No dia 14 de junho, realizaram-se as segundas jornadas do Instituto de Biofabricação em Rede para o Envelhecimento Saudável (IBEROS+) na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa - Porto, destacando avanços significativos na colaboração científica inter-regional.
Coordenado pela Universidade de Vigo, o consórcio, composto por 14 entidades público-privadas da Galiza e Norte de Portugal, incluindo cinco universidades, cinco centros de investigação e quatro empresas, teve como objetivo inovar na abordagem às doenças associadas ao envelhecimento através da bioengenharia e medicina personalizada. Ana Leite Oliveira, líder do Grupo de Investigação em Biomateriais e Tecnologia Biomédica do Centro de Biotecnologia e Química Fina Universidade Católica Portuguesa, sublinhou: "Desenvolvemos novas tecnologias que oferecem soluções inovadoras seguras e sustentáveis para compreender e atuar em doenças associadas ao envelhecimento."
Manuela Pintado, diretora do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica Portuguesa, também enfatizou a importância desta área: "A biomédica é uma área pilar na nossa investigação, temos investigadores no nosso centro que têm feito crescer a qualidade, valor e consolidação da engenharia biomédica.”
Durante o evento, foram apresentados resultados promissores, incluindo Bioimpressão 3D por Patricia Díaz da Universidade de Santiago de Compostela, Biomateriais Avançados e Tecnologia de CO2 supercrítico por Ana Oliveira da UCP, Dispositivos organ-on-a-chip por Laura Vázquez da BFlow, e Organoides por Immacolata Maietta da UVigo.
A estratégia do IBEROS+ centrou-se na investigação e desenvolvimento em biofabricação para enfrentar desafios socio-sanitários do envelhecimento na Eurorregião Galiza-Norte de Portugal e na União Europeia em geral. O projeto visa promover a investigação internacional de alto nível, com objetivos como a publicação de um Livro Branco sobre as áreas da biofabricação e engenharia de tecidos, além de colaborações entre centros de conhecimento e empresas. Segundo Ana Leite Oliveira, " O aumento das doenças crónicas associado a uma crescente necessidade de transplantes de tecidos e órgãos estão a impulsionar significativamente o desenvolvimento destas áreas e por isso constituem o foco do projeto IBEROS+."
O consórcio, financiado com 2,2 milhões de euros pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Interreg Espanha-Portugal e co-financiado pelo FEDER, tem como meta melhorar a saúde e a qualidade de vida da população até 2026, com especial enfoque nas doenças relacionadas ao envelhecimento.
Isabel Capeloa Gil, Reitora da Universidade Católica Portuguesa, foi distinguida com o prémio Personalidade do Ano na 9.ª edição da Gala dos AmCham Tributes. Veja aqui as fotografias do evento, que celebra a amizade entre Portugal e os Estados Unidos da América (EUA), teve lugar no dia 25 de junho, no Pestana Palace Hotel.
Esta edição da Gala foi presidida pelo Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, e pela Embaixadora dos EUA em Portugal, Randi Charno Levine. O evento contou ainda com a presença do Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, (AICEP) Ricardo Arroja, e reuniu parceiros da AmCham Portugal, bem como muitos sócios e amigos, numa verdadeira celebração das relações entre os dois países.
Os AmCham Tributes são um reconhecimento a empresas, instituições e personalidades que contribuem para a aproximação e o entendimento entre Portugal e os EUA, com um foco especial no reforço das relações económicas e comerciais. Este ano, o tema da gala foi "Celebrating Friendship and Embracing Freedom", e contou com a colaboração da Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e do Music Theater Lisbon (MTL), entre outros momentos especiais.
Durante o evento, foram também reveladas as quatro empresas vencedoras dos AmCham Tributes 2024: Endiprev, Five9, Johnson & Johnson Innovative Medicine e Unbabel. Os prémios Personalidade do Ano foram entregues a Isabel Capeloa Gil, Reitora da UCP, e ao surfista Garrett McNamara.
O júri é presidido pelo Presidente da AmCham Portugal, António Martins da Costa, e inclui representantes de organizações como a Embaixada dos EUA em Portugal, a AICEP, a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), a Associação de Amizade Portugal-EUA e a Deloitte.
Maria Inês Correia é estudante do quarto ano da licenciatura em Enfermagem da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa. É também atleta na modalidade de Kickboxing. Em 2024, foi campeã nacional universitária, vitória que descreve como “especial”, porque “foi uma honra imensa” competir com a camisola da Católica. Na sua vida a Enfermagem e o Desporto misturam-se. Foi no Desporto que aprendeu a “importância da disciplina, do foco e da dedicação contínua para alcançar metas”. Sonho para o seu futuro como Enfermeira? “Fazer a diferença na vida daqueles que se cruzarem comigo.”
Quando é que surge o seu interesse pela Enfermagem?
O interesse pela Enfermagem surgiu de uma forma bastante pessoal e marcante. Foi durante um período em que um familiar meu adoeceu e começou a necessitar de cuidados hospitalares e no domicílio. Tive e ainda tenho a oportunidade de acompanhar de perto o trabalho dos enfermeiros e, felizmente, encontrei sempre bons profissionais que me inspiraram com a sua dedicação e cuidado a um dia querer ser como eles.
De que forma é que a Enfermagem a realiza?
A Enfermagem realiza-me de várias maneiras. Em primeiro lugar, proporciona-me a oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas que estão a passar uma fase de vulnerabilidade. Em segundo lugar, a Enfermagem permite-me crescer de forma contínua tanto a nível pessoal como profissional através das experiências desafiantes e da constante aprendizagem. O facto de estar em contacto com diferentes pessoas com diferentes histórias muda a minha forma de pensar e torna-me mais empática, reflexiva, o que de facto é necessário para todos os dias estar em contacto com diferentes tipos de pessoas.
“O que mais me marca na Universidade Católica é a exigência e a disciplina para formar bons profissionais.”
Porquê estudar Enfermagem na Católica?
A Universidade Católica é realmente uma grande referência nacional. Quando decidi seguir o curso de Enfermagem, recebi várias recomendações de profissionais da saúde e outras pessoas de confiança para escolher esta instituição. O que mais me foi destacado por eles foi a excelência na formação oferecida, na área da enfermagem, e foi sem dúvida um fator decisivo na minha escolha.
O que é que tem sido mais marcante na sua vivência na Católica?
O que mais me marca na Universidade Católica é a exigência e a disciplina para formar bons profissionais, mas também a disponibilidade dos professores para nos ajudar e acompanhar.
Para além de estudante, é, também, atleta. Foi campeã nacional universitária de kickboxing na disciplina de low kick. O que representou esta vitória para si?
Todas as vitórias são importantes, no entanto cada uma carrega um significado único. Esta vitória foi especial porque foi o meu primeiro campeonato nacional universitário pela instituição que me está a formar e foi uma honra imensa. Para além disso, este ano de licenciatura foi bastante exigente e desafiador e foi um compromisso difícil conciliar o desporto com os estudos.
“O desporto ajuda-me porque exige disciplina e resistência mental.”
Quando é que começa a praticar esta modalidade?
Comecei a praticar kickboxing com 8 anos por influência de um familiar. O que eu mais gosto nesta modalidade é a disciplina rigorosa que exige, a adrenalina que sinto durante as competições e a preparação emocional que é um ponto fundamental para obter bons resultados.
O que é que o kickboxing traz para a sua vida?
O kickboxing ensina-me inúmeras lições. Aprendi a importância da disciplina, do foco e da dedicação contínua para alcançar metas, ensinou-me a importância do trabalho em equipa e do respeito pelo adversário, ensinou-me a manter a calma e a determinação, não só em cima do ringue, mas também em todos os desafios da minha vida. Para além de me proporcionar uma boa preparação física, também me realiza de forma pessoal. No âmbito profissional, o desporto ajuda-me porque exige disciplina e resistência mental que me irão ajudar a lidar com situações de stress e a manter a calma sob pressão, competências que são essenciais na área da Enfermagem. O espírito de perseverança e a capacidade de trabalhar arduamente para alcançar objetivos é algo que aplico tanto nos treinos quanto no curso de Enfermagem.
“(…) a morte é uma parte inevitável da vida, mas que continua a requerer respeito, apoio e conforto.”
O que é que sonha para o seu futuro como enfermeira?
Sonho em ser uma excelente profissional. Sonho fazer a diferença na vida daqueles que se cruzarem comigo.
Que episódios não esquece dos estágios que realizou no âmbito da licenciatura?
Nos estágios que realizei o que mais me marcou foi acompanhar as pessoas em fim de vida e aprender que a morte é uma parte inevitável da vida, mas que continua a requerer respeito, apoio e conforto. Mas também me marcaram muitas histórias de transição de vida de algumas pessoas, umas que recuperaram de doenças e iniciaram uma nova fase de vida e outras em que surge uma doença que transforma totalmente a vida da pessoa e em todo esse processo acompanhar a resiliência que têm para encarar a nova fase é inspirador.
Qual é a missão de um enfermeiro?
Como pude aprender ao longo destes 4 anos de curso, ser enfermeiro é essencialmente cuidar de forma holística.
A Católica Porto Business School recebe, a partir de segunda-feira, o segundo período de imersão do Programa Atlântico, que percorre três país lusófonos banhados pelo oceano que lhe dá nome.
Para o diretor científico do programa, e docente da Católica Porto Business School, Rui Lourenço, “esta primeira edição do Programa Atlântico tem sido um sucesso. Conseguimos reunir uma turma internacional composta por 22 executivos angolanos, brasileiros e portugueses, que se tem caracterizado por uma forte partilha de experiências e ‘networking’”.
Sucessor do MBA Atlântico, o Programa Atlântico é uma pós-graduação internacional em Gestão, de tripla diplomação, facultada pelas três escolas de negócios das Universidades Católicas de Angola, Brasil (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e Portugal (Católica Porto Business School).
Neste segundo período, a decorrer na Católica Porto Business School, os alunos vão participar em atividades que fomentam a aquisição de conhecimentos sólidos das realidades económica, social e cultural locais. Os dez dias de imersão vão passar por diferentes momentos, nos quais estão incluídas visitas a empresas de referência como o CEiiA (Centro de Engenharia e Desenvolvimento), a MDS Portugal, a RANGEL (Soluções Logísticas Globais), a BBDouro e a Super Bock.
A par do contacto com o tecido empresarial português, as duas semanas comportam também seminários com temas variados, mas associados a uma matriz comum: o Oceano Atlântico. Dessa forma, vai haver oportunidade para explorar temas como a logística atlântica, a evolução dos mercados transatlânticos e ainda inovação e competitividade.
O diretor executivo do Programa Atlântico, e diretor de Programas Internacionais da Católica Porto Business School, Cosme Almeida, reitera que “este período de imersão cumpre o propósito de integrar os participantes nas realidades e práticas de gestão nacionais e europeias, através da partilha de conhecimentos estruturados da academia e do terreno”.
Para além do programa mais teórico, estão previstas diversas atividades de ‘team learning’, quer em terra, com organização do Career Development Office da Católica Porto Business School, quer em mar, a bordo de barcos à vela, em colaboração com um dos novos parceiros do Corporate Club da Católica Porto Business School, a BBDouro.
Pode saber mais sobre o Programa Atlântico, cuja segunda edição vai ter início em janeiro de 2025, aqui.
São elevadas as taxas de empregabilidade das licenciaturas das Unidades Académicas da Universidade Católica Portuguesa no Porto, segundo dados recentes da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, disponibilizados no portal InfoCursos. Um destaque especial para a licenciatura em Bioengenharia da Escola Superior de Biotecnologia que detém 99% de empregabilidade.
A Universidade Católica Portuguesa mantém a disponibilidade para ajudar na revisão e melhoria de opções de emprego dos Alumni, nomeadamente a partir dos portais de emprego: Career Services e CPBS Alumni Relations, havendo acesso a aconselhamento via ee.emprego@ucp.pt.
Os quatro campi da Universidade Católica Portuguesa vão participar no FLY, o programa europeu de voluntariado e aprendizagem-serviço. Seja através do envio de estudantes em missões de voluntariado no estrangeiro, seja no acolhimento de voluntários estrangeiros para experiências de voluntariado em Portugal. Um verdadeiro intercâmbio de voluntários.
Cerca de 40 voluntários estrangeiros vão ser integrados em missões nacionais: projeto Homem (apoio a pessoas com comportamentos aditivos e dependentes), projeto Juntos pelos Sorrisos (campo de férias com jovens institucionalizados, serviço de refeições e apoio a sem abrigo e migrantes), projeto Pontes para a Inclusão (Apoio a mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade e pessoas em risco de exclusão social) e projeto Just a Change (reabilitação de casas). Os voluntários são das nacionalidades espanhola, italiana e eslovaca. Dos quatro campi da Universidade Católica Portuguesa, serão cerca de 11 os estudantes a irem para diferentes missões de voluntariado em Espanha, Itália, Marrocos e Brasil.
“Este ano foi possível envolver os 4 campi da Católica no projeto, o que representa uma grande satisfação pela dimensão una da Universidade e porque representa o trabalho conjunto e articulado de 4 geografias para que os seus estudantes possam usufruir destas oportunidades”, partilha Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa da Universidade Católica no Porto.
“O voluntariado internacional é uma experiência de voluntariado muito completa pois, para além de todas as competências que qualquer voluntariado adquire e põe em prática, permite, também que os estudantes vivenciem diferentes culturas, tradições e modos de vida, ampliando os seus horizontes e promovendo a compreensão mútua entre pessoas de diferentes origens”, acrescenta.
O programa FLY, que reforça o compromisso das universidades participantes com o desenvolvimento sustentável, pretende – sobretudo - sensibilizar as comunidades universitárias para os problemas de migração e dos refugiados e das pessoas em risco de exclusão social e realçar projetos de cuidados às pessoas e à comunidade. Coordenado pelas Universidades espanholas de Comillas (Madrid), Universidade de Deusto (Bilbao) e ESADE (Barcelona), o FLY 2024junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades Loyola (Andaluzia, Espanha), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e IQS (Barcelona, Espanha).
Os quatro campi da Universidade Católica Portuguesa vão participar no FLY, o programa europeu de voluntariado e aprendizagem-serviço. Seja através do envio de estudantes em missões de voluntariado no estrangeiro, seja no acolhimento de voluntários estrangeiros para experiências de voluntariado em Portugal. Um verdadeiro intercâmbio de voluntários.
Cerca de 40 voluntários estrangeiros vão ser integrados em missões nacionais: projeto Homem (apoio a pessoas com comportamentos aditivos e dependentes), projeto Juntos pelos Sorrisos (campo de férias com jovens institucionalizados, serviço de refeições e apoio a sem abrigo e migrantes), projeto Pontes para a Inclusão (Apoio a mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade e pessoas em risco de exclusão social) e projeto Just a Change (reabilitação de casas). Os voluntários são das nacionalidades espanhola, italiana e eslovaca. Dos quatro campi da Universidade Católica Portuguesa, serão cerca de 11 os estudantes a irem para diferentes missões de voluntariado em Espanha, Itália, Marrocos e Brasil.
“Este ano foi possível envolver os 4 campi da Católica no projeto, o que representa uma grande satisfação pela dimensão una da Universidade e porque representa o trabalho conjunto e articulado de 4 geografias para que os seus estudantes possam usufruir destas oportunidades”, partilha Carmo Themudo, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa da Universidade Católica no Porto.
“O voluntariado internacional é uma experiência de voluntariado muito completa pois, para além de todas as competências que qualquer voluntariado adquire e põe em prática, permite, também que os estudantes vivenciem diferentes culturas, tradições e modos de vida, ampliando os seus horizontes e promovendo a compreensão mútua entre pessoas de diferentes origens”, acrescenta.
O programa FLY, que reforça o compromisso das universidades participantes com o desenvolvimento sustentável, pretende – sobretudo - sensibilizar as comunidades universitárias para os problemas de migração e dos refugiados e das pessoas em risco de exclusão social e realçar projetos de cuidados às pessoas e à comunidade. Coordenado pelas Universidades espanholas de Comillas (Madrid), Universidade de Deusto (Bilbao) e ESADE (Barcelona), o FLY 2024junta, para além da Universidade Católica Portuguesa, as Universidades Loyola (Andaluzia, Espanha), LUMSA (Roma, Itália) e Mateja Bela (Banská Bystrica, Eslováquia) e IQS (Barcelona, Espanha).
As Bibliotecas que constituem a Rede de Bibliotecas da Universidade Católica Portuguesa (RB-UCP) têm como missão disponibilizar os recursos de informação necessários à comunidade académica de modo a cumprir os seus objetivos no âmbito do estudo, docência, investigação e relações com a comunidade interna e externa, a promover iniciativas de cariz cultural, bem como assegurar a criação de contextos que permitam o desenvolvimento de competências ao nível da literacia da informação e literacia digital.
Para assinalar o Dia Mundial das Bibliotecas, que se celebra a 1 de julho, a RB-UCP reuniu algumas das iniciativas e projetos desenvolvidas no âmbito cultural, ao longo do ano letivo de 2023/2024, que incentivaram a promoção, permitiram o acesso, e a partilha de cultura.
A Biblioteca Pe. Júlio Fragata, do Centro Regional de Braga acolheu a apresentação do livro “Quarto de costura” de António Machado.
A Biblioteca D. José Pedro da Silva, do Centro Regional de Viseu (CRV), realizou uma Oficina de Escrita Criativa, um evento cultural que contou com a presença do escritor João de Mancelos.
No Centro Regional do Porto (CRP), a Biblioteca do Paraíso apresentou uma exposição bibliográfica e iconográfica dedicada ao Dia Internacional do Estudante, e evocou o Dia do Maestro Manuel Ivo Cruz com a realização de uma mesa redonda sobre “A voz viva dos arquivos musicais” e, para celebrar o Dia Internacional do Vinho do Porto organizou-se uma mostra bibliográfica intitulada Um cálice do Porto.
Por sua vez, a Biblioteca Universitária João Paulo II (BUJPII) na sede (Lisboa), organizou a Exposição FarDar em parceria com a Faculdade de Ciências da Saúde e Enfermagem. Em parceria com o Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR) e a Cáritas Portuguesa, a BUJPII acolheu a exposição Cáritas Portuguesa: Um Percurso Solidário e, em parceria com o Instituto Superior de Direito Canónico, realizou-se a exposição Uma Concordata para o século XXI. Efetuou-se uma mostra documental que inaugurou com uma tertúlia no espaço lounge da Biblioteca intitulada António Sardinha. Tempos de exílio (1918-1921).
Durante um semestre, a BUJPII acolheu a exposição de pintura, desenho e fotografia de Miguel Correia –professor da Faculdade de Direito – Ecos do Tempo, que contou com uma apresentação musical da banda Acoustic Trio no seu encerramento. E, atualmente acolhe a exposição fotográfica Macau em Contrastes (2010-2018), de Marisa C. Gaspar.
Mais recentemente, a BUJPII acolheu um grupo de participantes e voluntários do Projeto Par e Passo, da Cáritas Diocesana de Lisboa, inserida na estratégia de Responsabilidade Social da UCP, que visa fortalecer as relações de proximidade entre as organizações sociais parceiras e a Universidade.
Na Biblioteca da Faculdade de Medicina, realizou-se a exposição Dia a dia radiografado.
Além das iniciativas decorridas em cada Biblioteca, apontam-se também a realização de iniciativas conjuntas, tais como a mesa-redonda Revistas de Teologia em destaque: passado, presente e futuro, que pretendeu comemorar os quatro anos do lançamento do Portal das Revistas Científicas da UCP e, assinalar a digitalização integral das anteriores revistas de Teologia dos vários Centros Regionais: Didaskalia (Lisboa), Theologica (Braga) e Humanística e Teologia (Porto).
Ademais, no âmbito das iniciativas nacionais de comemoração salienta-se a celebração do cinquentenário do 25 de abril, com a exposição comemorativa da data, na Biblioteca D. José Pedro da Silva (CRV), e as mostras bibliográficas Caminhos da Democracia: visões e revisões das Constituições portuguesas, da Biblioteca do Paraíso (CRP), e ainda, 50 anos a cumprir abril, na Biblioteca Universitária João Paulo II, em Lisboa. Já para assinalar os 500 anos do nascimento de Camões realizaram-se mostras documentais, com o objetivo de dar a conhecer à comunidade académica algumas das suas coleções especiais. Assim, realizou-se na Biblioteca do Paraíso - Camoniana: a presença de Camões no espólio do Maestro Manuel Ivo Cruz, na BUJPII – Manuscrito em destaque e ainda em Biblioteca D. José Pedro da Silva (Viseu) com a exibição de obras raras do poeta.
Por fim, destacamos ainda as iniciativas de formação e de capacitação de utilizadores dinamizadas pela RB-UCP, nomeadamente: apresentação dos recursos de informação subscritos pela Universidade, gestão de referências bibliográficas; e ainda a organização de três ciclos formativos no âmbito do Acesso Aberto e das áreas de Ciências da Saúde e Direito.
A Universidade Católica Portuguesa e a Universidade de Primorska, através da Transform4Europe, organizam a iniciativa “Active Breaks” todas as quartas-feiras a partir do dia 3 de julho.
Estas “pausas ativas” pretendem ser momentos de exercício físico e de relaxamento durante o dia de trabalho, para promover a saúde física e mental.
A vida moderna move-se muitas vezes a um ritmo acelerado e pode ser difícil encontrar momentos para relaxar.
Todos os colaboradores são assim convidados a juntar-se aos colegas das 10 universidades parceiras da T4EU para participar nesta atividade recreativa que inclui uma série de exercícios simples para ajudar a sua saúde e bem-estar.
Calendário do mês de julho:
Dias 3, 10 e 31 – Atividade da Universidade de Primorska
O filme Cantos da Metamorfose ou Aquela vez em que eu encarnei como Boto, da alumna Ainá Xisto, produzido no contexto do Mestrado em Cinema, integra a Competição Experimental. Esta é uma das mais importantes secções competitivas do género, a nível nacional e internacional, tendo já contado com a presença de cineastas como Deborah Stratman, Ben Rivers, Charlotte Pryce, Sky Hopinca, Mryam Tafakory, Kamal Aljafari, Carla Andrade e Morgan Quaintance, este último em destaque na edição de 2024 e com uma exposição na Solar – Galeria de Arte Cinemática.
Gardunha, de Ana Vilela da Costa, produzido no contexto do Curso de Formação Avançada Escola das Artes / Fundação Gulbenkian, e Nunca estive tão perto, da alumna Francisca Dores, produzido no contexto do Mestrado em Cinema, serão exibidos na Competição Take One!, dedicada exclusivamente a filmes de escola, promovendo perspetivas contemporâneas da nova geração de cineastas portugueses.
Os filmes Pedra Seca, de Luísa Mello e Maria Henriqueta Esteve Aqui, de Nuno Pimentel, produzidos no contexto do Curso de Formação Avançada Escola das Artes / Fundação Gulbenkian estarão presentes nas Industry Screenings, reservadas a profissionais.
A par dos filmes de professores e alunos da EA, que têm vindo a integrar a sua programação e a receber distinções, o Festival conta, mais uma vez, com a parceria da EA que apoia o Prémio da Competição Nacional, com valor de 1500€.
Cantos Da Metamorfose ou Aquela Vez Em Que Eu Encarnei Como Boto
Ainá Xisto · Documentário experimental, 11 minutos.
Sinopse
A vida é metamorfose, saltando de ser em ser como uma nova forma de dizer eu. Em 16mm, Ainá Xisto imprime um registo abissal guiado por uma relação mais-que-humana através de paisagens oníricas, uma realidade mágica habitada por personagens reais, abrindo-se para o diálogo.
Gardunha
Ana Vilela da Costa · Ficção, 11 minutos.
Sinopse
Uma mulher em fuga procura refúgio numa zona rural no interior de Portugal, conhecida pelos seus fenómenos sobrenaturais. M. uma artista de música eletrónica, está em fuga. Procura refúgio numa zona rural após um evento traumático que nunca chegamos a conhecer. O contraste entre M. e o ambiente que a circunda é evidente. M é uma pessoa profundamente urbana num ambiente profundamente rural. O filme mostra-nos cerca de 48 horas na vida de M. À medida que se vai embrenhando naquela realidade, vê-se confrontada com uma realidade inesperada, fenómenos que a sua mente racional não consegue compreender, encontros imediatos, sons sorumbáticos e inexplicáveis. A fuga inicial dá origem a uma viagem transcendental onde a sua visão do mundo é posta em causa, culminando num encontro com outros mundos.
Nunca estive tão perto
Francisca Dores · Documentário/Experimental, 17 minutos
Numa periferia rural em transformação, as máquinas agrícolas devastam os campos e os lugares são assombrados por uma eterna penumbra. Das chamas, renascem os sinos que invocam a presença da comunidade.