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A olhar para o futuro: MBA Executivo da Católica Porto Business School assinalou 20 anos

Foi perante uma plateia repleta que o diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, e o diretor do MBA Executivo, Luís Marques, abriram a conferência “MBA Executivo - 20 Anos: Passado, Presente e Futuro”. Os momentos iniciais contaram com a passagem de um pequeno filme que enquadrou a história do programa e aquilo que foi o seu crescimento, sem esquecer um debate sobre o seu momento atual e um olhar atento ao que devem ser os próximos anos de um MBA que se posiciona entre os melhores europeus. 

O primeiro convidado a subir a palco foi o CEO do Grupo Bernardo da Costa, Ricardo Costa, para falar sobre a importância do MBA no desenvolvimento pessoal. Alumno do MBA Internacional da Católica Porto Business School, Ricardo Costa começou por referir que a conclusão do programa, em 2011, coincidiu também com o assumir do atual cargo de CEO. Para si, a experiência adquirida foi crucial para a evolução da sua empresa, em termos de expansão e internacionalização e no aumento do volume de negócios. 

À apresentação de Ricardo Costa seguiu-se a primeira mesa-redonda da tarde, moderada por Sofia Salgado, Professora Auxiliar da Católica Porto Business School. “MBA: ontem, hoje e no futuro” foi o mote para a partilha de experiências pessoais e profissionais do CEO do Centro Porsche Porto, Hugo Ribeiro da Silva, da diretora de People & Culture da COLEP Packaging, Joana Roda, e de Arménio Rego, Professor Catedrático da Católica Porto Business School

A segunda intervenção coube ao CEO da KPMG Portugal, Vitor Ribeirinho, que falou do MBA e dos novos desafios da gestão. Na sua opinião, os principais desafios que se colocam aos gestores passam pela mudança e a incerteza, onde a informação deve levar a tomadas de decisão ponderadas, pela inovação como processo de negócio e pilar de estratégia empresarial, pela necessidade de diversidade e talento e pela sustentabilidade. 

O momento seguinte trouxe a segunda mesa-redonda, com o tema “As (novas) práticas de gestão” a contar com as participações do CEO da Mota-Engil, Carlos Mota Santos, do CEO do Super Bock Group, Rui Ferreira, e da antiga vice-presidente da Associação Nacional de Farmácias, Cristina Gaspar. Alberto Castro, Professor Catedrático Convidado da Católica Porto Business School, foi o moderador da sessão, colocando também questões aos vários convidados. 

O encerramento da conferência coube a Luís Marques, que aproveitou para agradecer novamente a todos os presentes, salientando que foi um momento de afirmação da ambição de melhoria e evolução do MBA Executivo da Católica Porto Business School. 

A 20ª edição do MBA Executivo arranca já em outubro. Se quiser saber mais sobre este programa, clique aqui.  

Assista à conferência de comemoração dos 20 anos do MBA da Católica Porto Business School.

 

06-06-2024

Professor da Escola das Artes toma posse no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

Gonçalo de Vasconcelos e Sousa, Professor Catedrático da Escola das Artes, tomou posse, no Rio de Janeiro, Brasil, como sócio correspondente estrangeiro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, fundado em 2 de Outubro de 1838, considerado como "a mais antiga e tradicional entidade de fomento da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de ciências sociais do Brasil". O acto decorreu na sede do IHGB, na presença do Presidente da Instituição, Dr. Victorino Chermont de Miranda, e da Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, Embaixadora Gabriela Soares de Albergaria (alumnaUCP). O Prof. Vasconcelos e Sousa aproveitou a sua estadia no Rio de Janeiro para realizar diversas conferências, designadamente no Real Gabinete Português de Leitura e no Palácio de São Clemente.

 

 

06-06-2024

Manuela Pintado: “A investigação tem de ser transformadora.”

Manuela Pintado é docente da Escola Superior de Biotecnologia e diretora e investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina. É também co-líder do INSURE.hub, uma iniciativa da Católica que atua na área da sustentabilidade, inovação e regeneração. Transmontana de gema, veio para o Porto para estudar no liceu Carolina Michaelis e mais tarde ingressa na licenciatura em Ciências Farmacêuticas. A paixão pela investigação, pela partilha de conhecimento e pela transformação da sociedade são o motor da sua carreira profissional. Como líder, procura “mostrar que qualquer um de nós consegue crescer”.

 

Quais são as suas principais memórias de infância?

Os meus pais foram maravilhosos porque me ajudaram a ser a pessoa que sou hoje. Esta é uma das minhas grandes memórias de infância. Para além disto, é impossível não referir que tive uma doença dos 5 aos 12 anos que, inevitavelmente, me marcou bastante. Mas também me tornou mais resiliente. Cheguei a perder um ano de aulas e depois sempre vivi muito condicionada pelo meu estado de saúde. Aparentemente diziam que a doença não tinha solução, mas, afinal, quando tinha eu 12 anos, a ciência trouxe solução para o meu problema. Isto também me ensinou a ter sempre esperança e a acreditar muito na ciência.

 

De que forma é que isso marcou o seu futuro?

O que vivi na minha infância trouxe-me àquilo que sou hoje. A Ciência traz soluções para as nossas vidas e eu acabei por dedicar a minha vida à Ciência e à investigação. Sinto-me profundamente realizada. Graças ao que vivi, sempre fui muito resiliente e acredito profundamente que se nos esforçarmos e que se acreditarmos, conseguimos lá chegar. É esta a principal mensagem que retiro da minha infância.

 

É transmontana. De Freixo de Espada a Cinta.

As realidades transmontana e transfronteiriça marcaram-me muito. A minha mãe era espanhola e, portanto, íamos muitas vezes a Espanha. Lembro-me de me encontrar com os meus tios e família quase no meio da ponte. No fundo, hoje olho para isto com a capacidade de dizer que somos superiores àquilo que muitas vezes nos impõem. Quando queremos muito uma coisa, acabamos por consegui-la e aquilo que nos une é capaz de ultrapassar qualquer obstáculo.

 

Quando é que vem para o Porto?

Vim para o Porto no 9º ano. A minha irmã já vivia no Porto e por isso abriu-me as portas. Mudei radicalmente de realidade. Na altura, as diferenças que se sentiam entre o interior e a cidade eram ainda mais gritantes. Desde logo, na Escola. Não foi uma adaptação fácil. Vim para um dos liceus mais difíceis do Porto, o Liceu Carolina Michaelis. Havia um gap muito grande entre aquilo que eu tinha aprendido na escola em Trás-os-Montes e aquilo que os outros já tinham aprendido aqui na cidade. Tive de me esforçar muito para conseguir acompanhar o resto da turma. Tenho muito orgulho de ser transmontana, mas, inevitavelmente, tive de me adaptar à realidade urbana. Tentei sempre fazê-lo sem perder o valor e a identidade.

 

Como é que os seus pais assistiam a esta sua adaptação à cidade?

Nunca mais me esqueço de uma frase que o meu pai dizia: “Temos de confiar nos nossos filhos”. Trago isto em mim até aos dias de hoje. Foi um grande voto de confiança por parte dos meus pais, que acreditaram, verdadeiramente, na minha responsabilidade. Por exemplo, quando trabalho com investigadores, procuro estimular a sua autonomia. Foi isto que os meus pais fizeram comigo. Naquela altura, lembro-me que a confiança dos meus pais em mim me responsabilizou ainda mais. Cresci muito naqueles tempos.

 

É licenciada em Ciências Farmacêuticas. Porquê?

Sempre tive uma atração grande pela componente científica. Talvez o interesse pela saúde surja do problema de saúde que tive na infância. Desde nova fui obrigada a contactar com hospitais. Gostei imenso do curso. Deu-me muitas competências. Depois de ter terminado o curso, fui trabalhar para um laboratório. Gostava do que fazia, mas sentia que faltava alguma coisa. Comecei a perceber que eu tinha de tentar a investigação. Na altura, a Escola Superior de Biotecnologia era pioneira. Foi das primeiras escolas a começar com uma investigação avançada com toda a nova geração que se tinha doutorado, com oportunidades de projetos e bolsas. Fui atrás da minha paixão e, hoje em dia, sinto-me completamente realizada.

 

Entra, então, para a ESB em 1991 com uma bolsa de investigação.

Precisamente. Quando eu entrei, vim trabalhar para o grupo de investigação do Professor Xavier Malcata. O meu primeiro trabalho foi em kefir. O objetivo era caracterizar os grãos de kefir que existiam em Portugal. Entrei para a Escola Superior de Biotecnologia com uma grande especialização em saúde, porque vinha de análises clínicas. Juntei-me à Microbiologia e comecei a trabalhar a área dos laticínios. Entretanto, surgiu a oportunidade de entrar no mestrado. Fiz um ano de mestrado para captar competências de engenharia, porque não tinha essas competências e eram muito relevantes se queria entrar nas áreas da biotecnologia. Posteriormente entrei no doutoramento.

 

“Para que serve uma investigação que fica fechada no seu laboratório?”

 

Que áreas de investigação acabaram por orientar a sua carreira?

Iniciei na área dos laticínios, já na componente de valorização do soro. Na altura, ainda muito pouco explorada. Fiz um trabalho de investigação que consistia em criar alternativas para valorizar este subproduto. É um tema que me move até aos dias de hoje, porque me permite ajudar a sociedade, o planeta e a indústria através da criação de soluções de sustentabilidade que, em simultâneo, permitem a criação de novos produtos.

 

Mas trabalhou e trabalha com muitas outras áreas …

Sim, até porque durante muito tempo publicar na área da valorização de subprodutos era difícil. Mantive sempre muitos trabalhos paralelos, que também me apaixonaram, como desenvolver investigação que valoriza os nossos produtos tradicionais, como os queijos, por exemplo. Trabalhei muito com o Queijo da Serra. Como investigadores, temos essa responsabilidade de promover o valor que temos em cada região do país e de criar oportunidades para essas regiões se desenvolverem à volta de novos produtos. Para além disto, trabalhei na Associação para a Escola Superior de Biotecnologia, que implicava ter muita ligação com a indústria e aí, também, descobri uma grande paixão: o contacto com as empresas.

 

A ligação à indústria é um pilar da Escola Superior de Biotecnologia?

A ligação à indústria é parte da cultura da Escola Superior de Biotecnologia. É extremamente diferenciador. É através desta ligação que a nossa investigação ganha sentido. Temos uma capacidade e uma proximidade excecional com a indústria e com as empresas e é isto que nos permite fazer a diferença. A investigação tem de ser transformadora e é nesta proximidade com o mundo lá fora que conseguimos que a investigação tenha um verdadeiro impacto. Para que serve uma investigação que fica fechada no seu laboratório?

 

O que é que acontece quando se abre a investigação para o mundo?

Quando assim é conseguimos criar mais valor para as empresas, dar respostas aos problemas e necessidades das pessoas, conseguimos captar investimento internacional, melhorar a capacidade e as competências dos profissionais e muito mais. É para isto que serve a investigação e é isto que me move nesta profissão.

 

É diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina desde 2017. Como é que têm sido estes anos?

Integrei o Centro de Biotecnologia de Química Fina no início dos anos 90, quando o centro foi criado, e em 2016 tornei-me membro da direção do Centro que era liderado pelo Professor Tim Hogg. Em 2017, fui nomeada diretora e, de facto, aceitei o desafio com uma grande convicção de uma abertura do Centro à transformação e internacionalização. Havia dois grandes objetivos a curto prazo: integração de um grande projeto com uma empresa cotada na bolsa americana e o aumento da classificação pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Acreditámos que podíamos ser excelentes e somos. Foi muito gratificante perceber que toda a equipa, todos os investigadores, dos mais jovens aos mais seniores, se envolveram neste objetivo. Desde então que a minha missão como líder do CBQF se mantém. Estamos focados na transformação, na mudança e na melhoria contínua. É nossa prioridade mantermos uma equipa motivada e entusiasmada, assegurando um futuro sólido para os nossos investigadores. Queremos alavancar as nossas parcerias com as empresas, que são determinantes para suportar economicamente a investigação que fazemos, e continuar a fazer caminho pela investigação que realmente transforma o mundo.

 

O que é ser líder?

É, sobretudo, mostrar que qualquer um de nós consegue atingir os seus objetivos. Acredito muito na equipa que temos. A vida tem-me ensinado, ao longo dos anos, que é na relação com a pessoa e no diálogo que podemos ajudar a fazer a diferença.

 

“Ser professora é central para mim.”

 

É, também, co-líder do INSURE.hub, iniciativa da Universidade Católica Portuguesa - através da Escola Superior de Biotecnologia e da Católica Porto Business School - e da Planetiers New Generation, que tem como objetivo criar um ecossistema internacional de conhecimento transdisciplinar na área da Inovação, da Sustentabilidade e da Regeneração. O que é que esteve na base da criação deste hub?

Sozinhos não conseguimos resolver os grandes desafios da sociedade. No fundo, este foi o mote para a criação do INSURE.hub. Percebemos que, do ponto de vista da Inovação, não conseguíamos, em muitos momentos, transferir e implementar sem a visão económica e sem, em alguns casos, da própria Psicologia, que traz a dimensão da mudança de comportamento. Concretizar a sustentabilidade sem cruzar todas estas áreas não é possível. O INSURE.hub criou esta cultura da multidisciplinaridade. Ao serviço da comunidade! Existimos movidos pelas empresas e por aquilo que a sociedade nos pede. 

 

O que é que diferencia a Católica relativamente ao tema da Sustentabilidade?

As áreas de conhecimento na maioria das instituições de ensino superior estão muito mais compartimentadas. Na Católica, temos esse valor de podermos combinar de forma diferenciadora as várias áreas. Este é um dos nossos grandes trunfos. Quando falamos de Sustentabilidade isto torna-se ainda mais claro. A Sustentabilidade não pode fazer parte de mim ou de uma faculdade em específico. A Sustentabilidade tem de se afirmar transversalmente e é isso que acontece na Universidade Católica. A Sustentabilidade é uma forma de estar e isto diferencia-nos muito. Este tema tem crescido gradualmente nas várias faculdades, com várias camadas de conhecimento, várias experiências e em muitos projetos. Na Católica, o nosso projeto de Sustentabilidade é coletivo.

 

Qual é a importância da docência na sua carreira profissional?

Ser professora é central para mim. Não me imagino a não ser professora. Um investigador que não partilha o seu conhecimento e que não o propaga, não cumpre a sua missão. A investigação e a docência coexistem.

 

Teve professores marcantes durante a sua vida?

Recordo um professor de Microbiologia que me ensinou imenso e que, com o seu rigor e disciplina, me fez apaixonar pela área. Ensinar Ciência é isto. É conseguirmos transmitir o que a Ciência tem de belo. O que tento fazer com os meus alunos é passar-lhes esta paixão pelo Conhecimento e como podem impactar a sociedade e a economia.

 

“Trás-os-Montes ensinou-me coisas muito importantes.”

 

O que mais gosta no Edifício de Biotecnologia?

É o ambiente que se vive no seu interior. A relação humana entre alunos, investigadores e docentes.

 

O que é que mais aprendeu por ter nascido no interior?

Trás-os-Montes ensinou-me coisas muito importantes. A resiliência, a relação com as pessoas, a entreajuda. No interior não somos uma pessoa, não somos uma família, somos um coletivo. Ajudamo-nos a todos e vivemos em verdadeira comunidade.

 

Depois de tantos anos a viver no Porto de que é que continua a ter saudades?

Da relação com as pessoas. Tenho lá muitos amigos ainda. No verão, encontramo-nos sempre. A relação com a família também é muito forte e, por isso, reunimo-nos. Já sem os meus pais para visitar, tenho uma casa que me traz essa saudade e que me reporta ao passado. Há uma ligação inquebrável. Freixo está sempre presente.

 

 

06-06-2024

Primeiro Congresso de Investigação em Bioengenharia no Ensino Secundário

Estudantes do ensino secundário de todo o país foram desafiados a apresentar os seus projetos no BIOFASE – I Congresso de Investigação em Bioengenharia no Ensino Secundário. Este evento inovador foi organizado pela Escola Superior de Biotecnologia e reuniu cerca de 50 jovens investigadores e seus professores durante um dia de partilha, descoberta e alguns prémios.

O foco específico dos trabalhos foi muito alargado: desde a microbiologia à biotecnologia, passando pela saúde e inteligência artificial, a ênfase na resolução de problemas através de ferramentas biológicas resultou em trabalhos de muita qualidade e provou que há escolas secundárias num patamar que merece visibilidade e reconhecimento.

Este primeiro Congresso de Investigação em Bioengenharia no Ensino Secundário foi uma excelente oportunidade para os alunos explorarem ciência, tecnologia, engenharia e ética de uma maneira prática e criativa, preparando-os para um futuro num campo interdisciplinar em constante evolução”, conclui Paula Castro, diretora da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.

"Gostei muito de ter vindo apresentar o meu trabalho! Descobri imenso sobre a área da Bioengenharia. É um evento interessante para desenvolver e conhecer ideias nesta área", partilhou Joana Antunes, aluna do 12º ano da Escola Secundária do Entroncamento.

Durante todo o dia os participantes foram envolvidos em sessões plenárias, interagiram com oradores convidados, participaram em grupos de discussão e assistiram a apresentações orais dos seus pares. Os trabalhos competiram para os quatro prémios monetários atribuídos: inovação alimentar, biotecnologia alimentar, melhor apresentação oral e melhor poster.

"É motivador para os alunos virem apresentar e partilhar os trabalhos que foram desenvolvendo ao longo do ano", afirmou a professora Natália Ferreira da Escola Secundária de Rio Tinto e que acompanhou os seus alunos no evento.

O sucesso deste congresso, em tudo equivalente aos seus congéneres mais adultos, reflete o interesse mais vasto dos jovens pela ciência e tecnologia e demonstra a oportunidade de eventos em investigação e a inovação desde as etapas mais precoces da educação. Com a promessa de mais edições no futuro, o BIOFASE já se afirmou como um marco no panorama científico do ensino secundário.

Prémio Ano Escola Alunos Trabalho Professor

Valor

MELHOR ORAL 12º ano Escola Secundária do Entroncamento Joana Patrícia Malhó Antunes Explorando o Potencial do Brufen como Modulador do Crescimento do Tomateiro Marta Azevedo 150 €
MELHOR POSTER 12º ano Escola Secundária da Maia Beatriz Ribeiro de Sousa; Maria Veiga; Irene Constantino HealingScales Luísa Santos 100 €
PRÉMIO BIOTECNOLOGIA ALIMENTAR 12º ano Escola Secundária Luís de Freitas Branco (Paço de Arcos) Manuel de Castro Violante; Pedro Martins; Rodrigo Passos; Rúben Silva Rice DNA barcoding Cristina Dias 120 €
PRÉMIO INOVAÇÃO ALIMENTAR 10º ano Escola Secundária com 3º Ciclo de Alcanena João Maria Marques Miguel; Guilherme Nascimento Vieira; Rafael Correia Calado CurtiPol: transformação de desperdícios da indústria dos curtumes em biopolímeros sustentáveis José Fradique 120 €

 

PROFESSOR INVESTIGADOR Escola Secundária do Entroncamento Marta Azevedo Este reconhecimento é atribuído automaticamente ao professor que coordenou o trabalho vencedor do prémio de melhor apresentação oral e garante-lhe a oportunidade de indicar um grupo de alunos que receberá mentorado regular por um investigador da faculdade ao longo do ano letivo seguinte.


Esta atividade é realizada no âmbito do projeto BLUE DESIGN ALLIANCE, financiado pelos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para 2021-2026.

06-06-2024

Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem fortalece parceria com Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

A Faculdade Ciências da Saúde e Enfermagem (FCSE), da Universidade Católica Portuguesa, e a Escola de Enfermagem, da Universidade de São Paulo, fortalecem parceria de investigação na área do tratamento de feridas e ostomias.

Paula Nogueira, docente da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP), no âmbito do programa de Apoio a Missões Académico-Científicas no Exterior (PAME), visitou a Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem. O programa incluiu atividades que permitiram dar a conhecer as linhas de investigação da Faculdade de Ciências da Saúde e de Enfermagem, nomeadamente, da Investigação na área das feridas e ostomias, bem como dar a conhecer a realidade do Ensino em contextos de prática clínica em Portugal. As atividades do programa decorreram maioritariamente no campus da Católica no Porto, tendo havido também uma visita ao campus da Católica em Lisboa.

Tânia Costa, docente da FCSE e coordenadora da mobilidade e internacionalização, destaca “a importância do trabalho colaborativo e em rede.” “Podemos e devemos aprender com as outras instituições e partilhar com elas o nosso conhecimento. É prioridade da FCSE a aposta no fortalecimento das parcerias internacionais”, conclui.

Durante a visita, que começou a 24 de maio e que decorreu por 10 dias, a FCSE deu a conhecer a dinâmica dos contextos de prática clínica, através de visitas técnicas a instituições de saúde públicas e privadas. Paula Nogueira integrou, também, reuniões de apresentação e discussão de projetos dos investigadores do Wound Research Lab (laboratório integrado no Centro Interdisciplinar em Saúde (CIIS)), de forma a fortalecer parcerias de pesquisa e de modo a dar o seu contributo. Realizou uma palestra para os docentes da FCSE subordinada ao tema “Realidade da Formação da Universidade de São Paulo no 2º e 3º Ciclos em Enfermagem: Desafios e oportunidades”.

A FCSE valoriza o fortalecimento de laços de parcerias internacionais, permitindo a partilha de conhecimento e de experiências no âmbito da investigação em Enfermagem.

06-06-2024

Católica lança nova pós-graduação em Direito dos Mais Velhos

Capacitar os profissionais para a resolução de problemas enfrentados pela população idosa e promover os seus direitos e a sua dignidade. É assim que nasce a nova Pós-graduação em Direito dos Mais Velhos, lançada pela Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa. Uma formação que se junta a um portfolio de mais de 15 formações que vão desde o Direito e Tecnologia ao Direito Imobiliário, das Sociedades Comerciais ao Direito da Moda, ou mesmo Organização e Gestão no Futebol Profissional.

Inspirada em programas de universidades norte-americanas e perante o crescente envelhecimento da população mundial, e em particular em Portugal, a Pós-graduação em Direito dos Mais Velhos traz desafios específicos que requerem uma resposta jurídica eficaz. “Aqui surgem questões como a gestão de bens, a proteção contra abusos e a compreensão de leis fiscais e de segurança social, áreas que requerem um estudo aprofundado e integrado,” esclarece Paula Ribeiro de Faria, uma das coordenadoras da nova Pós-graduação em Direito dos Mais Velhos. “Esta área surge na sequência de um seminário do Mestrado onde são abordados crimes contra as pessoas mais velhas e com o aprofundamento da investigação quanto a esta temática no âmbito do Observatório de Vítimas Vulneráveis,” conclui.

Já Maria da Conceição Cunha, também coordenadora, refere que “esta formação permitirá aprofundar temáticas como a responsabilidade pela negligência e pela omissão, a violação do dever de alimentos, a exploração financeira, o direito ao convívio com os avós em situações de rutura familiar, a solução do co-living como forma de combater o isolamento destas pessoas, o planeamento sucessório, a proteção fiscal, o internamento involuntário e a nova lei de saúde mental, a autonomia dos mais velhos e a proteção contra a perda dessa autonomia decisória, entre muitas outras questões.

 

Com uma carga horária de 95 horas letivas, o curso será ministrado em formato presencial, permitindo um contacto direto e enriquecedor entre os participantes e os docentes especialistas na área. Uma formação que procura dotar advogados, juristas, assistentes sociais, animadores sociais, gerontólogos, psicólogos e clínicos gerais, com competências relevantes para o exercício das suas funções.

Mais informação: Pós-Graduação em Direito dos Mais Velhos | FD-Porto (ucp.pt)

06-06-2024

Universidade Católica celebra o voluntariado e reforça parceria com instituições

A CAtólica SOlidária (CASO) reuniu 27 instituições parceiras num evento de encerramento e de celebração do ano académico de 23/24, que fica marcado pelo trabalho voluntário realizado pelos estudantes da Universidade Católica no Porto em diferentes missões na comunidade. Durante o evento, olhou-se em retrospetiva para os principais marcos do ano, ouviram-se testemunhos e houve, também, um momento de assinatura de um protocolo de cooperação com cada uma das instituições presentes.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP), unidade que gere a CASO, partilha que “o ano que está a acabar vem na sequência de um ano letivo marcante no qual celebramos os 20 anos da CASO. O balanço que fazemos do ano é positivo, pois continuamos a verificar que aquilo que estamos a fazer está a ser bem feito, ainda que sejamos capazes de reconhecer um grande potencial de melhoria e crescimento. Os alunos continuam a aderir ao voluntariado e a testemunhar o quanto é transformador.”

“Quero expressar a minha profunda gratidão a cada um dos presentes e às suas instituições por confiarem na Universidade Católica no Porto, através da UDIP, e ajudarem a fortalecer os laços entre a universidade e a comunidade. Hoje, celebramos não apenas a dedicação dos nossos estudantes ao voluntariado e o compromisso de docentes e colaboradores, mas também a importância das parcerias que sustentam as nossas ações. As instituições parceiras e os seus beneficiários são pilares fundamentais na formação dos nossos estudantes e na construção de uma sociedade mais justa e solidária, seja pelo voluntariado, pelos projetos Aprendizagem-Serviço, por Cursos, Projetos, Atividades ligados à economia social”, afirmou Isabel Braga da Cruz, pró-reitora do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.  

Durante o evento, Carmo Themudo, coordenadora da UDIP, e Constança Barbosa, coordenadora da CASO, apresentaram algumas das dimensões de serviço que a Católica organiza e promove com as instituições parceiras, algumas delas em conjunto com as faculdades: voluntariado regular, voluntariado pontual, voluntariado internacional, serviço comunitário, aplicação da metodologia Aprendizagem-Serviço (ApS). Carmo Themudo destaca que a Universidade “tem estado a fazer vários esforços para que haja um reconhecimento em créditos para atividades de serviço à comunidade. A ApS é um exemplo, mas está também a ser feito trabalho para a validação de uma disciplina com uma forte componente de voluntariado.  A Universidade Católica, além de formar profissionais de excelência, procura formar cidadãos comprometidos, sensíveis às necessidades dos outros e aos desafios sociais do mundo.”

 

“O voluntariado é um acordar para o mundo.”

A sessão, que decorreu a 4 de junho, ficou marcada pelo testemunho de João Almeida, estudante voluntário, de Elisabete Pinto, docente da Escola Superior de Biotecnologia (ESB), e de Teresa Guimarães, da APPACDM - Porto.

João Almeida, estudante da licenciatura em Direito e voluntário na Associação ACREDITAR, partilha que o “voluntariado é um acordar para o mundo”. O estudante partilhou a sua experiência de voluntariado com crianças no internamento do hospital e explicou o quanto gratificante é, destacando o grande valor “de um sorriso e de um abraço”.

Elisabete Pinto, docente da unidade curricular de Nutrição Comunitária na ESB, partilhou a experiência desta disciplina que usa a metodologia Aprendizagem-Serviço, metodologia já implementada a nível nacional e com grande expressão: “aprendemos muito mais quando fazemos e os estudantes valorizam muito a experiência em campo”. A docente estava acompanhada por quatro estudantes desta unidade curricular que destacaram a importância do serviço na comunidade, enquanto forma de “crescimento e de desenvolvimento”, capaz de “consolidar as competências de trabalhar em grupo e equipa e de lidar com imprevistos”.

Teresa Guimarães, da APPACDM - Porto, durante o seu testemunho começou por afirmar que “é um orgulho estar nesta Universidade e por poder apresentar o trabalho que realizamos em conjunto já há muitos anos.” “Agradeço à Católica tudo o que fez por nós. Agradeço o constante empenho em ajudar a APPACDM a crescer”, conclui.

ACISJF, ACREDITAR, Ajudaris, Albergues Nocturnos do Porto, APPACDM – Porto, Bagos d'Douro, Banco Alimentar Porto, Cáritas, Casa do Lordelo, Casa Ronald McDonald, Centro António Cândido, Centro Comunitário S. Cirilo, Centro Social da Foz do Douro, Cuidadores, EP Santa Cruz do Bispo Masculino
Junta de Freguesia de Ramalde, LA Hospital Santo António, Lar Rainha D. Beatriz, O Meu Lugar no Mundo, Obra de Nª Srª das Candeias, Obra Diocesana de Promoção Social, Porta Solidária, Somos Nós
UCC Cuidar - ACeS Porto Ocidental, União Freguesias Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde e VEM - Voluntariado em Matosinhos foram as instituições que marcaram presença no encontro. 

 

“A CASO tem um grande espírito de missão.”

Marcaram também presença na sessão Fernando Paulo, vereador da CM Porto com o Pelouro da Educação e da Coesão Social, e Nuno Matos, vereador da CM Matosinhos com o Pelouro da Participação Cívica e Juventude; Desporto e Associativismo Desportivo; e Contraordenações.

Fernando Paulo começou por afirmar que “a Católica é uma casa que eu conheço bem. A CASO tem a capacidade de mobilizar pessoas e forças para que a cidade e a região sejam mais coesas. A CASO tem um grande espírito de missão de serviço e os voluntários são exemplares”. Para o vereador do Município do Porto, “o património mais valioso que as cidades têm são as pessoas”.

Nuno Matos, vereador da CM Matosinhos, começou por felicitar o trabalho desenvolvido pela CASO, destacando a importância do voluntariado. “É importante olhar-se para os outros para que ninguém fique para trás”. O vereador de Matosinhos partilhou também a parceria que já está a nascer entre a CASO e o município e que irá resultar na assinatura de um protocolo de parceria em outubro de 2024.

Isabel Braga da Cruz, nas palavras de encerramento, recordou as palavras do Papa Francisco, quando se dirigiu aos jovens universitários da Universidade Católica, em Lisboa, no âmbito da JMJ: “experiências de serviço fraterno como a Missão País, e tantas outras que nascem no ambiente académico, deveriam ser consideradas indispensáveis para quem vai para a universidade. O diploma, de facto, não pode ser visto apenas como uma licença para construir o bem-estar pessoal, não, mas como um mandato para se dedicar a uma sociedade mais justa, mais inclusiva, ou seja, mais desenvolvida.”

A pró-reitora reafirma “o compromisso com o serviço, o voluntariado, com os parceiros, com a nossa comunidade. Que este encontro seja mais um marco na jornada contínua de colaboração e impacto positivo. Continuamos disponíveis para acolher os vossos desafios para, num trabalho sempre colaborativo, encontrarmos novas soluções, na certeza de que juntos podemos tornar o nosso planeta num lugar melhor para todos.”

 

06-06-2024

Universidade Católica celebra o voluntariado e reforça parceria com instituições

A CAtólica SOlidária (CASO) reuniu 27 instituições parceiras num evento de encerramento e de celebração do ano académico de 23/24, que fica marcado pelo trabalho voluntário realizado pelos estudantes da Universidade Católica no Porto em diferentes missões na comunidade. Durante o evento, olhou-se em retrospetiva para os principais marcos do ano, ouviram-se testemunhos e houve, também, um momento de assinatura de um protocolo de cooperação com cada uma das instituições presentes.

Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa (UDIP), unidade que gere a CASO, partilha que “o ano que está a acabar vem na sequência de um ano letivo marcante no qual celebramos os 20 anos da CASO. O balanço que fazemos do ano é positivo, pois continuamos a verificar que aquilo que estamos a fazer está a ser bem feito, ainda que sejamos capazes de reconhecer um grande potencial de melhoria e crescimento. Os alunos continuam a aderir ao voluntariado e a testemunhar o quanto é transformador.”

“Quero expressar a minha profunda gratidão a cada um dos presentes e às suas instituições por confiarem na Universidade Católica no Porto, através da UDIP, e ajudarem a fortalecer os laços entre a universidade e a comunidade. Hoje, celebramos não apenas a dedicação dos nossos estudantes ao voluntariado e o compromisso de docentes e colaboradores, mas também a importância das parcerias que sustentam as nossas ações. As instituições parceiras e os seus beneficiários são pilares fundamentais na formação dos nossos estudantes e na construção de uma sociedade mais justa e solidária, seja pelo voluntariado, pelos projetos Aprendizagem-Serviço, por Cursos, Projetos, Atividades ligados à economia social”, afirmou Isabel Braga da Cruz, pró-reitora do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa.  

Durante o evento, Carmo Themudo, coordenadora da UDIP, e Constança Barbosa, coordenadora da CASO, apresentaram algumas das dimensões de serviço que a Católica organiza e promove com as instituições parceiras, algumas delas em conjunto com as faculdades: voluntariado regular, voluntariado pontual, voluntariado internacional, serviço comunitário, aplicação da metodologia Aprendizagem-Serviço (ApS). Carmo Themudo destaca que a Universidade “tem estado a fazer vários esforços para que haja um reconhecimento em créditos para atividades de serviço à comunidade. A ApS é um exemplo, mas está também a ser feito trabalho para a validação de uma disciplina com uma forte componente de voluntariado.  A Universidade Católica, além de formar profissionais de excelência, procura formar cidadãos comprometidos, sensíveis às necessidades dos outros e aos desafios sociais do mundo.”

 

“O voluntariado é um acordar para o mundo.”

A sessão, que decorreu a 4 de junho, ficou marcada pelo testemunho de João Almeida, estudante voluntário, de Elisabete Pinto, docente da Escola Superior de Biotecnologia (ESB), e de Teresa Guimarães, da APPACDM - Porto.

João Almeida, estudante da licenciatura em Direito e voluntário na Associação ACREDITAR, partilha que o “voluntariado é um acordar para o mundo”. O estudante partilhou a sua experiência de voluntariado com crianças no internamento do hospital e explicou o quanto gratificante é, destacando o grande valor “de um sorriso e de um abraço”.

Elisabete Pinto, docente da unidade curricular de Nutrição Comunitária na ESB, partilhou a experiência desta disciplina que usa a metodologia Aprendizagem-Serviço, metodologia já implementada a nível nacional e com grande expressão: “aprendemos muito mais quando fazemos e os estudantes valorizam muito a experiência em campo”. A docente estava acompanhada por quatro estudantes desta unidade curricular que destacaram a importância do serviço na comunidade, enquanto forma de “crescimento e de desenvolvimento”, capaz de “consolidar as competências de trabalhar em grupo e equipa e de lidar com imprevistos”.

Teresa Guimarães, da APPACDM - Porto, durante o seu testemunho começou por afirmar que “é um orgulho estar nesta Universidade e por poder apresentar o trabalho que realizamos em conjunto já há muitos anos.” “Agradeço à Católica tudo o que fez por nós. Agradeço o constante empenho em ajudar a APPACDM a crescer”, conclui.

ACISJF, ACREDITAR, Ajudaris, Albergues Nocturnos do Porto, APPACDM – Porto, Bagos d'Douro, Banco Alimentar Porto, Cáritas, Casa do Lordelo, Casa Ronald McDonald, Centro António Cândido, Centro Comunitário S. Cirilo, Centro Social da Foz do Douro, Cuidadores, EP Santa Cruz do Bispo Masculino
Junta de Freguesia de Ramalde, LA Hospital Santo António, Lar Rainha D. Beatriz, O Meu Lugar no Mundo, Obra de Nª Srª das Candeias, Obra Diocesana de Promoção Social, Porta Solidária, Somos Nós
UCC Cuidar - ACeS Porto Ocidental, União Freguesias Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde e VEM - Voluntariado em Matosinhos foram as instituições que marcaram presença no encontro. 

 

“A CASO tem um grande espírito de missão.”

Marcaram também presença na sessão Fernando Paulo, vereador da CM Porto com o Pelouro da Educação e da Coesão Social, e Nuno Matos, vereador da CM Matosinhos com o Pelouro da Participação Cívica e Juventude; Desporto e Associativismo Desportivo; e Contraordenações.

Fernando Paulo começou por afirmar que “a Católica é uma casa que eu conheço bem. A CASO tem a capacidade de mobilizar pessoas e forças para que a cidade e a região sejam mais coesas. A CASO tem um grande espírito de missão de serviço e os voluntários são exemplares”. Para o vereador do Município do Porto, “o património mais valioso que as cidades têm são as pessoas”.

Nuno Matos, vereador da CM Matosinhos, começou por felicitar o trabalho desenvolvido pela CASO, destacando a importância do voluntariado. “É importante olhar-se para os outros para que ninguém fique para trás”. O vereador de Matosinhos partilhou também a parceria que já está a nascer entre a CASO e o município e que irá resultar na assinatura de um protocolo de parceria em outubro de 2024.

Isabel Braga da Cruz, nas palavras de encerramento, recordou as palavras do Papa Francisco, quando se dirigiu aos jovens universitários da Universidade Católica, em Lisboa, no âmbito da JMJ: “experiências de serviço fraterno como a Missão País, e tantas outras que nascem no ambiente académico, deveriam ser consideradas indispensáveis para quem vai para a universidade. O diploma, de facto, não pode ser visto apenas como uma licença para construir o bem-estar pessoal, não, mas como um mandato para se dedicar a uma sociedade mais justa, mais inclusiva, ou seja, mais desenvolvida.”

A pró-reitora reafirma “o compromisso com o serviço, o voluntariado, com os parceiros, com a nossa comunidade. Que este encontro seja mais um marco na jornada contínua de colaboração e impacto positivo. Continuamos disponíveis para acolher os vossos desafios para, num trabalho sempre colaborativo, encontrarmos novas soluções, na certeza de que juntos podemos tornar o nosso planeta num lugar melhor para todos.”

06-06-2024

(CO)HAPPINESS LABORATORY: curso de verão na Lituânia no âmbito do T4EU

De 7 a 23 de junho, estão abertas as candidaturas para o curso de verão (CO)HAPPINESS LABORATORY da Transform4Europe, que se realiza de 27 a 29 de agosto, em Kaunas, na Lituânia.

Organizado pela Universidade Vytautas Magnus, o curso centra-se na criação de condições para a felicidade em tempos de desafios e transformação. Os participantes terão a oportunidade de explorar tópicos sobre como reconhecer, criar e manter a felicidade a nível pessoal, grupal e social.

Este curso terá a forma de um hackathon – um evento em que as pessoas se reúnem para colaborar na resolução de um problema ou na identificação de novas oportunidades e para aprenderem umas com as outras. O curso inclui atividades de grupo e a apresentação de uma proposta final de uma “fórmula da felicidade” a um painel de jurados.

Além de palestras com especialistas de diferentes áreas académicas (Psicologia, Filosofia, Economia, Neurociência, Antropologia, Ciência Política, etc.), os participantes terão atvidades lúdicas e culturais, como uma visita ao Jardim Botânico, um passeio criativo, danças folclóricas e debates.

Este curso de verão confere 3 ECTS, é financiado pela Transform4Europe, e está aberto a todos os estudantes de licenciatura e mestrado da UCP.

Para dúvidas sobre inscrição e mobilidade, contactar: t4eu@ucp.pt

Para mais informação sobre o curso, contactar: Transform4Europe@vdu.lt

Consulte abaixo toda a informação antes de se inscrever:

06-06-2024

Vamos desfazer mitos da Segurança Alimentar?

Vamos desfazer mitos? Sensibilizar e informar o público sobre práticas corretas de higiene e segurança alimentar é o mote para o Dia Mundial da Segurança Alimentar que se celebra a 7 de junho. A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica no Porto assinala esta comemoração, desfazendo alguns dos mitos mais comuns.

 

Paula Teixeira, docente da Escola Superior de Biotecnologia e investigadora do Centro de Biotecnologia e Química Fina, explica que “anualmente são reportados 600 milhões de casos de toxinfeções alimentares. Surpreendentemente, cerca de 40% desses casos ocorrem nas nossas casas e advêm de pequenos erros do quotidiano, por exemplo, tempo e/ou temperatura de confeção insuficientes, temperatura do frigorífico demasiado alta, contaminações cruzadas durante a preparação dos alimentos, principalmente os que não vão ser cozinhados.”

 

Mito: Devemos lavar frango cru antes de o cozinhar.

Não devemos lavar o frango cru. A água vai espalhar bactérias como Campylobacter, causadora de gastroenterites, na cozinha. Cozinhar bem o frango é a forma segura de eliminar os micróbios.

 

Mito: Um ovo que não flutue em água é seguro.

Este mito passa de gerações em gerações: comer um ovo que se afunda em água é seguro, mas já o ovo que flutua está estragado. A flutuação pode estar relacionada com a idade do ovo (se flutua tem algum tempo), não com a presença de bactérias. Se um ovo flutua, é melhor não comer... ou garantir que vai ser muito bem cozinhado. Mas não é verdade que ovos que se afundam são sempre seguros. Um ovo pode estar contaminado com níveis elevados de Salmonella e mesmo assim afundar.

 

Mito: Não se devem congelar alimentos previamente descongelados.

Se falamos de qualidade, é verdade. Os alimentos vão perdendo qualidade com a congelação/descongelação. Mas os alimentos descongelados podem ser recongelados com segurança se descongelação tiver sido feita no frigorífico onde a temperatura não deverá exceder os 4-5 ºC, e não estiverem depois (mesmo quando cozinhados) à temperatura ambiente mais do que (aproximadamente) duas horas.

 

Mito: A sopa quando vai quente ou morna para o frigorifico azeda.

Não é pela sopa ser guardada quente no frigorifico que se estraga, mas sim porque demora mais tempo a arrefecer, dando tempo suficiente aos organismos que vão estragar o alimento para crescerem. Mais ainda, quando um alimento é colocado quente no frigorífico vai aumentar a temperatura no interior do equipamento o que irá, por um lado, aumentar também a temperatura dos outros alimentos aumentado o risco do crescimento de micróbios indesejáveis e, por outro, aumentar os gastos de energia do frigorífico. A solução não é deixar arrefecer à temperatura ambiente durante horas... dividir por recipientes mais pequenos, arrefecer em banho de água ou ir mexendo para arrefecer mais rápido são práticas recomendadas.

 

Mito: Mergulhar a salada em água e vinagre mata todas as bactérias.

Esta prática é comumente utilizada pois acredita-se que elimina as bactérias dos alimentos! De facto, o vinagre tem atividade contra bactérias, mas não nas quantidades em que é utilizado na lavagem das saladas. Umas gotas de vinagre na água de lavagem podem ajudar a desprender as larvas e resíduos de terra que ficam presos nas folhas dos vegetais, mas não matam as bactérias causadoras de doença. A lavagem em água corrente é sempre mais segura!

 

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05-06-2024

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