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Novidades

Católica Porto Business School é o mais recente membro da Association of African Business Schools (AABS)

A Católica Porto Business School aderiu, recentemente, à Association of African Business Schools (AABS), uma organização de reconhecimento internacional, que define padrões de educação empresarial em África e que reúne escolas de negócios de vários países africanos e europeus.

A Católica Porto Business School mantém uma relação de cooperação e proximidade com o continente africano, em vários projetos e desafios. E um dos principais eixos de atuação, e já com mais de uma década, é cooperação ao nível da formação executiva, nomeadamente na gestão do Programa Atlântico, uma pós-graduação internacional em Gestão, de tripla diplomação, facultada pelas três escolas de negócios das Universidades Católicas de Angola (Católica Luanda Business School), Brasil (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e Portugal (Católica Porto Business School).  

É com base nesta experiência que João Pinto, Diretor da Católica Porto Business School, afirma: “Acreditamos no potencial que existe em África, não só a nível das competências transferíveis, que emergem dos contactos multiculturais que esta relação proporciona, mas também em tópicos onde acreditamos que as escolas de negócios africanas podem abrir caminho para uma discussão muito rica. Vemos esta adesão como uma grande oportunidade para fomentar ainda mais a colaboração intercontinental, promover padrões globais e contribuir para o desenvolvimento de profissionais para uma sociedade global, sustentável e ética.”

Para a Católica Porto Business School, integrar a Association of African Business Schools é uma excelente oportunidade de promover a colaboração entre escolas de negócios europeias e africanas, assente numa troca de perspetivas diversas e multiculturais, e apoiar de forma mais próxima o desenvolvimento do ensino e formação empresarial em África. 

07-05-2024

Qual é papel dos enfermeiros na Saúde Mental Materna?: Escola de Enfermagem (Porto) assinala Dia da Saúde Mental Materna

A Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa assinalou o Dia da Saúde Mental Materna, que se celebra todos os anos na primeira quarta-feira do mês de maio, desafiando para a reflexão sobre o papel preponderante dos enfermeiros na identificação precoce e na intervenção nos problemas de saúde mental das Mães.

“Nasce um filho e nasce uma mãe”, afirma Maria João Guerra, docente da EE (Porto). Neste sentido, torna-se crucial que haja não só um cuidado com o recém-nascido, mas, também, com a “recém-mãe”, uma vez que decorrem grandes alterações hormonais e desequilíbrios emocionais, num período de grande adaptação a um novo papel.

Os enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica são aqueles que mais competências têm para identificar e intervir nestas situações, uma vez que estão dotados de estratégias que podem partilhar com as recém-mães.

 

Os desafios da maternidade

Os enfermeiros, pela intervenção de proximidade, são aqueles que mais oportunidades têm para identificar alterações ao nível mental nas mulheres durante a gravidez, no parto e no pós-parto. O nascimento de um filho revela-se, assim, um momento de grande felicidade, mas também de diversos desafios, como a privação do sono, a alteração de rotinas familiares, as alterações ao nível emocional da mãe em relação ao novo “eu” que também nasce.

Perante tais fenómenos, é importante que os enfermeiros estejam atentos e dotados de competências para serem capazes de identificar alterações que podem ser patológicas, como a depressão pós-parto.

 

Como dar apoio a estas mães?

Maria João Guerra explica que uma das formas de dar mais apoio a estas recém-mães seria através de visitas domiciliares regulares por enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica, nos meses após o nascimento do recém-nascido, uma vez que é no seio familiar que muitas vezes se denota, de forma subtil, indícios de alterações ao nível mental. Alguns desses indícios passam por aspetos que muitas vezes identificamos como normais numa mãe com um bebé recém-nascido, por exemplo, o olhar triste e vazio, o manter a casa sempre escura, o apresentar-se pouco cuidada, entre outras.

A intervenção terá de se iniciar pela via da promoção, sendo crucial que seja dada a oportunidade as estas mães, antes do parto, de saberem quais as emoções que poderão sentir, quais as estratégias que podem utilizar e quais os recursos que existem para as ajudar. Esta oportunidade não é dada na maioria das vezes, uma vez que a maioria dos cursos, quer de preparação para o parto ou de preparação para a parentalidade, não abordam as questões emocionais de uma forma mais aprofundada. Outro grande desafio prende-se com a falta de recursos públicos disponíveis. Os recursos pagos existem, mas têm um custo elevado, tornando-se inacessíveis para grande parte das pessoas.

03-05-2024

Católica Porto Business School assina acordo com a Michigan State University

A Católica Porto Business School tem um novo acordo para os estudantes ao nível da licenciatura com a Michigan State University, nos Estados Unidos da América.

Através deste acordo, a Católica Porto Business School vai poder receber alunos de licenciatura da Michigan State University durante um ano letivo, um semestre ou para frequentarem as Summer Schools, os programas internacionais de formação de curta duração que a Católica Porto Business School promove anualmente.

Este acordo de mobilidade abre portas a uma nova possibilidade de internacionalização da escola e da cidade do Porto, reforçando o compromisso da Católica Porto Business School em se tornar uma escola global.  

A Michigan State University é uma universidade reconhecida a nível global e acreditada por uma das mais prestigiadas agências de acreditação internacionais, a AACSB (Association to Advance Collegiate Schools of Business).

02-05-2024

Ana Mesias: “A Católica tem uma dinâmica muito própria.”

Ana Mesias tem 22 anos e é estudante do Mestrado em Engenharia Biomédica da Escola Superior de Biotecnologia. Licenciada em Bioengenharia pela mesma faculdade, garante que sempre soube que queria trabalhar na área da saúde para poder contribuir para o bem-estar das pessoas. Atualmente, vive em Stanford. Ganhou uma bolsa e está a fazer investigação na Universidade de Stanford para a sua tese de mestrado. Uma experiência única, claro, mas também tem saudades de Portugal! Da família, amigos e, claro, da comida.

 

É estudante do Mestrado em Engenharia Biomédica na Escola Superior de Biotecnologia e, atualmente, está na Universidade de Stanford a fazer investigação para a sua tese de mestrado. Como é que surge essa oportunidade?

Estava eu a fazer scroll no Instagram (risos), quando me aparece um anúncio da bolsa Fulbright que dizia “Queres fazer investigação nos Estados Unidos, no âmbito do teu Mestrado?”. Eu fiquei logo interessada e fui explorar. Durante a Licenciatura, eu já queria ter tido uma experiência internacional através do programa Erasmus, mas por causa da pandemia não foi possível. Depois de ver este anúncio, percebi que podia ter aqui uma oportunidade única e candidatei-me.

 

O que é que mais a entusiasmou?

O facto de ir para os Estados Unidos, porque quando pensava em ter uma experiência internacional nunca pensei que seria fora da Europa. Cheguei a Stanford em fevereiro e fico cá até junho. Durante estes meses estou a fazer investigação no departamento de Fisiologia Molecular e Celular, da Faculdade de Medicina, para a minha tese de mestrado.

 

É licenciada em Bioengenharia pela Católica. Porquê escolher esta área para estudar e porquê escolher a Universidade Católica?

No secundário, gostava de biologia, química e matemática. A Bioengenharia liga todas estas áreas. Para além disso, também gostava muito da área da saúde. A Bioengenharia revelou-se uma opção que não me limitava e que me permitia ter em aberto todas estas minhas áreas de interesse. Descobri o curso de Bioengenharia da Católica quando estava a pesquisar cursos na internet. Tropecei no curso e fui explorar mais sobre o plano curricular. Também sabia que a Católica privilegiava muito o contacto próximo entre estudantes e professores e isso pesou muito na minha decisão.

 

O que é que mais a fascinou no curso?

O plano curricular do curso é bastante abrangente e dá as ferramentas e as bases para que depois cada estudante possa construir o seu caminho. No meu caso, como sempre tive um fascínio pela área da saúde, fiquei logo muito interessada no ramo da engenharia biomédica. Cativou-me muito a parte de poder construir dispositivos médicos ou desenvolver compostos que vão responder às necessidades de saúde das pessoas. Comecei a olhar para os materiais e a pensar na forma de os aplicar à saúde.

 

“Dei os meus primeiros passos na Investigação através do Clube dos Investigadores!”

 

Sempre se interessou pela área da saúde?

Desde o início que queria algo ligado à saúde, mas fui tendo essa confirmação ao longo do curso. Quando terminei a licenciatura, soube que queria aprofundar os conhecimentos no mestrado em Engenharia Biomédica.

 

Através da Engenharia Biomédica, que tipo de aplicações médicas é que podem ser desenvolvidas?

Podemos desenvolver algoritmos para fazer análises de imagens de  imagiologia médica ou até o desenvolvimento de próteses. Órgãos transplantáveis produzidos por cultura celular também já começam a ser uma realidade dentro desta área, aliada à medicina regenerativa. É uma área muito abrangente, com muito caminho para percorrer e que pode, realmente, trazer imensos benefícios para a vida das pessoas.

 

O que é que tem sido mais marcante na sua experiência na Universidade Católica?

A proximidade que os alunos têm com os professores e a disponibilidade que os professores têm para nos ajudar. Enquanto aluna, dou muita importância à disponibilidade e ao tempo que os professores têm para nós. É um acompanhamento que ultrapassa o tempo de sala de aula.

 

“O meu grupo de investigação em Stanford foi muito recetivo e foi bastante fácil integrar-me.”

 

A Universidade tem que ultrapassar os limites da sala de aula?

Sim, e a Católica tem uma dinâmica muito própria. A Católica trabalha bastante este lado que vai muito para além da sala de aula. Desde logo, pelas inúmeras atividades que proporciona. Há muitas atividades extracurriculares, grupos e clubes. Por exemplo, eu dei os meus primeiros passos na Investigação através do Clube dos Investigadores!

 

Em que é que consiste?

O Clube dos Investigadores permite que estudantes participem em projetos de investigação do Centro de Biotecnologia e Química Fina. Na licenciatura, os alunos podem, desde o primeiro ano, participar em projetos e começar a perceber em que consiste o mundo da investigação. Podem integrar um projeto de investigação que já existe ou até propor novos projetos. No fundo, através do clube, os alunos podem colocar em prática muitos dos conhecimentos adquiridos em aula e até desenvolver novas competências de laboratório e metodologias de investigação. O Clube dos Investigadores teve um papel muito importante no meu percurso. Eu já tinha o bichinho da investigação e esta iniciativa veio confirmar que o meu caminho era por aqui. Introduziu-me ao pensamento científico e trouxe-me novas perspetivas sobre a investigação.

 

“Viver nos Estados Unidos é completamente diferente de tudo a que eu estava habituada.”

 

Qual é o tema da sua tese de mestrado?

Péptidos bioativos com potencial neuro-protetor em doenças neurodegenerativas. Portanto, estou a estudar péptidos bioativos, que são frações mais pequenas de proteínas. No meu caso, a fonte de proteína que estou a utilizar para extrair estes péptidos é um inseto, nomeadamente o Tenebrio molitor. Esta fonte de proteína já tem vindo a ser estudada por ter biomoléculas bastante interessantes não só nutricionalmente, mas também na área da saúde, com efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios, por exemplo. Eu estou precisamente a estudar estas duas propriedades para perceber a capacidade neuro-protetora destes péptidos, com principal foco na doença de Alzheimer.

 

Porque é que a investigação é tão desafiante?

O que me alicia na investigação é o facto de se poder ter impacto na vida das pessoas e de poder trabalhar para tornar algo possível. Na investigação, todos os bocadinhos e todas as pequenas descobertas são importantes. A investigação que faço no meu laboratório pode parecer pequena e insignificante, mas contribui para um quadro comum que pode impactar o mundo e a vida das pessoas. É através da investigação que a Ciência e a Tecnologia podem avançar. A investigação tem esse poder.

 

Como é que tem sido a experiência de viver em Stanford?

Muito positiva, contudo os primeiros dias foram desafiantes, pois foi o imergir numa nova cultura e realidade. Viver nos Estados Unidos é completamente diferente de tudo a que eu estava habituada. Só uma simples ida ao supermercado é diferente! (risos) Mas também a forma de estar na vida, a mentalidade e cultura de trabalho. Viver nos Estados Unidos é muito diferente de viver na Europa, mas isso faz com que esta minha experiência se torne muito mais curiosa, porque estou sempre a descobrir coisas novas e porque estou, verdadeiramente, fora da minha zona de conforto.

 

Como é que foi recebida na Universidade?

O meu grupo de investigação em Stanford foi muito recetivo e foi bastante fácil integrar-me. O grupo é multicultural, o que torna a experiência muito mais rica. Somos só dois europeus no grupo, eu e um holandês. Temos americanos e também um chinês e uma indiana. O campus da Universidade é incrível, grande, mas muito acolhedor e com imensos espaços verdes. Parece uma pequena vila que tem tudo o que precisamos, tem uma parte histórica, onde está a biblioteca, a famosa torre hoover, a igreja, mas também um hospital e até um shopping. É muito pitoresco e bonito. Vou e venho de bicicleta todos os dias. É ótimo passear por aqui, parece sempre que estou no meio de um filme (risos).

 

O que é que mais contrasta com a experiência que tem em Portugal?

O ritmo de trabalho das pessoas é muito acelerado. É impressionante, porque aos fins-de-semana eles vêm para os laboratórios continuar a trabalhar.

 

O que espera retirar desta experiência?

Sem dúvida, a cultura de trabalho deles. Não propriamente o número de horas que trabalham, mas sim o foco que têm na realização de cada tarefa. As reuniões de trabalho são sempre muito objetivas e produtivas. Quero trazer para a minha vida muitas das metodologias de trabalho que usam. A experiência no laboratório está a ser muito enriquecedora, também. Estou a aprender modelos e ferramentas novos. É uma experiência que, sem dúvida, irei pôr em prática quando regressar a Portugal.

 

De que é que tem mais saudades de Portugal?

Tenho saudades da minha família e dos meus amigos. Mas, também, da maravilhosa comida portuguesa (risos)! Dos almoços de domingo e de ter a praia a cinco minutos de distância.

 

O que é que a move?

Poder marcar a vida das pessoas. Não me refiro só ao poder que a Ciência tem, mas refiro-me às coisas pequenas do dia-a-dia. Todos temos o privilégio de marcar a vida dos outros, com um simples olá, um bom dia ou estender a mão para ajudar. Quero estar disponível para os outros. Quero a cada dia melhorar e tentar ser melhor que a minha versão de ontem.

 

02-05-2024

Escola das Artes inaugura nova exposição de Letícia Ramos sobre Explorar os caminhos da imaginação: “Campo Magnético”

A Sala de Exposições da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto recebe a exposição "Campo Magnético", da artista brasileira Letícia Ramos. Nesta exposição, a artista cientista mergulha nas profundezas da relação entre fenómenos geológicos e climáticos e o impacto que estes podem ter na imaginação.

“Nesta exposição, somos levados a uma jornada extraordinária onde os limites que separam a ciência, a arte e a imaginação deixam de existir. A obra de Letícia Ramos é uma celebração da criatividade humana e demonstra o papel que a arte desempenha na compreensão do mundo ao nosso redor”, indica Nuno Crespo, curador desta exposição e diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa.

Letícia Ramos constrói paisagens visuais que viajam entre o passado e o futuro. Na rigorosa investigação do meio fotográfico analógico utiliza a escultura, a maquete e técnicas de efeitos especiais para criar paisagens imaginárias, narrativas e fabulações que se concretizam em fotografias, em filme e instalação.

A artista cientista que pesquisa o impacto que os fenómenos geológicos e climáticos podem ter na imaginação. Os seus trabalhos integram coleções como a Fundação Botín, o Novo Musee de Mônaco, Kadist Collection, Itaú Cultural, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Instituto Moreira Salles e Pinacoteca do Estado de São Paulo.

A artista utiliza os elementos naturais e os efeitos óticos como metáforas ou símbolos para representar conceitos relacionados com a política, a ciência e a imaginação. Os elementos da natureza são utilizados como transmissores de ideias onde existe uma sobreposição entre o passado e o futuro.  A sobreposição temporal é representada de diversas maneiras proporcionando uma reflexão sobre a continuidade da história.

Explorar os caminhos da imaginação: “Campo Magnético” inaugurou a 2 de maio, no Auditório Ilídio Pinho, com a performance de Letícia Ramos Films e da Banda Sonora Original and Foley ao Vivo, protagonizada por Rossano Snel, com a participação do Supernova Ensemble. Durante a inauguração, os visitantes tiveram a oportunidade de desfrutar de um Dj Set em colaboração com a Associação de Estudantes da Escola das Artes, no Pátio das Artes.

A exposição “Campo Magnético” é a quarta exposição do ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa em co-curadoria entre Lilia Schwarcz e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que decorrem entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

Exposição “Campo Magnético”
Artista: Letícia Ramos
Curadoria: Nuno Crespo
Patente ao público de 02 de maio a 07 de junho
Entrada Livre · 14H30 – 19H00
Local: Sala de Exposições da Escola das Artes
Universidade Católica Portuguesa - Porto
Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

02-05-2024

T4EU | Candidaturas abertas para financiamento de projetos de investigação conjuntos

Já estão abertas as candidaturas para o Seed Funding Programme, um programa da Transform4Europe (T4EU) cujo objetivo é financiar e promover projetos de investigação entre duas ou mais instituições membro da Aliança.

Entre 2 de maio e 30 de junho, investigadores, docentes, e investigadores de pós-doutoramento da Universidade Católica Portuguesa podem candidatar-se a este financiamento. É uma oportunidade para colaborar com outras instituições europeias e desenvolver projetos conjuntos, partilhando conhecimento e recursos.

As oportunidades de financiamento começam nos 3 mil euros e podem chegar aos 30 mil euros. O tipo de iniciativas que podem ser financiadas são, por exemplo:

Atividades de investigação de diversas áreas dentro da Aliança;
Organização de eventos científicos, como workshops, seminários ou conferências;
Projetos que ambicionem o lançamento de disciplinas ou cursos conjuntos, nos três ciclos de estudos;
Projetos focados na aprendizagem ao longo da vida;
Desenvolvimento de materiais didáticos para programas curriculares conjuntos.

A T4EU valoriza projetos relacionados com os seguintes temas: ambiente, inclusão e diversidade; multilinguismo; cooperação entre universidades e setor cultural; transformação digital; transformação da sociedade.

Para facilitar esta candidatura, a T4EU disponibiliza uma ferramenta de parceria, onde é possível encontrar e comunicar com outros investigadores das áreas de estudo e temas em que trabalham.

 

MAIS INFORMAÇÃO

 


 

T4EU | First Call for Seed Funding Programme

Applications are now open for the Seed Funding Programme, a Transform4Europe (T4EU) programme that aims to fund and promote research projects between two or more member institutions of the Alliance.

Between May 2 and June 30, researchers, academic staff, and post-docs from Universidade Católica Portuguesa can apply to this funding. It's an opportunity to collaborate with other European institutions and develop joint projects, sharing knowledge and resources.

Funding opportunities start at 3,000 euros and can go up to 30,000 euros. Below are some examples of initiatives that could be funded:

Initiation of research activities from diverse academic fields within the alliance
Organisation of scientific workshops, seminars or conferences
Projects aiming to launch new joint curricula or courses on a bachelor, masters or doctorate level, or opportunities around micro-credential programmes (LLL and based on fields of excellence)
Development of didactical materials for joint curricula

Examples of T4EU focus areas and values:

Projects concerning environmental aspects, inclusiveness, and diversity.
Projects in the field of common heritage, multilingualism, and university cooperation with the cultural sector. 
Projects in line with digital transformation and smart regions. 
Projects supporting societal transformation

To facilitate the application, T4EU offers a partnering tool, where you can find and communicate with other researchers in the same fields and themes of study.

 

MORE INFORMATION

30-04-2024

Inteligência Artificial nas neurociências: Human Neurobehavioral Laboratory e Laboratório de Neurociências Aplicadas da Universidade de São José criam parceria

O Human Neurobehavioral Laboratory (HNL) da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP) e o Laboratory of Applied Neurosciences (Laboratório de Neurociências Aplicadas) da Universidade de São José (USJ), em Macau, firmaram uma parceria para desenvolver uma linha de investigação avançada focada na aplicação da inteligência artificial (IA) e do machine learning na área das neurociências. A colaboração, iniciada em março deste ano, abre portas para avanços significativos no diagnóstico, tratamento e compreensão de diversas condições neurológicas.

Esta parceria permitirá ao HNL integrar uma equipa multidisciplinar do Laboratory of Applied Neurosciences da USJ, e ter a possibilidade de realizar estudos comparativos com amostras recolhidas em países parceiros desta instituição.

 

A Inteligência Artificial e o machine learning ao serviço das neurociências

O rápido desenvolvimento da IA e do machine learning abre novas fronteiras para a análise e a interpretação de dados nas neurociências.

O HNL e o Laboratory of Applied Neurosciences pretendem construir modelos computacionais que simulam complexos processos cerebrais, tais como tomadas de decisão, estratégias cognitivas para regulação emocional e processos sensoriais básicos. Essa capacidade de modelagem é fundamental para o avanço do diagnóstico e personalização de tratamentos para condições como o Alzheimer e a doença de Parkinson”, refere Patrícia Oliveira-Silva, diretora do HNL.

Outro objetivo da parceria é a exploração da IA e do machine learning para a identificação de biomarcadores neurológicos, que são indispensáveis para a análise detalhada de imagens cerebrais e de outros dados fisiológicos. A identificação desses biomarcadores pode contribuir significativamente para melhorar o diagnóstico e o tratamento de doenças neurológicas.

 

Integração de dados multidisciplinares graças à Inteligência Artificial e ao machine learning

A equipa do HNL está particularmente entusiasmada com o potencial da IA e do machine learning para integrar dados de diferentes áreas, como o comportamento do consumidor, a aprendizagem cerebral e a regulação emocional e liderança.

“Esta abordagem interdisciplinar garante que os frutos desta colaboração beneficiarão uma ampla gama de campos aplicados, com impacto positivo na sociedade.”, remata Patrícia Oliveira-Silva.

 

30-04-2024

Mais de 60 empresas marcaram presença na 10ª edição do Career Day da Católica Porto Business School

A Católica Porto Business School promoveu, no dia 24 de abril, mais uma edição do Career Day for Undergrads & Master's. Este evento, destinado aos finalistas das licenciaturas e aos estudantes de mestrados da Católica Porto Business School, tem como principal objetivo aproximar este público do mercado de trabalho, assumindo-se como uma excelente oportunidade de networking e de compreensão do contexto empresarial.

A organização deste evento, que já soma 10 edições, cabe ao Career and Development Office, um serviço de orientação e desenvolvimento pessoal e profissional, especialmente dirigido aos alunos da Católica Porto Business School. A edição deste ano contou com a participação de cerca de 150 representantes de mais de 60 empresas, nacionais e internacionais, e aproximadamente 120 alunos.   

O Career Day 2024 foi marcado por vários momentos de interação entre as empresas e os estudantes, mas também entre as empresas e a academia. Durante a manhã, foi dinamizada uma reunião de auscultação, em que a Católica Porto Business School teve a oportunidade de ouvir os representantes de algumas das empresas convidadas a partilhar a sua visão acerca de temas como as competências valorizadas no mercado de trabalho, as tendências de recrutamento, inovação e prioridades estratégicas, entre outros. Esta iniciativa destaca a proximidade que a Católica Porto Business School mantém com o tecido empresarial, procurando adaptar a sua formação à realidade das empresas para uma melhor integração dos seus alunos no mercado de trabalho.

Ao longo da tarde, os alunos puderam participar na feira de emprego Career Day Fair, através da qual tiveram a oportunidade de circular pelos stands, conhecer as oportunidades de estágios e outras vagas a full-time. Para além disso, puderam ainda participar nas speed-interviews, que contaram com um total de 90 alunos inscritos em mais de 200 entrevistas. Ambas as iniciativas decorreram nas instalações da Católica Porto Business School.

João Simões, Head of Human Resources da Liga Portugal, realçou a importância destas feiras para dar a conhecer aos alunos, não só as oportunidades de estágio e de emprego disponíveis, mas também os projetos de desenvolvimento pessoal e de progressão profissional que cada empresa oferece. Já Carlota Carvalho, aluna do Mestrado de Marketing, olha para o Career Day como um primeiro passo no processo de integração no mercado de trabalho e uma excelente possibilidade de contactar mais diretamente com as empresas.   

Este evento, de caráter anual, contou com a participação de: Amcor; ARGO Partners; Astrolábio - Orientação e Estratégia; Auchan Retail Portugal; Aveleda; AXCO; BA Glass; Banco Carregosa; C. - Carmo e Cerqueira; Calzedonia Group; Carwow; Casa da Marechal; CFA - Cravo, Fortes, Antão & Associados; CIN; Clearwater International; COFCO International; Colep Consumer Products; Continental; Corticeira Amorim; Deloitte; EDP; E-goi; Eirostec; Elementis; Elife; Fábrica de Tintas 2000; FI Group; FORVIA; GIGP – Empresa de Trabalho Temporário e Recursos Humanos; Grupo Salvador Caetano; Hays; Hôma; Infineon Technologies; Invacare (Portugal); ISPROX; Körber Porto; KPMG Portugal; LGG Advisors; Liga Portugal; Mazars Portugal; Mecwide; Michael Page; Mota-Engil; Natixis; Nestlé Business Services; Nors; Nortempo; NOS; Parfois; Procter & Gamble; PwC; Quanteam Portugal; QuickOps Consulting; Rangel Logistics Solutions; Ryan Portugal; SA365; SEG Automotive Portugal; Skill & Reach; Sodexo Business Services; Sogrape Vinhos; Sonae MC; Talent Portugal; Teach For Portugal; Xperts Council; Zome.

 

30-04-2024

Católica Porto Business School organiza cinco Summer Schools

A Católica Porto Business School prepara-se para receber cinco Summer Schools durante os meses de junho e julho - Structural Equation Modelling, New Marketing Trends, Deep Tech & Business Case, Python Porto Summer School e Data Analytics with KNIME: A hands-on approach Summer School.

Estes programas internacionais de curta duração oferecem aos estudantes a oportunidade de aprofundarem conhecimentos em áreas específicas e de explorar novas perspetivas, permitindo-lhes uma visão mais ampla e global e um enriquecimento cultural, através da interação com participantes de diferentes origens. 

No dia 25 de junho arranca a Structural Equation Modelling Summer School. A New Marketing Trends Summer School e a Deep Tech & Business Case Summer School começam a 8 de julho. Já a Python Porto Summer School e Data Analytics with KNIME: A hands-on approach Summer School, têm início marcado para 22 de julho e 29 de julho, respetivamente.

Structural Equation Modelling Summer School: este programa visa proporcionar uma maior compreensão dos modelos de equações estruturais, bem como as suas opções de aplicação. SEM é uma poderosa ferramenta analítica dentro das ciências sociais que supera as limitações de alguns métodos tradicionais.

New Marketing Trends Summer School: promete capacitar os participantes acerca das últimas tendências de mercado e de consumo, de forma a que possam responder eficazmente a desenvolvimentos de caráter económico, social, tecnológico, ambiental ou cultural que marcam constantemente a realidade empresarial.

Deep Tech & Business Case Summer School: compromete-se a capacitar os participantes de uma maior compreensão sobre os temas que estão na vanguarda da tecnologia e da estratégia de negócios, através de uma formação prática integrada na realidade do mercado.

Python Porto Summer School: o principal objetivo desta formação é habilitar os participantes com as competências básicas de Python, com aplicabilidade na área das Finanças, através de uma abordagem prática, que implica a resolução de exercícios e case studies.

Data Analytics with KNIME: A hands-on approach Summer School: visa aprodundar os conhecimentos dos participantes sobre os fundamentos da análise de dados, de forma prática, através da resolução de case studies e da utilização da plataforma KNIME Analytics. O principal objetivo desta formação é capacitar os participantes para o uso proficiente do KNIME e para a construção de um processo de tomada de decisão baseado em dados.

Cada um destes programas é lecionado por professores e especialistas do setor, proporcionando aos participantes uma experiência de aprendizagem enriquecedora e interativa, bem como a oportunidade de construírem relacionamentos profissionais e de expandirem o seu networking.  

 

Saiba mais aqui.

 

26-04-2024

Escola Superior de Biotecnologia participa na criação do Polo de Inovação Digital para o Setor Agroalimentar

A Escola Superior de Biotecnologia (ESB), da Universidade Católica Portuguesa no Porto, é parceira na criação do Polo de Inovação Digital para o Setor Agroalimentar (SFT-EDIH). Esta iniciativa é um ponto de referência para a digitalização do setor, desde a produção agrícola até à distribuição de alimentos, oferecendo acesso a tecnologias avançadas e serviços de apoio para impulsionar a inovação e a sustentabilidade.

A Escola Superior de Biotecnologia, como parte deste consórcio de 28 instituições líderes no setor, está empenhada em promover a adoção de tecnologias chave, como inteligência artificial, internet das coisas, ciência de dados entre outras que possam contribuir para o desenvolvimento do setor em qualidade e produtividade e para sua transformação digital no sentido de ter respostas inovadoras aos desafios da sustentabilidade.

 

Compromisso com a inovação e sustentabilidade

A parceria da ESB com o SFT-EDIH reforça o seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, ao mesmo tempo que oferece oportunidades de formação, acesso a redes de inovação, testes de soluções digitais e financiamento para PME e entidades do setor público.

O SFT-EDIH é reconhecido nacionalmente pelo IAPMEI e integra uma rede europeia dedicada à aceleração da transição digital no setor agroalimentar. O Polo pretende ser um ponto único de acesso para a digitalização do setor agroalimentar, do prado ao prato.

Este projeto representa um passo significativo para impulsionar a transformação digital no setor agroalimentar, contribuindo para a criação de um novo setor produtivo de valor acrescentado, o desenvolvimento de novos produtos e serviços e a promoção de soluções sustentáveis para os desafios do futuro.

Para além da Escola Superior de Biotecnologia, fazem parte do consórcio o BGI SA (Building Global Innovators), a ADVID, o Air Centre, a APED, a Beta-i, o Colab4Food, a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas, o Crédito Agrícola de Portugal, a COTEC Portugal, o COTHN, a FIPA, o Food4Sustainability, a Associação Fraunhofer Portugal Research, o INESC TEC, o INIAV, o InovTechAgro, o ISA - Universidade de Lisboa, o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, o Instituto de Soldadura e Qualidade, a Kiwa Sativa, a Portugal Foods, o PT-Maths-IN, o Smart Farm COLAB, SGS Portugal, a Universidade da Beira Interior, a Uninova e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Saiba mais sobre o projeto SFT-EDIH

26-04-2024

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