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Católica é “Casa e Família” | No Dia Nacional do Estudante, 4 alunos apresentam os campi e a vida na Católica

Para celebrar o Dia Nacional do Estudante, que se assinala a 24 de março, fomos conhecer os sonhos e histórias da Mariana, Carmo, Manuel e Mathilde.

Começamos a viagem a norte, em Braga. Para Mariana Alves Peixoto, de 21 anos, “a Católica nunca passou por uma escolha”. “Foi quase como um instinto aquilo que me trouxe até cá. Claro que a oferta formativa e a qualidade de ensino foram um dos elementos-chave da minha decisão, no entanto, há três anos, quando entrei para a Católica, percebi que não se trata apenas de conhecimento académico”, conta a jovem estudante.

Na Católica, “não se é valorizado apenas pela excelência académica, mas também por aquilo que se é enquanto ser humano”, afirma a estudante do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa (UCP).

É por isso que a melhor parte de melhor de estudar na católica, para a Mariana “é não sermos apenas mais um”, mas “reconhecidos e valorizados” na singularidade.

E em cada campus há particularidades. Cada aluno encontra a realização pessoal das mais diversas formas. A Mariana encontrou na Tuna feminina da UCP, As Líricas, “a segunda família”: “Foi a tuna que elevou a minha jornada universitária ao mais alto nível e que me fez criar memórias que guardarei para sempre na minha memória e no meu coração.”

Além da rigorosa componente académica, skills como “o trabalho em equipa, a gestão de tempo, a disciplina, rigor e responsabilidade” ganham forma também com a participação e vivência na Tuna.

Carmo Neves da Costa, com 22 anos, natural de Évora, veio para a vila de Sintra para estudar Medicina na UCP. Sonha com o mundo lá fora e com viajar “de mochila às costas.”

“Escolhi a Católica pela certeza de que ia ficar bem preparada para o futuro e por acreditar que me ia formar a todos os níveis, não só como estudante, mas como colega de trabalho e profissional”, conta.

Para a futura Médica, ser estudante “significa ter a oportunidade de usufruir de todo o conhecimento de antigos estudantes, do vasto conhecimento científico que se avizinha, de experimentar crescimento pessoal, superar desafios, adquirir responsabilidade e pensamento crítico.”

Do seu percurso na Católica, destaca a Missão País “uma semana intensa de voluntariado” onde descobriu “alegria nas coisas mais simples”. A participação na Missão País deu-lhe oportunidade de “fortalecer amizades com os colegas, aprofundar a fé a partilhá-la com os outros”, confidencia.

Sobre a melhor parte de ser estudante da Católica, Carmo aponta 3: “um ensino diferenciado”; a possibilidade de ganhar “experiência na clínica” e a “familiaridade com a língua inglesa” do curso totalmente lecionado em inglês.

Rumando novamente ao norte de país, no Centro Regional do Porto da UCP encontramos Manuel Lopes, com 21 anos, a frequentar a Licenciatura em Direito. Desde cedo teve a certeza de que queria seguir direito. “Consequentemente, o nome da Universidade Católica e toda a reputação que a acompanha surgia frequentemente no tópico das conversas relativamente à minha transição para o ensino superior, logo, quando chegou a altura de escolher, já me encontrava orientado”, conta.

Volvidos três anos, acredita que “o modelo de ensino bastante prático e bastante minucioso, existindo uma atenção aos detalhes de louvar, até mesmo a um nível individual” é uma das melhores partes de ser estudante da Católica, mas não só. “As diversas ligações e oportunidades que a Católica providencia com organizações” externas e as “as soft skills” que desenvolve, são igualmente importantes, acrescenta.

Para o jovem, “ser estudante é saber conciliar os estudos e desenvolvimento académico, com os melhores anos das nossas vidas” e, no seu caso tal como no da Mariana, isso passa por fazer parte duma Tuna, à qual se juntou em 2021.

Além das amizades criadas, na Tuna da Universidade Católica Portuguesa no Porto (TUCP) teve oportunidade de desenvolver a oratória, a facilidade de responder aos problemas e aprender a trabalhar em equipa, explica o Manuel. “A Tuna para mim também significa criar memorias que de certeza ficarão para a vida e, ao mesmo tempo, proporcionar momentos marcantes nas pessoas que se vão cruzando connosco, desde as serenatas, aos brindes e aos momentos alegres.”

E se a viagem da Carmo se fez entre Évora e Sintra, a de Mathilde foi um pouco mais longa. Natural de Hamburgo, na Alemanha, Mathilde Morais de 20 anos, estuda no Campus de Viseu, da Universidade Católica Portuguesa. “Descobri desde cedo a minha paixão por ciência e a minha grande curiosidade e vontade de saber mais levou-me a escolher a Licenciatura em Ciências Biomédicas na UCP,” partilha a jovem cientista.

Ao contrário dos colegas, para a Mathilde a escolha da faculdade não foi imediata, mas confessa que acabou por ser a melhor: “O que mais me cativou a atenção da Universidade Católica Portuguesa foi a qualidade do ensino”.

“A experiência laboratorial”, a “proximidade com os docentes” e todas “as oportunidades ao longo do curso”, bem como a possibilidade de participar em diversos projetos de investigação e de trabalhar, por exemplo, no SalivaTec “são extremamente enriquecedoras, pois permitem a aquisição de experiência e competências relevantes para o futuro profissional”, concretiza a estudante.

Para Mathilde ser estudante não se resume a estudar: “É ser curioso e perguntar ‘porquê’, não limitarmos a nossa aprendizagem e procurar sempre saber mais. É descobrir as nossas paixões e não ter medo de ser curioso, pois a curiosidade pode conduzir a grandes feitos”.

Separados por algumas centenas de quilómetros, os quatro alunos viram na Católica o caminho para o realizar dos sonhos e firmam agora diariamente, cada um de forma única, os alicerces que lhes trarão os próximos capítulos da vida. Feliz Dia Nacional do Estudante!

22-03-2024

Estudantes voluntários da Católica recebem formação em Madrid para um verão transformador

Brasil, Espanha, Itália e Marrocos - são estes os destinos de 13 estudantes dos 4 campi da Universidade Católica Portuguesa que vão embarcar no FLY, um projeto de voluntariado internacional que promete marcar a vida destes participantes (e não só). Antes disso, a primeira paragem foi Madrid.

Auto-conhecimento, trabalho em equipa, contextos de vulnerabilidade (migração, exclusão, comunidades) e os desafios do contexto mundial foram os temas abordados numa formação prévia na qual os estudantes marcaram presença.  No total, estiveram representadas seis universidades europeias (participantes e coordenadoras do projeto) através da presença de 156 voluntários.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade para o Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP) e participante, também, nesta formação, refere a importância de “proporcionar estas oportunidades de crescimento aos nossos alunos.” “É uma grande responsabilidade e o coração só sossega quando estão todos de regresso e em suas casas, mas o resultado é muito positivo e o trabalho em equipa com as outras universidades faz com que tudo seja mais fácil”, acrescenta.

Para Júlia Silva, mestranda em Finanças na Universidade Católica no Porto, “o fim-de-semana foi uma experiência incrível, onde tive a oportunidade de aprender muito.”  “Conheci pessoas fantásticas que compartilham paixões e objetivos idênticos aos meus. A energia e o entusiasmo de todos os participantes e a forma como todo o fim de semana foi organizado deixaram-me tranquila e certa de que estar ali e fazer parte deste projeto foi a melhor decisão que podia ter tomado.

Coordenado pela Universidade Católica Portuguesa no Porto, a 4.ª edição do FLY bateu este ano o recorde de 36 candidaturas, tendo sido selecionados - pela primeira vez - estudantes dos quatro campi: dois de Braga, dois de Lisboa, oito do Porto e um de Viseu. “É mais um exemplo do compromisso social da Universidade Católica Portuguesa com o desenvolvimento sustentável”, refere Constança Barbosa, coordenadora da CASO. “Procuramos formar jovens sensíveis aos problemas decorrentes da desigualdade e da injustiça”. “Este fim de semana mostrou-nos a motivação e vontade que estes voluntários têm em fazer a diferença por mais pequena que seja”, conclui.

Francisco Cabral, estudante na Universidade Católica Portuguesa em Lisboa, vai para Mellia (Espanha), trabalhar com migrantes. Sobre esta formação em Madrid, refere que “a constante oportunidade de estudar e interagir com formadores e voluntários de diferentes culturas e origens foi fundamental para ampliar os meus horizontes e compreender a complexidade do mundo em que vivemos.” “Os momentos de partilha de experiências foram verdadeiramente marcantes”, acrescenta, “ao trocar ideias e perspetivas com os outros voluntários, pude perceber como as diversas realidades se entrelaçam e como é importante estarmos abertos ao diálogo e à aprendizagem constante.”

Um fim de semana intenso, onde não faltou convívio e histórias inspiradoras como a de Bonifácio Ofogo, um escritor camaronense que desde 1992 se dedica a escrever e a narrar contos africanos.

Para a aluna do campus de Braga, “foi um momento único e inspirador. Encontrar estudantes com motivações solidárias semelhantes, apesar das particularidades individuais, demonstrou como unidos, somos mais fortes para alavancarmos e apoiarmos iniciativas sociais”. Daniela Monteiro, do Centro Regional de Braga, aponta que “esta formação foi moldada por uma abordagem prática e significativa, enriquecida por dinâmicas de grupo e espaços de discussão que incentivaram a participação ativa de todos os envolvidos”. “Criamos um espírito de união e um sentido de comunidade único”, completa Anabela Rodrigues, que também acompanhou esta formação.

O programa Fly é coordenado pelas Universidades Jesuitas Espanholas, Universidade de Comillas (Madrid, Espanha) Deusto (Bilbao, Espanha), ESADE (Barcelona, Espanha), Loyola (Andaluzia, Espanha), ao qual se juntam LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e recentemente IQS (Barcelona, Espanha).

21-03-2024

Bárbara Medeiros: “O desporto traz muita maturidade emocional.”

Bárbara Medeiros tem 22 anos, é licenciada em Enfermagem pela Escola de Enfermagem (Porto), da Universidade Católica Portuguesa no Porto e é atleta de corrida de velocidade. Durante a licenciatura, deixou-se fascinar pela geriatria e cuidados paliativos, área onde acredita que tem “um grande contributo a dar”. Em 2024, sagrou-se vice-campeã de Atletismo Universitário em Pista Coberta, tendo, por isso, trazido uma vitória para a Universidade Católica. No futuro? Conciliar o Atletismo e a Enfermagem. Próximo desafio? Treinar para a qualificação nos Jogos Olímpicos em Los Angeles, em 2028.

 

Qual é o seu recorde?

400 metros em 55,98 segundos.

 

Em 2024, sagrou-se vice-campeã de Atletismo Universitário em Pista Coberta. Que importância teve para si?

Foi especial para mim, porque tive um semestre difícil e exigente. Também teve um peso especial, porque estava a representar a Universidade Católica. Senti uma responsabilidade grande. Uma responsabilidade positiva!

 

É licenciada em Enfermagem pela Católica. Porquê estudar Enfermagem?

Sempre quis algo relacionado com saúde, principalmente pelo contacto e pelo serviço às pessoas. Sempre me cativou muito o facto de poder ajudar as pessoas. Cheguei a estar indecisa entre Enfermagem e Fisioterapia por causa da parte ligada ao desporto, mas depois percebi que a Enfermagem tinha um espetro muito mais amplo e que também pode estar ligada ao desporto. Quando entrei para a licenciatura, tive mesmo a certeza que era isto que eu queria. 

 

O que é que mais a marcou nos anos da licenciatura em Enfermagem na Católica?

O que eu mais gostei no curso foi da grande componente prática. Desde o primeiro ano que já temos prática clínica e isso é fundamental. Dá-nos uma perspetiva da Enfermagem completamente diferente. Ganhamos uma destreza e autonomia muito grandes. Adorei estes anos na Universidade Católica. É um ambiente muito familiar e íntimo. Existe uma relação muito próxima com os professores e estão sempre a exigir o melhor de nós. Sempre me senti desafiada a fazer melhor.

 

“Um atleta é muito mais a parte mental do que parte física.”

 

O que é que mais a surpreendeu na Enfermagem?

Quando entrei para a Licenciatura achava que queria ser enfermeira parteira, mas estava enganada (risos). A área que mais me surpreendeu e com a qual quero trabalhar é a de geriatria e cuidados paliativos. Foi surpreendente, porque não fazia ideia de que esta área me ia realizar tanto e não conhecia a minha capacidade de comunicar tão bem com as pessoas mais idosas. Consigo chegar até elas de uma forma especial e essa descoberta foi muito importante.

 

O que é que a fascina nesta área?

Quando as pessoas envelhecem, há sempre muitos preconceitos associados. Seja dos próprios, seja das pessoas à volta. Percebi que tenho um grande contributo a dar. Mesmo quando alguém está acamado e totalmente dependente, acredito que é possível sermos presentes e tornarmos digna a vida dessa pessoa. A ajuda da Enfermagem nestas situações pode modificar totalmente a vida de uma pessoa e mesmo com muito esforço as pessoas agradecem e dão-nos um sorriso. É a melhor recompensa que posso receber do meu trabalho.

 

Terminou recentemente o seu estágio final do curso e já é Enfermeira. Como foi finalizar este percurso?

Termino com uma sensação completamente recompensadora. Sinto-me agradecida e orgulhosa de tudo o que eu aprendi, de tudo o que cresci nestes 4 anos. Também foram anos muito exigentes, por causa da minha vida de atleta.

 

Como é que foi conciliar os estudos com o desporto?

Não digo que não foi difícil, porque foi. Tive algumas dificuldades, mas fui conseguindo ultrapassar, até porque sempre me senti muito apoiada. Também foi complicado ter de abdicar de uma vivência académica mais animada. Tive de fazer alguns sacrifícios a esse nível, até porque se assim não fosse não tinha tempo para dormir e o sono é muito importante para o sucesso de um atleta.

 

Há quantos anos é atleta federada?

Tenho 5 anos de atletismo federado. Durante a minha vida já tinha praticado muitos desportos diferentes, mas nunca tinha ligado à corrida. Até que conheci o meu treinador, ele viu o meu potencial e isso mudou a minha vida por completo. Atualmente, faço corrida de velocidade de 400 metros e barreiras em pista.

 

“Quero ser profissional de atletismo, mas sem nunca esquecer a Enfermagem.”

 

Como é a sua rotina de treino e em que consiste?

Tenho um ritmo muito acelerado. Treino duas vezes por dia. Normalmente, de manhã, treino pelas 9h00. Depois venho para casa almoçar e fazer uma sesta de uma hora, que é uma prática quase obrigatória nos atletas. Depois volto a treinar pelas 17h00. Aos fins-de-semana, só treino de manhã. Faço três tipos de treino. Um deles é para treinar a velocidade, outro treino é o de ginásio para fazer o trabalho de força e ainda faço o treino sofredor que é quando fazemos corridas a alta velocidade e muito repetidamente com o objetivo de ficarmos sem oxigénio nos músculos para o corpo se habituar e ganhar resistência.

 

Qual é o seu próximo objetivo traçado?

A partir de setembro, vou começar um ciclo olímpico, ou seja, vou começar a treinar por um período de quatro anos para ser atleta olímpica em 2028. Quero estar nos Jogos Olímpicos em Los Angeles, em 2028

 

Em que é que se pensa quando se está a correr a alta velocidade?

Um atleta é muito mais a parte mental do que parte física. As pessoas não acreditam, mas é precisamente assim. O meu treinador trabalha muito isso comigo. Antes de eu começar a correr, eu idealizo todas as fases da corrida: o que é que eu vou sentir ali, o que é que vou ter de fazer naquela fase. Quando corro parece que oiço a voz do meu treinador a dizer “tens de fazer isto” e “tens de fazer aquilo”. É importante termos sempre na cabeça uma voz motivadora e reconfortante que nos diga “Tu és capaz”.

 

Como pretende conciliar o Atletismo com a Enfermagem?

Quero ser profissional de atletismo, mas sem nunca esquecer a Enfermagem, porque é essencial para mim. Quero apostar na área em part-time, mas conseguir conciliar com o objetivo que tracei para o atletismo.

 

“Quando venço gosto de festejar, mas não fico demasiado presa à última vitória.”

 

Que competências é que o desporto traz para vida de uma pessoa?

O desporto traz muita maturidade emocional. Aliás, no meu último estágio do curso, que me correu muito bem, uma professora disse-me que se notava mesmo que eu era uma atleta profissional, ou seja, que conseguia ligar com as situações mais complexas e que tinha o discernimento certo para ir à procura de soluções.

 

Como é que gere as vitórias?

Eu adoro ganhar, adoro ser a melhor. E quando venço gosto de festejar, mas não fico demasiado presa à última vitória. No dia seguinte, já estamos a pensar na próxima vitória e no próximo tempo que queremos atingir.

 

21-03-2024

Católica promove projeto “Bosques Norte Litoral” em nós de autoestrada

No Dia Mundial da Árvore e da Floresta, foi lançado o “Bosques Norte Litoral”, um projeto que promove a biodiversidade. Uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Vila do Conde, em parceria com a concessionária Auto-Estradas Norte Litoral e a colaboração da Universidade Católica Portuguesa, no âmbito do CRE.Porto. O “Bosques Norte Litoral” consiste na plantação de 1.629 árvores e arbustos de 19 espécies diferentes, cuidadosamente selecionadas para promover a biodiversidade e a resiliência  ambiental, numa primeira fase, no Nó de Modivas.

O projeto contempla 9,3 hectares de áreas verdes coletivas da rede viária para arborização em Fajozes, Vila do Conde, Aveleda e Modivas. O objetivo é a melhoria ambiental, paisagística e a promoção das espécies nativas em espaços verdes anteriormente incultos e com a presença de espécies invasoras, promovendo assim, os serviços de ecossistema, áreas mais resilientes às alterações climáticas e que sejam sumidouros de carbono.

No âmbito desta iniciativa, Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da Universidade Católica Portuguesa, que esteve presente no lançamento “Bosques Norte Litoral” salientou “é muito importante para a Universidade participar ativamente nestes projetos que integram a sustentabilidade e a interligação entre a academia e a sociedade e que estão em linha com a estratégia e a missão da Universidade Católica Portuguesa.”

Em março, a primeira fase do projeto arrancou no Nó de Modivas, com os trabalhos de preparação do terreno que consistiram no controlo de espécies invasoras (erva-das-pampas) e a preparação do terreno, que totaliza 3,5 hectares de área útil. Até ao final de março de 2024 serão plantadas 1.629 árvores e arbustos, de 19 espécies diferentes, resultantes de um minucioso plano de arquitetura paisagística, que teve em conta as características das quatro áreas que constituem este nó. As espécies nativas escolhidas são espontâneas no território e bem-adaptadas às condições ambientais, como o pilriteiro, o medronheiro, a aveleira, a macieira-brava e o medronheiro. Estas são algumas das espécies que fazem parte do estrato arbustivo, que corresponde a cerca de 75% do plano de plantação, que irão criar uma paisagem dinâmica de estratos variados, cores, formas, flores e frutos diferentes. Destaca-se a identificação de zonas de linhas de água e de um charco temporário em que árvores nativas como o amieiro, o freixo, a borrazeira-preta e a bétula terão como habitat preferencial. Em conjunto, proporcionarão locais de refúgio e alimento para os insetos, nomeadamente polinizadores, aves e anfíbios.

As plantas para os Bosques do Norte Litoral foram fornecidas pelo programa Floresta Comum e pelo Viveiro de Árvores e Arbustos Autóctones do projeto FUTURO, em que desde a semente até ao momento das plantas irem para o terreno são também cuidadas por mãos de empenhadas voluntários que dedicam o seu tempo às espécies nativas.

Em contexto periurbano os bosques nativos são fundamentais pois contribuem para uma boa qualidade do ar, para promover a qualidade do solo e a sua fixação, são elementos essenciais para o ciclo da água, para intercetar e absorver a água das chuvas, e neste caso numa envolvência que é tão impermeabilizada, torna possível uma melhor infiltração no solo. Especificamente, as árvores e os arbustos, com a sua maturidade, serão sequestradores de carbono, contribuirão para a regulação do clima e para absorção dos poluentes atmosféricos. São inúmeros os benefícios que se traduzem na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e no ornamento do território com o património natural.

Este projeto é promovido pela Câmara Municipal de Vila do Conde e a concessionária Auto-Estradas Norte Litoral, com a colaboração da Universidade Católica Portuguesa, no âmbito do CRE.Porto.

 

Três entidades com diferentes papéis no projeto

O Município de Vila do Conde motivado pelo seu “Plano Municipal de Ação Climática” para a promoção da biodiversidade e o aumento da sua infraestrutura verde, tem adotado medidas para mitigar as alterações climáticas. Assim, converge a vontade para desenvolver bosques ricos em biodiversidade, proporcionando uma melhoria na qualidade ambiental no concelho.

A Auto-Estradas Norte Litoral assume um compromisso importante enquanto gestor responsável das áreas verdes dos nós, invocando a sua preocupação com a valorização ecológica da paisagem.

O CRE.Porto é uma rede de educação-ação para a sustentabilidade, liderada pela Universidade Católica Portuguesa e pela Área Metropolitana do Porto (AMP), que implementa o projeto FUTURO: um esforço planeado e coordenado de várias organizações e cidadãos com o objetivo de criar e manter florestas nativas na AMP, estando totalmente alinhado com o propósito dos Bosques do Norte Litoral.

No dia 21 de março, Dia Mundial da Árvore, os três parceiros assinaram um acordo para desenvolver bosques nativos no concelho, que se esperam prósperos, repletos de biodiversidade e que deem muitos frutos num futuro próximo.

21-03-2024

Católica lança Programa Women+ no Porto

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) reuniu, no Porto, mais de 30 líderes femininas para dar a conhecer o projeto Women+, um programa de mentoria e job shadowing que pretende inspirar a liderança feminina em jovens recém-graduadas.

No seu discurso de abertura, Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, começou por convidar todas as presentes: “serem mentoras, a integrarem este programa e a darem algum do Vosso tempo para inspirarem jovens licenciadas e mestres a seguir uma carreira de serviço e de liderança.” A iniciativa Women+ pretende impulsionar o desenvolvimento das mulheres no meio académico, e também apoiá-las, através dos exemplos de liderança das mentoras. O projeto, ainda em fase de desenvolvimento, surge no seguimento de vários programas já estruturados para encorajar as mulheres a desenvolverem as suas capacidades empreendedoras na UCP. Durante a sua intervenção, Isabel Capeloa Gil deu o exemplo da Universidade Católica Portuguesa como sendo das mais paritárias em Portugal no que diz respeito à presença de homens e mulheres em cargos de liderança. Reiterou também que um dos grandes desafios é a conciliação entre a vida pessoal e a profissional e nada melhor do que existirem mentoras que as ajudem nestes processos através do exemplo.

A oradora convidada, Elise Racicot, embaixadora do Canadá em Portugal e presidente da associação de mulheres embaixadoras, partilhou a história da sua carreira de diplomata “nasci numa pequena cidade do Canadá, licenciei-me em relações públicas, fiz mestrado em administração pública internacional e depois decidi candidatar-me à carreira de diplomata e fui aceite, quando todos diziam que seria muito difícil.” Entre a diplomacia em diferentes países, como Irão ou Brasil, Elise Racicot constituiu família e abraça agora a sua carreira em Portugal onde já criou a associação de mulheres embaixadoras. “Um dos meus papéis mais importantes enquanto diplomata é o de ajudar a aumentar o número de mulheres nesta área,” referiu Elise Racicot. Durante a sua intervenção falou também sobre o Governo canadiano estar a implementar o conceito Gender Based Analysis +, que tem como objetivo abrir a porta à inclusão de perspetivas diferentes da mesma realidade.

Para Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da UCP, “esta é uma iniciativa muito relevante com o objetivo de impulsionar a liderança no feminino, recorrendo aos exemplos de sucesso que temos e que podem servir de inspiração às gerações futuras.

Neste evento, que se realizou no dia 20 de março no Edifício Paraíso do campus Porto da Universidade Católica Portuguesa, estiveram presentes mais de 30 personalidades de destaque na área empresarial, política, setor social e ciência.

21-03-2024

Maquetes de Siza Vieira intervencionadas pelo CCR com a colaboração dos alunos de Conservação e Restauro com destaque em Serralves

No âmbito da parceria entre a Escola das Artes com a Fundação de Serralves, os alunos da Licenciatura em Arte, Conservação e Restauro tiveram a oportunidade de participar na intervenção de 50 maquetes do arquiteto Álvaro Siza Vieira, agora em exibição na exposição C.A.S.A – Coleção Álvaro Siza, Arquivo.

As maquetes, compostas por diferentes materiais como cartão, papel, K-line e esferovite, foram submetidas a um processo de limpeza de sujidade profunda e superficial, de manchas, remoção de adesivos, fungos e resíduos, assim como colagens, entre outras soluções de conservação e restauro.

Entre as obras intervencionadas, encontram-se projetos emblemáticos do arquiteto, tais como a Casa Armanda Passos, o Complexo da Boavista, a Casa do Cinema Manoel de Oliveira, etc…

Com curadoria do arquiteto António Choupina e coordenação de Sónia Oliveira, a exposição organizada pela Fundação Serralves, encontra-se na Ala Álvaro Siza - num piso dedicado à Arquitetura - construída para ser Casa da Coleção. A Mostra inclui um amplo espectro de projetos para lá dos muros de Serralves, outras Casas de Cultura, Casas do Conhecimento, Casas de Fé, Casas de Lazer, Casas de Comércio, Casas de Família, Casas do Povo, Casas de Trabalho.

Ao longo de sua carreira, Siza Vieira recebeu várias distinções, incluindo o Prêmio Pritzker, em 1992, considerado o mais alto reconhecimento na área da Arquitetura.

Esta parceria reforça o papel crucial da educação artística e da preservação do patrimônio na construção de uma sociedade mais consciente e culturalmente enriquecida.

15-03-2024

Comunicado / Statement

A Universidade Católica Portuguesa (UCP) tomou conhecimento de situação que podia configurar uma alegada ameaça à integridade física e devassa da vida privada de estudantes. De imediato procedeu à abertura de um inquérito interno para apurar possível matéria disciplinar. Simultaneamente, a UCP efetuou uma participação às autoridades competentes reportando a situação.

A UCP está a acompanhar atentamente este assunto e prossegue a cooperação com as autoridades por si iniciada, mantendo todas as medidas de segurança de forma a garantir a proteção dos seus estudantes. Do mesmo modo, a UCP disponibilizou ainda os recursos necessários para o acompanhamento desta situação, incluindo apoio psicológico aos visados.

A UCP repudia qualquer ato de violência e reitera o seu compromisso na proteção de um ambiente seguro e saudável para a sua comunidade académica.

 

Universidade Católica Portuguesa

 


 

The Universidade Católica Portuguesa (UCP) became aware of a situation that could constitute an alleged threat to the physical integrity and invasion of the privacy of students. Immediately, an internal investigation was initiated to determine possible disciplinary action, and the competent authorities were notified of the situation.

UCP is closely monitoring this issue and continues to cooperate with the authorities, maintaining all security measures to ensure the protection of its students. Additionally, UCP has provided the necessary resources to address this situation, including psychological support for those involved.

UCP condemns any act of violence and reaffirms its commitment to protecting a safe and healthy environment for its academic community.

 

Universidade Católica Portuguesa

15-03-2024

Católica promove 2ª Edição das Comunidades de Aprendizagem e Prática para docentes UCP

O CLIL - Católica Learning Innovation Lab promove, entre abril e dezembro de 2024, a 2ª Edição das Comunidades de Aprendizagem e Prática (CAPs). A iniciativa tem o objetivo de proporcionar aos docentes dos quatro campi da Universidade Católica Portuguesa (UCP) a oportunidade de planificarem e implementarem colaborativamente cenários de aprendizagem inovadores.

Cada comunidade pretende ser um ambiente de partilha de experiências pedagógicas entre docentes e é dinamizada por uma equipa de facilitadores. Nesta edição, estão previstas quatro CAPs:  Curtas de Aprendizagem Ativa, Aprendizagem-Serviço, Aprendizagem Baseada em Problemas e Projetos e Inteligência Artificial e Ensino.

Diana Soares, coordenadora do CLIL e docente na Faculdade de Educação e Psicologia (FEP), reitera a importância da participação nesta iniciativa: “Convidamos os docentes e investigadores dos quatro pólos da Universidade a participarem nesta segunda edição das Comunidades de Aprendizagem e Prática. Ao longo deste ano civil, queremos facultar aos professores da nossa Universidade a oportunidade de integrarem um grupo ou comunidade que irá explorar novas metodologias e estratégias pedagógicas que permitam repensar e transformar as suas práticas em sala de aula.

Acreditamos que estas quatro Comunidades vão ao encontro dos interesses de formação pedagógica dos docentes e investigadores da UCP”, remata.  As inscrições nas CAPs terminam no dia 03 de abril de 2024 e devem ser realizadas no seguinte Formulário.
 

Programa

 

Conheça as quatro Comunidades de Aprendizagem e Prática:

1. Curtas de Aprendizagem Ativa

CAP destinada a docentes que pretendam conhecer e refletir sobre diferentes estratégias de aprendizagem ativa tendo em conta os objetivos específicos do processo de ensino e aprendizagem.  Esta Comunidade centra-se em estratégias mais pontuais que podem ser utilizadas em vários momentos da unidade curricular, nomeadamente em aulas expositivas, trabalhos de grupo e avaliações.

Facilitadoras: Diana Soares (FEP), Salomé Silva (CLSBE), Joana Pereira Mata (CLSBE) e Sofia Menéres (FM)

 

2. Aprendizagem Baseada em Projetos e Problemas

CAP pensada para docentes que pretendem aprender e refletir sobre a implementação da metodologia da Aprendizagem Baseada em Problemas ou da Aprendizagem Baseada em Projetos, repensando uma parte de sua prática de modo a incluir PBL nas suas aulas.

Facilitadores: Eva Dias de Oliveira (CPBS), Maria José Serol (FMD), Pedro Alves (EA)

 

3. Aprendizagem-Serviço

CAP planeada para docentes que pretendem aprender a implementar esta metodologia, repensando a sua prática de modo a incluir orientações para aproximar os conteúdos e as aprendizagens da comunidade exterior (sociedade), promovendo a ação cívica dos estudantes.

Facilitadoras: Joana Filipa Martins e Sofia Rodrigues Câmara (ApS/CLIL)

 

4. IA e Ensino

Esta CAP tem como principal objetivo reunir um grupo de docentes dispostos a explorar colaborativamente as possibilidades e os desafios apresentados pelos avanços na área da Inteligência Artificial ao Ensino Superior e a experimentar diferentes ferramentas de IA.

Facilitadores: António Andrade (CPBS), Diana Mesquita (FEP) e Maitê Gil (CLIL)

15-03-2024

Inscrições abertas para a Transform4Europe Week “Beyond Borders”

As inscrições já estão abertas para a Transform4Europe Week Spring 2024, sob o tema “Beyond Borders”, que terá lugar entre 20 e 24 de maio, com atividades em Trieste, Itália, e Koper, Eslovénia. 

Estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento da Universidade Católica Portuguesa já podem inscrever-se para participar nesta semana de atividades académicas, científicas e culturais.

O programa da Transform4Europe Week “Beyond Borders tem como temas “Knowledge Entrepreneurship”, “Environmental Transformation”, “Digital Transformation” e “Societal Transformation” e inclui debates, workshops, aulas e atividades de networking.

Todos os cursos são lecionados em inglês e haverá certificado e crédito de 3 ECTS para cada curso, caso os alunos passem num teste. Algumas aulas terão uma fase online, antes ou depois da Transform4Europe Week, além da fase de aulas presenciais de 20 a 24 de maio.

Enquanto as manhãs são para as aulas, as tardes da Transform4Europe Week são dedicadas a atividades de cariz desportivo, cultural e científico.

Todo o planeamento das viagens e alojamento será feito pela UCP, com os custos cobertos pela universidade.

Consulte abaixo toda a informação antes de se inscrever:

Em caso de dúvidas, contacte t4eu@ucp.pt

15-03-2024

Universidade Católica marca presença na 14ª edição da Qualifica

Foram muitos os que estiveram no stand da Universidade Católica Portuguesa, durante os dias da Qualifica. A Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, a maior do setor da zona Norte de Portugal, contou com mais 40 mil visitantes.

De 6 a 9 de março, na Exponor, a Universidade Católica Portuguesa contactou com milhares de estudantes do ensino básico e secundário, encarregados de educação, professores e psicólogos escolares, partilhando informações acerca da sua vasta oferta formativa.

No stand da Universidade estavam representadas as 6 unidades académicas do campus do Porto da Católica – Escola das ArtesFaculdade de Direito – Escola do PortoCatólica Porto Business SchoolEscola Superior de BiotecnologiaFaculdade de Educação e Psicologia e Escola de Enfermagem (Porto) -, bem como a Faculdade de Medicina e os centros regionais de Lisboa, Braga e Viseu da UCP.

No primeiro dia, a feira, que regista a 14ª edição, contou com a visita da comitiva do Secretário de Estado da Educação, António Oliveira Leite, e com a presença de Isabel Braga da Cruz, pró-reitora da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

Motivada em dar a conhecer e em consolidar o seu projeto educativo, a Universidade Católica no Porto destaca a importância da presença em eventos que privilegiam o contacto próximo e direto com os jovens que em breve terão de escolher o seu futuro universitário.

14-03-2024

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