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Novidades

Católica volta a abrir candidaturas para programa de bolsas para refugiados

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A Universidade Católica Portuguesa abre candidaturas ao programa de atribuição de bolsas para refugiados pelo terceiro ano consecutivo. Até 29 de fevereiro, estudantes em situação de emergência humanitária, com documento que comprove a situação, podem candidatar-se a este programa. 

Ao abrigo do programa, serão abertas 14 vagas para cursos de licenciatura e de mestrado em Lisboa, Porto, Braga e Viseu, com isenção de propinas.

Uma das beneficiárias desta iniciativa é Elizabeth Anuoluwapo Odutolu, estudante do Instituto de Gestão e das Organizações da Saúde, na Católica, em Viseu. Acredita que “o ensino universitário desempenha um papel crucial na aquisição de conhecimento e no desenvolvimento de competências dos indivíduos” ao proporcionar “uma plataforma para o crescimento intelectual, o pensamento crítico e a aquisição de conhecimento especializado numa determinada área de estudo”.

Sobre a importância deste programa, a estudante de Gestão acrescenta que “a Universidade Católica desempenha um papel vital na construção do futuro dos seus alunos, alimentando a sua curiosidade intelectual e preparando-os para contribuírem para a sociedade”.

Para efetuar a candidatura a este programa, os candidatos deverão seguir os seguintes passos:

 - Documento que comprove a situação de emergência humanitária;

 - Documento de identificação;

 - Certificado de conclusão do ensino secundário e exames finais, traduzido em língua portuguesa ou inglesa;

 - Curriculum Vitae;

 - Carta de motivação em português ou em inglês;

 - Caso já tenha frequentado o ensino superior: certidão de unidades curriculares realizadas, traduzida para português e inglês.

Realizar a candidatura através do respetivo link, até ao dia 29 de fevereiro:

 - Link de Candidatura Geral

 - Link de Candidatura para a Faculdade de Medicina

Os resultados das candidaturas serão divulgados no dia 11 de abril.

Este programa surge no âmbito do esforço nacional de acolhimento e integração dos refugiados e dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pelas Nações Unidas. "A Iniciativa de Apoio a Estudantes Refugiados foi reconhecida como uma Boa Prática pelo Global Compact on Refugees.

Candidate-se ao seu futuro na Católica!

 


 

Open applications for Católica's refugee scholarship programme

Applications to the refugee scholarship programme at Universidade Católica Portuguesa are open until February 29, 2024. This programme is intended for students in a humanitarian emergency, with documentation proving the situation.

Under the programme, 14 vacancies will be open for bachelor's and master's degree programmes in Lisboa, Porto, Braga and Viseu, with exemption of tuition fees. 

One of the beneficiaries of this initiative is Elizabeth Anuoluwapo Odutolu, a student at the Institute of Management and Health Organisations at Católica Viseu. She believes that "university education plays a crucial role in shaping individuals' knowledge, skills, and personal development by providing "a platform for intellectual growth, critical thinking, and the acquisition of specialized knowledge in a particular field of study".

On the importance of this programme, the management student adds that "Universidade Católica plays a vital role in shaping the future of its students, nurturing their intellectual curiosity, and preparing them to contribute to society".

To apply for this programme, applicants should follow the following steps:

  • Check the list of degrees with vacancies in this programme;
  • Learn more about the bachelor and master programmes of the Universidade Católica Portuguesa to choose the one for which they will apply;
  • Prepare the following documents:

 - Document that proves the situation of humanitarian emergency;

 - Identification document;

 - Certificate of completion of secondary education and final exams, translated into Portuguese or English;

 - Curriculum Vitae;

 - Motivation Letter in Portuguese or English;

 - If you have already attended higher education: certificate of course units taken, translated into Portuguese and English.

  • The application should be made by February 29, through the links below:

 - Link de Candidatura Geral

 - Link de Candidatura para a Faculdade de Medicina

The results of the applications will be announced on April 11.

This programme is part of the national effort to welcome and integrate refugees and of the 17 Sustainable Development Goals (SDGs) proposed by the United Nations. The Refugee Student Support Initiative has been recognised as a Good Practice by the Global Compact on Refugees.

 

Apply for your future at Católica!

07-02-2024

Bibliotecas da UCP organizam Ciclo formativo “Sínteses de evidência nas Ciências Saúde: recursos e ferramentas”

As Bibliotecas da Universidade Católica organizam um ciclo formativo, constituído por quatro iniciativas, onde serão abordados diversos tópicos relacionados com o desenvolvimento de trabalhos de síntese de evidência na área das Ciências da Saúde, entre os quais a metodologia do Joanna Briggs Institute, as guidelines e ferramentas PRISMA, a pesquisa sistemática em bases de dados, a gestão das fontes de informação e a publicação.

Este ciclo formativo será aberto a todos os interessados, não existindo inscrições prévias ou limite de participantes, bastando aceder através dos links de cada sessão.

Sínteses de evidência: noções introdutórias | 14 de fevereiro, 15h00-16h30

  • Metodologia Joanna Briggs Institute;
  • PRISMA 2020 e outras ferramentas e guidelines;
  • Registo do protocolo: Prospero e Open Science FrameworK;
  • Descritores de pesquisa: MeSH, CINAHL e APA.

Link da sessão

 

Pesquisa sistemática | 21 de fevereiro, 15h00-16h30

  • Pesquisa avançada e ferramentas de pesquisa na PubMed, EBSCO Host e Cochrane Library.

Link da sessão

 

Gestão de fontes de informação |28 de fevereiro, 15h00-16h30

  • Ferramentas específicas para o processo de seleção de fontes: Rayyan;
  • Gestão de referências bibliográficas: Zotero.

Link da sessão

 

Onde publicar? | 6 de março, 15h00-16h30

  • Métricas associadas às revistas científicas;
  • Seleção de revistas com impacto na Scopus e Web of Science.

Link da sessão

 

Para mais informações, consulte o Portal das Bibliotecas UCP ou o Portal de Formação de Utilizadores.

Também poderá entrar em contacto com a equipa de formação das Bibliotecas da UCP através do endereço eletrónico: formacao.bibliotecas@ucp.pt

06-02-2024

legumES: o projeto de investigação que desafia o cultivo de leguminosas e a monitorização do impacto no ecossistema

E se cultivasse leguminosas em casa e com isso ajudasse a alcançar sistemas alimentares mais sustentáveis? E se as leguminosas selvagens ajudassem a melhorar o impacto das utilizações do solo? São provocações do projeto legumES, um projeto de investigação e inovação coordenado cientificamente por Pietro Iannetta, do James Hutton Institute, através da sua nomeação conjunta como Professor Assistente da Universidade Católica Portuguesa e "Invited Senior Scientist" no Grupo de Investigação PlanTech do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), da Escola Superior de Biotecnologia, da UCP - Porto.

Pietro Ianneta explica que “o projeto não desafia apenas a forma como as leguminosas são cultivadas, mas, também, a forma como monitorizamos e respondemos aos impactos da gestão (comportamento humano) no ecossistema e nos sistemas alimentares em geral, uma vez que estes precisam de funcionar melhor do que funcionam atualmente, dadas as pressões das alterações climáticas, a perda de biodiversidade e a erosão da cultura da boa alimentação.”

O projeto, que acaba de iniciar o seu percurso de investigação e inovação, tem como grande objetivo validar os benefícios das leguminosas para o ecossistema, isto é, dar resposta à necessidade urgente de validar e quantificar os "benefícios dos serviços ecossistémicos" oferecidos pelas leguminosas.

Com a duração de quatro anos, recebeu um financiamento de 6,2 milhões de euros pela Comissão Europeia e pelos governos da Suíça e do Reino Unido. É levado a cabo por um consórcio multidisciplinar de 22 parceiros, de 12 países da UE, mais a Suíça e o Reino Unido. A parceria engloba organizações de investigação e tecnologia, micro, pequenas e médias empresas, grandes empresas e organizações não governamentais, e este complemento reflete o desafio multidimensional que se coloca.

 

Os "benefícios dos serviços ecossistémicos" das leguminosas

O que são os “benefícios dos serviços ecossistémicos”? Trata-se das funções baseadas nos ecossistemas que, direta ou indiretamente, ajudam a garantir o bem-estar dos organismos e, por conseguinte, do ambiente de que dependem. Estes serviços ou benefícios costumam ser classificados em quatro grandes tipos – abastecimento, regulação, cultura e apoio. Os benefícios incluem disposições críticas como a alimentação, a água potável, o bom estado dos solos e o bom funcionamento dos habitats naturais que sustentam a biodiversidade. Como tal, a quantificação e validação destes benefícios é extremamente importante devido à ameaça existencial colocada pelas alterações climáticas e pela degradação ambiental. Neste contexto de "proteção da vida", as leguminosas são um grupo de plantas extremamente importante em ambientes naturais e cultivados, mas continuam a ser subutilizadas em toda a Europa.

Para tentar ajudar a potenciar uma gestão mais eficaz das leguminosas silvestres e a utilização das leguminosas cultivadas, o projeto legumES adopta abordagens de "investigação cooperativa" e de "co-criação de conhecimentos" - envolvendo agricultores, redes de explorações agrícolas e gestores de terras que se ocupam das leguminosas em ambientes agrícolas e naturais. Esta parceria cooperativa ajudará a garantir a identificação, elaboração e adoção das melhores práticas de conservação e cultivo de leguminosas.

Além disso, esta abordagem procura, também, desenvolver e integrar a utilização de novas abordagens e ferramentas para quantificar os benefícios das leguminosas para o ecossistema. Uma vez que tais metodologias e ferramentas são também de interesse para os gestores de terras e agricultores; embora também apelem a todos os intervenientes da cadeia de valor que procuram evidenciar o seu papel na garantia de ecossistemas mais sustentáveis e resilientes.

 

Nível muito baixo de cultivo e consumo de leguminosas na Europa

Pietro Iannetta, coordenador do projeto, sublinhou que "em toda a Europa, vivemos uma situação em que temos de regressar aos níveis históricos de cultivo de leguminosas se quisermos avançar e enfrentar os grandes desafios que a civilização enfrenta".

Em muitas culturas alimentares em todo o mundo, as leguminosas cultivadas e silvestres têm historicamente fornecido alimentos ricos em nutrientes como uma importante fonte de sustento para os seres humanos e animais e contribuem, também, para garantir o bem-estar contínuo da terra em que crescem. No entanto, o nível de cultivo e consumo de leguminosas na Europa continua muito abaixo dos limiares mínimos necessários para otimizar a produção sustentável e para ajudar a cumprir as orientações dietéticas recomendadas.

Embora a produção e o consumo de alimentos à base de grãos de leguminosas possam estar a aumentar lentamente, é muito menos provável que esses alimentos sejam derivados de leguminosas cultivadas dentro ou perto das regiões onde são consumidas. A elevada dependência de grãos de leguminosas importados significa que os benefícios multiambientais e socioeconómicos das leguminosas são perdidos.

Marta Vasconcelos, investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina e com um currículo vasto no campo das leguminosas, acrescentou que "o apoio a uma agricultura mais sustentável está a mudar para um modelo de 'dinheiro público para bens públicos', o que significa que se procuram benefícios para a função do ecossistema”. “A dimensão exata dos potenciais benefícios oferecidos pelas leguminosas continua por validar e quantificar em termos sociais, ambientais e económicos. Não se trata de uma tarefa simples, uma vez que os benefícios são acumulados e equilibrados em escalas que vão desde o campo e a exploração agrícola até aos níveis regional e nacional, e assim internacionalmente. O projeto legumES analisa as opções de baixo para cima e de cima para baixo, desde os agricultores e as redes de explorações agrícolas até à governação empresarial e às políticas governamentais, respetivamente”, acrescenta.

 

Um encontro com mais de 60 pessoas de 12 países

Mais de 60 pessoas de 12 países, estiveram reunidas na Universidade Católica Portuguesa no Porto para discutir o legumES e planear a melhor forma de testar como as leguminosas cultivadas em casa podem ajudar a alcançar sistemas alimentares mais sustentáveis e como as leguminosas selvagens podem ajudar a melhorar o impacto das utilizações do solo. Para além do planeamento administrativo para o projeto de 4 anos, foram realizados workshops para determinar quais os serviços ecossistémicos mais importantes a focar.

Pietro Iannetta explica que “a sustentabilidade se transformou na linguagem do marketing moderno e não é de admirar que o mesmo aconteça com os géneros alimentares à base de plantas e, geralmente, de leguminosas. No entanto, é importante que tenhamos as ferramentas, os métodos e as pessoas para valorizar essas afirmações. O legumES ajudará a construir as comunidades necessárias e equipará essas comunidades para validar e equilibrar os vários benefícios oferecidos numa "abordagem de saúde única" - ou seja, optimizada para si e para o planeta.”

 

01-02-2024

FEP fortalece laços internacionais com a visita da Pró-Reitora da Universidade de Maryland Baltimore County

Jane Rutledge, pró-reitora e diretora da Escola de Pós-Graduação da Universidade de Maryland Baltimore County (UMBC), esteve de visita à Universidade Católica Portuguesa (UCP), no Porto, no dia 19 de janeiro, onde incluiu uma passagem pela Faculdade de Educação e Psicologia (FEP).

Segundo Patrícia Oliveira-Silva, membro da direção da FEP para a Investigação, Transferência de Conhecimento e Internacionalização, “a visita de Jane Rutledge marca um passo significativo no reforço dos laços académicos e de investigação entre a FEP e a UMBC”.

A visita teve o objetivo de explorar opções de mobilidade para os estudantes da UMBC, estando perfeitamente alinhada com o compromisso da FEP em oferecer oportunidades abrangentes e globais para estudantes internacionais que desejem frequentar programas de formação na faculdade.

Durante a visita à UCP, Jane Rutledge reuniu com representantes da FEP, da Católica Porto Business School (CPBS) e da Escola Superior de Biotecnologia (ESB).

Patrícia Oliveira-Silva fala sobre a importância desta visita: “o encontro presencial com os nossos parceiros internacionais tem um poder inegável. Encaro cada encontro com os nossos parceiros como uma oportunidade preciosa para estabelecer colaborações mais fortes. Quando pensamos em internacionalização, pensa-se frequentemente na definição de uma estratégia ou de um conjunto de objetivos. Nós preferimos pensar numa viagem que ajuda a cultivar e a aprofundar a relação com os nossos parceiros internacionais”.

 

Mentalidade aberta e adaptável para abraçar com entusiamo culturas diversas

Um dos principais objetivos do Plano de Desenvolvimento Estratégico da FEP para a Internacionalização consiste na criação de uma mentalidade aberta e adaptável entre a comunidade para acolher e abraçar com entusiasmo culturas diversas.

“O acolhimento dos nossos parceiros no nosso Campus favorece, em grande medida, a promoção desta mentalidade, uma vez que contribui para a construção de uma relação de confiança e de respeito mútuo, essenciais para a manutenção de parcerias internacionais de longo prazo”, refere a docente da FEP.

“O nosso compromisso com a internacionalização é um compromisso com o futuro - um futuro onde a educação não tem fronteiras, remata.

31-01-2024

Olimpíadas da Sustentabilidade do HNL: um encontro entre as neurociências e a consciência ambiental

O Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) organizou a 1ª edição das “Olimpíadas da Sustentabilidade”, uma competição amigável, direcionada a estudantes da Universidade Católica Portuguesa (UCP), no Porto.

Desenvolvida com o objetivo de promover a educação e a consciência ambiental dos estudantes da UCP, a iniciativa teve lugar, no dia 5 de dezembro de 2023, como parte do ambicioso projeto Bioshoes4All - Innovation and empowerment of the footwear industry for a sustainable bioeconomy, do qual o HNL faz parte, e que pretende promover a transição da indústria do calçado para a bioeconomia e a economia circular.

No âmbito das “Olimpíadas da Sustentabilidade”, o HNL lançou o convite a todos os estudantes da UCP para participarem numa competição amigável, em formato “Pub Quiz”.

Foram selecionados 20 alunos para participarem na competição. Cada estudante integrou uma equipa que tinha como desafio demonstrar os seus conhecimentos em matéria de sustentabilidade para a indústria do calçado.

A equipa vencedora foi a BioPower, composta por estudantes da Escola Superior de Biotecnologia, que acertou em 27 das 29 perguntas do “Pub Quiz”.

Patrícia Oliveira-Silva, diretora do HNL e membro da Direção da Faculdade de Educação e Psicologia (FEP), explica que "para incentivar os nossos estudantes a envolverem-se com a temática da sustentabilidade, necessitamos de aprender com as suas ideias frescas e inovadoras. Este é o cerne da compreensão do comportamento humano. É aí que as neurociências e a consciência ambiental se encontram”.

 

Educar e inspirar para a sustentabilidade

As “Olimpíadas da Sustentabilidade” pretenderam não só educar os estudantes para a temática, mas também inspirá-los. O evento foi pensado para ser, em simultâneo, uma competição e uma plataforma de aprendizagem, permitindo aos alunos trocar ideias e expandir os seus pontos de vista sobre práticas sustentáveis. Ao mesmo tempo, tinha como finalidade enfatizar o papel crucial da nova geração de estudantes na criação de um futuro mais sustentável para a indústria do calçado, fazendo assim a ponte com o projeto Bioshoes4All.

Patrícia Batista, docente e investigadora na FEP, e a responsável pela conceção do evento, afirma: “A criatividade demonstrada pelos alunos nas Olimpíadas da Sustentabilidade excedeu as nossas expectativas, demonstrando o empenho da próxima geração quando é convidada a sentar-se à mesa para discutir questões importantes. O evento também mostra claramente como a consciência ambiental pode ser integrada em iniciativas educativas”.

A docente e investigadora acrescenta igualmente que a ambição do HNL vai para além deste evento. “Pretendemos organizar muitas outras iniciativas que possam incentivar um diálogo contínuo e motivar a ação em matéria de sustentabilidade na nossa comunidade.", refere.

Pedro Ribeiro, outro membro do HNL e parte do comité executivo das “Olimpíadas da Sustentabilidade”, onde foi responsável pelos desafios logísticos, partilhou também a sua visão sobre esta experiência: "No HNL, um dos nossos principais objetivos é a educação e a aplicação do conhecimento científico à sociedade. Atividades como as Olimpíadas da Sustentabilidade permitem-nos fazer exatamente isso e partilhar conhecimentos de uma forma que sabemos ser empolgante e cativante. É por isso que estou tão feliz por sermos parceiros do projeto BioShoes4All”.

Por último, Ana Moreno, também membro do HNL e do comité executivo das Olimpíadas, e responsável por apoiar o desenvolvimento das perguntas do “Pub Quiz”, afirmou: “O meu principal objetivo era ir mais longe do que o formato tradicional de perguntas e respostas e criar uma experiência em que a aprendizagem sobre a sustentabilidade se tornasse uma experiência envolvente e estimulante para todos os participantes. Penso que as perguntas não eram apenas desafios. Tentámos transformá-las em convites para os estudantes explorarem e abraçarem a sustentabilidade no setor do calçado”.

“Esperamos que, ao encorajar o pensamento crítico sobre a sustentabilidade neste setor específico, estejamos a formar uma geração capaz de fazer escolhas sustentáveis no futuro", acrescenta a investigadora que procurou desafiar os participantes na competição a pensarem de forma crítica sobre questões de sustentabilidade no mundo real.

 

Sobre o Bioshoes4All

O projeto Bioshoes4All - Innovation and empowerment of the footwear industry for a sustainable bioeconomy, orçamentado em cerca de 80 milhões de euros, representa uma parceria estratégica entre a Escola Superior de Biotecnologia da UCP e o HNL e tem como parceiros a APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos, e o Centro Tecnológico do Calçado de Portugal (CTCP).

O projeto visa promover a transição da indústria do calçado para a bioeconomia e a economia circular sustentável. O HNL assume o papel de contribuir com a sua linha de investigação sobre os correlatos neurais do comportamento do consumidor.

Patrícia Oliveira-Silva salienta o impacto do projeto: "O âmbito do Bioshoes4All vai para além da mera produção de sapatos ecológicos; representa um movimento em direção a um modo de vida mais sustentável, tendo um impacto significativo, tanto na indústria do calçado como nos compradores".

A docente destaca a importância da colaboração interdisciplinar presente neste projeto: "A parceria entre as neurociências, a ciência ambiental e a indústria do calçado no Bioshoes4All exemplifica o poder das colaborações interdisciplinares na abordagem dos desafios globais. As neurociências não se limitam a compreender o cérebro; trata-se de aplicar o conhecimento adquirido nessa área para criar um mundo mais consciente e sustentável".

O Bioshoes4All iniciou em maio de 2022 e estende-se até 31 de dezembro de 2025.

31-01-2024

Católica atribui Doutoramento Honoris Causa a Rui Chafes

No contexto da celebração dos 25 anos da Escola das Artes, o escultor Rui Chafes (Lisboa, 1966) será distinguido com o grau de doutor Honoris Causa na Sessão Solene do Dia Nacional da UCP 2024, a 1 de fevereiro, em reconhecimento do seu notável percurso no panorama artístico nacional e internacional.

Na cerimónia, que decorre às 16h00, no Auditório Cardeal Medeiros da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa será, ainda, atribuído o grau de doutor Honoris Causa a Helen Alford, OP.

Prémio Pessoa em 2015, Rui Chafes é um nome consagrado no circuito nacional e internacional de Arte Contemporânea, expondo com regularidade desde os anos 80. A sua obra, de grande depuramento formal e fortemente auto-reflexiva sobre a arte e o objeto artístico, pauta-se  por frequentes referências às temáticas e à estética do romantismo alemão, interesse que tem explorado ainda através do exercício de tradução de Novalis, um dos seus autores favoritos, e que frequentemente interpela os seus trabalhos. Expôs individualmente em importantes instituições e eventos, como Museu de Serralves, Bienal de São Paulo, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Colecção Berardo, S.M.A.K, Folkwang Museum, Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center, Fondazione Volume!, Fundação Eva Klabin ou Hara Museum.

Foi distinguido com inúmeros prémios, dos quais se destacam: Prémio AICA de Artes Visuais (2022), Prémio Pessoa (2015), Grã-Cruz da Ordem Pro Mérito Melitense da Ordem Soberana Militar de Malta (2014), Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (2014), Gran Premio A.E.C.A. / ARCO, Madrid (2012), Prémio de Escultura Robert-Jacobsen, atribuído pela Stiftung Würth, Alemanha (2004).

Rui Chafes marcou presença na Escola das Artes em 2021, com um ciclo de conversas com o poeta, cronista e crítico literário Pedro Mexia, intitulado Palavra, Ferro e Fogo - A Partir da Obra de Rui Chafes. Este ciclo foi organizado no contexto da exposição Studentato – uma parceria entre Fundação de Serralves, a Federação Académica do Porto e a Universidade Católica Portuguesa –, presente no campus UCP com a escultura de Rui Chafes, Secreta Soberania (Até que chegue o nosso doce reencontro) e Secreta Soberania (Quando te vejo o mundo à nossa volta deixa, por momentos, de existir).

Assista aqui a alguns vídeos deste ciclo:

Conversa entre Pedro Mexia e Rui Chafes

 

Conversa entre Rosa Maria Martelo e Rui Chafes

 

30-01-2024

O que é a Educação Ambiental? “É a oportunidade de aprender com a Natureza”

Vamos “aprender com a Natureza”? A 26 de janeiro, celebra-se o Dia Mundial da Educação Ambiental. A comemoração realiza-se desde a Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente em Estocolmo, na Suécia, em 1972, e pretende sensibilizar, alertar e consciencializar para a importância da construção de um futuro mais sustentável, reforçando o papel fulcral que a educação desempenha no processo de transformação e de mudança de comportamentos.

Margarida Silva, docente da Escola Superior de Biotecnologia, da Universidade Católica Portuguesa no Porto, destaca o papel dos jovens no combate às alterações climáticas e partilha que a prioridade ambiental faz parte da identidade da Faculdade.

 

O que é a Educação Ambiental?

É a oportunidade de aprender com a Natureza.

Qual o maior desafio da Educação ambiental?

Contribuir para a sobrevivência às alterações climáticas.

Que sinais positivos é que já se têm revelado nesta temática?

A luta pelo nosso futuro climático está a ser liderada pela juventude. Isso é o melhor sinal de que as coisas só podem mudar para melhor com o passar do tempo.

De que forma é que a Educação Ambiental integra a identidade da Escola Superior de Biotecnologia?

Na ESB a prioridade ambiental é o contexto em que tudo o resto decorre. Faz parte do nosso DNA, enquadra e fundamenta cada decisão estratégica e serve também de termómetro para avaliar os resultados no ensino, na administração e na investigação.

26-01-2024

Marta Mendonça: “quero intervencionar objetos dos quatro cantos do mundo” | Dia do Conservador-Restaurador

Com uma enorme paixão por História e Arte, Marta Mendonça “sabia que algo nas Artes” a chamava, mas não tinha a certeza do quê. Hoje, aos 20 anos, conta-nos que foi na Conservação e Restauro que encontrou a resposta.

“Comecei a pesquisar sobre a área, vi e revi inúmeros vídeos de intervenções, quase compulsivamente,” confessa a finalista da licenciatura em Arte, Conservação e Restauro da Católica, no Porto. Foi assim que descobriu “um mundo especial, perfeito, e do qual queria fazer parte.”

Para a futura conservadora-restauradora, “a Arte, em todas as suas formas, foi, e é, um registo da evolução do Homem”. Acredita que “cabe aos profissionais preservar essa identidade coletiva e zelar pela longevidade de determinados objetos, que são marcas de certas culturas e cronologias.”

Decidida a fazer parte deste mundo e dedicada a esta missão, Marta escolheu o curso de Conservação e Restauro na Universidade Católica devido ao equilíbrio teórico-prático e porque “pareceu ser a melhor opção, desde o plano de estudos, ao tempo de contacto direto com a obra artística, que em muito ajuda na formação do conservador-restaurador.”

Após conversar com a coordenadora da licenciatura, Carla Felizardo, no Open Day da Escola das Artes, “não havia quaisquer dúvidas”, e candidatou-se unicamente ao curso na UCP.  “Não poderia ter feito uma escolha melhor. Sinto-me concretizada e verdadeiramente feliz nesta instituição de ensino”, afirma hoje, certa da sua decisão.

Sobre o curso, destaca as “atividades dinamizadas nas Campanhas de Inverno e de Verão, que ensinam verdadeiramente como funciona uma equipa de trabalho,” em contexto profissional, explica a estudante.

Quanto ao futuro e certa de que as ferramentas recolhidas “ao longo dos últimos três anos serão devidamente aplicadas” no mundo que a espera, Marta confessa os seus vários planos: “quero colocar ‘as mãos na massa’, quero poder tocar e trabalhar em várias obras de arte, quero intervencionar objetos dos, e nos, quatro cantos do mundo.”

Mas desses quatro cantos “há um ‘pedaço’ de terra no mediterrâneo, que se chama Itália, que sempre suscitou” o seu interesse. Não fosse esta a casa da peça de arte que mais gostaria de restaurar, caso pudesse escolher qualquer uma no mundo. “Fascinada pelo Renascimento italiano, e pelo trabalho mecenático dos Médici, Florença é guardiã de uma das minhas obras de arte favoritas. Adoraria poder intervencionar A Primavera, de Sandro Botticelli. Há qualquer coisa de especial naquela obra em particular.”

26-01-2024

José Carlos Carvalho: “Mais do que dar respostas, a Teologia coloca questões.”

José Carlos Carvalho tem 55 anos, é natural do Porto e é professor e investigador da Faculdade de Teologia. Em 1987, chega à Católica para a licenciatura em Teologia, tendo prosseguido os estudos nesta área, especializando-se em Teologia Bíblica. O seu percurso de formação passou, também, por Roma e por Jerusalém. A fé faz falta ao mundo? “Se houvesse mais fé, o mundo seria muito melhor.”

 

É licenciado, mestre e doutorado em Teologia. Porquê estudar Teologia?   

Foi em 1987 que entrei para Teologia, tinha 18 anos. Eu tinha muita curiosidade e gosto pela Teologia e muito interesse pela Doutrina Social da Igreja, pela procura das razões da fé. Tinha, também, muita vontade em dialogar para ir à busca de um sentido. A Teologia obriga-nos a pensar profundamente. Durante a minha juventude tive uma vida bastante ativa na minha paróquia e, naturalmente, este gosto pela Teologia também surge por alguma influência de pessoas que foram uma referência para mim, como era o pároco e alguns capelães que serviam na paróquia. Durante o curso, ainda surgiu a possibilidade de seguir a via ministerial e até cheguei a frequentar dois anos de Seminário. Depois, em liberdade, percebi que afinal a minha vocação não era essa.

 

“Ter estado na Terra Santa deu solo ao que eu estava a estudar.”

 

A licenciatura correspondeu à sua expectativa?

Correspondeu pelo conhecimento que me proporcionou, pela capacidade de ler criticamente a realidade da própria Igreja, mas, também, do mundo. Acima de tudo, pela abertura de perspetivas que me abriu ao diálogo com os diferentes saberes.

 

A Teologia é multidisciplinar?

Diria que é interdisciplinar…. A Teologia tem o seu método próprio, mas agrega e dialoga com vários saberes. Para se pensar a Teologia, são precisos conselhos e critérios da Filosofia, conhecimento da Linguística, conhecimento de algumas línguas antigas, o conhecimento da História do pensamento e, também, algumas ciências humanas, como a Psicologia, a Sociologia, a Pedagogia e a Antropologia. Ao refletir sobre a condição humana, a Teologia tem necessariamente de dialogar e receber o contributo destas várias ciências.

 

“Quando eu conheço totalmente, deixa de haver mistério.”

 

A Teologia tem de ser estudada e pensada de forma aberta?

Aberta e arejada! A Teologia na Católica é aberta. Desde logo, porque convive com outras faculdades no mesmo espaço e, por isso, temos uma tendência natural para este diálogo. A boa Teologia é arejada e é isso que mais me fascina. Claro que dentro da Teologia, como em qualquer outra área, acabamos por nos especializar. Mas até essa especialização nos deve obrigar ao diálogo e ao confronto.

 

A que é que a Teologia vem dar resposta?

Mais do que dar respostas, a Teologia coloca questões. A resposta da mundividência cristã é uma resposta global, mas ela vem colocar questões que são, também, colocadas pelas ciências humanas e também pelas ciências mais exatas. Refiro-me à busca de sentido e à ânsia da esperança. A Teologia coloca no centro a humanidade. É um olhar sobre a pessoa humana. A Teologia olha para a pessoa humana com outras ferramentas, que outras áreas de conhecimento não possuem, porque ela é inspirada por uma base da revelação e por um testemunho, que é o testemunho de Jesus.

 

Quem estuda Teologia pode cair no erro de racionalizar demasiado e esquecer a dimensão do mistério?

É o perigo da racionalização absoluta do mistério. Nessa altura, deixa de haver mistério.
Deixa de haver aquela transcendência à qual a pessoa humana aspira. Chamamos a isto a dimensão apofática, isto é, a realidade é sempre maior do que as palavras e é algo que as palavras nunca vão conseguir conceptualizar. Quando eu conheço totalmente, eu deixo de ter mistério.

 

Vem a especializar-se na vertente bíblica.

A Faculdade de Teologia propôs-me um caminho na investigação na área bíblica. Propôs-me ir para Roma estudar esta área, para o Pontifício Instituto Bíblico. Sempre gostei de línguas e para estudar a Bíblia é necessário ter conhecimento de algumas línguas antigas. Foi uma oportunidade única. Fui com um grande espírito de missão, porque ia com a condição de trazer conhecimento nesta área para a faculdade.

 

Dos três anos de estudo em Roma, um semestre foi feito na Terra Santa …

Sim, estive cerca de 8 meses na Universidade Hebraica, em Jerusalém. Estar no terreno onde a Escritura foi sendo composta, redigida e formada dá outra encarnação. Ter estado na Terra Santa deu solo ao que eu estava a estudar. Aquele contacto com a arqueologia bíblica, com o terreno e com a memória é muito importante. Em Roma, também vivi um tempo fundamental. Foi lá que tive contacto com os maiores exegetas e com a investigação de ponta. Tive alguns professores que são verdadeiros monstros nesta área e tive contacto com investigadores estrangeiros de referência.

 

Para quem não é crente, porque é que a Bíblia importa?

Norbert Frye, nos Estados Unidos, em 1984, escreveu um livro que diz que o grande código da cultura ocidental é a Bíblia. Não é possível compreender a cultura ocidental sem a gramática que é a Sagrada Escritura. Foi a Bíblia que deu a mundividência e que formou a Cultura ocidental, ainda que muitos não gostem disso.

 

Esse desconforto é evidente na sociedade de hoje?

Claro que é. Existe claramente uma tendência revisionista. Infelizmente, há pessoas sem memória que, por isso, não conseguem fazer uma ampla leitura da História. Porquê renegar tantas pessoas que deram um contributo fundamental para a promoção dos direitos humanos e para o progresso da civilização? Porque é conveniente fazê-lo? Muitos dos grandes cientistas da modernidade eram cristãos: o Galileu, o Copérnico, o Kepler. Felizmente, na Católica, temos muita liberdade. Nós não discutimos pessoas, nós discutimos argumentos. É por isso que o debate na Faculdade de Teologia e no Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião é muito livre. Numa universidade discutem-se razões, não se avaliam pessoas. Aqui não há lugar para a política do cancelamento.

 

Faz falta que no mundo haja mais fé?

Sempre que a fé vence a indiferença e a incredulidade é uma vitória do sentido. Fé esclarecida, claro. Há muita fé radical e fundamentalista e essa não interessa a ninguém. Aliás, isso nem é fé, isso é ideologia. Se houvesse mais fé, o mundo seria muito melhor.
Aqui fica, também, a crítica aos cristãos. Se os cristãos vivessem mais autenticamente a sua fé, o mundo seria muito melhor. Estou convencido de que a fé pacifica, aumenta a alegria, cultiva a comunhão e promove o progresso e o bem-estar, descartando a guerra e a violência.

 

A fé não tem ilusões sobre a humanidade?

A fé não tem uma conceção idílica da humanidade. Isso era o que o Leibniz achava… A fé sabe que o ser humano é pecador e violento, mas, ainda assim, acredita nela e sabe que a humanidade é muito mais capaz do que aquilo que ela é. Mas não tem ilusões e sabe que ela é frágil e violenta.

 

“Todos têm de ter lugar na nossa comunidade.”

 

Continua ligado à Paróquia que, de certa forma, o trouxe até à Teologia?

Nunca deixei de estar ligado à Paróquia do Marquês que foi onde cresci, onde me formei e onde, também, me casei. Continuo por lá. Depois de trinta e tal anos de catequista, agora estou envolvido num grupo que se chama Fé e Luz e que acolhe pessoas com deficiência mental, integrando-as em várias atividades e missões. Todos têm de ter lugar na nossa comunidade.

 

25-01-2024

FLY 2024 - Voluntariado Internacional: “vão sempre fazer um bocadinho de diferença para o sítio onde forem e nas vidas das pessoas que encontrarem.”

O FLY, programa europeu de voluntariado e aprendizagem-serviço, acaba de abrir candidaturas para todos os alunos da Universidade Católica que desejem realizar uma experiência de voluntariado internacional. No total, estão preparados mais de 30 projetos distintos em 14 países.  

O programa, que reforça o compromisso das universidades participantes com o desenvolvimento sustentável, pretende – sobretudo - sensibilizar as comunidades universitárias para os problemas de migração e dos refugiados e das pessoas em risco de exclusão social e realçar projetos de cuidados às pessoas e à comunidade. 

“Desta experiência, trago muito boas memórias, trago um bocadinho de cada pessoa com quem estive.”

Maria Barros, aluna da Universidade Católica no Porto, recorda a experiência do verão de 2023, em Bilbau (Espanha): “sempre fiz voluntariado aqui [em Portugal] e surgiu este projeto de ir mais longe, de sair do país, e decidi experimentar – porque não?”. Acabou por trabalhar com crianças e jovens numa instituição local que queria dinamizar a sua comunidade imigrante. 

“Desta experiência, trago muito boas memórias, trago um bocadinho de cada pessoa com quem estive”, refere Maria Barros, que planeou e acompanhou as crianças e jovens em oficinas artísticas e de expressão. “Vão sempre fazer um bocadinho de diferença para o sítio onde forem e nas vidas das pessoas que encontrarem”, conclui. 

João Souza, também estudante da UCP no Porto e participante no FLY em 2022, no Quénia, refere que “descrever a experiência será sempre difícil”. “Estive em contacto com uma realidade muito distinta de tudo o que já vivi, mas este lado difícil não se compara às grandes aprendizagens que tive em Nyumbani. Saio daqui transformado, grato e com uma enorme sensação de dever cumprido.”  

 

Interessado/a? A Católica está a dinamizar sessões de apresentação

A apresentação do FLY vai ocorrer online no dia 15 de fevereiro e em regime presencial e online no dia 19. As sessões destinam-se aos estudantes dos quatro campi da UCP. 

As candidaturas para o programa terminam a 26 de fevereiro. Os alunos selecionados irão ter de participar em formação inter-universitária e ainda em encontros com as organizações de voluntariado. Todos os voluntários selecionados pela Universidade Católica Portuguesa receberão apoio nas despesas relacionadas com a formação dos seus alunos, bem como uma bolsa para apoio no alojamento e de alimentação. 

Coordenado pelas Universidades espanholas de Comillas (Madrid), Universidade de Deusto (Bilbao) e ESADE (Barcelona), o FLY 2024 junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades Loyola (Andaluzia, Espanha), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e IQS (Barcelona, Espanha).  Cada uma destas instituições apresenta projetos de voluntariado e/ou de aprendizagem-serviço, no país de origem, no sentido de, paralelamente, receber e convidar alunos das universidades parceiras. 

25-01-2024

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