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Novidades

Research Scholarship - Project HAC4CG

Call for tenders for the attribution of one Research Scholarship

A call for tenders is now open for the attribution of one Research Scholarship within the scope of the project HAC4CG – Heritage, Art, Creation for Climate Change. LIving the city: catalysing spaces for learning, creation and action towards climate change (NORTE-01-0145-FEDER-000067) co-financed by the European Regional Development Fund (FEDER) through the Northern Regional Operational Program, under the terms of the Notice of Opening of Application No. NORTE-45-2020-75 - Support System for Scientific and Technological Research - “Structured R&D&I Projects” - Horizon Europe, under the conditions set out below.

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List of Results

Research Scholarship

Be registered or present proof of conditional registration in a master’s degree in Psychology, Education, and related scientific areas

From 25-06-2021 until 11-07-2021 at 23:59

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HAC4CG_10

List of Results

 

25-06-2021

Duas equipas de estudantes da Escola Superior de Biotecnologia na final do prémio ECOTROPHELIA

As equipas Beanice e Ribeirinha D’ouro vão representar a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica na final do prémio ECOTROPHELIA 2021. A 5ª edição deste concurso, promovida pela Portugal Foods, contou com 27 candidaturas, das quais foram escolhidas 10 equipas finalistas. A 29 de junho, realiza-se na Casa do Vinho Verde - no Porto a Cerimónia de Entrega de Prémios com apresentação oral dos projetos ao Júri Nacional e degustação dos produtos desenvolvidos.

Conheça os produtos que os nossos estudantes desenvolveram para esta competição:

BeanIce - Gelado de grão-de-bico e aquafaba com duas opções de sabor, Laranja do Algarve e Maçã Porta-da-Loja.

Instituições de ensino: Escola Superior de Biotecnologia – Universidade Católica Portuguesa e Escola Superior de Artes e Design.


Equipa BeanIce: Inês Costa Chaves, Inês de Sagastizábal Gonçalves Conceição Silva, Valeria Ilian Montero Enriquez e Vera Sofia Oliveira da Costa, alunas do Mestrado em Engenharia Alimentar, e Susana Soares Barbosa, aluna da Licenciatura em Design na Escola Superior de Artes e Design.

Para a equipa Beanice, o objetivo era “desenvolver um produto que fosse eco-inovador, que não tivesse alergénios, lactose ou glúten e que pudesse ser incluído na alimentação dos consumidores vegetarianos ou com alguma restrição alimentar”.

Segundo as alunas, o produto “foi criado numa perspetiva de zero desperdício e de valorização de produtos nacionais, pelo que todas as matérias-primas - grão-de-bico, Laranja do Algarve, Maçã Porta-da-Loja e Mel - são produzidas em Portugal e cuja fruta utilizada tem certificação IGP. Ainda na perspetiva do zero desperdício, “é feito o aproveitamento da água da cozedura do grão-de-bico (aquafaba) e das cascas da laranja e da maçã, com propriedades chave na formulação do gelado. Ao descobrirmos os potenciais da aquafaba pouco demorou para decidirmos que queríamos fazer um gelado com essa base. A inovação do produto passa pela utilização deste ingrediente, que ainda está pouco explorado pela indústria alimentar, e pela utilização de uma leguminosa num produto doce e gelado”, realça a equipa.

A candidatura ao Ecotrophelia surgiu da vontade da equipa em ir para além da criação do produto e desafiarem-se na perspetiva de planeamento do negócio. “O que mais nos motivou foi desenvolver e formular o produto à luz da sustentabilidade, pensando em pormenores que vão desde a escolha das matérias-primas, à embalagem e à distribuição” descrevem as alunas.  A equipa destaca o papel das professoras Dra. Maria Conceição Hogg e Dra. Margarida Neves, “que apoiaram e acompanharam todo o desenvolvimento do projeto”.

A equipa salienta que a participação neste concurso está a ser uma experiência enriquecedora, essencialmente pelos contactos realizados ao longo do desenvolvimento do projeto, nomeadamente com a Escola Superior de Artes e Design (ESAD), da qual, a colega de equipa Susana faz parte e contribuiu para a criação da imagem da marca e design da embalagem.

Neste sentido, aproveitam também para mencionar as empresas que as apoiaram e ajudaram, destacando “a Intraplás, a Egocultum e o produtor de Maça Porta-da-Loja de Braga, cujas trocas de experiência e conhecimento foram essenciais”. No desfecho desta experiência, a equipa espera ter desenvolvido competências pessoais e aspetos positivos ao nível profissional, que permitam abrir portas ao mercado de trabalho.

Em relação ao produto, as alunas acreditam no potencial do Beanice e no que o seu conceito têm para oferecer aos consumidores, assim como na possibilidade da colocar o produto à venda no mercado. “Para que tal aconteça há um longo caminho de estudo e desenvolvimento a ser feito, pelo que estamos já a explorar possibilidades de melhoramento da formulação e podemos adiantar que estamos a desenvolver novos sabores”, finalizam.



Ribeirinha D’Ouro - Bifanas de porco laminadas envolvidas em molho típico e alternativa vegan com cogumelos Portobello.

Instituição de ensino: Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa, Universidade de Aveiro



Equipa: Maria do Rosário Marques de Queirós Rodrigues Salcedas, Anabela Pereira Tomás, Beatriz da Mota Teixeira, alunas do Mestrado em Engenharia Alimentar, e Margarida Godinho Fernandes, aluna do Mestrado em Engenharia do Produto, na Universidade de Aveiro.

A Ribeirinha D’Ouro pertence à categoria de produtos pré-confecionados e está disponível em duas versões - a Ribeirinha D’Ouro, inspiração da receita tradicional, que é um preparado de bifanas de porco laminadas envolvidas em molho típico e a Ribeirinha D’Ouro vegan, reestruturação da receita, em que os cogumelos Portobello são os protagonistas.

Para a equipa, este produto “surgiu da vontade de abraçar e enaltecer a cultura gastronómica nortenha, com perfis e sabores tão característicos e receitas de tal forma enraizadas e eternizadas que passam de geração em geração. O propósito foi dando-lhe um cunho pessoal, valorizar aquela que é a "bifana à moda do Porto"”.

O produto apresenta-se em duas versões, dada a heterogeneidade do consumidor atual, sendo compatível com diferentes escolhas ou exigências alimentares e, segundo a equipa, “porque acreditamos que haja espaço para fazer renascer a tradição, reestruturando o produto na sua génese. O objetivo foi dar palco, tornar disponível e de fácil acesso ao consumidor aquilo que é o conforto de uma receita tradicional portuense e "convidado" obrigatório e muito popular em convívios entre familiares e amigos, com espaço para ser apreciado entre conversas, jogos e cervejas”.

A participação no Prémio Ecotrophelia esteve nos planos das alunas desde o momento da inscrição no Mestrado em Engenharia Alimentar da Escola Superior de Biotecnologia da Católica: “Idealizávamos estar em ambiente de competição, com o nosso produto a concurso e apresentá-lo a grandes empresas do setor alimentar. Para tal conjugámos tempo e ideias com grande esforço e dedicação. Sempre focadas no objetivo final, enveredamos por um caminho longo e trabalhoso, mas do qual temos muito orgulho, pois conseguimos atingir o que há muito ambicionávamos e com um produto que acreditamos merecer destaque, pois alia a tradição à inovação.

A equipa acredita que a participação no Ecotrophelia será enriquecedora, uma vez que “partilharemos ideias, perspetivas e conhecimento, teremos o prazer de conhecer grandes profissionais do ramo alimentar e obter feedback de grandes personalidades acerca do nosso produto sobretudo.”

Considerando que há sempre espaço para explorar e caminho a percorrer para melhorar o produto, a equipa acredita que a participação no Ecotrophelia “ajudará a definir estratégias e competências e nos desafiará a aperfeiçoar todos os alicerces que compõem a nossa Ribeirinha”.

25-06-2021

Escola do Porto da Faculdade de Direito e a Sociedade de Advogados ATMJ e a advogada Ana Sofia Portela de Sá Pereira celebram protocolo

A Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e a Sociedade de Advogados A.J. Martins, T. Duarte e M. Resende, Sociedade de Advogados SP, RL (ATMJ) e a advogada Ana Sofia de Sá Pereira assinaram um protocolo de cooperação.

Com vista à aquisição de experiência profissional, os estudantes da Licenciatura em Direito, Mestrado em Direito e Mestrado em Direito e Gestão da Faculdade de Direito terão a oportunidade de frequentar estágios curriculares nas firmas de advogados.

No dia 18 de junho de 2021, o acordo foi assinado pelo Diretor da Escola do Porto da Faculdade de Direito, Prof. Doutor Manuel Fontaine Campos, pelo administrador da ATMJ, Dr. António Martins, e pela advogada Drª Ana Sofia Portela de Sá Pereira.

25-06-2021

Católica Porto Business School recebe 14ª Reunião Anual do Portuguese Economic Journal

Conferência internacional do Portuguese Economic Journal vai decorrer em formato blended.

A 14ª Reunião Anual do Portuguese Economic Journal tem lugar na Católica Porto Business School, de 2 a 4 de julho de 2021 em formato blended. A conferência vai realizar-se em formato híbrido, combinando a presença de alguns participantes no local e outros via online.

Ana Rute Cardoso, do Institute for Economic Analysis – CSIC and Barcelona GSE e Beata Javorcik, da University of Oxford estão confirmados como keynote speakers no evento.  O Portuguese Economic Journal tem como objetivo a partilha de artigos de investigação teórica, empírica, aplicada ou orientada para as políticas de alta qualidade na área da economia.

Saiba mais aqui: https://www.catolicabs.porto.ucp.pt/pej2021/

25-06-2021

Conectar Pessoas, Ciência e Tecnologia: Católica no Porto participa em Conferência Conecting Healthcare

Isabel Braga da Cruz, presidente da Católica no Porto, moderou o painel de discussão “O Espaço, a Terra e as Pessoas” que contou com a participação de Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial, de Pedro Ribeiro, especialista em planeamento de território, e de Ghalia Taki, ex-refugiada síria.

A conferência internacional Connecting Healthcare, organizada pelo SEAL GROUP e pela Unidade Local de Saúde Matosinhos (ULSM), pretendeu, através de diferentes painéis de discussão moderados por especialistas internacionais de várias áreas de interesse, refletir acerca da necessidade de aprendizagem e clarificação sobre a missão e o impacto que indivíduos e organizações podem ter na construção de um mundo melhor, conectando Pessoas, Ciência e Tecnologia. “Moving Forward: à descoberta de um novo mundo”, foi o tema da conferência que se propôs discutir a saúde mental, a felicidade e o bem-estar enquanto fatores intrínsecos e fundamentais na sociedade.

25-06-2021

Artistas Visitantes 2021/22 na Escola das Artes

[1] © Ana Vaz [2] Fotografia: Luis Guita © Ângela Ferreira [3] © Sandro Aguilar [4] © Sonoscopia

Todos os anos a Escola das Artes convida um conjunto de artistas a desenvolver projetos e a trabalhar com os alunos dos vários cursos. Neste momento, estão já confirmados alguns dos artistas que irão passar pela EA durante o ano letivo de 2021-22: Ana Vaz, Ângela Ferreira, Sandro Aguilar e Sonoscopia. Conhece-os aqui.


Ana Vaz (1986, Brasilia) é uma artista e cineasta cujos filmes, instalações e performances constroem relações entre ambientes, territórios e histórias híbridas, ampliando as fronteiras de nossa percepção. A partir da colagem de materiais encontrados ou filmados, os seus filmes combinam etnografia e especulação em explorar as fricções e ficções impressas em ambos os ambientes cultivados e selvagens e os seus múltiplos habitantes.

Os seus filmes foram exibidos internacionalmente em festivais de cinema e instituições como a Berlinale, a Tate Modern, o Palais de Tokyo, o New York Film Festival, o TIFF Wavelengths, o Rotterdam Film Festival, o BFI, o CPH:DOX, o Cinéma du Réel, o TABAKALERA, o Courtisane, o Videobrasi, entre outros. Focos específicos no seu trabalho foram desenvolvidos em seminários e instituições como o Flaherty Seminar (EUA), Doc's Kingdom (Portugal), Lux Salon (Reino Unido), Short Circuit Film Festival (Espanha) e Massart Film Society (EUA). O seu trabalho também foi apresentado em exposições individuais e coletivas, como a Moscow Biennial of Young Art (Rússia), Dhaka Art Summit (Bangladesh), Khiasma (França), Rosa Brux (Bélgica) and Temporary Gallery (Alemanha).

É também membro fundadora do coletivo COYOTE, juntamente com Tristan Bera, Nuno da Luz, Elida Hoëg e Clémence Seurat, um grupo interdisciplinar que trabalha nos campos da ecologia, etnologia e ciência política através de uma série de plataformas transversais.


Ângela Ferreira (1958, Maputo). Actualmente vive e trabalha em Lisboa. Estudou escultura (1983) na Cape Town University, África do Sul. Desde 2003, é professora assistente na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2007, foi convidada a representar Portugal na Bienal de Veneza, Itália. In 2007 she was invited to represent Portugal at the Venice Biennale. Também participou na Bienal de Istambul (1999), Turquia; Bienal de São Paulo (2008), Brasil; e Bienal de Gotemburgo (2015), Suécia. Vence em 2015 o Prémio Novo Branco Photo, Lisboa, Portugal.

Participou em diversas exposição individuais e colectivas em instituições públicas e privadas por todo o mundo, tais como: Galeria Filomena Soares, Lisboa; Haus de Kulturen der Welt, Berlim, Alemanha; Marborough Contemporary, Londres; Michael Stevenson Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; Frieze Art Fair, Londres; ARCO, Madrid, Espanha; Museu Serralves, Porto, Portugal; Chinati Foundation, Marfa, Texas, E.U.A.; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil; MARCO, Vigo, Espanha; MACBA, Barcelona, Espanha; Art Gallery NSW, Sydney, Austrália; De Appel Foundation, Amesterdão, Holanda; Parasol Unit (2008), Londres.
 
O seu trabalho está presente em diversas colecções públicas, tais como: CGAC, Santiago de Compostela, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; Fundação Serralves, Porto, Portugal; Market Gallery Foundation. Joanesburgo, África do Sul; South African National Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul; The Johannesburg Art Gallery, Joanesburgo, África do Sul; MEIAC – Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz, Espanha; Museion – Museum of Modern and Contemporary Art, Bolzano, Itália; The Walther Collection Neu-Ulm/Bulafingen, Alemanha; e Middlesbrough Institute of Modern Art, Inglaterra.
João Canijo (Porto, 1957) é conhecido por filmes como "Sangue do Meu Sangue"(2011), que foi o filme português seleccionado para concorrer ao Óscar de Melhor Filme, ou "Fátima"(2017), que passou na RTP1 em 5 episódios.
Frequentou o curso de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e, no início dos anos 80, descobriu a sua paixão pelo cinema tendo começado a trabalhar como assistente de realização em filmes como Der Stand der Dinge (O Estado das Coisas, 1982), de Wim Wenders; Fim de Estação (1982), de Jaime Silva; e O Desejado (1987), de Paulo Rocha, entre outros.
Em 1983, estreou-se como realizador com a curta-metragem A Meio-Amor. Cinco anos depois, realizou a sua primeira longa-metragem intitulada Três Menos Eu, cujo argumento foi também da sua responsabilidade, onde atuavam Rita Blanco e Isabel de Castro. Trabalhou depois para televisão, realizando a série Alentejo Sem Lei para a RTP.
Voltou a trabalhar com Rita Blanco no seu filme seguinte, o thriller Filha da Mãe (1991), com argumento escrito a meias com Olivier Assayas. Seguiu-se no cinema o thriller Sapatos Pretos (1998), uma coprodução com a França com Ana Bustorff e Vítor Norte nos principais papéis, que conta a história baseada num caso verídico de uma mulher de Sines que contratou um assassino para matar o marido. O filme obteve bastante aclamação da crítica. Em 2001, realizou Ganhar a Vida, um drama trágico protagonizado por Rita Blanco.
Em 2004, entre onze filmes candidatos, o seu filme Noite Escura foi escolhido pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia como o candidato português às nomeações para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Marco Martins (1972) estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo depois completado a sua formação nos Estados Unidos, em escrita de argumento, na Tisch School of Arts. Em 1999 co-fundou a Ministério dos Filmes, produtora de publicidade distinguida com vários prémios e menções nacionais e internacionais e com quem se estreia na produção de ficção para televisão com SARA, uma série de oito episódios com estreia marcada para Outubro de 2018, na RTP2. Os dois primeiros episódios desta série foram exibidos, pela primeira vez, no festival IndieLisboa 2018. O trabalho de Marco Martins abrange diversas áreas incluindo cinema, artes plásticas e teatro. Os seus filmes têm sido apresentados nos principais Festivais Internacionais, tendo ganho em 2005 a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes (Prix Regard Jeune) com “Alice”. Foi premiado também em festivais como Mar del Plata, Rotterdam ou London Raindance Film Festival, entre outras distinções como o Fassbinder Award (European Discovery of the Year). Em 2006 realizou a curta-metragem “Um ano mais longo”, escrita em parceria com Tonino Guerra, presente na Competição Oficial do Festival de Veneza. “São Jorge”, o seu filme mais recente, esteve em competição no Festival de Veneza, onde o actor Nuno Lopes ganhou o Leão de Ouro (Horizons Award) tendo depois estreado comercialmente em vários países. Foi, tal como “Alice”, pré-seleccionado para concorrer ao Óscar de melhor filme estrangeiro, e ainda para o Prémio Goya. Em Portugal, “São Jorge” foi galardoado com vários prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, incluindo o de Melhor Filme Português de 2017 e recebeu sete prémios Sophia da Academia Portuguesa de Cinema. No campo das artes plásticas colaborou com vários artistas, destacando-se a vídeo-instalação multicanal “Twenty One - The Day the World Didn’t End”, co-realizada com o artista italiano Michelangelo Pistolletto e exibida no Museu do Louvre, integrando a retospectiva Year One - Earthly Paradise, e também o filme “Insert”, co-realizado com a artista portuguesa Filipa César, trabalho que venceu o Prémio BES Arte e Finança e o prémio de Melhor Realizador no Festival IndieLisboa (2011). No Teatro fundou, em 2007, com Beatriz Batarda, a companhia Arena Ensemble que, desde então, tem apresentado espetáculos de forma regular nos principais teatros nacionais. A sua obra para palco divide-se entre o trabalho clássico de texto com uma forte componente coreográfica e projectos comunitários, como é o caso do seu último projecto, “Provisional Figures Great Yarmouth”, estreado recentemente no Festival de Norwich & Norfolk.


Salomé Lamas (Lisboa, 1987) Salomé Lamas estudou Cinema em Lisboa e em Praga, Artes Visuais em Amsterdão e atualmente é doutoranda em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra. Trabalhando nas fronteiras entre a ficção e o documentário, bem como entre a sala de cinema e a galeria de arte, é autora de obras como “VHS: Video Home System” (2010-2012), “Golden Dawn (2011), “Encounters with landscape 3x” (2012), “A comunidade” (2012), “Terra de Ninguém” (2012), “Theatrum Orbis Terrarum” (2013), “A Torre” (2015), “Mount Ananea (5856’)” (2015), “El Dorado XXI” (2016), “Ubi Sunt” (2016), “Coup de Grâce” (2017) ou “Extinção” (2018). Salomé Lamas expôs na Sala de Exposições da Escola das Artes em 2018.

Sandro Aguilar (1974). Em 1997, conclui o curso de Cinema na área de Montagem da Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1998, fundou a produtora O Som e a Fúria, onde trabalha como realizador, produtor e montador. Mariphasa é seu segundo longa-metragem, o primeiro foi A Zona (2008). Realizou 14 curtas que ganharam prémios em festivais como La Biennale di Venezia, Locarno Film Festival, Gijón, Oberhausen, Vila do Conde, Indielisboa, Montreal e que foram exibidas nos principais festivais de cinema mundiais. Foi por duas vezes nomeado para melhor curta-metragem nos EFA (prémios europeus de Cinema). Sandro Aguilar foi alvo de retrospectivas no BAFICI, Roterdam Film Festival, New York Film Festival (Views from the Avant-Garde), Arsenal-Berlim e Oberhausen. Em 2013 foi convidado a integrar o reputado programa DAAD – Artist in Residence, Berlim.

Sonoscopia é um espaço e coletivo onde confluem artistas relacionados com a sound art, música experimental, improvisada e eletroacústica. É um espaço partilhado por um núcleo regular de colaboradores que gravitam em redor da arte sonora onde nos últimos cinco anos de actividade tem desenvolvido projectos como Srosh Ensemble, Phonopticon, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional, Insono, Porto Sonoro entre muitos acolhimentos, residências, workshops e 150 concertos de aproximadamente 40 nacionalidades.

Convidados 2020/21 »»

Convidados 2019/20 »»

Convidados 2018/19 »»

18-06-2021

Inauguração da nova Sala Maestro Manuel Ivo Cruz

No dia 4 de junho de 2021, no âmbito do dia do Maestro Manuel Ivo Cruz, promovemos mais um Dia de Portas Abertas, inaugurando-se a nova sala MIC e onde se encontra agora este valioso espólio!

Esta sala localiza-se no piso panorâmico da Biblioteca e  ao qual, neste momento, ainda só é possível aceder através de um pedido prévio. Contamos brevemente manter um horário regular!

Ao longo daquele dia pudemos contar com visitas ao espaço, de musicólogos, investigadores, professores, amigos e  familiares do senhor Maestro. Destacamos, o momento de entrega de algumas publicações, à Biblioteca, como resultados de  projetos de  investigação efetuados a partir de elementos do espólio e sob a orientação da senhora Professora Helena Marinho da Universidade de Aveiro.

O acervo é composto por múltiplos items de natureza diversa como livros, discos, partituras de orquestra, libretos, gravuras e programas de concerto, entre outros.

O destaque do espólio vai para as fontes relevantes do património musical português dos finais do século XIX e da primeira metade do Século XX.

Poderá consultar os registos da coleção MIC através do nosso catálogo e marcar a sua consulta presencial através do email biblioteca@porto.ucp.pt .

Renovamos o convite…venha descobrir este magnifico espólio e ajude-nos a divulgar este legado do património musical português!!

 Para saber mais 

 

   

15-06-2021

“E era outra coisa”: o livro que nasceu na sala de aula do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas

“E era outra coisa: Criatividade e Práxis no Mestrado em Gestão de Indústria Criativas” é o nome do livro que nasceu em plena sala de aula do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas, da Escola das Artes, da Católica no Porto.

Editado pela Universidade Católica Editora, o livro, que está disponível em formato ebook, conta com a coordenação de Helena Gil da Costa (docente da unidade curricular) e de Sara Jorge (aluna do curso). Para além da descrição e fundamentação de todo o processo, agrega um conjunto de histórias e de biografias, narradas a partir de perspetivas singulares, pelos alunos/autores Carla Esmeraldo, Cristina Eleutério, João Tiago Azevedo, Johab Ferreira Marques dos Santos, Lucas Ramos, Maria João Silva, Miguel Pinho, Patrícia Massignan e Sara Jorge.

“A esperança de um professor é que os alunos se entusiasmem e queiram continuar a trabalhar a “sua” matéria depois do curso ter acabado.”, pode ler-se na sinopse do livro e foi precisamente o que aconteceu: um projeto que nasceu no âmbito da Unidade Curricular de “Criatividade”, que faz parte do plano atual do Mestrado em Gestão de Indústrias Criativas.  

Esta unidade curricular desafiou os alunos a desenvolverem uma apresentação da biografia de uma pessoa criativa. Aquilo que seria apenas um exercício e uma avaliação acabou por ser transformado em livro através do rasgo, do atrevimento e da vontade de fazer diferente dos alunos e da docente.

Faça o download do livro aqui
Saiba mais informação sobre a Universidade Católica Editora

14-06-2021

Bárbara Cesar Machado coautora de artigo publicado na revista Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity

Docente da FEP-UCP e investigadora do CEDH, Bárbara Cesar Machado, é coautora de um artigo publicado na revista "Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity". O artigo intitula-se “Psychometric properties and convergent and divergent validity of the Portuguese Yale Food Addiction Scale 2.0 (P YFAS 2.0)” e foi publicado em coautoria com Sónia Gonçalves (Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade do Minho), Célia S. Moreira (Mathematics Department and Center of Mathematics / CMUP, Faculty of Sciences, University of Porto, Porto, Portugal), Beatriz Bastos e Ana Isabel Vieira (Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia – CIPsi, Escola de Psicologia, Universidade do Minho).

Gonçalves, S., Moreira, C. S., Machado, B. C., Bastos, B. & Vieira, A. I. (2021). Psychometric properties and convergent and divergent validity of the Portuguese Yale Food Addiction Scale 2.0 (P‑YFAS 2.0). Eating and Weight Disorders - Studies on Anorexia, Bulimia and Obesity. https://doi.org/10.1007/s40519-021-01218-0

11-06-2021

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