primeiro ano foca-se na preparação em disciplinas científicas e das humanidades – no segundo e terceiro anos o trabalho centra-se essencialmente em projetos autónomos e multidisciplinares em torno de problemas concretos” refere Tim Hogg, coordenador da nova licenciatura, acrescentando que “estão disponíveis muitos créditos em unidades curriculares opcionais para permitir uma personalização do percurso.” Os estudantes vão moldar o seu percurso de aprendizagem aos seus interesses enquanto treinam competências como a liderança, a autonomia e a capacidade de criar pontes inovadoras entre diferentes áreas de conhecimento.
Os licenciados em Ciências e Sociedade vão poder ingressar no mercado de trabalho ou prosseguir os estudos através de mestrados e outras formações complementares. “O percurso profissional dos formados em C&S em outros países mostra que o potencial é extraordinário: desde a política à administração, passando pela criação de startups tecnológicas, consultadoria criativa e gestão de topo em múltiplas indústrias, são pessoas que sabem ler o contexto, mobilizar recursos e tirar partido da incerteza,” conclui Paula Castro.
“Portugal sem Pobreza: desafios e oportunidades” foi o título da conferência organizada pela Cáritas em parceria com a Universidade Católica Portuguesa no Porto e pela Cáritas Diocesana do Porto. No evento, que reuniu entidades e personalidades do setor social, universitário e empresarial, foi apresentado o estudo “Pobreza e exclusão social em Portugal: uma visão da Cáritas”, que indica que no período entre 2019 e 2023 "não se observaram progressos significativos no combate à pobreza mais extrema no país". Eis um grande desafio que persiste e que, segundo a Cáritas, precisa de “políticas mais exigentes e mais direcionadas aos segmentos mais vulneráveis da população".
“O assunto da pobreza deve convocar-nos a todos para ajudar a encontrar soluções para este problema social sério do nosso país”, afirma Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa no Porto, na sessão de abertura. Ideia reforçada por Paulo Gonçalves, presidente da Cáritas Diocesana do Porto. A pró-reitora refere, também, que “a Universidade Católica no Porto tem vindo a trabalhar os temas da responsabilidade social em várias dimensões – ensino, investigação, extensão universitária, e, por isso, sente-se profundamente comprometida com os valores que a Cáritas defende. Também a Universidade procura contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.”
O evento, que teve como propósito debater os principais problemas que afetam o país, traçando um panorama da luta contra a pobreza e exclusão em Portugal e simultaneamente procurando traçar cenários futuros que perspetivem a sua erradicação, decorreu a 27 de fevereiro.
Estudo do Observatório da Cáritas
“Portugal é um país onde subsistem níveis elevados de pobreza e exclusão extremas. Em 2023, de acordo com as estatísticas do INE, mais de 500 mil indivíduos viviam numa situação de privação material e social severa. Entre 2019 e 2023, não se observaram progressos significativos no combate à pobreza mais extrema em Portugal. Em várias dimensões a situação até se deteriorou. O aumento do número de pessoas em situação de sem-abrigo ou sem capacidade de manter a casa aquecida são disso exemplos claros”, refere o estudo.
Durante o evento, foi Nuno Alves, do Observatório de Pobreza e da Fraternidade da Cáritas, a apresentar os principais resultados do estudo “Pobreza e exclusão social em Portugal: uma visão da Cáritas”.
“Acreditamos que esta reflexão feita através da identidade e da missão da Cáritas, poderá ser um contributo para a sociedade, mas também para todos os decisores políticos que têm na sua atividade a possibilidade de desenhar políticas de resposta adequadas à resolução dos problemas daqueles que se encontram mais vulneráveis”, afirma Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa.
A Cáritas e a Universidade Católica
João Neves Amado, membro do Conselho da Direção da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa e vogal da direção da Cáritas Diocesana do Porto, apresentou o estudo de caso “Extensão Universitária da Católica com a Cáritas Diocesana do Porto”. Nesta apresentação deu a conhecer a parceria que existe entre a Cáritas e a Escola de Enfermagem (Porto), no âmbito da prestação de cuidados de saúde através do Centro de Enfermagem da Católica.
Durante o evento, houve, também, momento para um debate. Subordinado ao tema “Pobreza e exclusão social em Portugal: Um problema de todos”, o debate, moderado por Rui Saraiva, jornalista e correspondente do Vatican News, contou com a participação de Américo Mendes, docente da Área Transversal de Economia Social da Universidade Católica Portuguesa no Porto, de Liliana Lopes, da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza 2021-2023, de Margarida Ferreira Marques, da Coordenação do Hub Economia de Francisco em Portugal, e de Pedro Fraga, da direção da Conferência Empresarial de Portugal.
Liliana Lopes mencionou a importância de haver um “escrutínio dos programas eleitorais sobre o que dizem relativamente à pobreza” e Américo Mendes refere que o “centralismo é um problema” no combate à pobreza e que “é preciso combater a ideia de que as IPSS são subsídio-dependentes. O correto é afirmar que recebem do Estado o pagamento pelos serviços que prestam a toda a comunidade”. Já Margarida Ferreira Marques sublinhou a importância de se trabalhar pela dignidade do trabalho e de ser necessário “olhar a realidade e ligarmo-nos”. Pedro Fraga alertou para o facto de “ser necessário criar as condições para o aumento dos salários, apostando na qualificação dos empresários e em alterações de política fiscal”..
O evento decorreu no âmbito da Semana Nacional da Cáritas. Com o tema “Cáritas, O Amor que Transforma”, esta semana pretende dar “cara” a todos aqueles que diariamente procuram a Cáritas na expectativa de um sinal de esperança. A Universidade Católica Portuguesa associou-se à causa, num compromisso de partilha dos valores desta causa.
Quais as valências e particularidades de cada licenciatura? Quais as experiências proporcionadas? Que oportunidades de carreira surgem, após o curso? Porquê estudar na Universidade Católica Portuguesa no Porto? As perguntas são muitas e as respostas serão dadas por docentes, estudantes, mas também por antigos alunos.
Os Open Days são oportunidades únicas que proporcionam aos estudantes do ensino secundário um contacto mais próximo com a realidade de cada licenciatura. As sessões são de participação livre, mas requerem inscrição.
6 de junho, 18h30 às 20h00, presencial, receção no Edifício de Biotecnologia
Licenciatura em Bioengenharia | inscrição
Licenciatura em Microbiologia | inscrição
Licenciatura em Ciências da Nutrição | inscrição
Licenciatura em Ciências e Sociedade | inscrição
Licenciatura em Conservação e Restauro | 14h30 - 16h00 | Sala ER006C (Oficina) | inscrição
Licenciatura em Som e Imagem | 17h00 - 18h30 | Sala EA-118 | inscrição
Licenciatura em Cinema | 14h30 - 16h00 | Sala MoCap | inscrição
12 de junho, presencial
Licenciatura em Conservação e Restauro | 14h30 - 16h00 | Sala ER006C (Oficina) | inscrições brevemente
Licenciatura em Som e Imagem | 17h00 - 18h30 | Sala EA-118 | inscrições brevemente
Licenciatura em Cinema | 14h30 - 16h00 | Sala MoCap | inscrições brevemente
Acelerar e tornar mais eficiente a adoção de conhecimentos e soluções inovadoras que promovam a segurança alimentar pelos agentes do sistema alimentar é a ambição do Catalyse. Liderado pelo Centro de Biotecnologia e Química Fina, da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa no Porto, tem como objetivo criar uma rede de atores de segurança alimentar que apoie a adoção de conhecimentos e soluções inovadoras ao longo da cadeia de valor.
Será um local comum onde todos os atores da cadeia alimentar se podem encontrar - inovadores, reguladores, universidades, indústrias, organizações não governamentais - e definir em conjunto as necessidades e possibilidades a que a inovação pode responder. Ao associar todos estes atores, promove a inovação personalizada e co-criada com um mercado identificado para implementação, proporcionando soluções vantajosas para todos.
O projeto, que foi selecionado como a melhor proposta ao desafio “Rede temática para garantir a segurança alimentar através da tradução da investigação e inovação na prática”, do Horizonte Europa, o programa-quadro de Investigação e Inovação da Comissão Europeia, é composto por 17 parceiros e terá a duração de três anos. O arranque do projeto decorreu na Università Cattolica del Sacro Cuore, em Milão, nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro. Foram dois dias repletos de discussões esclarecedoras sobre a missão de apoiar a inovação em segurança alimentar, promovendo a implementação de novas tecnologias.
Colaboração e partilha de conhecimentos
Os investigadores Paula Teixeira e João Cortez, coordenadores do projeto em Portugal, explicam que “a rede pretende promover a colaboração e a partilha de conhecimentos sobre segurança alimentar num modelo que recolhe e depois partilha esses mesmos conhecimentos e práticas através da educação ativa e da facilitação.”
O projeto visa colmatar a lacuna entre os utilizadores finais, inovadores, profissionais, formadores e reguladores, facilitando a comunicação entre estas partes, ao mesmo tempo que faz corresponder as necessidades práticas a soluções inovadoras.
Aumentar a consciencialização e compreensão das inovações que estão a ser produzidas "Farm2Fork"; promover a colaboração e a partilha de conhecimentos entre os atores do sistema alimentar para acelerar a adoção e a expansão de práticas e tecnologias inovadoras; produzir materiais didácticos e dar formação aos profissionais e utilizadores finais; apoiar as empresas em fase de arranque e as PME com inovações promissoras em matéria de segurança dos alimentos e avaliar o impacto da inovação no sistema alimentar e identificar áreas para desenvolvimento futuro são as linhas de ação do Catalyse.
A Educação como prioridade
“A educação e a facilitação serão atividades fundamentais para apoiar a inovação e a gestão da mudança”, afirmam os coordenadores.
Durante as atividades da rede, vão ser definidas as prioridades para o trabalho futuro, será fornecida educação e formação em segurança alimentar e será dado apoio às empresas alimentares em fase de arranque e às PME. Os dados sobre invenções e práticas relacionadas com a segurança alimentar serão disponibilizados numa plataforma de acesso livre para apoiar uma comunicação alargada.
Financiado pelo Horizonte Europa, o programa-quadro de Investigação e Inovação da Comissão Europeia, o projeto “Catalyse innovation in food systems“ é liderado pela Universidade Católica Portuguesa e envolve as entidades: Catholic University of the Sacred Heart, Wageningen University & Research, Nofima AS, European Federation of Food Science and Technology, Quadram Institute, Research Division Plant-Production Systems, Slovenska Polnohpodarska Univerzita V Nitre, Stichting Effost, Federacion Espanola de Industrias de la Alimentacion Y Bebidas, Syreon Kutato Intezet Korlatolt Felelossegu Tarsasag, Ruokavirasto, Association Nationale des Industries Alimentaires, Fooddringk Europe, Flanders’ Food, ANSES – Agence Nationale de la Securite Sanitaire de L Alimentation de L Environment et du Travail, ProCheese.
A Academia Portuguesa de Cinema anunciou no último domingo, 25 de fevereiro, em cerimónia no Auditório Municipal de Albufeira, os vencedores dos Prémios Sophia Estudante 2024.
Na 10ª edição dos Sophia Estudante foram premiados três filmes da Escola das Artes nas categorias de Ficção e Mestrado/Doutoramento.
“Caixa Aberta” de Guilherme Afonso, alumno da Licenciatura em Som e Imagem da Escola das Artes, ficou em segundo lugar na categoria Melhor Curta-Metragem de Ficção. Na terceira posição da mesma categoria venceu “Kintsugi” de Martim da Cunha, alumno Licenciatura em Cinema da EA.
Na categoria de Melhor Curta-Metragem de Mestrado e Doutoramento, “Litoral” de Francisco Dias, aluno do Mestrado em Cinema da EA, recebeu o prémio do terceiro lugar.
O grande Prémio Sophia Estudante será entregue na cerimónia dos Prémios Sophia 2024, a decorrer a 26 de maio no Casino do Estoril.