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Católica no pódio dos campeonatos universitários onde estudante de Enfermagem se sagra campeã de Taekwondo

Carolina Costa, estudante de Enfermagem da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa, sagrou-se campeã universitária na modalidade de Taekwondo. A estudante leva, uma vez mais, o nome da Universidade Católica para o pódio dos campeonatos universitários.

Os Campeonatos Nacionais Universitários de Taekwondo realizaram-se a 24 de fevereiro, em Aveiro. A estudante explica que “esta conquista foi de uma grande superação”. Afirma, também que, foi uma vitória “bastante especial por ver todo o trabalho e esforço a ser recompensado. Além disso, foi a conquista de um dos meus objetivos para 2024 que foi a convocatória para os Jogos Europeus Universitários de 2024.”

Carolina Costa afirma que representar a Universidade Católica “é uma grande felicidade, mas também uma responsabilidade do mesmo tamanho vestir a camisola da Católica, por ser uma Universidade de grande renome e conhecida a nível internacional. Sinto uma gratidão enorme em o poder fazer, pois sem a mesma não teria conseguido alcançar estes meus objetivos passados e futuros.”

A estudante sublinha também o apoio que sente por parte dos professores: “Tenho bastante apoio pela parte dos professores da Universidade, nomeadamente porque existe uma professora designada para ajudar os alunos com o estatuto atleta-estudante e mesmo em relação aos outros professores que nos ajudam sempre em tudo o que necessitamos”.

Em 2023, a estudante conquistou o título de vice-campeã no Campeonato Europeu Universitário, que decorreu em Zagreb, na Croácia. Na altura, a estudante afirmou o desejo de querer “continuar a representar a Católica nas próximas competições nacionais, europeias e mundiais.” Assim conseguiu. Mais uma conquista para a Carolina Costa e para a Universidade Católica Portuguesa!

Parabéns, Carolina!

28-02-2024

T4EU: Católica debate futuro das universidades europeias

Universidade Católica Portuguesa (UCP) liderou uma reunião sobre estratégias de outreach para as universidades, no âmbito da Aliança Transform4Europe (T4EU), no dia 21 de fevereiro, em Bruxelas. 

Esta reunião contribuiu para a construção da estratégia de outreach da T4EU. O debate abordou as competências dos estudantes, a investigação e a transferência de conhecimento, centrando-se numa visão de futuro para as universidades europeias. Defendendo a abertura, a colaboração e o envolvimento da comunidade, os participantes sublinharam a necessidade de as instituições ultrapassarem as fronteiras convencionais.

“Os resultados deste encontro são particularmente significativos para a trajetória estratégica da T4EU, nos seus esforços de outreach, posicionando a Universidade Católica Portuguesa na vanguarda destas discussões”, explica Francisco Mendes-Palma, Coordenador Institucional T4EU | UCP.

Para Daniel Filipe Madureira Fonseca, membro do Secretariado-Geral do Parlamento Europeu, “o evento não só provou ser uma excelente iniciativa, mas também essencial para um debate no contexto da colaboração internacional para uma melhor resposta às necessidades da sociedade do futuro”.

O participante, que é alumnus da Católica Porto Business School, reforçou a importância da “partilha de conhecimento entre investigadores, empresas e instituições num mundo cada vez mais marcado pela procura de um desenvolvimento rápido e integrado”.

O evento contou com a participação de Bernardo Ivo Cruz - Secretário de Estado da Internacionalização; Amanda Crowfoot - European Universities Association; Jean Ehret - Luxembourg School of Religion & Society; Bryan Wells - NATO Chief Scientist; Alexandre Affre - Deputy Diretor General BusinessEurope e Francisco Mendes-Palma - Coordenador Institucional Transform4EU | UCP.

Alumni das 10 universidades da T4EU, juntamente com representantes das instituições da União Europeia, também estiveram presentes.

28-02-2024

CUP lança programa para promover competências socioemocionais em crianças


A Clínica Universitária de Psicologia (CUP) vai lançar, no mês de abril, um programa para promover competências socioemocionais em crianças, com idades entre os 8 e os 11 anos.

Designado “Sou Capaz!”, o programa visa contribuir para a promoção de competências socioemocionais, como a autoconsciência, o autocontrolo, a assertividade, a autoestima, a tomada de decisão responsável e a consciência social, através de uma abordagem dinâmica e ativa.

“Estas competências são importantes preditores de saúde mental e são essenciais para o bem-estar emocional e social das crianças”, refere Lurdes Veríssimo, coautora do programa “Sou Capaz!” e coordenadora da Clínica Universitária de Psicologia.

 

Sessões decorrem aos sábados de manhã e iniciam em abril

O programa tem o valor de 100 € e é composto por 7 sessões, que vão decorrer aos sábados de manhã, das 10h00 às 11h30, na Universidade Católica Portuguesa.

As sessões previstas acontecerão a 13 e 27 de abril, 11 e 25 de maio, e 8 e 29 de junho de 2024. Existirá uma sétima sessão de acompanhamento (follow-up), que será agendada posteriormente.

O programa funcionará com um mínimo de 6 e um máximo de 12 participantes. As inscrições estão já em curso e terminam uma semana antes do arranque do programa.

Os pais que necessitem de informação adicional, poderão contactar a CUP, através do e-mail cup@ucp.pt.

O “Sou Capaz” surge na sequência do “Ser Capaz!”, programa de promoção de competências socioemocionais da autoria de Lurdes Veríssimo, Isabel Castro e Marisa Costa, desenvolvido no âmbito do Projeto APRENDER COM TODOS, financiado pelo Fundo Social Europeu.

 

Consulte o flyer digital

 

27-02-2024

Mais de 50 docentes do Ensino Superior participaram em formação sobre abordagens de aprendizagem ativa na FEP

Mais de 50 professores do Ensino Superior e estudantes de doutoramento de instituições portuguesas e estrangeiras participaram numa formação sobre aprendizagem ativa, com recurso à tecnologia, na Faculdade de Educação e Psicologia (FEP), entre 14 e 16 de fevereiro.

Designada “Digital Enhancement of Active Learning in Higher Education”, a formação, inserida no âmbito do projeto ERASMUS+ “PBL4TEA - PBL framework for Digital Collaborative Teacher Training”, desafiou os participantes a transformarem uma unidade curricular (UC) ou parte dela, considerando a utilização de abordagens de aprendizagem ativa e métodos alternativos de avaliação, recorrendo  à tecnologia (por exemplo, inteligência artificial). Com a transformação da unidade curricular e sua posterior implementação, pretende-se potenciar as aprendizagens dos estudantes do Ensino Superior.

“Foram desenvolvidas 50 propostas de transformação de unidades curriculares para implementar nos próximos semestres.”, explica Diana Mesquita, docente na FEP e membro da equipa responsável pela formação, composta por facilitadores da Turquia, Irlanda, Lituânia e Universidade do Minho.

De acordo com a docente e investigadora do CEDH, “esta formação é uma iniciativa que visa impulsionar práticas de inovação pedagógica no Ensino Superior, através da reflexão intencional sobre aquilo que acontece na sala de aula para a poder transformar. Por isso é que os participantes foram desafiados a transformar uma unidade curricular à sua escolha.”

 

Trabalho em equipas, num ambiente colaborativo e interdisciplinar

“Em toda a experiência de formação os participantes trabalharam em equipas, num ambiente colaborativo e interdisciplinar. Foram criadas equipas no primeiro dia, de forma aleatória, para que pudessem conhecer outras realidades, outras instituições em Portugal e até noutros países. Por isso, desenvolveram atividades em conjunto, discutiram e refletiram em conjunto, criaram em conjunto e também se divertiram em conjunto.”, acrescenta Diana Mesquita.

Na sequência deste encontro, será criada uma comunidade de prática designada #PBL4TEA Community, cujo objetivo é acompanhar e apoiar a implementação das propostas apresentadas pelos participantes no curso.

Nesta primeira edição da formação, participaram docentes e doutorandos oriundos de onze instituições de Ensino Superior em Portugal, assim como da Lituânia e do Brasil.   Está prevista a realização de mais duas edições: uma em maio de 2024, na Universidade de Vilnius (Lituânia), e outra em novembro 2024, na Universidade do Minho.

 

Sobre o Projeto PBL4TEA

A formação insere-se no âmbito das atividades do projeto ERASMUS+ “PBL4TEA - PBL framework for Digital Collaborative Teacher Training”, financiado pela Comissão Europeia e insere-se no Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano (CEDH) da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP).

O projeto de dois anos (2022 a 2024) é coordenado pela Universidade do Minho, e conta com a parceria da Universidade Católica Portuguesa, da Koç University (Turquia), da Munster Technological University (Irlanda), e da Vilnius University (Lituânia).   

Na UCP, a formação inseriu-se no programa do 2º Ciclo de Workshops Pedagógicos organizado pelo CLIL | Católica Learning Innovation Lab.

26-02-2024

Filipe Pinto: “O setor da Economia Social é um mundo em atualização. As organizações estão ávidas por profissionalizar a sua gestão.”

Filipe Pinto é docente da Universidade Católica no Porto e co-coordena a Área Transversal de Economia Social. Foi uma missão de voluntariado em São Tomé e Príncipe que despertou em si a vontade de trabalhar na área social, movido pela vontade de contribuir para dar resposta aos problemas do mundo. Nesta entrevista, explica-nos o que é a Economia Social e alguns dos seus principais desafios. Nos tempos livres? Jardinagem, porque “é uma metáfora espetacular para a vida”.

 

É licenciado em Gestão, mas no final do curso procurou fazer alguma coisa diferente. Que interpelação é que o moveu?

Quando terminei o curso senti-me profundamente interpelado a fazer uma coisa diferente. Foi nessa altura que me aproximei dos Leigos para o Desenvolvimento, uma ONG. No âmbito desta organização, fui como missionário para São Tomé e Príncipe, durante 14 meses. Foi uma experiência muito marcante e de grande desafio, estímulo e aprendizagem.

 

Foi nessa experiência que descobriu o seu interesse pela área social?

Sim, foi aí que percebi o meu interesse e vontade por explorar a área da Gestão ligada ao setor social. Embora, desde muito cedo, já estivesse envolvido em várias iniciativas sociais. Confesso que, na minha juventude, tudo o que existia para além da escola me dava imenso gozo. Refiro-me a iniciativas de voluntariado, de trabalho com crianças, jovens e sem-abrigo. No final do curso, apercebi-me que era isto que eu queria fazer a tempo inteiro e foi aí que encontrei os Leigos para o Desenvolvimento. Tive vontade de entregar a minha vida de uma maneira radical durante um ano. A minha família sempre me influenciou muito para a intervenção social.  O meu pai era um ativista nato, era alguém sempre muito envolvido nos movimentos da Igreja e em movimentos cívicos e também partidários.

 

O que é que foi mais marcante na sua experiência em São Tomé e Príncipe?

O contacto com aquele povo e a proximidade com contextos de pobreza profunda. Também me marcou muito a riqueza das potencialidades, da capacidade e da abertura daquelas pessoas. Durante o período em que lá estive, trabalhei numa Escola do 5º até ao 12º ano. Assumi a função de administrador da Escola e foi muito desafiante. Tive de crescer muito depressa.

 

Quando regressou, sentiu vontade de estudar e de aprofundar os seus conhecimentos nesta área?     

Sim, mas só aconteceu mais tarde. Quando voltei da missão trabalhei ainda durante cerca de dez anos no mundo da gestão de empresas. Fui mantendo ligação com a área social, porque nunca me desliguei do voluntariado e da intervenção social. A uma dada altura, começo a ter vontade de me dedicar de forma plena a esta área e foi aí que resolvi estudar as linhas de intervenção social. Sou um apaixonado pela Gestão com foco no mundo das organizações sociais.

 

“Na ATES, queremos uma sociedade que, no fundo, consiga, harmonizar tudo o que são as diferenças.”

 

Quando é que vem para a Católica?

Vim para a Católica há 12 anos. Cheguei cá através do Professor Américo Mendes, o fundador da Área Transversal de Economia Social. Comecei por colaborar em alguns projetos e por participar numa incubadora de projetos sociais que existia na altura. Mais tarde, comecei a lecionar a disciplina de Economia Social das licenciaturas da Católica Porto Business School e a integrar outros projetos da ATES. 

 

O que é a Economia Social?

A Economia Social é o setor que incorpora as organizações que são sem fins lucrativos. Associações, fundações, IPSS, ONGs. Todas as organizações que têm um cariz social e que têm uma missão orientada para o bem-comum e para a transformação social. Apesar de serem organizações sem fins lucrativos, precisam de boas práticas de gestão. É um desafio grande, desde logo, porque ainda é pouco conhecido. O setor da Economia Social tem de adquirir competências de planeamento estratégico, de comunicação, de direção de fundos, de gestão de recursos humanos, entre outros. Já tem vindo a ser feito caminho neste sentido, mas ainda há muito para evoluir. As organizações deste setor precisam de conhecimento, de suporte, de estratégia. Só se combatem as fragilidades da gestão, quando é reconhecida a importância extraordinária deste setor. Talvez as pessoas não tenham essa consciência, mas a Economia Social corresponde a mais de 3% do VAB nacional e perto de 6% do emprego remunerado. Tem um peso muito significativo e absorve muitos recursos humanos. Infelizmente, é um setor que ainda é pouco valorizado, embora considere que esteja a haver uma mudança de tendência.

 

Qual é a missão da ATES?

A Área Transversal de Economia Social da Católica tem como objetivo promover e desenvolver projetos, prestar serviços e oferecer formação que contribuam para o fortalecimento da Economia Social, para o desenvolvimento local e a inclusão. Queremos uma sociedade que, no fundo, consiga, harmonizar tudo o que são as diferenças. Trabalhamos à escala nacional, mas não só. Temos esta preocupação de estarmos também presentes na área da cooperação para o desenvolvimento e, por isso, temos, também, desenvolvido vários trabalhos em Angola, Moçambique, São Tomé.

 

É já grande a lista de trabalhos desenvolvidos pela ATES …

Sim, temos várias ofertas formativas pós-graduadas nas áreas da gestão das organizações, gestão de projetos, desenvolvimento local e direitos humanos. Por exemplo, na área da gestão das organizações de Economia Social, temos uma pós-graduação que já vai na sua 14ª edição. Para além disto, vamos desenvolvendo investigação e fazendo muito, muito trabalho de proximidade com as organizações sociais através da realização de avaliação de projetos de impacto ou de apoio à geração de novos projetos. No trabalho que temos desenvolvido, temos visto nascer uma série de projetos que querem resolver problemas sociais. O reforço de competências e a tentativa de gerar novos projetos tem sido muito rico.

 

Lidera na ATES a área relacionada com a transparência e prestação de contas nas organizações de Economia Social. Qual é a pertinência do tema?

É um tema relativamente recente. Em Portugal terá, talvez, 10 anos de debate. A ATES tem sido pioneira nesta área. Já conseguimos fazer uma série de coisas, como estudos, publicações, workshops ou cursos mais longos. Destaco, pela sua relevância, a construção de um mecanismo de autodiagnóstico que ajuda as organizações a perceberem como é que estão as suas práticas de transparência. É um tema que precisa ainda muito de ser falado. É preciso discutir as questões da transparência, da ética, da prestação de contas, da divulgação de resultados. As boas práticas da prestação de contas e da transparência são, sem dúvida, um dos grandes desafios da Economia Social. Não acho, propriamente, que as organizações não sejam transparentes, mas as suas práticas ainda são muito pouco estruturadas, organizadas, profissionalizadas e até conscientes.

 

“O cariz social é central na identidade da Universidade Católica.”

 

O trabalho que a ATES realiza implica um grande trabalho de terreno …

Sim, o trabalho de campo caracteriza transversalmente toda a equipa da ATES. No fundo, a equipa da ATES caracteriza-se bastante por pessoas que combinam uma formação académica, avançada e bem preparada, mas, também, e a experiência no terreno. Grande parte das pessoas já foram técnicos ou dirigentes de organizações sociais. É muito importante este conhecimento aprofundado da realidade social. Se não formos para dentro das organizações para percebermos exatamente quais são os seus problemas, não as vamos conseguir ajudar. O mesmo se passa com a nossa comunidade beneficiária. Temos de conhecer a sua realidade e problemas, para conseguirmos construir soluções eficazes. É preciso olhar a partir de dentro.

 

Leciona a disciplina opcional de Economia Social na Católica Porto Business School. Os estudantes estão despertos para o tema?  

É uma disciplina que tem sempre muita procura. Aqui na Católica não me surpreende, porque o cariz social é central na identidade da Universidade. Formamos os nossos estudantes nesta dimensão humanista e, por isso, é grande a probabilidade de se sentirem chamados e atraídos para os temas que implicam a ação e transformação social. Os estudantes da Católica adquirem, de forma especial, esta sensibilidade. 

 

Considera que as organizações do setor da Economia Social estão hoje mais abertas a transformações?

Sem dúvida. É um mundo em atualização, as organizações estão ávidas por profissionalizar a sua gestão, por digitalizar as suas operações, por colaborar também estrategicamente com outros, por avaliar, comunicar e rejuvenescer.

 

Que pessoas são uma inspiração para si?

Profissionalmente, o Professor Américo Mendes é uma grande inspiração. Pelo seu conhecimento profundo da área da Economia, mas também da área da Economia Social. Pela forma extraordinária como combina o cuidado pelo outro com um grande sentido de missão que coloca em tudo o que faz. É uma inspiração por tudo o que tem feito pela visibilidade deste setor na sociedade portuguesa. Num plano mais pessoal, quem mais me inspira é a minha filha, pela maneira como geriu uma situação de saúde muito delicada, com uma capacidade de aceitação extraordinária de fim de vida, sem que isso tenha significado em algum momento acomodação. Essencialmente, porque viveu os seus 18 anos com muita intensidade, mesmo sabendo que não lhe ia ser possível viver até aos 80 anos.

 

O que gosta de fazer nos seus tempos livres?

O meu mais recente hobby é a jardinagem. Tenho o privilégio de ter um espaço fora do Porto que me permite explorar a jardinagem e a natureza. A jardinagem é uma metáfora espetacular para a vida. Respeitar os tempos, o crescimento lento, as estações, a natureza, mas, ao mesmo tempo, também temos a capacidade de interferir de alguma maneira, podando, retirando ervas daninhas. Cuidar e fazer crescer. Na jardinagem, sinto-me terapeuticamente rejuvenescido.

 

O que é que o move?

Sinto-me chamado a viver o Reino de Deus todos os dias. O Reino de Deus vai acontecendo todos os dias aqui na Terra.

 

22-02-2024

ACNUR Portugal distingue Universidade Católica Portuguesa

A Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) reconheceu a Universidade Católica Portuguesa (UCP) pelo seu contributo e colaboração “por um mundo com mais oportunidades para os milhões de pessoas forçadas a fugir.”

O diploma de reconhecimento destaca a colaboração da Universidade, “para a melhor compreensão da realidade das pessoas obrigadas a fugir e do trabalho” realizado pela ACNUR, ao longo do ano de 2023. Entre as atividades desenvolvidas destaca-se o Programa de Bolsas de Estudo da Universidade Católica para Refugiados, que decorre pelo 3.º ano concecutivo, com candidaturas até dia 29 de fevereiro.

A par deste programa, a Universidade Católica dinamizou ainda o Workshop: "Refugiados e Ação Climática", em parceria com a ACNUR, com o objetivo de consciencializar para a questão da deslocação forçada pelo clima e os refugiados climáticos. Graças à Iniciativa de Apoio a Estudantes e Investigadores Refugiados, coordernada por Inês Espada Vieira, docente da UCP, os estudantes refugiados tiveram ainda a oportunidade de visitar a Assembleia da República, e conhecer os deputados Hugo Carneiro, docente da Católica, e Romualda Fernandes.

"É com enorme orgulho que recebemos este diploma da ACNUR, que reconhece o nosso compromisso com a causa dos refugiados", comenta Rita Paiva e Pona, Assessora da Reitoria para a Responsabilidade Social da UCP e Coordenadora do Gabinete de Responsabilidade Social.

Para a Assessora da Universidade Católica, o reconhecimento é simultaneamente um "incentivo para a UCP continuar o seu trabalho de sensibilização, um símbolo da responsabilidade enquanto Universidade, e da esperança num futuro mais humano e fraterno para todos.”

A distinção recebida assinala o compromisso da UCP com o trabalho da agência das Nações Unidas e destaca a instituição e todos os participantes como “agentes da mudança”.

Agradecendo a colaboração da Universidade e de toda a comunidade académica, a ACNUR sublinha como as atividades desenvolvidas “contribuíram para a dignidade de pessoas obrigadas a fugir e de refugiados de quem conheceram a história e reconheceram a humanidade.”

20-02-2024

Elementis e Universidade Católica estabelecem parceria para desenvolvimento de inovações químicas sustentáveis no Porto

No dia 16 de fevereiro realizou-se o evento de lançamento da recente parceria na área da química sustentável e formação entre o Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e a Elementis, empresa internacional que opera no setor químico.

“Estamos aqui para criar a próxima geração de académicos e investigadores, que irão trabalhar na interseção entre a academia e o mundo empresarial," referiu Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, acrescentando: “Honramos a inquietação que esta visão nos traz: trabalhar sempre na vanguarda, em prol do progresso, do conhecimento, irmos onde ninguém foi e atrever-nos a sair da nossa zona de conforto ao trabalhar com empresas, a criar novos produtos e a criar valor para o país e para o mundo.”

“Esta parceria é uma oportunidade importante para em conjunto trabalharmos na formação de recursos humanos altamente qualificados em ambiente de investigação, mas também para desenvolvermos novos produtos na área da química sustentável,” destacou Manuela Pintado, diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. “Como centro de investigação e laboratório associado, cuja missão é também a transferência de conhecimento e o impacto na sociedade, é essencial desenvolvermos parcerias estratégicas como esta que nos permitem alavancar a ciência que produzimos,” concluiu.

O grupo Elementis, com sede em Londres, anunciou recentemente que vai investir até três milhões de euros no seu primeiro centro global de excelência e laboratório de investigação e desenvolvimento (I&D) no país, que vai abrir no segundo semestre de 2024, no Porto. “Estamos muito entusiasmados com a nossa parceria com a UCP e reconhecemos o enorme potencial que ela possui. Através desta colaboração, iremos combinar a nossa experiência em formulação com a tecnologia avançada e capacidades analíticas do Centro de Biotecnologia e Química Fina, para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis aos mercados que servimos”, explicou Joe Lupia, vice-presidente senior de Investigação & Desenvolvimento da Elementis. “Temos a ambição de lançar 50 novos produtos até 2026, objetivo para o qual este centro de investigação e desenvolvimento no Porto terá um papel crucial, e por isso se torna tão importante estabelecer parcerias que possam enriquecer os nossos esforços,” finalizou.

Sobre este investimento e sobre a criação do hub no Porto, Ricardo Valente, vereador da economia, emprego e empreendedorismo da Câmara Municipal do Porto, destacou que “é muito bom constatar que podemos competir num mundo global.

A parceria entre a Universidade Católica Portuguesa e a Elementis assenta: no suporte e atração de talentos; na formação; na partilha de melhores práticas; na utilização da infraestruturas e equipamentos do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF); na colaboração para inovação nos segmentos de Cuidados Pessoais e Especialidades de Desempenho; e em oportunidades de estágio para estudantes.

Na assinatura do protocolo, que decorreu a 16 de fevereiro no Auditório Arménio Miranda, estiveram presentes Isabel Capeloa Gil (reitora da Universidade Católica Portuguesa), Isabel Braga da Cruz (pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa), Paula Castro (diretora da Escola Superior de Biotecnologia), Manuela Pintado (diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina), Joe Lupia (vice-presidente sénior de Investigação & Desenvolvimento da Elementis), Chris Shepherd (Chief Human Resources Officer da Elementis), Ricardo Valente (vereador da economia, emprego e empreendedorismo da Câmara Municipal do Porto), entre outros convidados.

19-02-2024

Católica Porto Business School integra projeto da Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos

A parceria entre as duas instituições surge através do CEGEA – Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada da Católica Porto Business School. O acordo foi anunciado no final de janeiro, numa sessão pública que contou com a presença do diretor executivo do CEGEA, Vasco Rodrigues. “Nesta fase inicial, o projeto implica a realização de dois boletins semestrais de conjuntura, até ao final de 2024, com uma edição já em março e outra em setembro”, começa por referir.

A tomada de decisão é um tema cada vez mais premente em gestão, pelo crescente volume de dados disponíveis e pela importância que tem de ser dada ao seu tratamento. “O CEGEA vem dar à Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP) consultoria numa área cuja relevância é inegável, o domínio da informação de apoio à decisão”, explica Vasco Rodrigues.

Para o diretor executivo do CEGEA, há dois objetivos neste projeto: “primeiro, permite que a direção da APIP tenha uma perceção mais objetiva sobre a situação da sua indústria, bem como uma atuação mais fundamentada. Segundo, o boletim proporciona às próprias empresas do setor dos plásticos informação atualizada, muito útil para a definição das suas estratégias”.

O documento semestral vai incluir informação sobre a evolução da situação das empresas, obtida por inquérito, em temas como a produção, os preços, o emprego e as principais dificuldades enfrentadas. Para além do mercado interno, Vasco Rodrigues salienta que “também vai ser incluída informação estatística sobre o comércio externo de plástico, recolhida junto do Eurostat”.

O projeto com a APIP está a ser desenvolvido pelo próprio Vasco Rodrigues e por Filipa Cunha Mota, também investigadora do CEGEA. “Isto vem no seguimento do trabalho que desenvolvemos há vários anos, em questões ligadas à tomada de decisão, em setores nucleares da indústria portuguesa como o calçado, com a APPICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos), e a cortiça, com a APCOR (Associação Portuguesa da Cortiça)”.

19-02-2024

Católica in Porto Hosts Sustainable Welcome Event for International Mobility Students

15-02-2024

Alumna da Escola de Enfermagem sagra-se vice-campeã de Atletismo Universitário em Pista Coberta

Bárbara Medeiros, alumna da Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem – Escola de Enfermagem da Universidade Católica no Porto, conquistou o segundo lugar do pódio em atletismo universitário (pista coberta de 400 metros),

 “O título deste ano foi muito gratificante para mim, todos são, mas este em especial”, explica Bárbara Medeiros. “Foi o último semestre da minha Licenciatura em Enfermagem, que coincidiu com o estágio mais exigente do curso, o que tornou a minha vida atlética mais complicada. Mas mesmo assim, fui capaz de ser vice-campeã nacional universitária. Soube-me a vitória.”

Bárbara Medeiros representou a Universidade Católica no Porto no Campeonato Nacional Universitário de Atletismo em Pista coberta na Expocentro de Pombal, entre 3 e 4 de fevereiro.

Sobre a conciliação entre a sua formação e o sonho de ser atleta de alta competição, a alumna sublinha que “ajudou bastante toda a ajuda da universidade e dos professores, perante o meu estatuto de Estudante-Atleta”. Sobre o próximo passo? “Tenho o sonho de ir aos Jogos Olímpicos e tenciono alcançá-lo, nunca esquecendo a enfermagem, que é uma profissão que me diz muito.”

15-02-2024

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