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Novidades

Área Transversal para a Economia Social em consórcio do estudo sobre "ESG - E o Trabalho Marítimo-Portuário em Portugal"

O Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões foi palco, dia 23 de setembro, da apresentação do estudo "ESG - E o Trabalho Marítimo-Portuário em Portugal", realizado pelo consórcio que uniu a Área Transversal para a Economia Social (ATES) da Universidade Católica - Porto, à Partnerships for Humanity e ao Instituto do Conhecimento.

O estudo, promovido pela  Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores Portuários (FNSTP) e pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores do Mar (FESMAR), foi considerado pioneiro, não só por reunir informação atualizada sobre os dois setores em Portugal, como por espelhar a visão dos trabalhadores sobre os mesmos e ainda apresentar diferentes e possíveis formas de trabalhar indicadores ESG nesta área.

O evento contou com a presença de cerca de 150 convidados. Durante  a manhã, o estudo foi apresentado pela equipa do consórcio, Daniela Coutinho e Peter Janson, da Partnerships for Humanity, João Pedro Matos Fernandes, do Instituto do Conhecimento e Leonor Abreu, da ATES. Foi também marcada pela mesa redonda sobre o setor portuário na qual participaram diferentes agentes do setor e ainda, pela intervenção do especialista internacional no setor, José Luís Liaquet. A manhã terminou com a intervenção do Secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo. Ao longo da tarde, para além de uma mesa redonda dedicada ao setor marítimo, João Carvalho, especialista no setor, interviu também, tendo o evento sido encerrado por José Manuel Boleiro, Presidente do Governo Regional dos Açores.

O estudo "ESG - E o Trabalho Marítimo-Portuário em Portugal", apresentado e também partilhado fisicamente por todos os presentes, pretende ser o ponto de partida para melhorias significativas de dois setores cruciais da economia do país e tantas vezes ignorado, assim como o motivo de união entre os mais diversos agentes dos setores, em prol do seu desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida dos seus trabalhadores.

25-09-2024

Docente e investigadora da Escola Superior de Biotecnologia eleita Conselheira da Academia Internacional de Ciência e Tecnologia de Alimentos (IAFoST)

Cristina L.M. Silva, docente e investigadora da Escola Superior de Biotecnologia, foi eleita Conselheira da Academia Internacional de Ciência e Tecnologia de Alimentos (IAFoST) para o mandato de 2024-2026. A eleição ocorreu antes da Assembleia Geral da IUFoST, e o resultado foi oficialmente comunicado durante a Assembleia realizada em Rimini, Itália, no dia 12 de setembro de 2024.

A IAFoST é uma entidade globalmente reconhecida, composta por cientistas, tecnólogos e engenheiros alimentares de destaque, cujos conhecimentos especializados são frequentemente consultados pela IUFoST para fornecer orientações científicas independentes em questões relacionadas coma ciência dos alimentos.

Já nomeada Fellow da IAFoST em 2022, Cristina Silva assume agora um papel de liderança como Conselheira, promovendo o avanço da ciência, tecnologia e engenharia alimentar. O seu papel será crucial para estimular a educação e a formação, fomentar a colaboração internacional e garantir elevados padrões éticos e científicos no setor.

 

24-09-2024

Candidaturas abertas para a T4EU Week 2024 em Katowice, Polónia

A Universidade Católica Portuguesa, membro da Transform4Europe Alliance, abre candidaturas para a T4EU Week “Communication for a Better Future”, que se realizará de 21 a 25 de outubro de 2024, em Katowice, Polónia. O evento destina-se a estudantes de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento da UCP e visa promover o desenvolvimento de competências académicas e a interação intercultural em ambiente internacional.

A T4EU Week decorrerá na Universidade da Silésia e contará com uma agenda que combina atividades académicas e culturais. Durante o evento, os estudantes participarão em cursos intensivos, focados em temas relevantes para as suas áreas de estudo e comunicação. Além das aulas, haverá atividades como passeios guiados, workshops e eventos culturais, fomentando a troca de experiências entre os participantes.

As atividades terão início no dia 21 de outubro, com uma palestra de abertura por Dr. Robert Rajczyk. Os cursos decorrerão durante as manhãs, sendo complementados por atividades socioculturais nas tardes, incluindo visitas ao centro histórico de Katowice, workshops de mindfulness e uma competição culinária. Haverá ainda um concerto na Academia de Música e uma visita ao Palácio Habsburgo, em Pszczyna.

Os estudantes poderão escolher entre sete cursos nas áreas da comunicação, negócios, educação, igualdade de género, cibersegurança e ambiente. Cada curso oferece 3 ECTS, reconhecidos no Suplemento ao Diploma da UCP, e incluirá componentes presenciais e online.

As candidaturas estão abertas até 30 de setembro de 2024 e devem ser submetidas online. Os estudantes devem preencher um formulário e apresentar uma carta de motivação em inglês, explicando a escolha dos cursos e o impacto da participação no evento. A seleção será feita com base no número de créditos ECTS concluídos, trabalho voluntário, interesse e experiência no tema dos cursos.

Os resultados da seleção serão divulgados até 4 de outubro de 2024. Mais informações estão disponíveis na página oficial da Transform4Europe no portal da UCP, na página da Transform4Europe (www.transform4europe.eu) ou escreva para t4eu@ucp.pt

REGULAMENTO  PROGRAMA DESCRIÇÃO DOS CURSOS INSCRIÇÕES

 

 

24-09-2024

gBiot: Inovação em Microrrobôs para o Tratamento de Inflamações Intestinais

O Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF) da Universidade Católica Portuguesa, em colaboração com o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (I3S), está a trabalhar no desenvolvimento nanotecnológico de partículas inovadoras que atuam de forma localizada no tratamento de inflamações crônicas do cólon, isto é o projeto gBIOT.

Para compreendermos do que estamos a falar quando nos referimos à nanotecnologia, precisamos primeiro de falar um pouco sobre o tamanho. Ezequiel Coscueta, investigador do CBQF e líder do gBIOT, explica que as convenções variam entre os cientistas. “Alguns consideram que acima dos 100 nanómetros (nm) lidamos com micropartículas, enquanto outros defendem que até aos 300 nm ainda se trata de nanopartículas.” Esta confusão pode ser problemática, dado que, num milímetro, cabem um milhão de nanómetros. No entanto, o foco do gBiot é claro: desenvolver microrrobôs (considerando micro por acima dos 100 nm) que encontrem o melhor caminho para eliminar inflamações do intestino.

As consequências de inflamações prolongadas, como colites e doença de Crohn, podem ser graves, com potenciais desfechos que incluem o cancro colorretal, uma das formas de cancro mais prevalentes a nível mundial. Para 2026, os cientistas da UCP e do I3S esperam ter um protótipo testado em modelos de células humanas e em ratos, com a intenção de registar uma patente para esta solução inovadora.

Os microrrobôs do gBIOT são produzidos por camadas que contêm diferentes funções, entre elas transportar anti-inflamatórios, alguns de uso farmacêutico tradicional, mas também compostos naturais extraídos de plantas como o agrião. Além dos anti-inflamatórios, os microrrobôs utilizam enzimas que interagem com compostos do microambiente inflamado, como, por exemplo, as Espécies Reativas do Oxigénio (ROS). Estas substâncias, que o organismo produz como defesa, podem ser nocivas quando geradas em excesso, especialmente em contextos de inflamação crónica. Os investigadores garantem que os microrrobôs poderão usar as ROS como “combustível” para se movimentarem e libertarem os anti-inflamatórios de maneira mais eficiente nas zonas inflamadas.

Este projeto representa um avanço significativo na biotecnologia aplicada ao tratamento de doenças inflamatórias intestinais, com o potencial de melhorar a qualidade de vida de muitos pacientes. O CBQF continua comprometido em desenvolver soluções inovadoras que respondam às necessidades de saúde da sociedade.

24-09-2024

Transformar o sistema alimentar do Mediterrâneo: Encontro de investigadores do projeto ProxIMed


A Universidade Católica Portuguesa, através da Escola Superior de Biotecnologia e do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), é parceira do ProxIMed, um projeto colaborativo que envolve 17 parceiros de 10 países, com o objetivo de transformar o sistema alimentar do Mediterrâneo. A iniciativa foca-se no desenvolvimento de proteínas sustentáveis, desde fontes vegetais a novos alimentos, utilizando processos ecológicos e adaptando produtos para diferentes regiões. A investigadora Manuela Pintado, da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa (ESB-UCP), sublinha a importância da experiência acumulada pela sua equipa na valorização de proteínas alternativas. Essa experiência tem sido essencial para demonstrar o valor de diferentes fontes proteicas sustentáveis. No contexto do projeto mencionado, o foco está nas micoproteínas, que além de serem uma opção sustentável, apresentam um elevado valor nutricional e possuem potencial para promover a saúde.

Nos dias 19 e 20 de setembro de 2024, a Escola Superior de Biotecnologia acolheu a Reunião do Steering Committee do projeto, reunindo investigadores e parceiros para discutir o progresso e definir os próximos passos. O ProxIMed visa desenvolver mais de 20 produtos de proteínas alternativas, com o envolvimento ativo de consumidores e indústrias, promovendo um futuro alimentar mais saudável e sustentável no Mediterrâneo.

A Escola Superior de Biotecnologia e o Centro de Biotecnologia e Química Fina reforçam o seu compromisso com a inovação e sustentabilidade, contribuindo para soluções que melhorem a segurança alimentar e reduzam o impacto ambiental.

23-09-2024

Grupo de Biomateriais e Tecnologia Biomédica participa no 8.º Simpósio China-Europa sobre Biomateriais em Medicina Regenerativa


O Grupo de Biomateriais e Tecnologia Biomédica do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF), da Universidade Católica Portuguesa (UCP), participou no prestigiado 8.º Simpósio China-Europa sobre Biomateriais em Medicina Regenerativa.

O evento decorreu em Nuremberga, Alemanha, entre os dias 15 e 18 de setembro de 2024, reunindo especialistas de renome internacional para discutir os mais recentes avanços em biomateriais e medicina regenerativa.

Quatro elementos do grupo do CBQF - Viviana Ribeiro, Beatriz Bernardes, Marta Duarte e Inês Vasconcelos - foram selecionados para fazer apresentações orais, destacando a investigação de ponta que está a ser conduzida pelo grupo. As suas apresentações abordaram o trabalho inovador realizado no CBQF em áreas como o desenvolvimento de biomateriais, engenharia de tecidos e tecnologias de medicina regenerativa.

A seleção destes investigadores para se apresentarem num evento internacional tão conceituado, sublinha a qualidade da investigação e os avanços pioneiros do Grupo de Biomateriais e Tecnologia Biomédica do CBQF. A sua participação contribui não só para a discussão global sobre biomateriais, mas também fortalece a reputação do CBQF como um ator relevante no campo da medicina regenerativa.

 

20-09-2024

Investigadora da Católica vence prémio do EU TalentOn com projeto na área do cancro

Ana Moreno e Pedro Ribeiro, alunos Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (FEP-UCP), foram selecionados para o prestigiado EU TalentOn 2024, juntando-se a 108 jovens cientistas da União Europeia para enfrentar os grandes desafios globais da atualidade.

Com vasta experiência em cuidados paliativos no Human Neurobehavioral Laboratory (HNL), Ana Moreno foi selecionada para a arena de Cancer Prevention & Care com uma proposta centrada em stress resilience. Na competição o projeto Breath for Life, uma proposta de deteção precoce de cancro, valeu-lhe a vitória do EU TalentOn 2024.

Já Pedro, envolvido no projeto UCP/FEP/HNL HealthySoils, foi selecionado para a arena Soil Deal for Europe, onde apresentou uma proposta baseada numa adaptação do projeto UCP/FEP/HNL HealthySoils.

O evento, que decorreu de 9 a 13 de setembro em Katowice, Polónia, fez parte das celebrações da Katowice European City of Science e representou uma oportunidade única para a Católica reforçar o seu compromisso com a inovação e o empreendedorismo na busca de soluções colaborativas para os desafios globais.

Em Katowice, os dois jovens cientistas, desenvolveram soluções inovadoras para problemas complexos, em equipas multidisciplinares. Cada equipa apresentou propostas viáveis e científicas, avaliadas pela sua criatividade e inovação, mérito científico e impacto, viabilidade e apelo.

Durante a semana, Ana e Pedro, com as suas equipas, enfrentaram desafios intelectuais e pessoais. “Participar no EU TalentOn 2024 foi uma experiência indescritível”, recorda Ana. “O que começou como um desafio, terminou numa semana de aprendizagem e crescimento pessoal e profissional. Toda a jornada foi revigorante, desde o acolhimento e suporte da equipa de organização, à inspiração e feedback dos experts que nos acompanharam, e às relações criadas com os nossos colegas de equipa e outros participantes”.

Já Pedro destaca a intensidade do processo. “É verdade que foi um ambiente de stress constante, uma semana para criar todo um projeto que não só tinha o requisito de ser inovador como cientificamente correto e viável é algo a roçar o impossível, por isso acho que como participantes todos devemos estar satisfeitos e orgulhosos do nosso trabalho”.

A interação com jovens cientistas de diferentes áreas e origens foi um dos aspetos mais enriquecedores da experiência. "Foi uma semana em que cada um de nós foi desafiado a dar asas às ideias e projetos que nos levaram a apaixonar pela ciência em primeiro lugar. Levo comigo uma experiência única, certamente com ramificações futuras, e que me fazem recordar o que me fascinou na academia: contribuir para um mundo melhor”, afirma Ana.

Para Pedro, o mais inspirador foi a colaboração com colegas de diferentes nacionalidades, unidos por um objetivo comum: "Trabalhar lado a lado com estranhos, sabendo que a única coisa em comum entre os membros da equipa é a crença nas suas capacidades e a esperança por uma Europa mais sustentável e justa, foi verdadeiramente inspirador.” E acrescenta: “Há que dar muito crédito à formação que a Católica nos ofereceu, porque é a esta que devemos parte da coragem necessária para embarcar neste desafio".

O EU TalentOn 2024 reafirmou o papel da Universidade Católica Portuguesa como uma instituição empreendedora e proativa na formação de jovens talentosos e resilientes.

20-09-2024

Católica integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea

O pedido apresentado pela Escola das Artes para adesão do equipamento Católica Art Center à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC) foi aprovado pela Sua Exa. Ministra da Cultura no passado dia 16 de setembro.

O Católica Art Center integra 3 espaços polivalentes - Sala de Exposições, com programação regular desde 2018, um importante espaço de experimentação, desenvolvimento e criação de novas produções artísticas; Auditório Ilídio Pinho com programação semanal de cinema e encontros com artistas; e a Blackbox mais vocacionada para as artes performativas.

A RPAC é uma plataforma de referência na dinamização da arte contemporânea portuguesa, que congrega as diversas instituições dispersas no território atuantes neste domínio, promovendo o desenvolvimento socioeconómico dos territórios, a coesão territorial, a correção de assimetrias e a mobilidade de públicos.

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19-09-2024

Acolhimento aos Novos Estudantes: Início de Uma Nova Etapa na Escola Superior de Biotecnologia

A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa acolheu, entre os dias 3 e 10 de setembro de 2024, os novos estudantes das Licenciaturas em Bioengenharia, Microbiologia, Ciências e Sociedade, e Ciências da Nutrição, numa semana repleta de atividades de integração e convívio.

A semana de acolhimento teve início no dia 3 de setembro, com uma receção oficial aos novos alunos, seguida da atividade de quebra-gelo, como a tradicional plantação de uma árvore nos jardins da Escola Superior de Biotecnologia, simbolizando o início de um novo ciclo. Durante a manhã, os estudantes assistiram à Aula Inaugural, onde tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos docentes e obter uma visão geral dos cursos. À tarde, os novos estudantes tiveram a sua primeira experiência em ambiente de laboratório. No dia 4 de setembro, os estudantes participaram num piquenique e momento de convívio, promovendo a criação de laços e amizades entre colegas de diferentes licenciaturas.

O dia 5 de setembro foi marcado por duas importantes sessões de acolhimento. A primeira, destinada aos novos alunos e suas famílias, decorreu no Auditório Arménio Miranda. Durante a sessão, o corpo docente e técnico da faculdade deu as boas-vindas, reforçando o compromisso da Escola Superior de Biotecnologia com a excelência académica e o acompanhamento próximo dos seus estudantes. A diretora da Escola Superior de Biotecnologia, Paula Castro, destacou na sua intervenção: “Esta semana de acolhimento é fundamental para garantir que os nossos alunos se sintam parte da comunidade desde o primeiro dia. Queremos que saibam que estamos aqui para apoiar o seu percurso académico e que podem contar connosco em todas as etapas deste percurso”.

Na mesma tarde, seguiu-se a sessão geral de boas-vindas a todos os novos estudantes da Universidade Católica no Porto. A cerimónia, realizada no Auditório Ilídio Pinho, contou com a presença de Isabel Braga da Cruz, Pró-Reitora da Universidade Católica Portuguesa, que deu as boas-vindas e partilhou palavras de incentivo para este novo capítulo na vida académica dos estudantes.

A semana de acolhimento culminou no dia 10 de setembro com a atividade "Ciência sem Idade", que proporcionou aos estudantes a oportunidade de partilhar conhecimento e experiências com membros da comunidade sénior, reforçando o papel social e científico da Escola Superior de Biotecnologia na sociedade.

Com esta semana de atividades, a Escola Superior de Biotecnologia reforçou o seu compromisso com a criação de um ambiente académico acolhedor e inclusivo, preparando os seus novos estudantes para um percurso universitário de sucesso.

19-09-2024

Carolina Monteiro: “Na Conservação e Restauro, a Química entrelaça-se com a Arte.”

Carolina Monteiro tem 18 anos, é natural de Albufeira e é estudante do segundo ano da licenciatura em Conservação e Restauro da Escola das Artes, da Universidade Católica Portuguesa no Porto. O melhor da Conservação e Restauro? Poder “combinar a área das Ciências e das Artes.” Sonhos para o Futuro? Quem sabe a investigação … Objetivos para este novo ano letivo? Foco nos estudos e aproveitar tudo o que a Católica tem para oferecer!

 

Do Algarve diretamente para o Porto para estudar Conservação e Restauro na Universidade Católica.

Vim ao Porto pela primeira vez para o Dia Aberto da Escola das Artes. Foi aí que tive o meu primeiro contacto com a cidade e com a Universidade. Gostei logo muito da cidade e também percebi que o meu caminho era mesmo pela Conservação e Restauro.

 

Qual foi a primeira impressão?

O campus marcou-me, porque é um espaço muito acolhedor e convidativo. Sentimo-nos muito bem cá dentro. Os professores também foram bastante acolhedores e simpáticos. Receberam-nos muito bem. Tive a certeza de que eu ia ser feliz a estudar cá.

 

Quando é que descobre o seu gosto por esta área?

Soube que o curso existia através da minha mãe. Sempre tive um perfil dividido entre as Ciências e as Artes. Fiz o secundário na área das Ciências, mas sempre tive tendência e gosto pelas Artes. Gosto muito de Arte e de pintar. Tive uma professora que me marcou, porque incentivou muito o meu gosto pelas Artes. Também sempre gostei da área da investigação. Quando comecei a pesquisar mais sobre a Conservação e Restauro, percebi que nesta área eu podia fazer investigação e podia, também, combinar a área das Ciências e das Artes, áreas que se misturam na Conservação e Restauro. 

 

O que é que tem sido mais marcante na sua experiência na Católica?

A proximidade com os professores, com os colegas e com os colaboradores. Estamos sempre próximos e em contacto uns com os outros. Isto faz toda a diferença no dia-a-dia na Universidade e na nossa aprendizagem.

 

O que é que a Conservação e Restauro tem de mais fascinante?

A Química entrelaça-se com a Arte. É uma área multidisciplinar, porque estudamos Química, História, Materiais, Desenho … É na Conservação e Restauro que eu mantenho vivas na minha vida as áreas das Ciências e das Artes. Porquê escolher uma delas se aqui posso ter as duas? A Conservação e Restauro muda um bocado a perceção que as pessoas têm da Arte. A Arte vai muito para além do saber pintar ou saber desenhar. Envolve, por exemplo, processos químicos e é isso que faz com que uma obra passe de geração em geração.

 

É essa a importância da Conservação e Restauro?

Através da Conservação e Restauro, damos futuro ao passado, damos continuidade ao nosso património e salvaguardamos o que os nossos antepassados nos deixaram.

 

Estudar Conservação e Restauro na Católica significa trabalhar logo desde o primeiro ano em obras de arte reais. De que forma é que isso é importante para o percurso dos alunos?

Dá-nos responsabilidade. Desafia-nos muito. Podermos trabalhar em obras de arte reais é um privilégio que acarreta imensa responsabilidade e que nos ajuda a querermos fazer o melhor possível e a aspirar ao profissionalismo.

 

Sonhos para o futuro?

Ainda estou no segundo ano da licenciatura e, por isso, acho que ainda vai haver muitas áreas que me vão surpreender. Para já, fascina-me a parte laboratorial e de investigação.

 

De que forma é que a Arte é importante na sua vida?

A Arte é a minha forma de expressão. Eu sou uma pessoa que não tem, muitas vezes, capacidade de se expressar e a Arte ajuda-me a revelar aquilo que estou a sentir. Desenho e pinto a aguarela e pastel de óleo e tenho, também, explorado cada vez mais a vertente digital. Na Arte não há certo e errado.

 

A Arte é um caminho livre?

É um caminho sem regras, onde posso errar, onde posso transmitir aquilo que quero, onde posso ser simplesmente.

 

Artistas de referência?

Salvador Dalí e Van Gogh.

 

Expectativas para este novo ano que acaba de começar?

Quero estar focada nos estudos para poder continuar a aprender o mais possível. Ao mesmo tempo, quero explorar ao máximo a vida académica e tudo o que a Católica tem para nos oferecer, como por exemplo a CAtólica SOlidária. Fui voluntária num centro social no ano passado e quero repetir a experiência. O voluntariado liberta-nos.

 

Uma mensagem para os novos alunos da Universidade Católica?

Aproveitem tudo o que a Católica tem para vos dar! Desfrutem do ambiente académico e das aulas. Aprendam muito e envolvam-se nas diferentes experiências. Vão ser memórias que ficam para sempre.

 

19-09-2024

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